Primeiro, preciso dizer: que capa maravilhosa! Ela é muito bonita, sério. Tu é a design ou encomendou por algum site? De qualquer forma, está muito bonita. Outra característica da sua história que prendeu a minha atenção foi a sinopse. Essa é a primeira vez que eu não sei o que falar sobre uma sinopse, mas está fantástica! E olha que essa é uma palavra que eu não costumo usar.
O enrendo da sua história é muito original e passa bem longe do clichê. Acredito que sua história seja a primeira do site que retrata a "vida" de Daryl antes do apocalipse. Isso é tão legal! Vez ou outra me perguntei como e porque Daryl tinha desenvolvido uma personalidade tão complicada e fechado para todos. Eu simplesmente amo esse personagem!
Sua escrita é muito boa, viu? Me conquistou ♥ Apesar de ser apenas o prólogo, eu gostei de Natalie e como ela descreveu Daryl. Estou muito curiosa para saber como eles se conheceram.
Eu que faço as capas (ou tento kkk) que bom que gostou, não é nada profissional mas dá pro gasto kkkkkk
Não vou mentir, adoro esse sinopse, levou um tempo pra ela ficar do jeito que eu queria, mas gostei do resultado e agora gosto mais ainda depois dos seus elogios.
Eu tbm nunca vi alguém focar totalmente no passado do Daryl, tem algumas passagens em outras fics, mas algo focado inteiramente na juventude dele eu nunca vi realmente. Aqui ele já começa arisco, mas aos poucos ficamos sabendo exatamente por que ele ficou assim, fora umas outras coisas que acontecem depois pra contribuir, eu espero que goste. Tbm amo o Daryl ♥
Obrigada mesmo por todos elogios e pelo comentário, espero que continue gostando e acompanhando.
Quando eu li, ''Alguns anos no futuro'' eu pirei porque sabia que significava que ia se passar no passado, e quando eu li, bom, você me deixou bastante curiosa e eu estou imaginando mil e uma cenas na minha cabeça, então....Pela sua segurança acho melhor postar logo mocinha!!
Pois é, vamos mergulhar no passado do Daryl uns 9 anos antes do apz começar, eu espero que goste do que está por vir s2
Eu vou postar o próximo antes de dormir kkkkk
Bjss e obrigada por comentar *---*
A
Ana Mesquita
[Liga dos Betas — Critique-me]
Olá ^^ eu sou a beta da Liga responsável por sua crítica XD antes de tudo, quero deixar algumas coisas claras: primeiro, eu assisti apenas à primeira temporada de The Walking Dead, então eu tenho certa noção de quem são os Dixon e até curto bastante do Daryl. Outro ponto importante para se deixar claro: eu vi que nos questionário, sua principal preocupação é quanto ao desenvolvimento da personagem principal, por isso eu li até o terceiro capítulo (que coincidiu também com a meta de 5k para histórias longas) e tenho algumas questões básicas para apontar, são básicas mesmo porque eu percebi que você tem uma boa gramática, um enredo planejado e um desenvolvimento interessante da história XD
Bom, vamos lá, eu gosto de sempre começar pelas primeiras impressões: título, capa e sinopse ^^
Devo confessar que não gosto muito de títulos em inglês, é bem fácil errar, no entanto o seu me está ok, assim como a capa mostrando os protagonistas e a sinopse que revela um pouco de cada um e como vai ser o encontro entre os dois ^^. Até aqui, tudo perfeito ♥
A segunda coisa que gosto de apontar é gramática. No seu caso me parece mais como erros de digitação do que gramática propriamente dita, então vai ser rápido ^^ vou apontar o que vi nos três capítulos, indicando-os pela numeração no Nyah! ^^
Capítulo um:
Você usa, no início a palavra “empostas” que é uma palavra que de fato existe na língua portuguesa, mas que tem um significado completamente diferente de “impostas”, que eu acredito ter sido o que você quis dizer ^^
Capítulo dois:
“Talvez ela fosse falar Thomas”. Acredito que tenha faltado um “com”
“[...] conseguia prever, era [...]”. Nessa frase, a vírgula está separando o sujeito do predicado, e isso vai contra a norma culta ^^
“o quando era oprimida”. Acho que aqui, seria o “quanto”, em vez do “quando”.
Capítulo três:
Na verdade aqui não temos nenhum erro específico, mas percebi que você muito o “sequer”. Cuidado com as repetições das conjunções, porque mesmo distantes elas chamam atenção XD e aí o leitor pode notar um vício de escrita ^^
Finalizada a parte gramatical, vamos à crítica de fato XD Quero somente relembrar que, por mais imparcial que tenha a intenção de ser, muito da crítica reflete minha opinião e gosto pessoal, e não uma verdade absoluta. Se você sentiu que algo do que eu apontei não encaixa na fic e que minha forma de interpretar não é a mesma que a sua, então tudo bem ^^ você não precisa, e nem deve, aceitar tudo o que eu disse, mas sempre é bom pensar sobre esses pontos.
No formulário, você demonstrou preocupação quanto a narrativa e quanto ao fato de a Natalie ser uma personagem interessante o suficiente para que os leitores continuem a ler. Bom, eu achei um prólogo um tanto quanto “vazio”. Nada de muito relevante foi dito lá, apenas que os dois se encontraram e se afastaram. Penso que você poderia focar mais nos sentimentos dela em vez de dar tanta atenção ao “e se”, afinal, a Natalie é rebelde, ela não me parecesse alguém que fique se perguntando sobre os peso de suas ações e o que poderia ser diferente ^^. Seria mais legal ver qual foi a diferença que o Daryl fez na vida dela e o que aconteceu quando os dois se afastaram. Dessa forma, acredito que o leitor tenha mais curiosidade para continuar a ler XD
No capítulo “Downsville” há apenas alguns problemas de ambientação. Acho interessante que você mencione desde o início que a Natalie está viajando de ônibus (é uma informação que só temos um pouco mais pra frente, mas que é essencial para imaginar a situação da protagonista). E também há o problema de você dizer que a viagem durou quinze horas, mas ela cita que está todo o final de semana longe da casa da mãe, então o que houve? O final de semana que eles passaram foi curto? E por último, senti falta do estopim que levou Natalie a fugir de casa, a situação que a levou ao extremo e de onde ela estava desesperadamente tentando fugir. Claro que você não precisa jogar logo de cara, e talvez esteja guardando para um momento impactante, mas ao menos citar que esse estopim existe, sem esclarecer, é importante para aguçar ainda mais a curiosidade do leitor.
Então... você pediu que a crítica fosse centrada da Natalie, e é no capítulo “Papa Cooper” que eu vi mais sobre ela para apontar, então aqui vamos nós ^^
Primeiro quero comentar que o fato de ela sempre reafirmar que é uma rebelde impulsiva talvez tire um pouco do impacto das ações impensadas que ela fez. Não é necessário mencionar isso sempre, deixei que as ações dela falem por si mesmas. Introduza diálogos em que ela demonstra saber o quanto é inconsequente e que não se importa com isso, acho que é uma alternativa muito mais interessante do que citar sempre a rebeldia dela na narrativa ^^
A adaptação dela ao pai e a casa foi rápida demais. É alguém que ela não via há muito tempo e se sentir familiarizada com ele tão rápido é algo que não combina com a personalidade arredia dela. Além disso, nessa cena o transtorno de ansiedade que ela diz ter fica quase completamente deixado de lado. Tome cuidado com isso, okay? É algo grave, que merece ser tratado com a dimensão que tem, e também um ótimo jeito de deixar a personagem ainda mais interessante ^^. E sobre a casa do pai dela, você não chega a mencionar o porquê de ela se sentir bem ali apesar de tudo, será que foi o contraste com a casa da mãe? A atitude do pai? Acho interessante mostrar a diferença na vida dela agora e antes, principalmente em questões parentais.
O Peter também me intrigou bastante, eu sei que ele se esforça para ser um bom pai e os motivos, mas ele saber tão bem o que fazer com uma filha adolescente é meio estranho XD acho que você poderia explorar mais o lado dele de “o meu Deus, agora eu sou pai, o que eu faço?” haha. Outro ponto aqui é a falta de questionamento por parte da Natalie sobre o fato de que, se o pai a ama tanto, por que ele nunca fez muitos esforços para se aproximar mais? Chuto que provavelmente seja a mãe, mas senti falta de ela pensar sobre isso.
Quando a Natalie finalmente encontra o pai, ela deixa de lado muito da atitude rebelde. Isso é meio ruim, porque você apresenta isso como um traço importante da personalidade dela. Então acho que ela o fato de ela abandonar um pouco dessa atitude por causa dele tem de ser feito de um jeito mais suave, para que não descaracterize a personagem.
Sobre o relacionamento dela com o Daryl, no prólogo e na sinopse você coloca como se fosse obra do destino e dá bastante ênfase nisso, mas no primeiro encontro deles eu senti que foi mais por causa das atitudes dela do que algo como o destino. Talvez seja legal dar mais crédito às ações impensadas dela seja mais interessante do que deixar por conta do destino ;)
Por último, você estava preocupada com a narrativa. Bom, não precisa, sua narrativa é ótima ^^ você não entendia seus leitores com excesso de descrições, elas são bem colocadas e pertinentes. Os diálogos também são bastante interessantes XD foi algo fácil de ler e divertido também. A Natalie me causou curiosidade e o Daryl me fez lembrar porque eu gostei tanto dele na primeira temporada. Marle também me relembrou o sentimento de repulsa, mas foi legal vê-lo funcionar como uma espécie de alívio cômico.
Espero que a minha crítica tenha ajudado de alguma forma, e peço que ajude o projeto, respondendo esse formulário de feedback aqui: http://goo.gl/forms/NlOJsMdEKK
Primeiro de tudo muito obrigada por dispor do seu tempo pra vir até aqui me dar uma opinião sincera sobre a fic, eu adoro o Critique-me, acho o projeto uma iniciativa incrível e todos vocês mais incríveis ainda por serem tão solícitos conosco.
Tem vezes que um titulo em português não passa tão bem uma ideia quanto uma palavra em inglês, foi o caso de Lifeline. Como é uma historia que se passa no EUA eu não me importei com o titulo em inglês.
Eu vou revisar os capítulos de novo pra corrigir esses erros que você apontou, tem razão foram mais por falta de atenção da minha parte, mas é assim mesmo, uma pessoa de fora vê erros que não conseguimos ver, por isso gosto tanto desse projeto da liga.
Não tinha pensado no prólogo dessa forma como você me apontou, mas é algo que eu vou repensar.
Quanto a Natalie rebelde, algo que os leitores descobrem mais pra frente é que ela não é uma narradora confiável, a rebeldia dela é mais birra com a mãe e impulsividade do que rebeldia em si, é por isso que ela valida isso na narrativa, mas não prova com as ações, fico feliz que tenha centrado a critica nisso, porque era algo que eu queria realmente que causasse entranhamento "poxa ela fica dizendo que é rebelde, mas não é".
Tem razão, foi falha minha não explicar onde ela se enfiou o resto do fim de semana, vou acrescentar esse detalhe.
Eu não citei o estopim, porque ele não é o que pesa para a Natalie, foi só uma gota d'água. Eu deixo algumas coisas de fora por estar narrando em primeira pessoa, mas vou revisar isso e ver se encaixa citar.
Na verdade Natalie não é uma pessoa arredia (ela o é com a mãe, isso sem dúvida, mas com as pessoas no geral ela é muito aberta e sociável, é o que faz contrapartida direta com o Daryl que é alguém muito arredio) por isso a adaptação rápida, ela só precisava de alguém que a aceitasse. O transtorno de ansiedade, ela cita que deve ser papo do psicologo, e realmente era, vemos mais pra frente que a mãe a mandava pra muitos e cada um dizia uma coisa, por isso não foquei nisso, foi apenas um detalhe pra fazer ligação com algo que ela diz pra o Daryl sobre psicólogos mais pra frente. Eu coloquei o trecho, mas vou revisar e deixar mais claro.
Sobre ela se sentir bem lá, é citado mais pra frente, ela vai vendo as diferenças e pensando sobre elas no decorrer de uns dois ou três capítulos posteriores.
O Peter é o mistério central da primeira parte, então é natural ter muitas lacunas, é até proposital, principalmente porque estamos vendo tudo pelos olhos da Natalie e ela não sabe o que ele pensa, mais pra frente tem um cap. focado na narrativa dele que responde tudo isso.
A Natalie ficou deslumbrada com aceitação, então ela não pensou em nada disso, é um erro dela, que colocou o pai em um pedestal muito rápido, só pra poder deixar a mãe ainda mais má. Depois ela acaba percebendo que nem tudo são flores, mas isso ainda leva um tempo.
A intenção era realmente essa, mais um passo pra vermos que aquela "rebeldia" que ela diz ter está muito estranha, eu adoro trabalhar com narradores não confiáveis, vamos conhecendo a Natalie pelas ações dela e pelos olhos do Daryl. Tanto é que a sinopse, que é narrada em terceira pessoa, não cita rebeldia.
Na verdade eu deixo implícito na sinopse que são as decisões dela que a colocam de encontro com o destino, a ideia é que todas as atitudes e escolhas deles os levaria a se encontrarem de um modo ou de outro, como se o livre-arbítrio não importasse, vemos mais pra frente que por mais que eles queiram e decidam se separar não funciona, eles voltam a se encontrar por causa de coisas que fazem pra se afastar um do outro. O destino aqui não seria algo mistico, seria algo que está escrito, como se tudo que eles fossem fazer já estivesse marcado.
Obrigada de verdade por cada opinião, gostei muito de sua crítica e vou sim rever os pontos pertinentes, ajudou muito.
Um ótimo inicio de ano pra você e que o Critique-me continue esse trabalho incrível.
Eu disse que ia ler, mas demorou um pouco. KKKKK. Estou de férias e vou tentar colocar minha leitura e dia, principalmente agora que estou melhor de uma gripe carrasca, e, praticamente, trocando a noite pelo dia.
Pois bem, eu já peguei a vibe da fic e amei essa ideia de duas partes (acho que já te disse isso em alguma MP), gostei dessa introdução também (me trouxe lembranças da Char em Origins), mas o que mais me chamou atenção foi aquele ponto que vc falou que abordaria, sobre os traumas do Daryl serem mais profundos em sua relação com o pai. Tenho certeza que você vai saber lidar com isso muito bem, e entregar algo muito sensível.
Obs: O Nyah deu um piripaqui e voltou só a noite. Como eu tinha lido algo mais cedo no tablet, e vou terminar o terceiro capítulo, não pude deixar um comentário logo. Mas vou deixar um por capítulo e não tentar misturar nada desses três (04) primeiros.
Oieee e muito bem-vinda Pat sua lindaaa, que honra ter você por aqui.
Eu tava longe do Nyah esse último mês, tive pedra no rim e foram os piores dias da minha vida, esse fim de semana que estou um pouco melhor e comecei a colocar as coisas em dia.
Lifeline surgiu pra ser uma fic que só contava o passado da Natalie e do Daryl em flashbacks, mas com o tempo os flashs acabaram tomando vida propria e firando uma fic independente, então resolvi dividir em duas temporadas, uma antes e depois.
Essa primeira tem bastante foco nos traumas do Daryl e no quanto ele é machucado e atormentado por isso, eu procurei mexer o minimo possivel no canon, espero que goste.
Bjs e obrigada por sua paciencia em comentar em todos os caps, você é demais *---* quase morri quando vi aushuashau
Olá! ♥
Primeiro, preciso dizer: que capa maravilhosa! Ela é muito bonita, sério. Tu é a design ou encomendou por algum site? De qualquer forma, está muito bonita. Outra característica da sua história que prendeu a minha atenção foi a sinopse. Essa é a primeira vez que eu não sei o que falar sobre uma sinopse, mas está fantástica! E olha que essa é uma palavra que eu não costumo usar.
O enrendo da sua história é muito original e passa bem longe do clichê. Acredito que sua história seja a primeira do site que retrata a "vida" de Daryl antes do apocalipse. Isso é tão legal! Vez ou outra me perguntei como e porque Daryl tinha desenvolvido uma personalidade tão complicada e fechado para todos. Eu simplesmente amo esse personagem!
Sua escrita é muito boa, viu? Me conquistou ♥ Apesar de ser apenas o prólogo, eu gostei de Natalie e como ela descreveu Daryl. Estou muito curiosa para saber como eles se conheceram.
Até o próximo capítulo!
Ps: O poster também está lindíssimo! ♥
Oiee (que review lindo *-* to até encabulada)
Eu que faço as capas (ou tento kkk) que bom que gostou, não é nada profissional mas dá pro gasto kkkkkk
Não vou mentir, adoro esse sinopse, levou um tempo pra ela ficar do jeito que eu queria, mas gostei do resultado e agora gosto mais ainda depois dos seus elogios.
Eu tbm nunca vi alguém focar totalmente no passado do Daryl, tem algumas passagens em outras fics, mas algo focado inteiramente na juventude dele eu nunca vi realmente. Aqui ele já começa arisco, mas aos poucos ficamos sabendo exatamente por que ele ficou assim, fora umas outras coisas que acontecem depois pra contribuir, eu espero que goste. Tbm amo o Daryl ♥
Obrigada mesmo por todos elogios e pelo comentário, espero que continue gostando e acompanhando.
Bjss ♥ ♥ ♥
Quando eu li, ''Alguns anos no futuro'' eu pirei porque sabia que significava que ia se passar no passado, e quando eu li, bom, você me deixou bastante curiosa e eu estou imaginando mil e uma cenas na minha cabeça, então....Pela sua segurança acho melhor postar logo mocinha!!
Oiee e bem-vinda s2
Pois é, vamos mergulhar no passado do Daryl uns 9 anos antes do apz começar, eu espero que goste do que está por vir s2
Eu vou postar o próximo antes de dormir kkkkk
Bjss e obrigada por comentar *---*
[Liga dos Betas — Critique-me]
Olá ^^ eu sou a beta da Liga responsável por sua crítica XD antes de tudo, quero deixar algumas coisas claras: primeiro, eu assisti apenas à primeira temporada de The Walking Dead, então eu tenho certa noção de quem são os Dixon e até curto bastante do Daryl. Outro ponto importante para se deixar claro: eu vi que nos questionário, sua principal preocupação é quanto ao desenvolvimento da personagem principal, por isso eu li até o terceiro capítulo (que coincidiu também com a meta de 5k para histórias longas) e tenho algumas questões básicas para apontar, são básicas mesmo porque eu percebi que você tem uma boa gramática, um enredo planejado e um desenvolvimento interessante da história XD
Bom, vamos lá, eu gosto de sempre começar pelas primeiras impressões: título, capa e sinopse ^^
Devo confessar que não gosto muito de títulos em inglês, é bem fácil errar, no entanto o seu me está ok, assim como a capa mostrando os protagonistas e a sinopse que revela um pouco de cada um e como vai ser o encontro entre os dois ^^. Até aqui, tudo perfeito ♥
A segunda coisa que gosto de apontar é gramática. No seu caso me parece mais como erros de digitação do que gramática propriamente dita, então vai ser rápido ^^ vou apontar o que vi nos três capítulos, indicando-os pela numeração no Nyah! ^^
Capítulo um:
Você usa, no início a palavra “empostas” que é uma palavra que de fato existe na língua portuguesa, mas que tem um significado completamente diferente de “impostas”, que eu acredito ter sido o que você quis dizer ^^
Capítulo dois:
“Talvez ela fosse falar Thomas”. Acredito que tenha faltado um “com”
“[...] conseguia prever, era [...]”. Nessa frase, a vírgula está separando o sujeito do predicado, e isso vai contra a norma culta ^^
“o quando era oprimida”. Acho que aqui, seria o “quanto”, em vez do “quando”.
Capítulo três:
Na verdade aqui não temos nenhum erro específico, mas percebi que você muito o “sequer”. Cuidado com as repetições das conjunções, porque mesmo distantes elas chamam atenção XD e aí o leitor pode notar um vício de escrita ^^
Finalizada a parte gramatical, vamos à crítica de fato XD Quero somente relembrar que, por mais imparcial que tenha a intenção de ser, muito da crítica reflete minha opinião e gosto pessoal, e não uma verdade absoluta. Se você sentiu que algo do que eu apontei não encaixa na fic e que minha forma de interpretar não é a mesma que a sua, então tudo bem ^^ você não precisa, e nem deve, aceitar tudo o que eu disse, mas sempre é bom pensar sobre esses pontos.
No formulário, você demonstrou preocupação quanto a narrativa e quanto ao fato de a Natalie ser uma personagem interessante o suficiente para que os leitores continuem a ler. Bom, eu achei um prólogo um tanto quanto “vazio”. Nada de muito relevante foi dito lá, apenas que os dois se encontraram e se afastaram. Penso que você poderia focar mais nos sentimentos dela em vez de dar tanta atenção ao “e se”, afinal, a Natalie é rebelde, ela não me parecesse alguém que fique se perguntando sobre os peso de suas ações e o que poderia ser diferente ^^. Seria mais legal ver qual foi a diferença que o Daryl fez na vida dela e o que aconteceu quando os dois se afastaram. Dessa forma, acredito que o leitor tenha mais curiosidade para continuar a ler XD
No capítulo “Downsville” há apenas alguns problemas de ambientação. Acho interessante que você mencione desde o início que a Natalie está viajando de ônibus (é uma informação que só temos um pouco mais pra frente, mas que é essencial para imaginar a situação da protagonista). E também há o problema de você dizer que a viagem durou quinze horas, mas ela cita que está todo o final de semana longe da casa da mãe, então o que houve? O final de semana que eles passaram foi curto? E por último, senti falta do estopim que levou Natalie a fugir de casa, a situação que a levou ao extremo e de onde ela estava desesperadamente tentando fugir. Claro que você não precisa jogar logo de cara, e talvez esteja guardando para um momento impactante, mas ao menos citar que esse estopim existe, sem esclarecer, é importante para aguçar ainda mais a curiosidade do leitor.
Então... você pediu que a crítica fosse centrada da Natalie, e é no capítulo “Papa Cooper” que eu vi mais sobre ela para apontar, então aqui vamos nós ^^
Primeiro quero comentar que o fato de ela sempre reafirmar que é uma rebelde impulsiva talvez tire um pouco do impacto das ações impensadas que ela fez. Não é necessário mencionar isso sempre, deixei que as ações dela falem por si mesmas. Introduza diálogos em que ela demonstra saber o quanto é inconsequente e que não se importa com isso, acho que é uma alternativa muito mais interessante do que citar sempre a rebeldia dela na narrativa ^^
A adaptação dela ao pai e a casa foi rápida demais. É alguém que ela não via há muito tempo e se sentir familiarizada com ele tão rápido é algo que não combina com a personalidade arredia dela. Além disso, nessa cena o transtorno de ansiedade que ela diz ter fica quase completamente deixado de lado. Tome cuidado com isso, okay? É algo grave, que merece ser tratado com a dimensão que tem, e também um ótimo jeito de deixar a personagem ainda mais interessante ^^. E sobre a casa do pai dela, você não chega a mencionar o porquê de ela se sentir bem ali apesar de tudo, será que foi o contraste com a casa da mãe? A atitude do pai? Acho interessante mostrar a diferença na vida dela agora e antes, principalmente em questões parentais.
O Peter também me intrigou bastante, eu sei que ele se esforça para ser um bom pai e os motivos, mas ele saber tão bem o que fazer com uma filha adolescente é meio estranho XD acho que você poderia explorar mais o lado dele de “o meu Deus, agora eu sou pai, o que eu faço?” haha. Outro ponto aqui é a falta de questionamento por parte da Natalie sobre o fato de que, se o pai a ama tanto, por que ele nunca fez muitos esforços para se aproximar mais? Chuto que provavelmente seja a mãe, mas senti falta de ela pensar sobre isso.
Quando a Natalie finalmente encontra o pai, ela deixa de lado muito da atitude rebelde. Isso é meio ruim, porque você apresenta isso como um traço importante da personalidade dela. Então acho que ela o fato de ela abandonar um pouco dessa atitude por causa dele tem de ser feito de um jeito mais suave, para que não descaracterize a personagem.
Sobre o relacionamento dela com o Daryl, no prólogo e na sinopse você coloca como se fosse obra do destino e dá bastante ênfase nisso, mas no primeiro encontro deles eu senti que foi mais por causa das atitudes dela do que algo como o destino. Talvez seja legal dar mais crédito às ações impensadas dela seja mais interessante do que deixar por conta do destino ;)
Por último, você estava preocupada com a narrativa. Bom, não precisa, sua narrativa é ótima ^^ você não entendia seus leitores com excesso de descrições, elas são bem colocadas e pertinentes. Os diálogos também são bastante interessantes XD foi algo fácil de ler e divertido também. A Natalie me causou curiosidade e o Daryl me fez lembrar porque eu gostei tanto dele na primeira temporada. Marle também me relembrou o sentimento de repulsa, mas foi legal vê-lo funcionar como uma espécie de alívio cômico.
Espero que a minha crítica tenha ajudado de alguma forma, e peço que ajude o projeto, respondendo esse formulário de feedback aqui: http://goo.gl/forms/NlOJsMdEKK
Ana Mesquita
Olá Ana.
Primeiro de tudo muito obrigada por dispor do seu tempo pra vir até aqui me dar uma opinião sincera sobre a fic, eu adoro o Critique-me, acho o projeto uma iniciativa incrível e todos vocês mais incríveis ainda por serem tão solícitos conosco.
Tem vezes que um titulo em português não passa tão bem uma ideia quanto uma palavra em inglês, foi o caso de Lifeline. Como é uma historia que se passa no EUA eu não me importei com o titulo em inglês.
Eu vou revisar os capítulos de novo pra corrigir esses erros que você apontou, tem razão foram mais por falta de atenção da minha parte, mas é assim mesmo, uma pessoa de fora vê erros que não conseguimos ver, por isso gosto tanto desse projeto da liga.
Não tinha pensado no prólogo dessa forma como você me apontou, mas é algo que eu vou repensar.
Quanto a Natalie rebelde, algo que os leitores descobrem mais pra frente é que ela não é uma narradora confiável, a rebeldia dela é mais birra com a mãe e impulsividade do que rebeldia em si, é por isso que ela valida isso na narrativa, mas não prova com as ações, fico feliz que tenha centrado a critica nisso, porque era algo que eu queria realmente que causasse entranhamento "poxa ela fica dizendo que é rebelde, mas não é".
Tem razão, foi falha minha não explicar onde ela se enfiou o resto do fim de semana, vou acrescentar esse detalhe.
Eu não citei o estopim, porque ele não é o que pesa para a Natalie, foi só uma gota d'água. Eu deixo algumas coisas de fora por estar narrando em primeira pessoa, mas vou revisar isso e ver se encaixa citar.
Na verdade Natalie não é uma pessoa arredia (ela o é com a mãe, isso sem dúvida, mas com as pessoas no geral ela é muito aberta e sociável, é o que faz contrapartida direta com o Daryl que é alguém muito arredio) por isso a adaptação rápida, ela só precisava de alguém que a aceitasse. O transtorno de ansiedade, ela cita que deve ser papo do psicologo, e realmente era, vemos mais pra frente que a mãe a mandava pra muitos e cada um dizia uma coisa, por isso não foquei nisso, foi apenas um detalhe pra fazer ligação com algo que ela diz pra o Daryl sobre psicólogos mais pra frente. Eu coloquei o trecho, mas vou revisar e deixar mais claro.
Sobre ela se sentir bem lá, é citado mais pra frente, ela vai vendo as diferenças e pensando sobre elas no decorrer de uns dois ou três capítulos posteriores.
O Peter é o mistério central da primeira parte, então é natural ter muitas lacunas, é até proposital, principalmente porque estamos vendo tudo pelos olhos da Natalie e ela não sabe o que ele pensa, mais pra frente tem um cap. focado na narrativa dele que responde tudo isso.
A Natalie ficou deslumbrada com aceitação, então ela não pensou em nada disso, é um erro dela, que colocou o pai em um pedestal muito rápido, só pra poder deixar a mãe ainda mais má. Depois ela acaba percebendo que nem tudo são flores, mas isso ainda leva um tempo.
A intenção era realmente essa, mais um passo pra vermos que aquela "rebeldia" que ela diz ter está muito estranha, eu adoro trabalhar com narradores não confiáveis, vamos conhecendo a Natalie pelas ações dela e pelos olhos do Daryl. Tanto é que a sinopse, que é narrada em terceira pessoa, não cita rebeldia.
Na verdade eu deixo implícito na sinopse que são as decisões dela que a colocam de encontro com o destino, a ideia é que todas as atitudes e escolhas deles os levaria a se encontrarem de um modo ou de outro, como se o livre-arbítrio não importasse, vemos mais pra frente que por mais que eles queiram e decidam se separar não funciona, eles voltam a se encontrar por causa de coisas que fazem pra se afastar um do outro. O destino aqui não seria algo mistico, seria algo que está escrito, como se tudo que eles fossem fazer já estivesse marcado.
Obrigada de verdade por cada opinião, gostei muito de sua crítica e vou sim rever os pontos pertinentes, ajudou muito.
Um ótimo inicio de ano pra você e que o Critique-me continue esse trabalho incrível.
Até uma outra oportunidade.
Bjss
Eu disse que ia ler, mas demorou um pouco. KKKKK. Estou de férias e vou tentar colocar minha leitura e dia, principalmente agora que estou melhor de uma gripe carrasca, e, praticamente, trocando a noite pelo dia.
Pois bem, eu já peguei a vibe da fic e amei essa ideia de duas partes (acho que já te disse isso em alguma MP), gostei dessa introdução também (me trouxe lembranças da Char em Origins), mas o que mais me chamou atenção foi aquele ponto que vc falou que abordaria, sobre os traumas do Daryl serem mais profundos em sua relação com o pai. Tenho certeza que você vai saber lidar com isso muito bem, e entregar algo muito sensível.
Obs: O Nyah deu um piripaqui e voltou só a noite. Como eu tinha lido algo mais cedo no tablet, e vou terminar o terceiro capítulo, não pude deixar um comentário logo. Mas vou deixar um por capítulo e não tentar misturar nada desses três (04) primeiros.
Beijão!
Oieee e muito bem-vinda Pat sua lindaaa, que honra ter você por aqui.
Eu tava longe do Nyah esse último mês, tive pedra no rim e foram os piores dias da minha vida, esse fim de semana que estou um pouco melhor e comecei a colocar as coisas em dia.
Lifeline surgiu pra ser uma fic que só contava o passado da Natalie e do Daryl em flashbacks, mas com o tempo os flashs acabaram tomando vida propria e firando uma fic independente, então resolvi dividir em duas temporadas, uma antes e depois.
Essa primeira tem bastante foco nos traumas do Daryl e no quanto ele é machucado e atormentado por isso, eu procurei mexer o minimo possivel no canon, espero que goste.
Bjs e obrigada por sua paciencia em comentar em todos os caps, você é demais *---* quase morri quando vi aushuashau