Céus, Libs, isso tá tão lindo que eu, que geralmente sou toda frieza, acabei meio emocionada.
João José é um nome perfeito para o Professor! Pude sentir a nostalgia ao vê-lo retornar ao Trapiche! Isso de o Trapiche ter sido o seu quarto e a cidade sua casa foi uma sacada muito boa. E o Pedro Bala, que agora é apenas Pedro e líder dos estivadores! Tal pai, tal filho. ♥
Adorei ter um vislumbre dos outros meninos! É um acalento para o coração saber que o Pirulito se tornou padre e conseguiu uma Paróquia, bem como ouvir que o Gato ainda anda por aí. A passagem em que o Pedro menciona a Dora ficou muito delicada — "...fazia questão de polir a saudade que tinha de Dora.", preciso destacar — e ao mesmo tempo muito realista, quando você menciona que outras coisas passaram pela vida do Bala. Gostei muito, mesmo!
E, céus, a forma como o Professor e o Pedro Bala se reencontram! Suas descrições estão muito bonitas, Livs. Toda essa cena, o Professor com roupas que fariam inveja ao Gato, o Bala ainda com o talho no rosto, ficou incrível. Também apreciei muito como você fez essa passagem fluir, o fato de que eles não se reconhecem de imediato, a naturalidade como o Pedro Bala puxa papo e então ambos se dão conta de quem é o outro. ♥
Você já havia me ganhado no título desse capítulo, e eu só fiquei mais encantada com esse diálogo ao final! Só posso dizer que sua narração foi incrivelmente porreta!
Já posso agradecer pela fic? Bom, eu vou me repetir ao final, mas que seja... Obrigada, pois já estou enlevada aqui!
♥
O que mais gostei: "Bala e Professor calharam de estar no mesmo bar, com a mesma fome, mas com caras diferentes." - Uau, simplesmente uau!
Toda frieza? XDDDD Me RECUSO a acreditar nisso!! (Ok, talvez eu me deixe levar um pouquinho por esse comentário só pra eu me sentir um pouco :p)
Caramba, que medo este capítulo me deu! Sério! Sei que posso estar sendo mega dramática aqui ou até mesmo repetitiva, mas, assim, eu queria fazer um presente legal, né? E ter a "responsa" de Capitães da Areia foi um tiro no escuro. Eu sempre fui muito apaixonada nos vocábulos e na forma de narrar do Jorginho nesse livro, então tentei reproduzir onde dava.
Mencionar Dora e outros detalhes mais delicados acho que vieram naturalmente, afinal, ela foi uma pessoa muito importante na vida dos meninos, não faria sentido ignorá-la, mesmo depois de tantos anos. De qualquer forma, essas pequenas referências são o que me fazem derreter e que bom que te agradaram também ^^
Ah! Antes que eu me esqueça! Se eu não estou enganada, João José realmente está na obra original. Não sei ao certo em qual capítulo (até porque marquei meu livro de cabo a rabo com pequenas anotações), mas em alguma das cenas de Bala e Professor o nome é citado, então só aproveitei e joguei aqui na fic pra não repetir tanto pronomes ou o próprio "Professor" XD
Enfim... Beijos porretas XD ♥
B
Bárbara Vitória
Ah ah que tanto de nostalgia hein, parece até mesmo combinado, eu comento sobre me sentir nostálgica antes e o capítulo depois tudo rola assim, porreta na nostalgia. Deve ser legal você ter uma amizade assim de infância e a reencontrar quando adulto e não perder o carinho de falar "é você" com aquele tom de cara que tempo que faz né?. Lá vamos nos ao próximo capítulo beijinhos até u.u
Deu uma saudade deste grupo de meninos... Reli o livro várias vezes, nem sempre compreendo a dimensão - de cada vez que lia compreendia mais, logo, o choro também era mais. Não sei como seria lê-lo agora, prefiro não o fazer, o coração tem limite... Mas já não me recordava do nome civil do Professor, ahahah.
Imagino-os perfeitamente a ter um reencontro destes, ao acaso, num bar, observando o samba, trocando essas palavras. Só uma questão: que significa "porreta"?
O que acho que pode melhorar: Alguma pontuação; e uma vez é esquecido a maiúscula de "Professor"
Ah, eu gosto demais de como você passa as sensações pela sua escrita! Apesar de eu estar enfurnada num metrô aqui de São Paulo, eu me senti como se estivesse na Bahia (lugar que nunca visitei, mas detalhes), a areia quente entre os dedos e aquela brisa gostosa com cheiro de mar. Também tenho a sensação de estar lendo um livro com o modo como você descreve, como quando li Sagarana pro vestibular (admito, eu pendo mais pro sci go e fantasia que literatura clássica brasileira).
É uma pena eu não conhecer os personagens, porque do contrário acho que eu encontraria muito mais significado na sua descrição deles, mas ainda assim foi gostoso, como se lembrar de amigos meio esquecidos. Achei legal também eles não se reconhecerem de primeira: pessoas mudam, afinal, e é engraçado pensar nesses dois, que acho que são amigos de longa data, sentados lado a lado sem saberem um do outro.
Céus, Libs, isso tá tão lindo que eu, que geralmente sou toda frieza, acabei meio emocionada.
João José é um nome perfeito para o Professor! Pude sentir a nostalgia ao vê-lo retornar ao Trapiche! Isso de o Trapiche ter sido o seu quarto e a cidade sua casa foi uma sacada muito boa. E o Pedro Bala, que agora é apenas Pedro e líder dos estivadores! Tal pai, tal filho. ♥
Adorei ter um vislumbre dos outros meninos! É um acalento para o coração saber que o Pirulito se tornou padre e conseguiu uma Paróquia, bem como ouvir que o Gato ainda anda por aí. A passagem em que o Pedro menciona a Dora ficou muito delicada — "...fazia questão de polir a saudade que tinha de Dora.", preciso destacar — e ao mesmo tempo muito realista, quando você menciona que outras coisas passaram pela vida do Bala. Gostei muito, mesmo!
E, céus, a forma como o Professor e o Pedro Bala se reencontram! Suas descrições estão muito bonitas, Livs. Toda essa cena, o Professor com roupas que fariam inveja ao Gato, o Bala ainda com o talho no rosto, ficou incrível. Também apreciei muito como você fez essa passagem fluir, o fato de que eles não se reconhecem de imediato, a naturalidade como o Pedro Bala puxa papo e então ambos se dão conta de quem é o outro. ♥
Você já havia me ganhado no título desse capítulo, e eu só fiquei mais encantada com esse diálogo ao final! Só posso dizer que sua narração foi incrivelmente porreta!
Já posso agradecer pela fic? Bom, eu vou me repetir ao final, mas que seja... Obrigada, pois já estou enlevada aqui!
♥
O que mais gostei: "Bala e Professor calharam de estar no mesmo bar, com a mesma fome, mas com caras diferentes." - Uau, simplesmente uau!
Toda frieza? XDDDD Me RECUSO a acreditar nisso!! (Ok, talvez eu me deixe levar um pouquinho por esse comentário só pra eu me sentir um pouco :p)
Caramba, que medo este capítulo me deu! Sério! Sei que posso estar sendo mega dramática aqui ou até mesmo repetitiva, mas, assim, eu queria fazer um presente legal, né? E ter a "responsa" de Capitães da Areia foi um tiro no escuro. Eu sempre fui muito apaixonada nos vocábulos e na forma de narrar do Jorginho nesse livro, então tentei reproduzir onde dava.
Mencionar Dora e outros detalhes mais delicados acho que vieram naturalmente, afinal, ela foi uma pessoa muito importante na vida dos meninos, não faria sentido ignorá-la, mesmo depois de tantos anos. De qualquer forma, essas pequenas referências são o que me fazem derreter e que bom que te agradaram também ^^
Ah! Antes que eu me esqueça! Se eu não estou enganada, João José realmente está na obra original. Não sei ao certo em qual capítulo (até porque marquei meu livro de cabo a rabo com pequenas anotações), mas em alguma das cenas de Bala e Professor o nome é citado, então só aproveitei e joguei aqui na fic pra não repetir tanto pronomes ou o próprio "Professor" XD
Enfim... Beijos porretas XD ♥
Ah ah que tanto de nostalgia hein, parece até mesmo combinado, eu comento sobre me sentir nostálgica antes e o capítulo depois tudo rola assim, porreta na nostalgia. Deve ser legal você ter uma amizade assim de infância e a reencontrar quando adulto e não perder o carinho de falar "é você" com aquele tom de cara que tempo que faz né?. Lá vamos nos ao próximo capítulo beijinhos até u.u
Realmente, a nostalgia e esses reencontros são porretas XD
Cara, fica só com meu sorriso de nostalgia, porque eu já estou ansiosa pelo próximo capítulo. Prometo escrever um review decente ao final.
O que mais gostei: Porreta, porque "excelente" não é bom o bastante.
Pare de dizer que seus reviews não são decentes u.u
Obrigada pelo comentário porreta :D
Que fofo! Fiquei emocionada com esse capítulo.
Muito obrigada ♥
Deu uma saudade deste grupo de meninos... Reli o livro várias vezes, nem sempre compreendo a dimensão - de cada vez que lia compreendia mais, logo, o choro também era mais. Não sei como seria lê-lo agora, prefiro não o fazer, o coração tem limite... Mas já não me recordava do nome civil do Professor, ahahah.
Imagino-os perfeitamente a ter um reencontro destes, ao acaso, num bar, observando o samba, trocando essas palavras. Só uma questão: que significa "porreta"?
O que acho que pode melhorar: Alguma pontuação; e uma vez é esquecido a maiúscula de "Professor"
Ah, eu gosto demais de como você passa as sensações pela sua escrita! Apesar de eu estar enfurnada num metrô aqui de São Paulo, eu me senti como se estivesse na Bahia (lugar que nunca visitei, mas detalhes), a areia quente entre os dedos e aquela brisa gostosa com cheiro de mar. Também tenho a sensação de estar lendo um livro com o modo como você descreve, como quando li Sagarana pro vestibular (admito, eu pendo mais pro sci go e fantasia que literatura clássica brasileira).
É uma pena eu não conhecer os personagens, porque do contrário acho que eu encontraria muito mais significado na sua descrição deles, mas ainda assim foi gostoso, como se lembrar de amigos meio esquecidos. Achei legal também eles não se reconhecerem de primeira: pessoas mudam, afinal, e é engraçado pensar nesses dois, que acho que são amigos de longa data, sentados lado a lado sem saberem um do outro.