1º: Gostei muito da perspectiva de criança que eu havia lhe falado. Em alguns momentos você acertou em CHEIO em como reproduzi-la.
2º: A apresentação do personagem foi excelente. Você não só apresentou um menino magricela, servente da taverna da mãe, cansado de comer poeira. Como você fez eu me apegar à ele. Através de detalhes como os treinos com Lysa, a relação com a própria mãe, as expectativas do garoto para a vida adulta e os misteriosos sonhos gelados.
3º: Você linkou bem a história. Fez um prelúdio grande, de apresentação do personagem, mas quando o "Trio Ternura" chegou na taverna, a história que estava sendo contada até agora foi retomada, e no ritmo que ela já caminhava: cheia de aventura e emoções.
Eu te faria uma revisão como as anteriores, dando minha nota, explicando cada ponto ganho e cada ponto perdido. Mas como seus reviews lá são mais sucintos, eu entendo que você deseje que aqui também seja. Então vou só falar rapidinho do que achei "grosseiro" (você escreveu com pressa e não prestou atenção):
"Uma criança inocente que mal conhecia os males do mundo"— Isto estaria no capítulo de Ragnar, não no dele. Ele possivelmente não se considera inocente e deve achar que conhece todos os males do mundo por ter trabalhado tanto tempo em uma taverna, onde pessoas más se reúnem todas as noites. O mesmo serve para "O outro, um gigante, marcado por assassinado desde que nasceu"— Só quem tem essa informação é o próprio Ragnar. Eu trocaria esse trecho por algo assim:
"E assim partiu. Montou no cavalo de seu tio sem sela e quando emparelhou-se ao grandalhão, ambos se entreolharam. Blane nunca se sentiu tão pequeno. Seus um metro e quarenta diminuíram um bocado na sombra daquele guerreiro. Até Pé de Areia diminui diante dele. O cavalo do tio estava agitado. O grandalhão, cheio de cicatrizes espalhadas pelo rosto exibia um olhar assassino, mas nos grossos lábios abriu um sorriso musculoso. Pelo menos até começar a cuspir sangue como os porcos, quando sua mãe os abatia."
"Aquilo deixou Ragnar quieto pensando. A muralha não era um assunto abordado com frequência em Dorne. O país estava no lado oposto dela. Todos ali a tinha como sendo um mito criado pelos nortenhos. Como será que o menino sabia algo sobre esse lugar" — Outro pensamento/parte que são de Ragnar, não de Blane. Portanto, não deviam estar neste capítulo. Abre o olho, mano Vitor! Rs O pov é da criança, não do gigante! rs
É isso, cara. Espero ter ajudado! Para mim, o melhor ou segundo melhor capítulo até agora! Abraço!
O que mais gostei: Da maioria dos pensamentos de Blane. E de "ter os poderes de uma minhoca" - Sacada genial. Visão infantil.
O que acho que pode melhorar: "Se cuide ok meu anjo" = "Cuide-se meu anjo." Novamente você utiliza de palavras atuais em diálogos medievais. Cuidado, isso ao meu ver, estraga a escrita, quebrando o clima.
-pode mudar a "blusa de la" por "casaco" pq depois vc fala de pele de cordeiro.
—lobos nao sao felinos.
O que mais gostei: a historia continua cada vez melhor! parabens!
Vitor!
1º: Gostei muito da perspectiva de criança que eu havia lhe falado. Em alguns momentos você acertou em CHEIO em como reproduzi-la.
2º: A apresentação do personagem foi excelente. Você não só apresentou um menino magricela, servente da taverna da mãe, cansado de comer poeira. Como você fez eu me apegar à ele. Através de detalhes como os treinos com Lysa, a relação com a própria mãe, as expectativas do garoto para a vida adulta e os misteriosos sonhos gelados.
3º: Você linkou bem a história. Fez um prelúdio grande, de apresentação do personagem, mas quando o "Trio Ternura" chegou na taverna, a história que estava sendo contada até agora foi retomada, e no ritmo que ela já caminhava: cheia de aventura e emoções.
Eu te faria uma revisão como as anteriores, dando minha nota, explicando cada ponto ganho e cada ponto perdido. Mas como seus reviews lá são mais sucintos, eu entendo que você deseje que aqui também seja. Então vou só falar rapidinho do que achei "grosseiro" (você escreveu com pressa e não prestou atenção):
"Uma criança inocente que mal conhecia os males do mundo"— Isto estaria no capítulo de Ragnar, não no dele. Ele possivelmente não se considera inocente e deve achar que conhece todos os males do mundo por ter trabalhado tanto tempo em uma taverna, onde pessoas más se reúnem todas as noites. O mesmo serve para "O outro, um gigante, marcado por assassinado desde que nasceu"— Só quem tem essa informação é o próprio Ragnar. Eu trocaria esse trecho por algo assim:
"E assim partiu. Montou no cavalo de seu tio sem sela e quando emparelhou-se ao grandalhão, ambos se entreolharam. Blane nunca se sentiu tão pequeno. Seus um metro e quarenta diminuíram um bocado na sombra daquele guerreiro. Até Pé de Areia diminui diante dele. O cavalo do tio estava agitado. O grandalhão, cheio de cicatrizes espalhadas pelo rosto exibia um olhar assassino, mas nos grossos lábios abriu um sorriso musculoso. Pelo menos até começar a cuspir sangue como os porcos, quando sua mãe os abatia."
"Aquilo deixou Ragnar quieto pensando. A muralha não era um assunto abordado com frequência em Dorne. O país estava no lado oposto dela. Todos ali a tinha como sendo um mito criado pelos nortenhos. Como será que o menino sabia algo sobre esse lugar" — Outro pensamento/parte que são de Ragnar, não de Blane. Portanto, não deviam estar neste capítulo. Abre o olho, mano Vitor! Rs O pov é da criança, não do gigante! rs
É isso, cara. Espero ter ajudado! Para mim, o melhor ou segundo melhor capítulo até agora! Abraço!
O que mais gostei: Da maioria dos pensamentos de Blane. E de "ter os poderes de uma minhoca" - Sacada genial. Visão infantil.
O que acho que pode melhorar: "Se cuide ok meu anjo" = "Cuide-se meu anjo." Novamente você utiliza de palavras atuais em diálogos medievais. Cuidado, isso ao meu ver, estraga a escrita, quebrando o clima.