Eu acho a música que usaste como base tão bonitinha... Gostei da personagem, de ela se libertar desses receios e aceitar que está apaixonada. É tão errado desistir por ter medo de se machucar. O processo descrito foi incrível, ainda mais acompanhado da música hshkssks. A frase final foi muito verdadeira, é difícil ser racional quando se ama, mas é tão complexo o processo de se apaixonar e às vezes tão transcendente que racionalizar só atrapalha a felicidade. Ficou ótimo!
Ah, eu amo essa música também rss, quando ouvi pela primeira vez não conseguia parar de "não ouvi-la" xD
E eu concordo com você nessa parte: "se apaixonar é tão transcendente que racionalizar só atrapalha a felicidade", é engraçado como, às vezes, nossas dúvidas e medos só atrapalham tudo que buscamos.
Novamente, fico muito feliz que tenha gostado!
Muito obrigada :)
M
Marcondes Pereira
Sua bela e breve original me fez pensar no conceito de amor líquido tão bem explicado pelo saudoso sociológo e filosófo polônes, Zigmunt Bauman.
Especialmente por ela retratar em um primeiro momento, uma personagem que vive relacionamentos íntimos até segunda ordem, um modo de agir comum na nossa época e que se estende para outras relações como a amizade, também.
Em seguida, esta mesma personagem no meio das suas ambivalências decide viver a experiência de encontro diário com as próprias contradições e as contradições do outro, que é uma relação íntimas com expectativas e responsabilidades mais claras.
O jeito que a sua original retrata como as relações íntimas, inclusive as relações livres, são sistemas abertos sujeitos as mudanças e experimentações foi bastante criativo.
Eu acho a música que usaste como base tão bonitinha...
Gostei da personagem, de ela se libertar desses receios e aceitar que está apaixonada. É tão errado desistir por ter medo de se machucar. O processo descrito foi incrível, ainda mais acompanhado da música hshkssks.
A frase final foi muito verdadeira, é difícil ser racional quando se ama, mas é tão complexo o processo de se apaixonar e às vezes tão transcendente que racionalizar só atrapalha a felicidade.
Ficou ótimo!
Ah, eu amo essa música também rss, quando ouvi pela primeira vez não conseguia parar de "não ouvi-la" xD
E eu concordo com você nessa parte: "se apaixonar é tão transcendente que racionalizar só atrapalha a felicidade", é engraçado como, às vezes, nossas dúvidas e medos só atrapalham tudo que buscamos.
Novamente, fico muito feliz que tenha gostado!
Muito obrigada :)
Sua bela e breve original me fez pensar no conceito de amor líquido tão bem explicado pelo saudoso sociológo e filosófo polônes, Zigmunt Bauman.
Especialmente por ela retratar em um primeiro momento, uma personagem que vive relacionamentos íntimos até segunda ordem, um modo de agir comum na nossa época e que se estende para outras relações como a amizade, também.
Em seguida, esta mesma personagem no meio das suas ambivalências decide viver a experiência de encontro diário com as próprias contradições e as contradições do outro, que é uma relação íntimas com expectativas e responsabilidades mais claras.
O jeito que a sua original retrata como as relações íntimas, inclusive as relações livres, são sistemas abertos sujeitos as mudanças e experimentações foi bastante criativo.
O que mais gostei: Da poeticidade da original.