Primeiro, achei legal como você usou literalmente o "corvo" e deu um tom sombrio para a história, combinando com o poema. ^^ Essa coisa de ceifador, anjo da morte e variados é sempre um tema interessante. Um dos pontos que mais gostei da história foi quando você diz que o trabalho do rapaz como ajudante da morte "é um destino horrível para uma criatura a quem foi dado um coração."! A ideia de ele roubar um suspiro também foi muito boa (mesmo que tenha sido apenas uma desculpa para dar um beijo). E apreciei o final, com o doutor já velho, e a retomada do "nunca mais". ^^
Sobre os pontos que podem ser melhorados, por muitas vezes você mistura narração no presente e no passado. Também há muitas falhas de concordância verbal na história, provavelmente vale dar uma revisada nesse ponto. ;) A pontuação dos diálogos também está feita de forma equivocada. Esse é um ponto chatinho mesmo, que a gente não costuma aprender na escola, mas no blog da Liga dos Betas tem alguns artigos sobre isso que são bem legais e explicam direitinho.
Você abordar o vitiligo também foi um ponto maneiro, acho que nunca tinha visto um personagem com essa caracteristica. Porém, acho que a doença poderia ter sido melhor apresentada na história. Ou simplesmente mencionada (imagino que a maioria das pessoas saibam do que se trata), ou talvez explicada nas notas, mas você insere uma explicação sobre o que é o vitiligo na fic de uma forma quase acadêmica, e achei que destoou da narração.
Também achei que o doutor encarou com muita naturalidade o aparecimento do anjo, chegando mesmo a dormir depois do encontro. Não sei, acho que ter um anjo na minha cama seria motivo para eu passar a noite em claro! XD Além do mais, em aparentemente poucas horas os dois se abrem completamente um para outro, se apaixonando o suficiente para o anjo voltar todo ano para dar uma olhada no doutor, e o doutor esperar o anjo durante toda a vida. Creio que esse envolvimento foi muito rápido. ^^'
Enfim, apenas alguns toques. Espero mesmo que não leve a mal as críticas, é na intenção de ajudar. ^^
Parabéns pelo não vasilo e até os próximos DeLiPas!
Já que eu já dei meu feedback ~ao vivo~, resolvi que seria legal deixar uma review só para oficializar a coisa toda. ♥
Comentei de um typo ou outro e uma frase ou outra que ficaria melhor tirando uma vírgula e botando um ponto final ou ponto e vírgula, mas isso são detalhes. Acho que o que realmente conta aqui é o enredo.
Não foi um suspense, como as obras do sr. Poe, nem algo terrivelmente macabro ou gráfico, mas uma linda história de empatia, compreensão e conexão entre duas pessoas que, de uma forma ou de outra, não conseguiam formar laços com outros.
Senti um aperto no peito ao imaginar o preconceito que Louis sofreu por causa do vitiligo, ainda mais ao ver que ele simplesmente havia aceitado aquele destino e se recolhido à própria solidão.
O encontro dele com o corvo foi delicioso de ler, eles tem uma química que realmente faz o diálogo fluir na minha cabeça e eu gostei muito, muito, MUITO desse corvo.
Mesmo eles claramente se conhecendo há pouco tempo e não tendo real chance de desenvolver um romance propriamente dito, a conexão que os dois fazem no momento que se conhecem me parece muito importante e o final, anos depois, não ficou forçado, ainda mais quando nos damos conta de que o corvo nunca saiu de perto, de fato.
O final foi lindo de ler. ♥ Gostei de verdade. Parabéns pelo não vasilo!
Beso o/
O que mais gostei: Esse Corvo delícia
O que acho que pode melhorar: Tem uns typos que depois eu posso caçar e te apontar, mas olha a hora *mostra o relógio dando quase meia noite*
Gostei bastante da sua história e da premissa dela. O tom sombrio que você colocou aqui combinou bastante com o poema. E essa ideia de anjo da morte é bem legal mesmo. Só achei que tem coisas que poderiam ter ficado melhor desenvolvidas, como a relação entre o doutor e o anjo. Aconteceu tudo muito rápido.
Outra coisa que me incomodou, por ter destoado do tom da narração, foi a descrição do que é vitiligo. Gostei da ideia de ter usado isso na fic, mas poderia ter ficado só como uma citação.
Tem também uns problemas com a pontuação, tempo verbal e concordância, acho que seria uma boa dar uma revisada nisso.
Aaah, outra coisa que eu gostei muito foi esse final com a retomada do "Nunca mais". Eu gosto muito dessas retomadas, acho tão legal e maravilhoso ♥
Acho que é isso. Parabéns pelo seu não vasilo e pela história
“Sentia-se relaxar sob o som das gotículas de chuva que batiam contra o vidro da janela da sala, o som do vento nos galhos de árvores da rua e o cheiro de ozônio que se formava, trazendo aquela familiaridade associada ao cheiro de “terra molhada”.”
OH, ERA CHEIRO DE OZÔNIO ESSE TEMPO TODO? Nossa, jurava que era mesmo de terra molhada, especialmente porque vivo no mato, sempre que chove dá esse cheirinho gostosa UAHSUA
*voz de apresentadora de TV* OOOOOOOOLÁÁÁÁÁÁ PESSOA NOVA QUE NUNCA REVILEI, COMO VAI VOCÊ? Sou doge, muitcho prazer, uma tabeleira que veio tabela e ler essa sua fic lindja e cheirosa porque tem um corvo lendjo e xeroso nela.
E, devo dizer, gostei da tua fic. Sua escrita foi uma coisa, nossa, linda, definitivamente gostei de como você usou o tom sombrio para a fic e o adaptou pra dar mais cor as coisas todas. Pareceu fluir bem em certos momentos. E ESTE CORVO, gosto de corvos, gosto quando personificam coisas assim, ou de furries, gosto. Aquela mascara chique dele, ain, mds, que vontadezinha de pegar, roubar e sair por aí fingindo que sou um corvo tb ;u; Gosto deles. Uma das minhas histórias preferidas tme um, aliás, e HAUAHAU adoro.
Enfim, enfim... Bom, vou dizer umas coisas aqui sobre a narração em si. De vez em quando, você trocou os tempos verbais do presente pro passado, qyue realmente confunde muito. Só não te digo muito sobre o que melhorar porque eu meio que nem sei tanto assim sobre os tempos verbais, algumas vezes nem notei até HAUAHAU E também que algumas vírgulas tiveram uso errado e/ou não estavam ali quando deveriam, tipo lá em cima, quando tu colocou um "De repente", era pra ter uma vírgula logo depois. De resto, o que realmente incomodou foi que achei que o Louis reagiu com muita naturalidade a essa treta surreal aí de do nada aparecer um anjo negro naquela bodega. q Tipo, eita, dormiu logo depois, pensou em ajudar... E cadê as confusões? Isso meio que destoou, sabe? Quebrou aquela sensação de que o texto tava fluindo bem, especialmente quando tu tava lá falando da noite, e de repente tudo coisou e tipo, uééé
Mas enfim, adorei a história de qualquer maneira ♥ Louis é um amor, apesar da coisa ali -q
Acho que vou usar isso de roubar um suspiro pra pegar o crush. Ou pra dar um suspiro pra ela mesmo, sei lá, suspiro é bom HAUAHAUAHA
The doge shall go now
Jaa ne o/
O que mais gostei: Esse corvo lendjo e xeroso ♥
O que acho que pode melhorar: Falo ali embaixo~
Eu sou uma bosta com tempos verbais, são meus maiores inimigos! Eu não consigo ;-;
Essa questão da rapidez com qual Louis se interessa pelo corvo (até por não ter sido só você quem notou): Eu gosto de pensar que tanto para Louis, quanto para o corvo, foi o primeiro contato com alguém diferente. Tanto para o corvo, como em outros corvos, quanto Louis em outros humanos.
A característica principal do corvo como um animal (a ave) é a memória, são um dos pássaros mais inteligentes e por isso os mais usados em testes de memória. Eles costumam lembrar pelo resto de suas vidas de uma pessoa que tenha sido gentil com elas, inclusive devolver presentes anuais. (tem um caso famoso de um bando de corvos que trás objetos roubados para uma garotinha de 9 anos que dá comida para eles.) Então fiz do Corvo, lembrar-se do Louis.
Agora pela reação do Louis, aquilo é sobrenatural e a curiosidade é instantânea. Ele não é normal, então ele tem muitas perguntas, quer saber muito mais, quer ver mais, isso ele confunde com um pouco de atração, até por que é um gênero de interesse.
A proposta de final de vida vem como irrecusável, mais do que romântica, é a seguinte: saciar sua curiosidade de perguntas que só agora posso responder, ou de fato seguir o destino para os portões do além. Louis escolhe o corvo.
Mas agradeço muito seu review, ficar de olho nos tempos verbais e tentar terminar a história mais cedo ;w;
Hey Robin, vamos lá, a primeira coisa a dizer é que gostei da aparição do "corvo" e da maneira como ele continua sendo tratado como um agouro da morte e também do modo fiel ao poema sobre seu aparecimento. Também achei legal o uso de bastante referências ao conteúdo da poesia. Sobre a relação dos dois, eu vou confessar que achei um tanto rápida demais, principalmente por parte do Louis, não sei, talvez ele tenha aceitado tudo de maneira rápida demais xD Mas isso vai de cada um, talvez até mesmo o próprio corvo tenha uma aura diferente que faça as pessoas o verem assim quando ele não está lá para matá-las. Mas, apesar disso, ficou bem legal a maneira como toda a conversa e a aproximação dos dois se deu, os diálogos e as reações de cada um descreverem muito bem cada passagem e deu para se ver o afeto, principalmente pelo lado do mensageiro, que os dois iam construindo. Achei bem doce o corvo mentindo para roubar uma "lembrancinha" de Louis e meio que já havia descoberto que a fic terminaria assim depois que o corvo debandou, pensei que teríamos um final sad quando eles se reencontrassem, mas fiquei surpreso com a proposta final e e vez de triste fiquei com cara de bobo.
De melhoras, acho que uma revisão geral tiraria alguns erros de concordância. E me atentaria mais à repetição de palavras.
A pressa do Louis se dá por um impulso de curiosidade acima do afeto, podemos assumir que ele no fundo foi até mais interesseiro do que romântico e estava de guarda baixa depois do discurso do corvo sobre 'não ter medo'. Eu gostaria de poder ter desenvolvido um pouco mais, talvez alguns dias extras, mas não consegui fazer algo que se juntasse bem a tempo.
Olá!
Primeiro, achei legal como você usou literalmente o "corvo" e deu um tom sombrio para a história, combinando com o poema. ^^ Essa coisa de ceifador, anjo da morte e variados é sempre um tema interessante. Um dos pontos que mais gostei da história foi quando você diz que o trabalho do rapaz como ajudante da morte "é um destino horrível para uma criatura a quem foi dado um coração."! A ideia de ele roubar um suspiro também foi muito boa (mesmo que tenha sido apenas uma desculpa para dar um beijo). E apreciei o final, com o doutor já velho, e a retomada do "nunca mais". ^^
Sobre os pontos que podem ser melhorados, por muitas vezes você mistura narração no presente e no passado. Também há muitas falhas de concordância verbal na história, provavelmente vale dar uma revisada nesse ponto. ;) A pontuação dos diálogos também está feita de forma equivocada. Esse é um ponto chatinho mesmo, que a gente não costuma aprender na escola, mas no blog da Liga dos Betas tem alguns artigos sobre isso que são bem legais e explicam direitinho.
Você abordar o vitiligo também foi um ponto maneiro, acho que nunca tinha visto um personagem com essa caracteristica. Porém, acho que a doença poderia ter sido melhor apresentada na história. Ou simplesmente mencionada (imagino que a maioria das pessoas saibam do que se trata), ou talvez explicada nas notas, mas você insere uma explicação sobre o que é o vitiligo na fic de uma forma quase acadêmica, e achei que destoou da narração.
Também achei que o doutor encarou com muita naturalidade o aparecimento do anjo, chegando mesmo a dormir depois do encontro. Não sei, acho que ter um anjo na minha cama seria motivo para eu passar a noite em claro! XD Além do mais, em aparentemente poucas horas os dois se abrem completamente um para outro, se apaixonando o suficiente para o anjo voltar todo ano para dar uma olhada no doutor, e o doutor esperar o anjo durante toda a vida. Creio que esse envolvimento foi muito rápido. ^^'
Enfim, apenas alguns toques. Espero mesmo que não leve a mal as críticas, é na intenção de ajudar. ^^
Parabéns pelo não vasilo e até os próximos DeLiPas!
So, Robin~
Já que eu já dei meu feedback ~ao vivo~, resolvi que seria legal deixar uma review só para oficializar a coisa toda. ♥
Comentei de um typo ou outro e uma frase ou outra que ficaria melhor tirando uma vírgula e botando um ponto final ou ponto e vírgula, mas isso são detalhes. Acho que o que realmente conta aqui é o enredo.
Não foi um suspense, como as obras do sr. Poe, nem algo terrivelmente macabro ou gráfico, mas uma linda história de empatia, compreensão e conexão entre duas pessoas que, de uma forma ou de outra, não conseguiam formar laços com outros.
Senti um aperto no peito ao imaginar o preconceito que Louis sofreu por causa do vitiligo, ainda mais ao ver que ele simplesmente havia aceitado aquele destino e se recolhido à própria solidão.
O encontro dele com o corvo foi delicioso de ler, eles tem uma química que realmente faz o diálogo fluir na minha cabeça e eu gostei muito, muito, MUITO desse corvo.
Mesmo eles claramente se conhecendo há pouco tempo e não tendo real chance de desenvolver um romance propriamente dito, a conexão que os dois fazem no momento que se conhecem me parece muito importante e o final, anos depois, não ficou forçado, ainda mais quando nos damos conta de que o corvo nunca saiu de perto, de fato.
O final foi lindo de ler. ♥ Gostei de verdade. Parabéns pelo não vasilo!
Beso o/
O que mais gostei: Esse Corvo delícia
O que acho que pode melhorar: Tem uns typos que depois eu posso caçar e te apontar, mas olha a hora *mostra o relógio dando quase meia noite*
Olá! Como vai?
Gostei bastante da sua história e da premissa dela. O tom sombrio que você colocou aqui combinou bastante com o poema. E essa ideia de anjo da morte é bem legal mesmo. Só achei que tem coisas que poderiam ter ficado melhor desenvolvidas, como a relação entre o doutor e o anjo. Aconteceu tudo muito rápido.
Outra coisa que me incomodou, por ter destoado do tom da narração, foi a descrição do que é vitiligo. Gostei da ideia de ter usado isso na fic, mas poderia ter ficado só como uma citação.
Tem também uns problemas com a pontuação, tempo verbal e concordância, acho que seria uma boa dar uma revisada nisso.
Aaah, outra coisa que eu gostei muito foi esse final com a retomada do "Nunca mais". Eu gosto muito dessas retomadas, acho tão legal e maravilhoso ♥
Acho que é isso. Parabéns pelo seu não vasilo e pela história
Até uma próxima
Bigadin~
Vou lembrar das suas notas para o próximo DeLiPa! (Tempo verbal é o meu pesadelo, eu não consigo ;-;) >:3
“Sentia-se relaxar sob o som das gotículas de chuva que batiam contra o vidro da janela da sala, o som do vento nos galhos de árvores da rua e o cheiro de ozônio que se formava, trazendo aquela familiaridade associada ao cheiro de “terra molhada”.”
OH, ERA CHEIRO DE OZÔNIO ESSE TEMPO TODO? Nossa, jurava que era mesmo de terra molhada, especialmente porque vivo no mato, sempre que chove dá esse cheirinho gostosa UAHSUA
*voz de apresentadora de TV* OOOOOOOOLÁÁÁÁÁÁ PESSOA NOVA QUE NUNCA REVILEI, COMO VAI VOCÊ? Sou doge, muitcho prazer, uma tabeleira que veio tabela e ler essa sua fic lindja e cheirosa porque tem um corvo lendjo e xeroso nela.
E, devo dizer, gostei da tua fic. Sua escrita foi uma coisa, nossa, linda, definitivamente gostei de como você usou o tom sombrio para a fic e o adaptou pra dar mais cor as coisas todas. Pareceu fluir bem em certos momentos. E ESTE CORVO, gosto de corvos, gosto quando personificam coisas assim, ou de furries, gosto. Aquela mascara chique dele, ain, mds, que vontadezinha de pegar, roubar e sair por aí fingindo que sou um corvo tb ;u; Gosto deles. Uma das minhas histórias preferidas tme um, aliás, e HAUAHAU adoro.
Enfim, enfim... Bom, vou dizer umas coisas aqui sobre a narração em si. De vez em quando, você trocou os tempos verbais do presente pro passado, qyue realmente confunde muito. Só não te digo muito sobre o que melhorar porque eu meio que nem sei tanto assim sobre os tempos verbais, algumas vezes nem notei até HAUAHAU E também que algumas vírgulas tiveram uso errado e/ou não estavam ali quando deveriam, tipo lá em cima, quando tu colocou um "De repente", era pra ter uma vírgula logo depois. De resto, o que realmente incomodou foi que achei que o Louis reagiu com muita naturalidade a essa treta surreal aí de do nada aparecer um anjo negro naquela bodega. q Tipo, eita, dormiu logo depois, pensou em ajudar... E cadê as confusões? Isso meio que destoou, sabe? Quebrou aquela sensação de que o texto tava fluindo bem, especialmente quando tu tava lá falando da noite, e de repente tudo coisou e tipo, uééé
Mas enfim, adorei a história de qualquer maneira ♥ Louis é um amor, apesar da coisa ali -q
Acho que vou usar isso de roubar um suspiro pra pegar o crush. Ou pra dar um suspiro pra ela mesmo, sei lá, suspiro é bom HAUAHAUAHA
The doge shall go now
Jaa ne o/
O que mais gostei: Esse corvo lendjo e xeroso ♥
O que acho que pode melhorar: Falo ali embaixo~
Eu sou uma bosta com tempos verbais, são meus maiores inimigos! Eu não consigo ;-;
Essa questão da rapidez com qual Louis se interessa pelo corvo (até por não ter sido só você quem notou): Eu gosto de pensar que tanto para Louis, quanto para o corvo, foi o primeiro contato com alguém diferente. Tanto para o corvo, como em outros corvos, quanto Louis em outros humanos.
A característica principal do corvo como um animal (a ave) é a memória, são um dos pássaros mais inteligentes e por isso os mais usados em testes de memória. Eles costumam lembrar pelo resto de suas vidas de uma pessoa que tenha sido gentil com elas, inclusive devolver presentes anuais. (tem um caso famoso de um bando de corvos que trás objetos roubados para uma garotinha de 9 anos que dá comida para eles.) Então fiz do Corvo, lembrar-se do Louis.
Agora pela reação do Louis, aquilo é sobrenatural e a curiosidade é instantânea. Ele não é normal, então ele tem muitas perguntas, quer saber muito mais, quer ver mais, isso ele confunde com um pouco de atração, até por que é um gênero de interesse.
A proposta de final de vida vem como irrecusável, mais do que romântica, é a seguinte: saciar sua curiosidade de perguntas que só agora posso responder, ou de fato seguir o destino para os portões do além. Louis escolhe o corvo.
Mas agradeço muito seu review, ficar de olho nos tempos verbais e tentar terminar a história mais cedo ;w;
Helloes, helloes! O urso cá está dinovo!
Hey Robin, vamos lá, a primeira coisa a dizer é que gostei da aparição do "corvo" e da maneira como ele continua sendo tratado como um agouro da morte e também do modo fiel ao poema sobre seu aparecimento. Também achei legal o uso de bastante referências ao conteúdo da poesia. Sobre a relação dos dois, eu vou confessar que achei um tanto rápida demais, principalmente por parte do Louis, não sei, talvez ele tenha aceitado tudo de maneira rápida demais xD Mas isso vai de cada um, talvez até mesmo o próprio corvo tenha uma aura diferente que faça as pessoas o verem assim quando ele não está lá para matá-las. Mas, apesar disso, ficou bem legal a maneira como toda a conversa e a aproximação dos dois se deu, os diálogos e as reações de cada um descreverem muito bem cada passagem e deu para se ver o afeto, principalmente pelo lado do mensageiro, que os dois iam construindo. Achei bem doce o corvo mentindo para roubar uma "lembrancinha" de Louis e meio que já havia descoberto que a fic terminaria assim depois que o corvo debandou, pensei que teríamos um final sad quando eles se reencontrassem, mas fiquei surpreso com a proposta final e e vez de triste fiquei com cara de bobo.
De melhoras, acho que uma revisão geral tiraria alguns erros de concordância. E me atentaria mais à repetição de palavras.
No mais, parabéns pelo não vasilo.
Woof.
Obrigada, concordo com tudo o que você disse x)
A pressa do Louis se dá por um impulso de curiosidade acima do afeto, podemos assumir que ele no fundo foi até mais interesseiro do que romântico e estava de guarda baixa depois do discurso do corvo sobre 'não ter medo'. Eu gostaria de poder ter desenvolvido um pouco mais, talvez alguns dias extras, mas não consegui fazer algo que se juntasse bem a tempo.
De qualquer jeito, obrigado n.n