Comentários em “A Sombra do Pistoleiro”: “O Princípio das Aflições”

Matheus Braga

Nhaaaaaaaa, valeu pela dedicatória. *-* Que bom saber que tenho leitores fiéis que acompanham e gostam do meu trabalho e que consigo "inspirá-los". *Olha o meu ego inflando, gente, vê se pode* :9 Fico muito feliz mesmo, de verdade.

Sobre o capítulo, achei bastante comovente a forma com que o Javier morreu. Coitadinho do Enrico. :( E esse finalzinho aí me deixou ansioso por mais. Posta o capítulo 3 logoooo!!

Danilo Alex
Danilo Alex Autor

De nada, meu amigo!

Você merece a dedicatória, e tenho certeza que inspira muita gente aqui sim. :)

Fico feliz que tenha gostado e que, principalmente, tenha ficado pendurado no gancho proposital do finalzinho. kkkkk

Vá se acostumando pq essa história é cheia disso. Finais de capítulos geralmente impactantes. Muahaha!

Logo posto o próximo sim!

Grande abraço, meu amigo!

M
Mandy

Eu não esperava mesmo que tu fosse matar o Javier assim. Achei que ele ia ser um vingador ou coisa do tipo. Eu quase achei que fosse furos e roteiro e reli o primeiro capítulo só pra ter certeza.

Rapaz, fiquei abismada hein. Que coisa.

~dancinha

Oi oi Dani, voltei.

Que capítulo bom. Bom em vários sentidos, mas essa reviravolta que você promove com teu texto foi sensacional, e de um jeito absurdamente bom. Eu não esperava isso, esperava um Javier possesso, mas ele morreu aqui. Carambolas, fiquei sem chão.

Muito sagaz, meu amigo.

Gostei como, aos poucos, as coisas foram se desenrolando sobre a vida de todo mundo. Agora, relendo de novo a história, Enrico tem bem mais atenção, isso prova que sou uma leitora super desatenta. Mas vou melhorar, promessa.

Achei coerente como você foi trabalhando o lance do preconceito e da vida difícil dos imigrantes. Ser imigrante é uma merda, todo mundo te odeia por motivos que nem eles sabem. Ou acham que sabem. Achei sensível e muito bem inserido em um texto que trata justamente das dificuldades. Parabéns por essa inserção, foi bem trabalhada junto com o texto como um todo.

Fico também contente com a apresentação de Maria e a forma como a vida dela evoluiu aos poucos. E fico triste porque imagino quais são os caminhos obscuros pelos quais essa história vai seguir. Fico pensando que, no meio do caos, a gente escolhe aquilo que parece mais ok pra gente no momento. Eu te entendo, Maria. Vai ficar tudo bem.

Que capítulo bom. Sério, achei a construção de ventos e a forma como tu contou a história extremamente bem elaborada, havendo conexão entre os eventos de forma que a gente entendesse bem isso, compreendesse de que forma as coisas estão acontecendo.

Muito bom, Dani.

Te vejo no próximo review.

Um beso, hidrate-se viu ;3



O que mais gostei: A reviravolta
O que acho que pode melhorar: -
Danilo Alex
Danilo Alex Autor

Oiii Mandy!

Que bom te encontrar por aqui mais uma vez.

Sério? Se eu consegui te surpreender, minha missão está mais do que cumprida. kkkk

Eu sei que é triste, também me senti mal por matar o pobre Javier tão cedo, mas era um mal necessário. Ele precisava partir para que todas as coisas acontecessem, dando início à jornada de Enrico.

Ah, para. Você não é desatenta. Sei que vive na correria, quando a gente tá de cabeça cheia às vezes um detalhe pode passar despercebido. Mas foi bom você ter me falado isso. Vou rever esse início da história, pode ter acontecido de eu não ter sido muito claro também, ué.

Sim, quando pensei nessa história, queria um protagonista que fosse mais na contramão do que costumamos ver em filmes de faroeste. Queria alguém latino, mais "gente como a gente" kkk que pudesse mostrar o outro lado da crueza do Oeste; afinal, querendo ou não, a cor da pele ou a nacionalidade naquela época podia ajudar ou atrapalhar muito o camarada, assim como acontece até hoje.

Pobre Maria, né, Mandy? Tão bonita, jovem e sofrida. :(

Muito obrigado mais uma vez pelos comentários e elogios, os quais, como sempre digo, julgo não merecer. Fico feliz porque tive a impressão de que você gostou mais desse capítulo do que o anterior.

Beijo grande, minha querida! Te vejo em breve