KKKKKKKKKK EU RI MUITO DO ESQUILINHO SENDO COMIDO. WHY, SNHOR? Sanderson, quanta maldade, meu krido. Um capítulo sem morte *o* É raro ver isso em fics, porque os autores geralmente focam nas mortes e mortes, o que é chato... Queremos ver o outro lado, também. E você teve aulas de ser assassina, sabia? Nos deixa apegados aos personagens e depois mata. AI, SUA LOUCA. Eu ainda não superei a morte do Logan e do menino do 12. Minha vida foi uma mentira completa. MAS OKAY, EU ME SEGURO KKKK. MEUS BABIS ESTÃO VIVOS. Eu não curto muito esses gêmeos. Precisam morrer de uma forma maravilhosamente trágica :3 Pra tirar essa marra deles, porque né. FICOU ÓTIMO, COISA. Té mais.
Então, a vida deixou as coisas meio tristes e complicadas ultimamente, o que me impediu de comentar como eu queria ter feito, mas agora que as coisas já estão normais e felizes de novo, eu estou de volta. Espero conseguir comentar os dois capítulos ainda hoje, mas caso eu não consiga, saiba que eu não deixei de acompanhar a história ♥
A primeira coisa que eu pensei quando li esse capítulo foi que a Lyre já ia morrer. Sério, qual o problema? Por que eu achei que seria uma boa ideia incluir na ficha dela que ela tem asma? Ela tá competindo com sabe-se lá quantas pessoas querendo matar ela, isso foi uma péssima ideia.
Eu fiquei muito aliviada quando ela conseguiu voltar a respirar, mas o fato de ela continuar viva não me deixa menos preocupa. Eu espero que ela consiga arrumar comida de algum jeito. E água. Água também é muito importante. Na verdade, existe muita coisa que ela precisa arranjar, então eu espero que a caminhada dê certo, porque a vida dela meio que depende disso no momento.
E, já que você comentou sobre os patrocinadores nessa transição da Lyre, eu tenho uma dúvida: como isso vai funcionar na história? Tipo, como você vai decidir quem merece ou quem não merece patrocinadores e quem pode ou não receber algo? Vai ter algum sistema pra isso, como teve nas mortes do Banho de Sangue, ou vai ser uma coisa mais ligada com o que for melhor pra manter a trama fluindo?
Agora, indo da minha bebê pra outro dos meus personagens favoritos, fico muito feliz que o Matthew também ter conseguido não morrer. Quer dizer, é uma pena que o custo disso tenha sido o Kriger, mas eu gosto muito mais do Matt, então não posso dizer que não fiquei satisfeita com isso.
Eu acho que a transição dele deixa bem óbvio que a Arena vai ser um problema enorme aqui, talvez até maior que os outros tributos. Provavelmente nem tanto pra quem é acostumado a calor – vai ser incômodo, com certeza, mas não absolutamente horrível –, mas pra tributos que vêm de lugares frios? Boa sorte, sinceramente.
Eu espero que ele consiga água e comida também. Ele precisa e merece tanto quanto a Lyre e eu totalmente invadiria essa Arena e daria alguma ajuda pra eles se eu pudesse.
Ew, o capítulo começou tão bom e aí os gêmeos apareceram. Bom, eles viveram e eu vou ter que lidar com isso (por enquanto), então eu vou tentar só... não pensar neles como sendo tão horríveis? Talvez?
Não é nenhuma surpresa que eles se achem invencíveis, mas juntando isso com frutas tóxicas, as desilusões de poder deles ficam mais assustadoras e mais reais, o que é... não muito bom, sinceramente. É nessas horas que eu me arrependo de não ter colocado a sessão de plantas e ervas comestíveis na lista de coisas que a Lyre devia aprender durante o treinamento.
Eu acho que o fato de eles considerarem matar outras pessoas com ácido e/ou veneno divertido resume o motivo pelo qual eu não sou muito fã deles, sabe.
Eu continuo tendo medo do que eles podem fazer com essas coisas, mas eu tenho fé que o plano deles dê errado e eles acabem mal quando foram tentar machucar alguém com isso. Quem sabe, talvez eu tenha sorte uma vez na vida.
Sinceramente, Savannah e Hunter deviam saber que deixar uma ferida aberta e sangrando não era uma boa ideia. Deixar sangue por todo lugar vai atrair os outros tributos, qualquer coisa bizarra e carnívora que esteja na Arena, e criar um risco muito grande de infecção, ainda mais com todo o calor da Arena. Eu entendo que eles não podiam parar na hora, mas esse tipo de coisa é meio que a primeira coisa com a qual eles deviam ter lidado quando puderam deixar de correr.
Eles precisam de patrocinadores bem, bem urgentemente. Eu não sei se a Savannah vai aguentar muito tempo. As chances dela não parecem muito boas agora, mesmo conseguindo um remédio, o que é uma pena, porque ela e o Hunter até que formaram uma dupla bonitinha.
Eu não acho que a Bonnie esteja muito melhor do que eles dois, também. Ou talvez ela esteja numa situação mais parecida com a da Lyre, difícil de dizer. Elas duas tiveram basicamente o mesmo plano, não foi? O que não foi exatamente um plano, já que elas só saíram correndo antes de alguém tentar matar elas.
Sinceramente, essa falta de água tá começando a me deixar preocupada. Ninguém conseguiu achar nada até agora, o que não é um bom sinal. Por um lado, eu duvido muito que não tenha nenhum lugar com água em toda a Arena, mas sempre é possível que só exista um, o que seria... ruim. Principalmente se os Carreiristas chegassem nele primeiro.
Hora de os tributos restantes finalmente descobrirem quem morreu e quantas pessoas ainda continuam vivas! Eu adorei como você fez essa transição entre a parte da Bonnie e a parte do Sanderson, aliás, com ela contando primeiro e a coisa meio que mudando pra ele depois.
O fato de o Sanderson ter acendido um fogo logo na primeira noite imediatamente me fez lembrar daquela menina do primeiro livro que morreu porque acendeu uma fogueira de noite e os Carreiristas descobriram ela por causa da fumaça. Por outro lado, eu sei que os Carreiristas não aparecem nesse capítulo, o que é bom. E o Sanderson arrumou comida, o que também é muito bem, porque ele foi um dos únicos até agora e eu não posso ter todo mundo que eu gosto morrendo de fome nessa história.
Ser lembrada mais uma vez que o Tobias morreu logo no Banho de Sangue partiu meu coração um pouquinho de novo. Ele merecia tão, tão mais do que isso. Bom, pelo menos o Sanderson não escolheu um esquilo bestante que fosse venenoso e morreu também. Eu poderia estar chorando por dois personagens em vez de um.
E falando em chorar por causa de personagens, eu ainda tenho tanta certeza que é assim que eu vou acabar por causa da Hazel e do Bem. Eles são a coisa mais fofa juntos, e eu sei que isso não vai acabar bem e que vai rolar alguma coisa horrivelmente heartbreaking envolvendo eles dois.
É tudo amizade fofinha e historinhas de dormir por enquanto, mas eu sei que em breve isso tudo vai se transformar em lágrimas e sangue.
KKKKKKKKKK EU RI MUITO DO ESQUILINHO SENDO COMIDO. WHY, SNHOR? Sanderson, quanta maldade, meu krido. Um capítulo sem morte *o* É raro ver isso em fics, porque os autores geralmente focam nas mortes e mortes, o que é chato... Queremos ver o outro lado, também. E você teve aulas de ser assassina, sabia? Nos deixa apegados aos personagens e depois mata. AI, SUA LOUCA.
Eu ainda não superei a morte do Logan e do menino do 12. Minha vida foi uma mentira completa. MAS OKAY, EU ME SEGURO KKKK. MEUS BABIS ESTÃO VIVOS.
Eu não curto muito esses gêmeos. Precisam morrer de uma forma maravilhosamente trágica :3 Pra tirar essa marra deles, porque né.
FICOU ÓTIMO, COISA. Té mais.
Então, a vida deixou as coisas meio tristes e complicadas ultimamente, o que me impediu de comentar como eu queria ter feito, mas agora que as coisas já estão normais e felizes de novo, eu estou de volta. Espero conseguir comentar os dois capítulos ainda hoje, mas caso eu não consiga, saiba que eu não deixei de acompanhar a história ♥
A primeira coisa que eu pensei quando li esse capítulo foi que a Lyre já ia morrer. Sério, qual o problema? Por que eu achei que seria uma boa ideia incluir na ficha dela que ela tem asma? Ela tá competindo com sabe-se lá quantas pessoas querendo matar ela, isso foi uma péssima ideia.
Eu fiquei muito aliviada quando ela conseguiu voltar a respirar, mas o fato de ela continuar viva não me deixa menos preocupa. Eu espero que ela consiga arrumar comida de algum jeito. E água. Água também é muito importante. Na verdade, existe muita coisa que ela precisa arranjar, então eu espero que a caminhada dê certo, porque a vida dela meio que depende disso no momento.
E, já que você comentou sobre os patrocinadores nessa transição da Lyre, eu tenho uma dúvida: como isso vai funcionar na história? Tipo, como você vai decidir quem merece ou quem não merece patrocinadores e quem pode ou não receber algo? Vai ter algum sistema pra isso, como teve nas mortes do Banho de Sangue, ou vai ser uma coisa mais ligada com o que for melhor pra manter a trama fluindo?
Agora, indo da minha bebê pra outro dos meus personagens favoritos, fico muito feliz que o Matthew também ter conseguido não morrer. Quer dizer, é uma pena que o custo disso tenha sido o Kriger, mas eu gosto muito mais do Matt, então não posso dizer que não fiquei satisfeita com isso.
Eu acho que a transição dele deixa bem óbvio que a Arena vai ser um problema enorme aqui, talvez até maior que os outros tributos. Provavelmente nem tanto pra quem é acostumado a calor – vai ser incômodo, com certeza, mas não absolutamente horrível –, mas pra tributos que vêm de lugares frios? Boa sorte, sinceramente.
Eu espero que ele consiga água e comida também. Ele precisa e merece tanto quanto a Lyre e eu totalmente invadiria essa Arena e daria alguma ajuda pra eles se eu pudesse.
Ew, o capítulo começou tão bom e aí os gêmeos apareceram. Bom, eles viveram e eu vou ter que lidar com isso (por enquanto), então eu vou tentar só... não pensar neles como sendo tão horríveis? Talvez?
Não é nenhuma surpresa que eles se achem invencíveis, mas juntando isso com frutas tóxicas, as desilusões de poder deles ficam mais assustadoras e mais reais, o que é... não muito bom, sinceramente. É nessas horas que eu me arrependo de não ter colocado a sessão de plantas e ervas comestíveis na lista de coisas que a Lyre devia aprender durante o treinamento.
Eu acho que o fato de eles considerarem matar outras pessoas com ácido e/ou veneno divertido resume o motivo pelo qual eu não sou muito fã deles, sabe.
Eu continuo tendo medo do que eles podem fazer com essas coisas, mas eu tenho fé que o plano deles dê errado e eles acabem mal quando foram tentar machucar alguém com isso. Quem sabe, talvez eu tenha sorte uma vez na vida.
Sinceramente, Savannah e Hunter deviam saber que deixar uma ferida aberta e sangrando não era uma boa ideia. Deixar sangue por todo lugar vai atrair os outros tributos, qualquer coisa bizarra e carnívora que esteja na Arena, e criar um risco muito grande de infecção, ainda mais com todo o calor da Arena. Eu entendo que eles não podiam parar na hora, mas esse tipo de coisa é meio que a primeira coisa com a qual eles deviam ter lidado quando puderam deixar de correr.
Eles precisam de patrocinadores bem, bem urgentemente. Eu não sei se a Savannah vai aguentar muito tempo. As chances dela não parecem muito boas agora, mesmo conseguindo um remédio, o que é uma pena, porque ela e o Hunter até que formaram uma dupla bonitinha.
Eu não acho que a Bonnie esteja muito melhor do que eles dois, também. Ou talvez ela esteja numa situação mais parecida com a da Lyre, difícil de dizer. Elas duas tiveram basicamente o mesmo plano, não foi? O que não foi exatamente um plano, já que elas só saíram correndo antes de alguém tentar matar elas.
Sinceramente, essa falta de água tá começando a me deixar preocupada. Ninguém conseguiu achar nada até agora, o que não é um bom sinal. Por um lado, eu duvido muito que não tenha nenhum lugar com água em toda a Arena, mas sempre é possível que só exista um, o que seria... ruim. Principalmente se os Carreiristas chegassem nele primeiro.
Hora de os tributos restantes finalmente descobrirem quem morreu e quantas pessoas ainda continuam vivas! Eu adorei como você fez essa transição entre a parte da Bonnie e a parte do Sanderson, aliás, com ela contando primeiro e a coisa meio que mudando pra ele depois.
O fato de o Sanderson ter acendido um fogo logo na primeira noite imediatamente me fez lembrar daquela menina do primeiro livro que morreu porque acendeu uma fogueira de noite e os Carreiristas descobriram ela por causa da fumaça. Por outro lado, eu sei que os Carreiristas não aparecem nesse capítulo, o que é bom. E o Sanderson arrumou comida, o que também é muito bem, porque ele foi um dos únicos até agora e eu não posso ter todo mundo que eu gosto morrendo de fome nessa história.
Ser lembrada mais uma vez que o Tobias morreu logo no Banho de Sangue partiu meu coração um pouquinho de novo. Ele merecia tão, tão mais do que isso. Bom, pelo menos o Sanderson não escolheu um esquilo bestante que fosse venenoso e morreu também. Eu poderia estar chorando por dois personagens em vez de um.
E falando em chorar por causa de personagens, eu ainda tenho tanta certeza que é assim que eu vou acabar por causa da Hazel e do Bem. Eles são a coisa mais fofa juntos, e eu sei que isso não vai acabar bem e que vai rolar alguma coisa horrivelmente heartbreaking envolvendo eles dois.
É tudo amizade fofinha e historinhas de dormir por enquanto, mas eu sei que em breve isso tudo vai se transformar em lágrimas e sangue.
Dois carreiristas ja foram... Esses jogos estao surpreendentes, to gostando muito dos personagens.
Se eu ja achava a Rebekah meio louca, esses gemeos sao piores kkkkk