Sim, sim, oh lua! Desta vez ela não pensou em nada como "como pode ficar feliz se seus pais estão mortos?" mas sim em "honrar a família". Ah, que discrepância tão bem-vinda! Enfim nossa querida ruiva mudando (para melhor!).
Becky, estória linda demais! Ótima descrição, Aspen parece um sonho. Tive certeza de já ter ido para lá enquanto lia.
Ah, e, por fim, Ian sendo atencioso e mais alegre, talvez? Estou muito ansiosa para o próximo sábado!
Lyra.
P.S: Amy, não passe o resto dos dias de folga se escondendo embaixo do cobertor; satisfeita, obrigada.
Não aguento esperar até semana que vem, sério! Haha Que tal uma surpresa no meio da semana? :P Brincando, sei como é apertado. Mas enfim. A evolução da Amy está sendo tão incrível, B. Acompanhar ela está sendo realmente uma experiência e tanto. Até o próximo, aguardando ansiosamente. Beijinhos, Paulie. PS - Sempre que escrevo B lembro da Queen B ♥
c
cooper
Becky, feliz Páscoa! Tô aqui assistindo The Voice com a minha mãe e aproveitei o momento de uma apresentação horrível pra vir comentar (estou pelo celular e usando o 3G, então seria mais fácil esperar até de noite, mas eu preferi comentar agora). Parece que o tiro saiu pela culatra, né non, Alistair? É claro que não tinha como ele saber que a Amy lembrava daquele lugar, agora só nos resta torcer pra que o Ian ajude ela a superar o trauma. Eu reparei mesmo na evolução da Amy, só por ela estar num lugar que trás inúmeras lembranças e decidir que não vai se machucar (mesmo se machucando depois, lei de Murphy). Eu adorei a descrição de Aspen porque lembra muito a cidadezinha onde eu moro, pequena, simples, todo mundo amigo de todo mundo, as fofocas que todo mundo ouve, a complicação de dar trote em gente passando na rua porque conhece os paus (já aconteceu comigo, coisinha complicada). E na descrição da casa eu não posso negar que ja estava imaginando os momentos Amyan que podem acontecer na sacada, no banquinho, nos sofás, na cama (sem malícia). Super ansiosa para o próximo! XOXO
Sim, sim, oh lua! Desta vez ela não pensou em nada como "como pode ficar feliz se seus pais estão mortos?" mas sim em "honrar a família". Ah, que discrepância tão bem-vinda! Enfim nossa querida ruiva mudando (para melhor!).
Becky, estória linda demais! Ótima descrição, Aspen parece um sonho. Tive certeza de já ter ido para lá enquanto lia.
Ah, e, por fim, Ian sendo atencioso e mais alegre, talvez? Estou muito ansiosa para o próximo sábado!
Lyra.
P.S: Amy, não passe o resto dos dias de folga se escondendo embaixo do cobertor; satisfeita, obrigada.
Não aguento esperar até semana que vem, sério! Haha
Que tal uma surpresa no meio da semana? :P
Brincando, sei como é apertado.
Mas enfim.
A evolução da Amy está sendo tão incrível, B. Acompanhar ela está sendo realmente uma experiência e tanto.
Até o próximo, aguardando ansiosamente.
Beijinhos,
Paulie.
PS - Sempre que escrevo B lembro da Queen B ♥
Becky, feliz Páscoa! Tô aqui assistindo The Voice com a minha mãe e aproveitei o momento de uma apresentação horrível pra vir comentar (estou pelo celular e usando o 3G, então seria mais fácil esperar até de noite, mas eu preferi comentar agora).
Parece que o tiro saiu pela culatra, né non, Alistair? É claro que não tinha como ele saber que a Amy lembrava daquele lugar, agora só nos resta torcer pra que o Ian ajude ela a superar o trauma.
Eu reparei mesmo na evolução da Amy, só por ela estar num lugar que trás inúmeras lembranças e decidir que não vai se machucar (mesmo se machucando depois, lei de Murphy).
Eu adorei a descrição de Aspen porque lembra muito a cidadezinha onde eu moro, pequena, simples, todo mundo amigo de todo mundo, as fofocas que todo mundo ouve, a complicação de dar trote em gente passando na rua porque conhece os paus (já aconteceu comigo, coisinha complicada).
E na descrição da casa eu não posso negar que ja estava imaginando os momentos Amyan que podem acontecer na sacada, no banquinho, nos sofás, na cama (sem malícia).
Super ansiosa para o próximo!
XOXO