Como havia lhe dito anteriormente, estou aqui para deixar um review em seu trabalho. E claro, algumas coisas me chamaram positivamente a atenção. Antes, já justifico a minha fala sobre os parágrafos no tópico acima: Sei que é seu estilo, como foi falado e logo constatado tanto nesse, quanto no segundo conto dessa história cujo comentário farei posteriormente. Porém, eu sempre fico atento ao tamanho do parágrafo por conta da plataforma na qual eu e você, na condição de autores utilizamos que é a internet. Na minha opinião, uma extensão destes podem prejudicar a leitura e a concentração no que está escrito. É diferente quando temos uma tela apropriada, ou um livro na mão. Mas, volto a dizer, só uma opinião simples.
O outro ponto que me deixou preso ao texto é a forma como escreve, com uma escolha bem caprichada de palavras, sinônimos e analogias que nos fazem imaginar a cena visual em nossas cabeças. Isso mostra pesquisa, mostra que o autor está interessado em fazer algo bacana para o leitor e eu curti bastante.
Aliado a isso, também fica clara a intensidade das palavras que formam esse conto. Tudo bem conectado, coeso e coerente, uma traquinagem de um garoto que está sendo retratado de uma forma bem reflexiva e crítica. As descrições e a forma como você foi narrando essa parte inicial me deixou bem atento e preso, superando até a minha dificuldade de leitura de um parágrafo longo. De certa forma, foi intenso e não foi exagerado.
Logo, concluo dizendo que interesso-me é claro pela continuidade dessa aventura do menino Ming Yun, que aliás, é importante dizer que a escolha do nome respeitando uma característica local e do universo de Avatar é muito boa e o nome escolhido tem uma sonoridade legal.
Permita-me até viajar nesse texto, imaginando esse garoto pobre correndo pelos anéis inferiores de Ba Sing Se, ou de qualquer outra cidade abastada do Reino da Terra. Imagino que entre uma estripulia e outra, o vendedor de repolhos tenha sofrido algum atentado juvenil desse jovem e sua turma. Enfim, são só viagens.
Esperando uma continuidade na história... obrigado pela leitura proporcionada.
O que mais gostei: Intensidade nas ações do personagem principal
O que acho que pode melhorar: Os parágrafos longos
Como havia lhe dito anteriormente, estou aqui para deixar um review em seu trabalho. E claro, algumas coisas me chamaram positivamente a atenção. Antes, já justifico a minha fala sobre os parágrafos no tópico acima: Sei que é seu estilo, como foi falado e logo constatado tanto nesse, quanto no segundo conto dessa história cujo comentário farei posteriormente. Porém, eu sempre fico atento ao tamanho do parágrafo por conta da plataforma na qual eu e você, na condição de autores utilizamos que é a internet. Na minha opinião, uma extensão destes podem prejudicar a leitura e a concentração no que está escrito. É diferente quando temos uma tela apropriada, ou um livro na mão. Mas, volto a dizer, só uma opinião simples.
O outro ponto que me deixou preso ao texto é a forma como escreve, com uma escolha bem caprichada de palavras, sinônimos e analogias que nos fazem imaginar a cena visual em nossas cabeças. Isso mostra pesquisa, mostra que o autor está interessado em fazer algo bacana para o leitor e eu curti bastante.
Aliado a isso, também fica clara a intensidade das palavras que formam esse conto. Tudo bem conectado, coeso e coerente, uma traquinagem de um garoto que está sendo retratado de uma forma bem reflexiva e crítica. As descrições e a forma como você foi narrando essa parte inicial me deixou bem atento e preso, superando até a minha dificuldade de leitura de um parágrafo longo. De certa forma, foi intenso e não foi exagerado.
Logo, concluo dizendo que interesso-me é claro pela continuidade dessa aventura do menino Ming Yun, que aliás, é importante dizer que a escolha do nome respeitando uma característica local e do universo de Avatar é muito boa e o nome escolhido tem uma sonoridade legal.
Permita-me até viajar nesse texto, imaginando esse garoto pobre correndo pelos anéis inferiores de Ba Sing Se, ou de qualquer outra cidade abastada do Reino da Terra. Imagino que entre uma estripulia e outra, o vendedor de repolhos tenha sofrido algum atentado juvenil desse jovem e sua turma. Enfim, são só viagens.
Esperando uma continuidade na história... obrigado pela leitura proporcionada.
O que mais gostei: Intensidade nas ações do personagem principal
O que acho que pode melhorar: Os parágrafos longos