Comentários em “Stay Alive”: “Entrevistas - III”

Miss Apple

Meio triste porque esse capítulo é o último da parte legal dos Jogos em que ninguém morre, meio feliz porque finalmente eu vou poder descobrir o que é a Arena, já que eu tava curiosa com isso faz séculos.

Também meio triste porque não tem muitos tributos pelos quais eu me interesse tanto assim nesse capítulo, mas tem o Sanderson aí pra salvar tudo, então tudo bem.

Eu não tenho muito o que falar da entrevista dos gêmeos. Ela só focou nos mesmos pontos de antes, a coisa de eles serem unidos e trabalharem perfeitamente em equipe e serem um só, e eu já falei tanto disso antes que não tenho muito mais o que falar agora além de repetir o que eu já disse: eles podem ser o tributo perfeito juntos, mas a essa altura todo mundo já deve ter percebido que vai ser preciso separar os dois pra conseguir uma vantagem, então boa sorte pra eles quando estiverem na Arena e os outros tributos (e possivelmente os Idealizadores?) estiverem tentando fazer eles se separarem.

Savannah é uma fofa, mas não uma das minhas favoritas. Mesmo assim, eu espero que os desastres dela ajudem ela mais do que prejudiquem ela quando for a parte da Arena, porque ela também não é alguém que eu queria ver morrendo primeiro.

Eu realmente, realmente to começando a gostar mais do Sanderson do que eu inicialmente previ. Sério, eu consigo me identificar num nível muito profundo com esse menino, com toda essa coisa da ansiedade e nervosismo e o quanto ele fica desconfortável na frente de todo mundo. Eu... acho que eu tenho quatro favoritos agora, em vez de só três. Bem vindo ao clube, Sanderson.

Aliás, é tão estranho que, com exceção da Lyre, que é minha personagem, todos os outros personagens que eu amo dessa fic são meninos. Eu normalmente me identifico mais com as personagens femininas, mas pelo visto não dessa vez.

A minha opinião da Desdemona e do Bryan é mais ou menos a mesma coisa que a da Savannah. Eu não não gosto deles, mas eu também não gosto deles, sabe? Eles meio que só tão aí, e eu não me incomodo com a presença deles, mas também não fico animada por causa dela. A entrevista não mudou muito isso, apesar de ser interessante saber como eles se conheceram. Mas eu senti um toque de amantes desafortunados do Distrito 12 aí no meio, com esse final do Bryan.

Anna ainda me lembra a Katniss, mas pelo menos ela tem coragem de falar o que ela pensa sem medir palavras, coisa que a Katniss não fez por muito tempo nos livros.

A entrevista do Kriger foi tão forçada que me doeu ler isso, nossa. Tentar imaginar o menino que desmembrou uma lagartixa por diversão e passou o tempo do treinamento tentando se provar tão bom quanto os Carreiristas sendo genuinamente dócil foi tão bizarro na minha cabeça. Eu me pergunto se gente de fora (tipo os expectadores da Capital e tal) acreditou nisso, já que eu provavelmente sei que é forçado até porque eu acompanho os tributos desde o começo da história.

E acho que isso marca o final das apresentações bonitinhas e o começo da carnificina. Eu ainda não decidi se isso faz meu estômago dar umas voltas por causa do nervosismo ou da animação, mas acho que eu vou descobrir daqui a pouco.