Novamente toda escrita está impecável e nos inspira. PERA, ESPERO QUE NÃO INSPIRE DEMAIS, PORQUE NÃO POSSO INICIAR NENHUMA INTERATIVA POR MAIS ATRAENTE QUE VOCÊ NOS MOSTRE. Como no capítulo anterior, vou comentar dos personagens que eu mais gostei desse capítulo. Mas antes, preciso dizer como você inicia muito bem cada capítulo, nos deixando dentro da coisa, sabe? Amo isso. Ok, aos personagens: iniciando pelo Tobias. OMG, adoro ele. Sério. Estou ficando cada vez mais familiarizada com os personagens. Eu gosto da força que ele demonstra. Completamente. Então tem a Bonnie. Claro, não deixaria de comentar sobre ela KKK Não é porque ela seja meu bebê, mas ela tem uma história tão lecau *o* HAHAHAH. E O MATT? Ele é tão gracinha, mds. Me lembra a Rue KK Espero que ele não acabe como ela, porque meu coração não aguentaria. O Logan também é um personagem bastante curioso. Eu gosto da fragilidade dele, e como você não foi boazinha ao dar a nota (não foi boazinha com ninguém, aliás). Mas ele tem algo especial. Sei muito bem disso. Bom, quanto aos outros, achei engraçado a parte da Hazel. Claro que ela não comentaria sua estratégia, dã. Pedir pra morrer, na moral KKKK Percebi que essa parte teve gente mais sentimental do que a anterior. Achei interessante demais :3 "Continua, go go"
Olá! Deveria ter lido e comentado bem antes, mas estive meio ocupado esses dias. Decidi começar minha própria interativa de Jogos Vorazes e agora estou naquelas preocupações de início de fanfic que você deve conhecer bem. E finalmente, após uma cansativa viagem de férias, estou de volta.
As entrevistas até agora foram curtas e objetivas. E isso não é algo ruim. Uma característica sua é a de dar as mesmas oportunidades de vez e voz aos tributos, sem queridismos. Isso pode até gerar em mim uma certa confusão às vezes, mas certamente só deixa mais forte o mistério de quem vencerá essas edições. Achei o Caesar muito bem escrito aqui - o que não vejo em algumas fanfics - e a relação dos tributos com ele condiz com a personalidade dos personagens. Estou bem ansioso para a última parte das entrevistas (você sabe o porquê) e muito mais para os Jogos. Então até a próxima!
Ah, eu acho injusto não dar as mesmas oportunidades aos tributos antes dos Jogos Vorazes. Claro, durante os Jogos, não vai ser bem assim, já que só um pode ganhar e os outros têm de ir morrendo, mas mesmo assim, eu pretendo sempre mostrar o que está acontecendo com os que ainda estão vivos.
Eu pensei em fazer entrevistas mais longas, mas achei melhor não. Já precisei de três capítulos desse jeito, se eu fosse escrever mais... KK Ia acabar fazendo um capítulo por distrito de novo, acho.
Muito obrigada pelos elogios! Espero que goste do próximo capítulo, com todos os seus personagens ;) Estarei postando hoje.
Antes de tudo, eu sei que relacionamentos são complicados, mas o nyah realmente devia tentar resolver os problemas dele com formatação, de verdade. É muito mais fácil do que atrapalhar capítulos inocentes.
Agora, sobre o capítulo em si, isso não é muito importante, mas eu sinto a necessidade de dizer que eu gostei da contextualização no começo antes das entrevistas. Meio que serviu pra conectar os dois capítulos e pra mostrar (de novo) a injustiça e a crueldade dos Jogos, com toda a coisa de que independentemente de quantas pessoas estão aí pagando pra assistir crianças que vão morrer em breve sendo entrevistadas, nem dá pra dizer que todas elas vão ter Patrocinadores.
Como as entrevistas no livro já são curtas e aqui nós só vemos um pouquinho de cada uma pra poder ver todos os personagens, eu tenho mais o que falar de alguns do que de outros – em relação a entrevista da Vexy, por exemplo, eu não tenho nada a comentar, então vou pular direto pra do Tobias. Eu ainda amo ele, eu ainda acho que as quarenta e seis tésseras são tão maravilhosas quanto são suicidas, e ver ele tão determinado e tão confiante me doeu um pouquinho, porque sempre que eu leio algo assim (de qualquer um dos tributos, mas especialmente dos que eu gosto) eu lembro que no final dessa história só um deles vai viver, e aí eu me pergunto o que é tão divertido sobre sofrer.
Fico feliz que a Hazel foi inteligente o suficiente de não comentar muito sobre o que ela planejava fazer (porque discutir sua estratégia na frente das pessoas que querem te matar não é a coisa mais inteligente a se fazer e tal), com exceção da parte óbvia. Eu me pergunto se o fato de as pessoas já terem uma ideia de quem é o aliado dela vai ser pra melhor ou pra pior, se eles vão ganhar ou perder patrocinadores desse jeito.
Eu juro que eu não lembrava que o pai do Ben era um vitorioso. Eu preciso voltar e revisar as histórias direito, pelo menos a dos personagens que eu gosto.
Eu fiquei tão surpresa com a entrevista da Bonnie. Não tanto com o fato de ela ter aceitado falar dos irmãos, mas com a recepção que ela recebeu da Capital, considerando que eles dois morreram nos Jogos. Quer dizer, com certeza foi uma tragédia pra ela, mas essas são as pessoas que assistiram eles dois morrerem por diversão, então eu não esperava tanta empatia assim da parte deles, eu acho. Ou talvez foi aquela empatia artificial que você meio que sente quando alguém fala de alguma coisa triste mas que esquece depois porque nem se dá ao luxo de pensar de novo no assunto mais tarde? Não sei, mas me surpreendeu do mesmo jeito.
Claro que o Matt tem apelidos, Caesar, ele é bom demais pra não ter apelidos.
Eu amei a parte da Lyre. Eu não posso falar pelos outros porque não vi as outras fichas, mas você fez a parte da Lyre tão bem, tão parecida com o que eu imaginei na época em que eu enviei a ficha dela. Foi o equilíbrio perfeito entre sinceridade e manipulação: tudo o que ela disse foi verdade, porque a relação com os irmãos dela realmente é assim e isso é como ela se sente em relação a eles e aos Jogos, mas tudo o que ela disse também foi dito desse jeito e nessa hora porque era o certo a se fazer, o melhor jeito de conseguir a atenção das pessoas da Capital, e isso em si é uma coisa que reflete muito na personalidade da Lyre, também.
Esse capítulo fez eu me sentir mal pelo Logan de novo. Essa entrevista foi a chance dele de se redimir, e mesmo nela ele não parece ter feito tão bem assim, e é tão deprimente. Eu realmente não quero que ele morra no Banho de Sangue, nem que seja só pela ironia disso.
Bom, vou descobrir se as minhas preces foram atendidas em breve, então não tenho muito mais o que falar aqui. Estarei esperando pelos próximos capítulos ♥
Concordo plenamente quanto ao Nyah e a formatação. Não entendo o que acontece. Ainda consegui dar um jeito no capítulo que postei hoje, depois de passar quase meia hora tentando entender qual era o problema e como eu resolvia, mas... Que coisa chata de se fazer.
Não se preocupe se esquecer algumas coisas sobre os tributos, eu mesma faço isso com mais frequência do que gostaria de admitir. Sempre que vou escrever essa história, tenho de abrir o arquivo dela e o arquivo das fichas, e sempre estou mudando de um para outro, para tentar fazer tudo igual os criadores delas decidiram. Claro, a essa altura, eu já decorei quase tudo sobre quase todos os tributos, mas algum detalhe ou outro sempre passa.
Pelo menos, na parte da história que estou escrevendo agora, boa parte dos tributos já morreu, então fica mais fácil KK.
Que bom que tenha gostado da Lyre no capítulo! Eu sempre tomo o maior cuidado com todos os tributos, mas para você e os outros leitores que ainda comentam, a coisa vai além. Penso muito nas cenas, e espero sempre dar o meu melhor para fazer exatamente como vocês imaginaram, principalmente porque são personagens MUITO bons. É muito, muito legal quando vocês gostam.
Novamente, obrigada por ler e comentar ♥ fico feliz por poder contar com as suas opiniões. Elas são muito importantes para mim.
Novamente toda escrita está impecável e nos inspira. PERA, ESPERO QUE NÃO INSPIRE DEMAIS, PORQUE NÃO POSSO INICIAR NENHUMA INTERATIVA POR MAIS ATRAENTE QUE VOCÊ NOS MOSTRE. Como no capítulo anterior, vou comentar dos personagens que eu mais gostei desse capítulo. Mas antes, preciso dizer como você inicia muito bem cada capítulo, nos deixando dentro da coisa, sabe? Amo isso. Ok, aos personagens: iniciando pelo Tobias. OMG, adoro ele. Sério. Estou ficando cada vez mais familiarizada com os personagens. Eu gosto da força que ele demonstra. Completamente. Então tem a Bonnie. Claro, não deixaria de comentar sobre ela KKK Não é porque ela seja meu bebê, mas ela tem uma história tão lecau *o* HAHAHAH. E O MATT? Ele é tão gracinha, mds. Me lembra a Rue KK Espero que ele não acabe como ela, porque meu coração não aguentaria. O Logan também é um personagem bastante curioso. Eu gosto da fragilidade dele, e como você não foi boazinha ao dar a nota (não foi boazinha com ninguém, aliás). Mas ele tem algo especial. Sei muito bem disso. Bom, quanto aos outros, achei engraçado a parte da Hazel. Claro que ela não comentaria sua estratégia, dã. Pedir pra morrer, na moral KKKK Percebi que essa parte teve gente mais sentimental do que a anterior. Achei interessante demais :3
"Continua, go go"
Olá! Deveria ter lido e comentado bem antes, mas estive meio ocupado esses dias. Decidi começar minha própria interativa de Jogos Vorazes e agora estou naquelas preocupações de início de fanfic que você deve conhecer bem. E finalmente, após uma cansativa viagem de férias, estou de volta.
As entrevistas até agora foram curtas e objetivas. E isso não é algo ruim. Uma característica sua é a de dar as mesmas oportunidades de vez e voz aos tributos, sem queridismos. Isso pode até gerar em mim uma certa confusão às vezes, mas certamente só deixa mais forte o mistério de quem vencerá essas edições. Achei o Caesar muito bem escrito aqui - o que não vejo em algumas fanfics - e a relação dos tributos com ele condiz com a personalidade dos personagens. Estou bem ansioso para a última parte das entrevistas (você sabe o porquê) e muito mais para os Jogos. Então até a próxima!
Ah, eu acho injusto não dar as mesmas oportunidades aos tributos antes dos Jogos Vorazes. Claro, durante os Jogos, não vai ser bem assim, já que só um pode ganhar e os outros têm de ir morrendo, mas mesmo assim, eu pretendo sempre mostrar o que está acontecendo com os que ainda estão vivos.
Eu pensei em fazer entrevistas mais longas, mas achei melhor não. Já precisei de três capítulos desse jeito, se eu fosse escrever mais... KK Ia acabar fazendo um capítulo por distrito de novo, acho.
Muito obrigada pelos elogios! Espero que goste do próximo capítulo, com todos os seus personagens ;) Estarei postando hoje.
Antes de tudo, eu sei que relacionamentos são complicados, mas o nyah realmente devia tentar resolver os problemas dele com formatação, de verdade. É muito mais fácil do que atrapalhar capítulos inocentes.
Agora, sobre o capítulo em si, isso não é muito importante, mas eu sinto a necessidade de dizer que eu gostei da contextualização no começo antes das entrevistas. Meio que serviu pra conectar os dois capítulos e pra mostrar (de novo) a injustiça e a crueldade dos Jogos, com toda a coisa de que independentemente de quantas pessoas estão aí pagando pra assistir crianças que vão morrer em breve sendo entrevistadas, nem dá pra dizer que todas elas vão ter Patrocinadores.
Como as entrevistas no livro já são curtas e aqui nós só vemos um pouquinho de cada uma pra poder ver todos os personagens, eu tenho mais o que falar de alguns do que de outros – em relação a entrevista da Vexy, por exemplo, eu não tenho nada a comentar, então vou pular direto pra do Tobias. Eu ainda amo ele, eu ainda acho que as quarenta e seis tésseras são tão maravilhosas quanto são suicidas, e ver ele tão determinado e tão confiante me doeu um pouquinho, porque sempre que eu leio algo assim (de qualquer um dos tributos, mas especialmente dos que eu gosto) eu lembro que no final dessa história só um deles vai viver, e aí eu me pergunto o que é tão divertido sobre sofrer.
Fico feliz que a Hazel foi inteligente o suficiente de não comentar muito sobre o que ela planejava fazer (porque discutir sua estratégia na frente das pessoas que querem te matar não é a coisa mais inteligente a se fazer e tal), com exceção da parte óbvia. Eu me pergunto se o fato de as pessoas já terem uma ideia de quem é o aliado dela vai ser pra melhor ou pra pior, se eles vão ganhar ou perder patrocinadores desse jeito.
Eu juro que eu não lembrava que o pai do Ben era um vitorioso. Eu preciso voltar e revisar as histórias direito, pelo menos a dos personagens que eu gosto.
Eu fiquei tão surpresa com a entrevista da Bonnie. Não tanto com o fato de ela ter aceitado falar dos irmãos, mas com a recepção que ela recebeu da Capital, considerando que eles dois morreram nos Jogos. Quer dizer, com certeza foi uma tragédia pra ela, mas essas são as pessoas que assistiram eles dois morrerem por diversão, então eu não esperava tanta empatia assim da parte deles, eu acho. Ou talvez foi aquela empatia artificial que você meio que sente quando alguém fala de alguma coisa triste mas que esquece depois porque nem se dá ao luxo de pensar de novo no assunto mais tarde? Não sei, mas me surpreendeu do mesmo jeito.
Claro que o Matt tem apelidos, Caesar, ele é bom demais pra não ter apelidos.
Eu amei a parte da Lyre. Eu não posso falar pelos outros porque não vi as outras fichas, mas você fez a parte da Lyre tão bem, tão parecida com o que eu imaginei na época em que eu enviei a ficha dela. Foi o equilíbrio perfeito entre sinceridade e manipulação: tudo o que ela disse foi verdade, porque a relação com os irmãos dela realmente é assim e isso é como ela se sente em relação a eles e aos Jogos, mas tudo o que ela disse também foi dito desse jeito e nessa hora porque era o certo a se fazer, o melhor jeito de conseguir a atenção das pessoas da Capital, e isso em si é uma coisa que reflete muito na personalidade da Lyre, também.
Esse capítulo fez eu me sentir mal pelo Logan de novo. Essa entrevista foi a chance dele de se redimir, e mesmo nela ele não parece ter feito tão bem assim, e é tão deprimente. Eu realmente não quero que ele morra no Banho de Sangue, nem que seja só pela ironia disso.
Bom, vou descobrir se as minhas preces foram atendidas em breve, então não tenho muito mais o que falar aqui. Estarei esperando pelos próximos capítulos ♥
Concordo plenamente quanto ao Nyah e a formatação. Não entendo o que acontece. Ainda consegui dar um jeito no capítulo que postei hoje, depois de passar quase meia hora tentando entender qual era o problema e como eu resolvia, mas... Que coisa chata de se fazer.
Não se preocupe se esquecer algumas coisas sobre os tributos, eu mesma faço isso com mais frequência do que gostaria de admitir. Sempre que vou escrever essa história, tenho de abrir o arquivo dela e o arquivo das fichas, e sempre estou mudando de um para outro, para tentar fazer tudo igual os criadores delas decidiram. Claro, a essa altura, eu já decorei quase tudo sobre quase todos os tributos, mas algum detalhe ou outro sempre passa.
Pelo menos, na parte da história que estou escrevendo agora, boa parte dos tributos já morreu, então fica mais fácil KK.
Que bom que tenha gostado da Lyre no capítulo! Eu sempre tomo o maior cuidado com todos os tributos, mas para você e os outros leitores que ainda comentam, a coisa vai além. Penso muito nas cenas, e espero sempre dar o meu melhor para fazer exatamente como vocês imaginaram, principalmente porque são personagens MUITO bons. É muito, muito legal quando vocês gostam.
Novamente, obrigada por ler e comentar ♥ fico feliz por poder contar com as suas opiniões. Elas são muito importantes para mim.