Olá, tudo bem? Eu estava ansiosos para ler esse capítulo. Olha, para eu não acabar falando muita coisa eu vou tentar ser bastante direto com tudo. Quero antes acrescentar nessa sua narrativa, que linda demais e muito bem detalhada. Eu realmente me senti no lugar, fiquei perdido em muita coisa, mas não consegui me esforçar para ler e reler algumas partes. Mas sabe porque isso acontece? Devido ao fato de ainda ser o começo da história, você deveria usar apenas os personagens que apareceriam na trama, pois deu a impressão de que você citou gente demais e ficou confuso no começo. Quando cheguei na parte em que Adriano conversava com os garotos eu já tinha absorvido quem era quem a partir dali, mas foi complicado. Um conselho, quando for escrever o começo de uma história, tenha em mente que, se for abordar em 3ª pessoa, use alguém como base. É bom ter mais de uma pessoa, mas tenha sempre a favorita, no caso Christopher seria perfeito nesse começo, igual Lady e Adriano também foram. Alguma dúvida nessa parte? Me manda mensagem que a gente conversa melhor. Agora, sobre seus diálogos. Não fique nenhum pouco chateada, mas você tem uma grande dificuldade com diálogos. Sua história é bem centrada e firme com o cenário, mas os diálogos falham o texto. Pra começar, seu erro é não usar o travessão. O travessão (—) é maior que o hífen (-) e que o meia-risca (–). Não os use no lugar do travessão, pois ele é próprio para diálogos. Um exemplo claro disso, usando uma de suas conversas:
— Porque não quer admitir? — Thiago perguntou. — Eu não sei do que você está falando — Adriano falou, sem olhar para o amigo.
Notou que, com o uso do travessão as coisas ficam mais bem estruturadas? Outro exemplo, é na pontuação de um diálogo, pois até mesmo aí você tem que prestar atenção. Se modificarmos um pouco a conversa, poderíamos ver claramente o exemplo de pontuação nesse estado. Exemplo:
— Porque não quer admitir? — Perguntou Thiago. — Eu não sei do que você está falando — falou Adriano, sem olhar para o amigo.
Notou a diferença? Na primeira fala a interrogação pontua a sentença, logo depois do travessão, você deve iniciar a ação/descrição, com letra maiúscula, caso não seja nome próprio. Caso a sentença não esteja pontuada, continua-se minusculo até o uso do ponto, como mostra a fala de Adriano. Vale também ressaltar que, além de verificar se seus diálogos estão corretos, se eles também estão bons de ler. Note que seus diálogos estão muito vagos, sem ações e descrições de como os personagens disseram aqui, se foi com veemência ou amargura, se estavam tocando um ao outro ou distantes demais. Entende? Explore o máximo seu texto, enriqueça ele com ótimos diálogos, pois somados com sua eficiência na descrição, sua história irá se tornar a coisa mais relaxante de se ler. Está vendo? já ficou um comentário grande, e eu nem tive como falar sobre o que aconteceu no capítulo. Resumindo um pouco mais, Christopher tem cara de ser o cara dos sonhos, enquanto Lady e Adriano, dão um toque diferente a trama, um romance ou talvez o começo de uma parceria. Anjo... É mesmo um Anjo? Eu fiquei mais perdido quando cheguei nessa parte. Quando eu ler o próximo vou frear nas palavras, eu sou empolgado demais mandando comentários, fiquei lendo a história já pensando "eu vou falar disso" e "isso aqui também merece ser comentado" *me ignora* Ah, e se tiver mais dúvidas quanto aos diálogos, pode falar comigo, mas também procure ler um livro, pois nada melhor que um livro de português para nos ajudar, abraço!
THMS
P.S.: Nem sabia que tinha co-autora quando mandei o primeiro comentário, mas tudo que eu falei vale para as duas.
Woo! Obrigada pelas dicas. Realmente, preciso trabalhar mais os meus diálogos. Sempre escrevi contos basicamente descritivos, então nunca desenvolvi bem os diálogos, quando os fazia, eram intencionalmente vagos, mas nunca passei disso. Entendi o que você falou, descrever o modo como as personagens falaram as frases. Fiz isso em alguns diálogos, em outros não, pelo que revisei no meu texto. Vou corrigir isso, obrigada! E a questão do travessão também. Confesso que nem prestei atenção nisso.
Olá, tudo bem? Eu estava ansiosos para ler esse capítulo.
Olha, para eu não acabar falando muita coisa eu vou tentar ser bastante direto com tudo. Quero antes acrescentar nessa sua narrativa, que linda demais e muito bem detalhada. Eu realmente me senti no lugar, fiquei perdido em muita coisa, mas não consegui me esforçar para ler e reler algumas partes.
Mas sabe porque isso acontece? Devido ao fato de ainda ser o começo da história, você deveria usar apenas os personagens que apareceriam na trama, pois deu a impressão de que você citou gente demais e ficou confuso no começo. Quando cheguei na parte em que Adriano conversava com os garotos eu já tinha absorvido quem era quem a partir dali, mas foi complicado. Um conselho, quando for escrever o começo de uma história, tenha em mente que, se for abordar em 3ª pessoa, use alguém como base. É bom ter mais de uma pessoa, mas tenha sempre a favorita, no caso Christopher seria perfeito nesse começo, igual Lady e Adriano também foram. Alguma dúvida nessa parte? Me manda mensagem que a gente conversa melhor.
Agora, sobre seus diálogos. Não fique nenhum pouco chateada, mas você tem uma grande dificuldade com diálogos. Sua história é bem centrada e firme com o cenário, mas os diálogos falham o texto. Pra começar, seu erro é não usar o travessão. O travessão (—) é maior que o hífen (-) e que o meia-risca (–). Não os use no lugar do travessão, pois ele é próprio para diálogos.
Um exemplo claro disso, usando uma de suas conversas:
— Porque não quer admitir? — Thiago perguntou.
— Eu não sei do que você está falando — Adriano falou, sem olhar para o amigo.
Notou que, com o uso do travessão as coisas ficam mais bem estruturadas? Outro exemplo, é na pontuação de um diálogo, pois até mesmo aí você tem que prestar atenção. Se modificarmos um pouco a conversa, poderíamos ver claramente o exemplo de pontuação nesse estado.
Exemplo:
— Porque não quer admitir? — Perguntou Thiago.
— Eu não sei do que você está falando — falou Adriano, sem olhar para o amigo.
Notou a diferença? Na primeira fala a interrogação pontua a sentença, logo depois do travessão, você deve iniciar a ação/descrição, com letra maiúscula, caso não seja nome próprio. Caso a sentença não esteja pontuada, continua-se minusculo até o uso do ponto, como mostra a fala de Adriano.
Vale também ressaltar que, além de verificar se seus diálogos estão corretos, se eles também estão bons de ler. Note que seus diálogos estão muito vagos, sem ações e descrições de como os personagens disseram aqui, se foi com veemência ou amargura, se estavam tocando um ao outro ou distantes demais. Entende? Explore o máximo seu texto, enriqueça ele com ótimos diálogos, pois somados com sua eficiência na descrição, sua história irá se tornar a coisa mais relaxante de se ler.
Está vendo? já ficou um comentário grande, e eu nem tive como falar sobre o que aconteceu no capítulo.
Resumindo um pouco mais, Christopher tem cara de ser o cara dos sonhos, enquanto Lady e Adriano, dão um toque diferente a trama, um romance ou talvez o começo de uma parceria. Anjo... É mesmo um Anjo? Eu fiquei mais perdido quando cheguei nessa parte.
Quando eu ler o próximo vou frear nas palavras, eu sou empolgado demais mandando comentários, fiquei lendo a história já pensando "eu vou falar disso" e "isso aqui também merece ser comentado" *me ignora*
Ah, e se tiver mais dúvidas quanto aos diálogos, pode falar comigo, mas também procure ler um livro, pois nada melhor que um livro de português para nos ajudar, abraço!
THMS
P.S.: Nem sabia que tinha co-autora quando mandei o primeiro comentário, mas tudo que eu falei vale para as duas.
Woo! Obrigada pelas dicas. Realmente, preciso trabalhar mais os meus diálogos. Sempre escrevi contos basicamente descritivos, então nunca desenvolvi bem os diálogos, quando os fazia, eram intencionalmente vagos, mas nunca passei disso.
Entendi o que você falou, descrever o modo como as personagens falaram as frases. Fiz isso em alguns diálogos, em outros não, pelo que revisei no meu texto. Vou corrigir isso, obrigada! E a questão do travessão também. Confesso que nem prestei atenção nisso.