Comentários em “Le parkour: o percurso”: “Capítulo 3”

Claire MelDepre
Destacado pelo autor

Agora consigo entender ( eu ainda não tinha lido 'A Hospedeira' ) É bem mais leve que o livro em si, olhei outras fanfic do mesmo livro, mas amei esta, mesmo antes de ler o livro, a fanfic me fez querer ler o livro.

Andy
Andy Autor

Oi!

Ah, você não leu o livro? Mas viu o filme, ne? Se não, eu realmente recomendo ambos! Aliás, fico feliz que a fanfic a tenha feito querer ler o livro. Ele vale muito a pena. ^^

E fico feliz que esteja gostando, de verdade! Espero que continue gostando até o fim! O próximo capítulo sai daqui a alguns dias!

Até lá!

Xoxo

Chookysugar

Aquela cena de inicio foi simplesmente tão fofinha, o Will deveria largar o Parkour e ir trabalhar em uma creche porque eu adorei ver ele com a chris.

Eu acho que eu não tenho tanta coisa para comentar do capitulo a não ser perguntar (se você souber a resposta) filho de hospedeiro com humano nasce humano, não é? Tecnicamente são filhos de dois humanos, mas um teve a consciência roubada. Acho que é isso mesmo. Eu sou realmente má quando se trata de hospedeiros kkk.

Mas falando de Parkour agora, esse William não sei se dá vontade de bater ou beijar, que homem mandão. "Não vou ficar rolando como tatu-bola" realmente gostei dessa fala, mostra aquele lado chato do personagem que a gente adora. Vai ficar chato se eu disser de novo que amo o Will?



O que mais gostei: William sendo babão com criança
Andy
Andy Autor

Ahaha! Foi bonitinho, ne? Homens que têm jeito com criança mexem comigo...

Sim, filhos de um hospedeiro com um humano nascem humanos. É igual você falou, tecnicamente, são dois corpos humanos se reproduzindo. Da mesma forma, filhos de dois hospedeiros nascem humanos, também. É por isso que eu disse que existe a coexistência pacífica entre as duas espécies. Porque muitas almas tiveram filhos humanos, mas elas não deixariam que os corpos de seus filhos fossem usados como hospedeiros. É essa a esperança que a Meyer deixou para a humanidade, no final do livro. Aliás, eu não sei se ficou claro no primeiro capítulo, mas os pais do William são almas. Os dois.

Eu vi mesmo que você é má com as pobres almas! Hahaha! A reprodução das almas é uma coisa sinistra. Ela é assexuada, e uma alma precisa decidir se tornar "mãe" e comunicar isso para as almas Curandeiras. Daí, através de um processo extremamente doloroso que a Meyer não deixou claro no livro, a alma-mãe praticamente explode, dando origem a milhões (sim, milhões!) de pequenas almas, que precisam receber todos os cuidados e ser implantadas em hospedeiros. Todas as almas recebem da mãe parte de suas memórias, de forma que elas já nascem com o conhecimento necessário para habitarem e controlarem seus hospedeiros. Além disso, toda alma se lembra da dor que sua "mãe" passou ao lhe "dar a luz". É uma coisa bem sinistra mesmo.

Bwahahaha! Pois é, ne? William sendo mal-criado, adoro! Não fica chato, não. Eu gosto quando as pessoas gostam das minhas personagens. Fico orgulhosa, haha! ♥

Valeu por comentar esse também!

Xoxo