Giullia, mil perdões por não ter comentado logo, muitas mais por não ter comentado o capítulo anterior.
Eu havia escrito um review imenso, falando sobre cada apresentação de cada tributo, mas por culpa do meu computador que reiniciou sozinho, não pude postá-lo. E creio eu, que se tentasse reescrever o review, ele não sairia bom o suficiente.
Então, em resumo, quero agradecer por você apresentar a apresentação dos meus gêmeos, assim como a do Sanderson perfeitamente. Todas foram bem escritas e articuladas e acredito que seja um mérito mais seu do que meu. Quanto aos outros tributos, tirei algumas conclusões - talvez precipitadas - sobre suas personalidades, mas esses dois capítulos me deram uma boa ideia sobre quem cada um é.
Ah, não tem problema. Acontece. Também não é sempre que eu consigo responder 100% dos comentários, então eu não culpo ninguém... Mas fico muito feliz por você estar aqui.
Já aconteceu do meu computador reiniciar sozinho e eu perder capítulo. Aí eu pensei: "Ah, mas o Word salva automaticamente", e adivinha? Não salvou. Acho que foi no Stay Alive mesmo, mas faz tanto tempo. De qualquer forma, eu entendo o sentimento, e é uma grande droga.
Que bom que você gostou da maneira que eu fiz os seus personagens! Porque, vou admitir, sou apaixonada por eles. Eu lembro de quando você ia me enviar a ficha dos gêmeos e disse que ia ser uma só para os dois, e eu fiquei insistindo para serem duas, porque não tinha entendido bem o que você queria fazer. E quando recebi a ficha, eu vi que realmente tinha sido bem melhor do seu jeito kk. Tanto eles quanto o Sanderson são personagens muito originais e divertidos de se escrever sobre.
Se os meus comentários tão completamente fora de ordem? Sim. Se eu me importo? Não muito, na verdade.
Antes de eu começar a falar de cada uma das sessões e do que eu achei de cada um dos tributos, eu tenho alguns comentários gerais sobre o capítulo: Eu gostei bem mais dessa segunda parte do que do capítulo anterior. Talvez porque eu senti que esse capítulo foi mais real, menos perfeito do que o outro, apesar de fazer sentido que os tributos do anterior sejam mais habilidosos, já que uma boa parte deles são Carreiristas. Não sei, eu só gostei de ver que quase nenhuma apresentação dessa vez foi exatamente como deveria ter sido. Fez eu me sentir mais próxima dos tributos, se isso faz algum sentido.
Eu achei a conversa no começo do capítulo, sobre as afrontas, meio irônica. É engraçado imaginar como as notas que os tributos dependem tanto das crenças e opiniões de quem julga eles – aqui qualquer um que teve coragem de tentar algo contra a Capital, ainda que só de forma simbólica, vai acabar punido; alguns anos mais tarde, a Katniss consegue uma das notas mais altas da história dos Jogos fazendo exatamente a mesma coisa. Não, sério, se o vencedor dos Jogos nessa fic for alguém que fez uma coisa dessas e perdeu um ponto nas notas por causa disso, eu ficaria com muita raiva dela.
Sabe, em relação às sessões, quando eu terminei o capítulo passado e quando eu comecei a ler esse, eu pensei exatamente a mesma coisa nas duas vezes: dois dos personagens que eu mais amo na fic vão aparecer um atrás do outro, esse vai ser um começo de capítulo maravilhoso. E sim, eu acertei, foi um começo de capítulo maravilhoso ♥
Eu amo essa coisa de cantar do Matt, mas eu também meio que fico com medo porque me lembra a coisa de cantar da Rue, e todo mundo sabe como a coisa de cantar da Rue terminou, e eu não quero que a coisa de cantar dele termine do mesmo jeito, apesar de uma morte trágica ainda ser muito melhor do que uma morte no banho de sangue (que é, aliás, uma coisa que eu to muito curiosa pra ver faz um tempo já, porque eu não tenho nenhum chute sobre quem vai morrer logo no começo e eu tenho a impressão de que vai ser uma daquelas surpresas em que você fica sem entender o que aconteceu e tentando processar por sabe-se lá quanto tempo). Mas, deixando a coisa de cantar de lado, acho que foi inteligente da parte dele usar os mini machados. Sendo do 7, é algo com que ele provavelmente é bom, e usar vários machados pequenos em vez de um machado enorme é uma escolha muito melhor no caso dele, já que ele tem 14 anos ainda e provavelmente não o porte físico de um super atleta que consegue levantar um machado enorme e ficar segurando ele por muito tempo.
Como eu previ, a Bonnie também escolheu um machado, e se provou habilidosa com um, embora eu me pergunte o quão bem ela conseguiria repetir o que fez aí com a pessoa que ela quer mutilar se movendo. Isso é um ponto em que eu acho que o Matthew foi melhor do que ela – arremessar machados é uma coisa mais fluida do que só atacar os bonecos, e que eu pessoalmente acho que é mais difícil. Mas, por outro lado, a Bonnie mostrou uma força bruta muito maior, o que deve compensar o fato de que ela atacou vítimas que não podiam reagir.
Sabe, toda vez que eu leio sobre o Logan, toda vez, eu penso que ele é a primeira pessoa que todo mundo pensaria que vai morrer no banho de sangue, que é exatamente o motivo pelo qual eu aposto que ele não vai morrer no banho de sangue. Ia ser uma reviravolta tão engraçada ver ele sobrevivendo por mais tempo, considerando tudo o que ele fez até agora, principalmente depois dessa sessão – isso realmente foi um desastre, e eu me senti tão mal por ele lendo isso, nossa. O coitadinho tá tentando tanto e nunca dá nada certo pra ele, sério, literalmente tudo o que aconteceu com ele até agora foi desastre e eu tenho tanta pena dele por isso.
A parte da Lyre ficou perfeita. Você conseguiu transmitir tudo muito bem, inclusive as coisas que eu não fiz questão de comentar em detalhes, tipo a forma como ela anda ou a aparência dela. O desempenho dela também foi bem como eu tinha imaginado: razoável, mas não maravilhoso como se ela tivesse treinado a vida inteira, só o bastante pra não ser ruim. Eu consegui imaginar a cena toda direitinho, e adorei o jeito como você descreveu a Lyre, todas as partes sobre a beleza delicada dela, porque é exatamente assim que ela é.
E com isso as partes dos meus dois personagens favoritos do capítulo já acabaram e eu sou obrigada a pular direto pra dois personagens que eu não gosto. Isso foi rápido demais.
A apresentação dos gêmeos me leva de novo a um ponto que eu comentei alguns capítulos atrás: eles podem ser muito fortes juntos, mas se algo acontecer na Arena que force os dois a se separarem, então eles se lascaram, porque seria a oportunidade perfeita pra qualquer outro tributo acabar com eles. Até mesmo as habilidades deles se complementam – Soyalia fez uma apresentação baseada em combate e ataque, enquanto o Cornelio mostrou algo se baseando em cura e defesa. Mesmo assim, até eu preciso admitir que eles são, sim, bons no que sabem fazer, apesar de eu ainda achar que eles são confiantes demais em si mesmos. Auto estima não é o suficiente pra fazer eles ganharem, sabe.
A cada capítulo que passa eu começo a gostar mais e mais do Sanderson, o que é preocupante porque quanto mais personagens eu inventar de gostar, mais personagens que eu gosto vão acabar mortos, e eu estou me esforçando aqui pra minimizar os níveis da minha futura dor. Eu to começando a imaginar ele como um cara enorme e super assustador de aparência, mas que na verdade é muito fofo por dentro, e eu tenho um ponto fraco quando se trata de personagens assim. E isso pode soar estranho, mas eu na verdade acho que a apresentação dele foi uma das melhores do capítulo, porque na minha cabeça foi exatamente o tipo de coisa que consegue render alguém uma nota excelente, considerando que até os Idealizadores tiveram que se recuperar da coisa toda.
Sendo bem sincera, eu lembro que na época em que escrevi a ficha da Lyre eu nem lembrei que armadilhas existiam, então me surpreendeu um pouquinho ver tanta gente usando elas nas sessões, mas até que é uma coisa bem esperta pra se fazer. Não só a demonstração, sabe, é algo bom pra se aprender. Se eu me lembro direito, Katniss só conseguiu comida em algumas partes do primeiro livro com armadilhas, então acho que foi uma boa escolha.
Eu meio que não tenho muito o que falar do Bryan, pra ser sincera. A apresentação dele pareceu o suficiente, mas não teve nada particularmente chamativo ou interessante sobre ela, foram só... golpes de espada. Meio que me lembra a apresentação do Peeta no primeiro livro, que até ele mesmo admitiu que foi meio sem graça, já que ele não fez muito além de jogar uns pesos de um lado pro outro. Acho que o maior diferencial aqui em comparação com o resto das sessões foi que o Bryan não usou bonecos, apesar de ter usado uma arma, ao contrário da maioria.
A Desdemona também não me chamou muita atenção, mas acho que ela pelo menos merece alguns pontos por perseverança. A apresentação dela também foi bem normal, mas acho que os Idealizadores provavelmente não vão considerar ela tão boa assim, já que ela não acertou tantas facas nos alvos. E falando em facas, reler esse capítulo e o outro antes dele me fez perceber quantos tributos usaram facas nas apresentações. Pelo visto vai rolar muita briga na Cornucópia esse ano.
Olha, a sessão do Kriger com certeza foi... alguma coisa. Eu não faço a menor ideia de qual foi a utilidade de uma fogueira, ou de como isso é tão impressionante, ou de como vai ajudar ele na Arena, ou do que ele queria mostrar com isso, mas o que ele com certeza mostrou é que eu tava certa quando disse que ele era meio psicótico. Eu continuo sem achar que o que ele mostrou em termos de habilidade foi impressionante, mas o que ele mostrou em termos de comportamento já é outra história.
E parece que temos mais uma pra lista de quem vai perder pontos por afrontas contra a Capital! Se por um lado eu gostei da ousadia da Anna, por outro ela realmente tá começando a me lembrar mais e mais a Katniss e isso me dá agonia, então eu meio que não sei o que pensar dela no momento. Independente da minha opinião, a sessão dela foi um ótimo jeito de acabar o capítulo – deixou aquela sensação de querer ler mais e tal. Eu pessoalmente quero, porque quero comparar as notas que eu daria pra todo mundo com as notas que os Idealizadores vão dar.
Bom, agora que eu já comentei em quase tudo, acho que só me resta esperar pelo próximo capítulo mesmo, mas vou aproveitar esse comentário aqui pra falar de umas coisinhas extras. A primeira delas é uma dúvida que já tá na minha cabeça faz um tempinho: você disse na época em que voltou do hiatus que tinha 10 capítulos já escritos, parando no que introduz a Arena. Você conseguiu escrever mais além disso, ou a história vai voltar a entrar em hiatus depois que os capítulos terminarem?
A segunda coisinha extra na verdade não tem nada a ver com Stay Alive, eu só queria dizer que li Uma Noite de Halloween umas madrugadas atrás e eu to adorando até agora (mas sou preguiçosa demais pra escrever outro comentário inteiro lá). Meu capítulo preferido até agora foi o do Connor, mas eu fiquei bem curiosa querendo saber como vão ser os da Maisie e do Jon (a história dele vai ser a mesma da Krysta com um ponto de vista diferente ou vai ser outra nada a ver com a dela, já que você disse que cada um teria um arco?). Vou acompanhar por lá também, mesmo que provavelmente não mande comentários ♥
Eu realmente não tenho intenção nenhuma em colocar a história em um hiatus novamente. Aqueles dezessete meses já foram mais do que o suficiente. Pretendo, agora, seguir até o final com a história, e desde que voltei a postar o Stay Alive, já escrevi mais três capítulos. Acho que agora a coisa flui.
Quanto ao Noite de Halloween, fico MUITO feliz que você esteja gostando. E, bem, como a Krysta e o Jon estão juntos, eles vão ser os únicos irmãos que vão ter um capítulo compartilhado, embora vá ser mais pelo ponto de vista da Krysta. Curioso eu receber esse comentário agora, porque eu ACABEI de terminar esse capítulo kk.
Sobre os comentários lá... Veja, eu sou muito grata pelos seus comentários detalhados aqui, e sempre fico muito animada ao ver que você comentou. Caramba, acho que cada comentário seu vale por umas três recomendações, de tão bom que eles são! Assim, eu entendo que deve ser demorado e trabalhoso escrevê-los, por isso compreendo perfeitamente que não queira comentar lá. Mas se puder ao menos escrever um "Legal" ou um "Continua" nos capítulos do Noite de Halloween, eu já ficaria feliz, porque também tem a parte quantitativa da coisa, sabe? Só se você não for se importar, claro.
Agora, ao restante do comentário:
Eu acho tão fácil de prazeroso escrever sobre a Lyre e alguns outros tributos. São fichas que ficaram tão interessantes e detalhadas que é como se eu escrevesse sobre um amigo íntimo. Eu mesma tenho personagens em fics interativas, mas eu nunca ficou algo tão bom. Sinceramente, a Lyre me encanta, e é uma honra para mim que você tenha me confiado uma personagem tão preciosa.
É melhor eu não ficar citando os nomes dos meus personagens favoritos, no entanto kk. Não vou estragar a surpresa da história. Vou tentar ser mais discreta.
O Sanderson é exatamente desse jeito! Assustador por fora, doce por dentro. E essa também foi uma ideia tão boa para um personagem. Ficou quase na ideia de "o melhor dos dois mundos" kk.
Já a Anna... Bem, eu vou ser bem sincera com você, a ficha dela é bem parecida com a Katniss. Estou tentando ressaltar as partes que NÃO são parecidas por esse motivo, mas nem sempre é possível. Bom, pelo menos, tivemos um grand finale! AISHAISAU
Fico muito feliz que você tenha gostado do capítulo e também esteja lendo a outra história. Muito obrigada por ler e comentar, e até a próxima!
Poxa, Snow é um velhinho tão bom, tão querido, tão fofo... Ele nem precisa usar fraldas na hora de dormir. Tem alguém mais responsável que ele? O Matthew colocou trilha sonora na apresentação dele, e foi o único a fazer. Merece nota alta por isso HAUAHAHA. E esse povo que não é o melhor e mesmo assim desafia a Capital? Aaaaafff HAJAHHA A melhor foi a Bonnie, pfvr. Espero que honre o nome da família não-honrada. Percebi que nessa sessão teve gente pior que na sessão anterior. Houve erros nessa, enquanto na outra geral tinha ido suficientemente bem. Espero que todos morram, MUHAHAHA. "Continua, pfvr"
KK É natural que os tributos não vão tão bem no final das sessões, já que eles são de distritos mais pobres e não tiveram o treinamento dos riquinhos engomadinhos.
Giullia, mil perdões por não ter comentado logo, muitas mais por não ter comentado o capítulo anterior.
Eu havia escrito um review imenso, falando sobre cada apresentação de cada tributo, mas por culpa do meu computador que reiniciou sozinho, não pude postá-lo. E creio eu, que se tentasse reescrever o review, ele não sairia bom o suficiente.
Então, em resumo, quero agradecer por você apresentar a apresentação dos meus gêmeos, assim como a do Sanderson perfeitamente. Todas foram bem escritas e articuladas e acredito que seja um mérito mais seu do que meu. Quanto aos outros tributos, tirei algumas conclusões - talvez precipitadas - sobre suas personalidades, mas esses dois capítulos me deram uma boa ideia sobre quem cada um é.
Olá!
Ah, não tem problema. Acontece. Também não é sempre que eu consigo responder 100% dos comentários, então eu não culpo ninguém... Mas fico muito feliz por você estar aqui.
Já aconteceu do meu computador reiniciar sozinho e eu perder capítulo. Aí eu pensei: "Ah, mas o Word salva automaticamente", e adivinha? Não salvou. Acho que foi no Stay Alive mesmo, mas faz tanto tempo. De qualquer forma, eu entendo o sentimento, e é uma grande droga.
Que bom que você gostou da maneira que eu fiz os seus personagens! Porque, vou admitir, sou apaixonada por eles. Eu lembro de quando você ia me enviar a ficha dos gêmeos e disse que ia ser uma só para os dois, e eu fiquei insistindo para serem duas, porque não tinha entendido bem o que você queria fazer. E quando recebi a ficha, eu vi que realmente tinha sido bem melhor do seu jeito kk. Tanto eles quanto o Sanderson são personagens muito originais e divertidos de se escrever sobre.
Muito obrigada por ler e comentar!
Se os meus comentários tão completamente fora de ordem? Sim. Se eu me importo? Não muito, na verdade.
Antes de eu começar a falar de cada uma das sessões e do que eu achei de cada um dos tributos, eu tenho alguns comentários gerais sobre o capítulo: Eu gostei bem mais dessa segunda parte do que do capítulo anterior. Talvez porque eu senti que esse capítulo foi mais real, menos perfeito do que o outro, apesar de fazer sentido que os tributos do anterior sejam mais habilidosos, já que uma boa parte deles são Carreiristas. Não sei, eu só gostei de ver que quase nenhuma apresentação dessa vez foi exatamente como deveria ter sido. Fez eu me sentir mais próxima dos tributos, se isso faz algum sentido.
Eu achei a conversa no começo do capítulo, sobre as afrontas, meio irônica. É engraçado imaginar como as notas que os tributos dependem tanto das crenças e opiniões de quem julga eles – aqui qualquer um que teve coragem de tentar algo contra a Capital, ainda que só de forma simbólica, vai acabar punido; alguns anos mais tarde, a Katniss consegue uma das notas mais altas da história dos Jogos fazendo exatamente a mesma coisa. Não, sério, se o vencedor dos Jogos nessa fic for alguém que fez uma coisa dessas e perdeu um ponto nas notas por causa disso, eu ficaria com muita raiva dela.
Sabe, em relação às sessões, quando eu terminei o capítulo passado e quando eu comecei a ler esse, eu pensei exatamente a mesma coisa nas duas vezes: dois dos personagens que eu mais amo na fic vão aparecer um atrás do outro, esse vai ser um começo de capítulo maravilhoso. E sim, eu acertei, foi um começo de capítulo maravilhoso ♥
Eu amo essa coisa de cantar do Matt, mas eu também meio que fico com medo porque me lembra a coisa de cantar da Rue, e todo mundo sabe como a coisa de cantar da Rue terminou, e eu não quero que a coisa de cantar dele termine do mesmo jeito, apesar de uma morte trágica ainda ser muito melhor do que uma morte no banho de sangue (que é, aliás, uma coisa que eu to muito curiosa pra ver faz um tempo já, porque eu não tenho nenhum chute sobre quem vai morrer logo no começo e eu tenho a impressão de que vai ser uma daquelas surpresas em que você fica sem entender o que aconteceu e tentando processar por sabe-se lá quanto tempo). Mas, deixando a coisa de cantar de lado, acho que foi inteligente da parte dele usar os mini machados. Sendo do 7, é algo com que ele provavelmente é bom, e usar vários machados pequenos em vez de um machado enorme é uma escolha muito melhor no caso dele, já que ele tem 14 anos ainda e provavelmente não o porte físico de um super atleta que consegue levantar um machado enorme e ficar segurando ele por muito tempo.
Como eu previ, a Bonnie também escolheu um machado, e se provou habilidosa com um, embora eu me pergunte o quão bem ela conseguiria repetir o que fez aí com a pessoa que ela quer mutilar se movendo. Isso é um ponto em que eu acho que o Matthew foi melhor do que ela – arremessar machados é uma coisa mais fluida do que só atacar os bonecos, e que eu pessoalmente acho que é mais difícil. Mas, por outro lado, a Bonnie mostrou uma força bruta muito maior, o que deve compensar o fato de que ela atacou vítimas que não podiam reagir.
Sabe, toda vez que eu leio sobre o Logan, toda vez, eu penso que ele é a primeira pessoa que todo mundo pensaria que vai morrer no banho de sangue, que é exatamente o motivo pelo qual eu aposto que ele não vai morrer no banho de sangue. Ia ser uma reviravolta tão engraçada ver ele sobrevivendo por mais tempo, considerando tudo o que ele fez até agora, principalmente depois dessa sessão – isso realmente foi um desastre, e eu me senti tão mal por ele lendo isso, nossa. O coitadinho tá tentando tanto e nunca dá nada certo pra ele, sério, literalmente tudo o que aconteceu com ele até agora foi desastre e eu tenho tanta pena dele por isso.
A parte da Lyre ficou perfeita. Você conseguiu transmitir tudo muito bem, inclusive as coisas que eu não fiz questão de comentar em detalhes, tipo a forma como ela anda ou a aparência dela. O desempenho dela também foi bem como eu tinha imaginado: razoável, mas não maravilhoso como se ela tivesse treinado a vida inteira, só o bastante pra não ser ruim. Eu consegui imaginar a cena toda direitinho, e adorei o jeito como você descreveu a Lyre, todas as partes sobre a beleza delicada dela, porque é exatamente assim que ela é.
E com isso as partes dos meus dois personagens favoritos do capítulo já acabaram e eu sou obrigada a pular direto pra dois personagens que eu não gosto. Isso foi rápido demais.
A apresentação dos gêmeos me leva de novo a um ponto que eu comentei alguns capítulos atrás: eles podem ser muito fortes juntos, mas se algo acontecer na Arena que force os dois a se separarem, então eles se lascaram, porque seria a oportunidade perfeita pra qualquer outro tributo acabar com eles. Até mesmo as habilidades deles se complementam – Soyalia fez uma apresentação baseada em combate e ataque, enquanto o Cornelio mostrou algo se baseando em cura e defesa. Mesmo assim, até eu preciso admitir que eles são, sim, bons no que sabem fazer, apesar de eu ainda achar que eles são confiantes demais em si mesmos. Auto estima não é o suficiente pra fazer eles ganharem, sabe.
A cada capítulo que passa eu começo a gostar mais e mais do Sanderson, o que é preocupante porque quanto mais personagens eu inventar de gostar, mais personagens que eu gosto vão acabar mortos, e eu estou me esforçando aqui pra minimizar os níveis da minha futura dor. Eu to começando a imaginar ele como um cara enorme e super assustador de aparência, mas que na verdade é muito fofo por dentro, e eu tenho um ponto fraco quando se trata de personagens assim. E isso pode soar estranho, mas eu na verdade acho que a apresentação dele foi uma das melhores do capítulo, porque na minha cabeça foi exatamente o tipo de coisa que consegue render alguém uma nota excelente, considerando que até os Idealizadores tiveram que se recuperar da coisa toda.
Sendo bem sincera, eu lembro que na época em que escrevi a ficha da Lyre eu nem lembrei que armadilhas existiam, então me surpreendeu um pouquinho ver tanta gente usando elas nas sessões, mas até que é uma coisa bem esperta pra se fazer. Não só a demonstração, sabe, é algo bom pra se aprender. Se eu me lembro direito, Katniss só conseguiu comida em algumas partes do primeiro livro com armadilhas, então acho que foi uma boa escolha.
Eu meio que não tenho muito o que falar do Bryan, pra ser sincera. A apresentação dele pareceu o suficiente, mas não teve nada particularmente chamativo ou interessante sobre ela, foram só... golpes de espada. Meio que me lembra a apresentação do Peeta no primeiro livro, que até ele mesmo admitiu que foi meio sem graça, já que ele não fez muito além de jogar uns pesos de um lado pro outro. Acho que o maior diferencial aqui em comparação com o resto das sessões foi que o Bryan não usou bonecos, apesar de ter usado uma arma, ao contrário da maioria.
A Desdemona também não me chamou muita atenção, mas acho que ela pelo menos merece alguns pontos por perseverança. A apresentação dela também foi bem normal, mas acho que os Idealizadores provavelmente não vão considerar ela tão boa assim, já que ela não acertou tantas facas nos alvos. E falando em facas, reler esse capítulo e o outro antes dele me fez perceber quantos tributos usaram facas nas apresentações. Pelo visto vai rolar muita briga na Cornucópia esse ano.
Olha, a sessão do Kriger com certeza foi... alguma coisa. Eu não faço a menor ideia de qual foi a utilidade de uma fogueira, ou de como isso é tão impressionante, ou de como vai ajudar ele na Arena, ou do que ele queria mostrar com isso, mas o que ele com certeza mostrou é que eu tava certa quando disse que ele era meio psicótico. Eu continuo sem achar que o que ele mostrou em termos de habilidade foi impressionante, mas o que ele mostrou em termos de comportamento já é outra história.
E parece que temos mais uma pra lista de quem vai perder pontos por afrontas contra a Capital! Se por um lado eu gostei da ousadia da Anna, por outro ela realmente tá começando a me lembrar mais e mais a Katniss e isso me dá agonia, então eu meio que não sei o que pensar dela no momento. Independente da minha opinião, a sessão dela foi um ótimo jeito de acabar o capítulo – deixou aquela sensação de querer ler mais e tal. Eu pessoalmente quero, porque quero comparar as notas que eu daria pra todo mundo com as notas que os Idealizadores vão dar.
Bom, agora que eu já comentei em quase tudo, acho que só me resta esperar pelo próximo capítulo mesmo, mas vou aproveitar esse comentário aqui pra falar de umas coisinhas extras. A primeira delas é uma dúvida que já tá na minha cabeça faz um tempinho: você disse na época em que voltou do hiatus que tinha 10 capítulos já escritos, parando no que introduz a Arena. Você conseguiu escrever mais além disso, ou a história vai voltar a entrar em hiatus depois que os capítulos terminarem?
A segunda coisinha extra na verdade não tem nada a ver com Stay Alive, eu só queria dizer que li Uma Noite de Halloween umas madrugadas atrás e eu to adorando até agora (mas sou preguiçosa demais pra escrever outro comentário inteiro lá). Meu capítulo preferido até agora foi o do Connor, mas eu fiquei bem curiosa querendo saber como vão ser os da Maisie e do Jon (a história dele vai ser a mesma da Krysta com um ponto de vista diferente ou vai ser outra nada a ver com a dela, já que você disse que cada um teria um arco?). Vou acompanhar por lá também, mesmo que provavelmente não mande comentários ♥
Oi, oi!
Primeiro, vou responder as suas dúvidas.
Eu realmente não tenho intenção nenhuma em colocar a história em um hiatus novamente. Aqueles dezessete meses já foram mais do que o suficiente. Pretendo, agora, seguir até o final com a história, e desde que voltei a postar o Stay Alive, já escrevi mais três capítulos. Acho que agora a coisa flui.
Quanto ao Noite de Halloween, fico MUITO feliz que você esteja gostando. E, bem, como a Krysta e o Jon estão juntos, eles vão ser os únicos irmãos que vão ter um capítulo compartilhado, embora vá ser mais pelo ponto de vista da Krysta. Curioso eu receber esse comentário agora, porque eu ACABEI de terminar esse capítulo kk.
Sobre os comentários lá... Veja, eu sou muito grata pelos seus comentários detalhados aqui, e sempre fico muito animada ao ver que você comentou. Caramba, acho que cada comentário seu vale por umas três recomendações, de tão bom que eles são! Assim, eu entendo que deve ser demorado e trabalhoso escrevê-los, por isso compreendo perfeitamente que não queira comentar lá. Mas se puder ao menos escrever um "Legal" ou um "Continua" nos capítulos do Noite de Halloween, eu já ficaria feliz, porque também tem a parte quantitativa da coisa, sabe? Só se você não for se importar, claro.
Agora, ao restante do comentário:
Eu acho tão fácil de prazeroso escrever sobre a Lyre e alguns outros tributos. São fichas que ficaram tão interessantes e detalhadas que é como se eu escrevesse sobre um amigo íntimo. Eu mesma tenho personagens em fics interativas, mas eu nunca ficou algo tão bom. Sinceramente, a Lyre me encanta, e é uma honra para mim que você tenha me confiado uma personagem tão preciosa.
É melhor eu não ficar citando os nomes dos meus personagens favoritos, no entanto kk. Não vou estragar a surpresa da história. Vou tentar ser mais discreta.
O Sanderson é exatamente desse jeito! Assustador por fora, doce por dentro. E essa também foi uma ideia tão boa para um personagem. Ficou quase na ideia de "o melhor dos dois mundos" kk.
Já a Anna... Bem, eu vou ser bem sincera com você, a ficha dela é bem parecida com a Katniss. Estou tentando ressaltar as partes que NÃO são parecidas por esse motivo, mas nem sempre é possível. Bom, pelo menos, tivemos um grand finale! AISHAISAU
Fico muito feliz que você tenha gostado do capítulo e também esteja lendo a outra história. Muito obrigada por ler e comentar, e até a próxima!
Poxa, Snow é um velhinho tão bom, tão querido, tão fofo... Ele nem precisa usar fraldas na hora de dormir. Tem alguém mais responsável que ele?
O Matthew colocou trilha sonora na apresentação dele, e foi o único a fazer. Merece nota alta por isso HAUAHAHA. E esse povo que não é o melhor e mesmo assim desafia a Capital? Aaaaafff HAJAHHA A melhor foi a Bonnie, pfvr. Espero que honre o nome da família não-honrada.
Percebi que nessa sessão teve gente pior que na sessão anterior. Houve erros nessa, enquanto na outra geral tinha ido suficientemente bem. Espero que todos morram, MUHAHAHA.
"Continua, pfvr"
KK É natural que os tributos não vão tão bem no final das sessões, já que eles são de distritos mais pobres e não tiveram o treinamento dos riquinhos engomadinhos.
Muito obrigada por ler e comentar!
Essa Ana foi meio cliche, mas fiquei com do do Cutner ...