Comentários em “A lenda dos amantes do Tempo”: “A autora - Parte II: A mulher que desafiou o Tempo”

Anaysa

E então?! Eu vou fazer greve de comentários, é o jeito. 😔
Tá legal que o capítulo foi lindo, extremamente emocionante e criativo, mas precisava piorar desse tanto a vida do povo antes de melhorar?! Sendo que o pobre do Bernard foi desgraçado praticamente do começo ao fim, com breves pausas para viver seus tórridos e curtos romances. Affz que vida tirana a desse povo.
Estou revoltada e já chorei horrores, se eu tiver uma crise de depressão sinta-se culpada (eu sou dramática assim mesmo, acostume-se).
Agora eu parei para analisar que tipo de final feliz a senhorita vai dá para a Regis, tá com cara de que vai ser sofrido.
Eu queria prestar minhas homenagens por essa personagem maravilhosa que foi a Liz, você realmente construiu brilhantemente a vida e a personalidade dos dois pequenos Bell, mas o resto da família Bell teve uma vidinha desgraçada viu colega. 😒
Apesar de tudo eu ainda tenho esperanças que as lágrimas que derramarei ao ler essa fic serão de alegria, que assim seja. 🙏
Bjs e até a próxima ;*

M
Maysa Cardoso

A lenda dos amantes do tempo – review – capítulo 27

A autora - Parte II: A mulher que desafiou o Tempo

Olha eu aqui de novo!!! Hahaha!

Novamente irei iniciar um review pedindo desculpas pela demora a comentar, mas como eu já havia lhe avisado, realmente quase não tive tempo de ler quem dirá comentar. Senti-me como se fosse uma mentirosa de cara mais lavado no mundo, pois toda vez que dizia: “de hoje não passa; irei ler e logo depois comentarei; não irei demorar;” dentre tantas coisas mais, acontecia algo que me impedia de cumprir o que falei. Quero deixar claro que não sou assim, geralmente cumpro com o que digo, porque para mim a palavra é algo muito importante, se você não cumpre com sua palavra quer dizer não é tão confiável assim, por isso peço que perdoe, de verdade. Agora vamos ao que interessa, minhas impressões sobre o capítulo.

Lembra que no último review eu falei sobre a música que escolheu? Pois bem, desta vez não tinha como ser diferente. Mesmo processo ler a letra, sentir o que ela passa ler o capítulo e novamente voltar a musica vendo como ela se relaciona perfeitamente com esta parte tão importante da história, como cada pedacinho se encaixa da melhor e mais tocante forma possível.

Aquela imagem logo no inicio de tudo foi algo que me chamou bastante atenção, quando eu olhava pra ela era como se estivesse tentando decifrar o que ela queria passar, o que olhar das “pessoas na foto” dizer.

O inicio do capítulo foi um pouquinho diferente do que eu tinha imaginado, mentira, foi completamente diferente, pois as tantas coisas que pensei nem chegaram perto do que você escreveu. Principalmente o novo personagem que se tornou uma pessoa de grande importância na vida de nossa querida Liz.

Querida, onde você consegue arranjar tantas ideias e ter uma imaginação tão bem trabalhada dessa forma? Queria eu ser assim. Mas voltando ao assunto.

Sebastian Bennet... Eis aí um personagem que de certa forma surgiu para equilibrar o ser de Eliza Bell, pois demonstrou-se o oposto do que Liz se tornou, porém trazendo partes da Senhorita Bell as quais nem ela mesma lembrava de ter dentro de si depois de seus quatro anos de idade.

Creio que apresentaste o Brasil de uma belíssima maneira dentro da Narrativa, nada muito chamativo e nem muito grande, apenas coisas simples e comuns que se tornaram lindas paisagens e pontos dentro dessa parte dessa história, ou melhor, da história deles.

Desde a forma que ele a viu pela primeira vez ao seu primeiro contato, foi algo tão tímido e ao mesmo natural, como se fosse realmente força do destino, como se eles tivessem de se encontrar. Mesmo que depois Sebastian tivesse a sensação de não poder vê-la mais, apesar de seu encantamento, ter medo de ser inconveniente.

Sabe uma coisa que também encantou muito, foi que nosso pesquisador ficou de alguma forma preso ao olhar daquela moça. É como se nesse momento eu me identifica-se com ele, já que o que mais me chama atenção é o olhar de alguém, pois é como muitas das vezes aprendemos a conhecer alguém verdadeiramente.

As sensações que ele sentiu... Era como se eu estivesse as sentindo. Isso se tornou tão comum ao desenrolar do capitulo, que para mim foi algum ambíguo, mas já irei lhe explicar o porquê.

Esse capitulo para mim foi algo o que ao mesmo tempo em que parecia algo extraordinário também se tornava algo comum, mas entenda que ao meu ver isso o tornou perfeito. Senti como se fosse eu no lugar de seus personagens.

Segundo encontro entre eles, tudo bem que não foi bem um encontro, foi mais um salvamento, porém com certeza foi o inicio de uma relação que de amizade passou a amor, se posso dizer assim. Eliza apesar de fechada, com Sebastian se permitiu sorrir e viver um pouco, se permitiu descobrir sentimentos que são belos, que podem machucar, mas que também valem à pena viver, acima de tudo ela aprendeu que poderia confiar em mais alguém.

A prova de que ele realmente a mereceu foi ter aceitado essa abertura sem questioná-la de alguma forma que pudesse fazê-la desistir, mostrar que apesar de tudo ele estaria ao seu lado. Sebastian ajudou Eliza a viver o melhor mês de sua vida, mesmo ela apresentando estar um tanto insegura, por achar injusto estar sendo feliz enquanto pai estava sofrendo.

A descoberta feita por Liz foi triste sim, porém mostrou que nada é realmente perfeito e foi uma espécie de empurrão para continuar com sua missão mesmo tendo que lidar com sua nova dor. Foi algo que a fez crescer de alguma forma, e pelo que vejo era necessário, já que em sua vida nada seria fácil. Não vou negar que sofri com a separação deles, mas acalmei meu coração, pois sabia que ainda viria mais coisa pela frente.

O encontro dela com Dorothy foi algo que me deixou completamente surpresa, eu não fazia a mínima ideia de que ela iria fazer uma participação na fanfic, logo que comecei a ler essa parte achei que talvez fosse uma possível volta de Alice, porém quando vi que era a menina do Kansas, posso dizer que meu queixo caiu, principalmente pelo fato de ela ter chegado a falar bastante, mas quando achei que iria citar o nome de Regina e ela esqueceu... Nossa! Nesse momento eu senti a frustração de Liz.

Logo após vimos a interligação da vida de Eliza com a de Anastasia, que também foi algo inesperado, mas que explicou totalmente como elas se conheceram e consequentemente Henry “sabia” quem era ela. Vimos seus medos expostos e uma amizade que ao mesmo tempo era reduzida se tornou uma fonte de companheirismo e acho que posso dizer de confiança também. Prova dessa confiança foi Anastásia ter coragem de dizer a Liz que eram iguais,ter coragem de “enfrenta-la” e fazê-la entender que não devia perder a esperança.

Depois disso ainda vimos a história de Bell se encontrar com outra já bastante conhecida, a de Tarzan, apenas para mostrar a ela que deveria continuar sua busca,que deveria acreditar que ainda veria Regina.

O maior choque foi quando descobriu o caderno de Maise e tudo o que continha nele, aquilo foi mais do que inesperado, foi cortante, pois ela descobriu a horrenda história por trás daquela sempre fria pessoa que era sua antiga governanta, a história de como uma doce garota s e tornou tão fechada e por que não dizer autodestrutiva, essa mesma pessoa que teve grande culpa na partida de Regina também. E desta mesma forma descobriu que Regina era uma verdadeira Rainha e mesmo assim não a julgou.

E agora vamos ao Isaac. Neste capitulo percebemos o quando “doente” esse homem é, e como ele gosta de ser manipulador, o quanto ele gosta de fazer breves torturas psicológicas (ao menos em minha visão). Ele mostrou ter uma espécie de obsessão pelas mulheres da família Bell e ainda mais, ou melhor, justamente por elas terem sido escolhidas autoras, sendo o fato de serem da mesma família algo incrivelmente novo. Ainda vimos a forma como ele apenas fez de Cruella apenas mais um de seus objetos, usando-a com o intuito de se distrair, já que ela se mostrava inocente naquele momento.

O seu encontro inesperado(pelo menos por parte dele) com Eliza foi algo que de alguma forma incrivelmente astuta me surpreendeu, pois eu não imaginei que ela chegaria a se arriscar desse jeito, apesar de saber que ela queria muito encontrar o autor eu não pensei que ela fosse fazer esse tipo de coisa, correr em direção ao perigo iminente.

Ela o seduzir, creio eu, não foi algo tão difícil. Eliza era uma bela mulher e sabia do “poder” que tinha, e o autor apesar de “psicótico”, era bastante negligente com os detalhes, apenas olhava o que lhe interessava, e o que naquele momento era ter aquela mulher misteriosa em sua cama.

O fato de Liz o ter o surpreendido com sua atitude, não muda o fato de ele já ter previamente destruído parte da vida de Regina e por consequência a dela e de seu pai. E mesmo que com sua boa intenção de consertar as coisas, viu que não tinha o que fazer, mas mesmo assim não desistiu e com duas simples frases pode-se dizer que conseguiu mudar pelo menos um terço do que viria pela frente, disso eu tenho quase certeza.

Ao chegar a Storybrooke, podemos sentir seu desespero na tentativa de encontrar a prefeita, no desejo de rever sua querida Regina, a “rainha” de seu pai e acalentadora de seu irmão que mesmo sem ter lembranças dela, sabemos que de certa forma foi feliz.

O mísero segundo que em que a viu, foi algo triste, mas em contraponto emocionante, vê-la mais uma vez, mesmo que totalmente diferente da época em que a conheceu, vê-la vestida de forma mais moderna e de cabelos curtos, para ela ainda era sua Regina. Mas como foi dito, nem a caneta do autor tinha tanto poder para deixar-lhe aproveitar mais um pouco. E com a imagem dela em sua mente voltou para casa e acordou em sua cama pensando em tudo, por fim decidindo, mesmo que lhe doesse, não contar ao seu pai para não causar mais sofrimento.

Aí vem seu reencontro com Sebastian, esse alguém que a fez conhecer novas emoções e se abrir para novos sentimentos. Isso lhe causou um medo tremendo, que podemos dizer que entendemos, pois encarar o passado nunca é fácil, ainda mais uma parte deste passado que a marcou de forma inesquecível.

Sabemos de seu amor, sabemos dos seus sofrimentos, vimos a forma como tudo isso afetou sua vida, sua sobrevivência e por último descobrimos parte de sua nova grande dor, a perda de um filho, fazendo com acredita-se que as mulheres de sua família eram mesmo amaldiçoadas. Pois vê-la conseguir realizar um desejo, apenas para descobrir que não pode durar por muito tempo, foi algo muito duro e tomou grande parte de si, levando o resto de sua vivacidade.

Amor de Sebastian e Eliza passou por algumas provações, porém, podemos dizer que eles conseguiram as superar. Pois Passaram tantos anos sem ao menos se relacionar com alguém, e quando se reencontram, é revelada aa morte uma filha e parte do que viveram, mas mesmo assim demonstram ter confiança um no outro apesar de todas as situações vividas.

Pudemos ver também que na época da gravidez de Eliza, ela chegou a ter apoio do pai, sentiu-se sozinha por vezes, contudo conseguiu seguir adiante com sua vida, sofreu por não ter Sebastian por perto, mas sabia também que de certa forma foi uma escolha sua, mas aprendeu também que devia continuar sendo forte não apenas por si.

Vimos o apoio dado por Sebastian a Liz em um dos momentos mais difíceis de sua vida, quando seu pai estava partindo, ele estava lá a segurando para que não caísse, estava cumprindo sua promessa de não deixá-la sozinha, nunca mais. E a despedida de Eliza com o pai foi algo emocionante e porque não dizer lindo. Já que ao final de tudo sentiu-se mais leve.

Não posso deixar de dizer, as palavras em sua lápide não podiam ser as mais belas dentro deste contexto, e também as mais verdadeiras.

Após ter iniciado e finalizados seu maior projeto enfim acordou para a vida, logicamente com a ajuda de seu amado, casaram-se, viajaram, conheceram o mundo, aproveitaram bem sua vida, mas só descobriram a grande e verdadeira felicidade após salvar Anahita e torna-la sua querida filha, que em minha visão se tornou sua princesinha.

Após tantos anos de sofrimento, busca, obstáculos, e crescimento, pudemos sentir o que Eliza sentiu, orgulho por ser uma sobrevivente, por ter criado uma linda moça, e por ter vivido e ter tido a oportunidade de contar uma grande história. Então por isso quando sua hora chegou ela aceitou de bom grado, feliz por ter cumprido sua missão da melhor forma possível.

Acho que não preciso dizer mais nada né. Mas só pra deixar mais claro: eu realmente amei o capitulo, emocionei-me ,sofri ,chorei ,senti alegria e todos os sentimentos que poderiam expostos. Sei que falei bastante, mas espero que entenda tudo que quis passar aqui.

Sinto-me privilegiada por ver sua grande dedicação a esta bela fanfic. Do fundo do meu coração muito obrigada, mesmo.

Bjs. Mwah!!!

ps: perdoe-me se tiver algum erro. rs