Não sei como dizer, mas achei essa morte muito fora do contexto. Há alguns capítulos atrás você matou Zigzagoon e eu gostei, achei que ficou legal na história, mas outro Pokémon já morreu e eu senti falta de Himiko e o resto do time ficarem abalados.
Claro que teve um pouco de tristeza nesse capítulo, mas achei que não foi o bastante. Faltou um pouco mais de realismo, o fato de todos os Pokémon de Himiko terem lidado tão bem com a morte de Poochyena foi muito superficial.
E depois houve mais essa morte do Pokémon de James, que também foi bem irreal, muito exagero. Acho que se você apenas tivesse falado que o Pokémon dele estava na UTI ou algo assim seria melhor.
Eu estou com uma grande dificuldade de decidir se esse é um mundo Pokémon normal, com grandes laços entre treinador e Pokémon, ou um mundo em que ninguém se importa realmente com pokémons, você tem que escolher entre um caminho ou outro, ou talvez deixar esses mundos coexistirem.
Fora isso, ótimo capítulo. Eu nunca havia imaginado que uma igreja pudesse existir no universo de Pokémon, e a cena em que Himiko põe a PokéBola de Poochyena no altar foi bem pensada.
O que mais gostei: Eu gostei de como a relação de Himiko com James está sendo elaborada.
Entre dois erros, tive que escolher o menos pior. Se eu fosse mostrar o drama pra cada pokémon que morresse, logo a fic inteira seria um chororô só. Por outro lado, a maneira que eu demonstrei também fica uma coisa desconexa, como você mesma apontou.
Mas eu deixo uma pergunta para você: Não é um pouco estranho os pokémon estarem morrendo tão facilmente? Quer dizer, olhando de fora é fácil perceber que é um nuzlocke (aonde todo pokémon que desmaiar não pode ser usado), mas como isso se aplica no universo da fic?
Enfim, respondendo a pergunta: sim, o foco é que haja laços entre treinador e pokémon (por alguns; há treinadores que não estão nem aí). Mas olhando para Himiko, a morte do Zigzagoon doeu mais por ser aquele "choque de realidade" do que pela perda em si; cedo ou tarde o objetivo dela e a segurança de seus pokémon não poderão coexistir.
Okay, certo, eu realmente demorei bastante pra voltar a comentar aqui, e provavelmente nem teria vindo hoje porque nano, mas aí eu pensei que eu devia aprender a ser responsável com o tio e começar a cumprir o que eu digo. E e disse que vim comentar hoje, então eu vim comentar hoje e o NaNo vai ficar pra depois, oras bolotas u_u
Sesriously though, sdds Himiko. Sdds ver as bodegada toda que ela fez, e especialmente desse capítulo, eu gostei de ter visto ela pelo menos indo pagar o respeito por seus Pokémons... em partes, né, mas isso a gente deixa pra depois. A presença de uma igreja em uma fic de Pokémon também é uma coisa que sério, confesso que nem eu tinha pensado até um tempo atrás, quando tava pesquisando coisas pro capítulo 11 de uma certa fanfic aí ehauehau Se bem que faz bastante sentido ter uma religião em Pokemanz. Eu imagino que Johto/Kanto predomine o budismo/xintoísmo como no japão normal, Sinnoh mais pra cristianismo ou algo do tipo e o resto eu não faço a mínima ideia :v Gosto de pensar tbm que os deuses menores seriam os lendários, caso fossem politeístas
Ahhh, dá até vontade de voltar a escrever e mostrar mais as tretas e T^T
ALSO, JAMES, SEU LIMDS, SABIA QUE TE ADORO? Ele parece ter uma tendência a falar demais caso deixem, mas aí vemos que Himiko tava tipo lol nope, fale de coisas mais legais -q
ALSO AWWWN pokés abraçando ela. Que fofo, gente, Q U E F O F O
AGORA VAMOS PRA COISA QUE EU QUERIA FALAR SOBRE O CAPÍTULO
Eu senti falta de sentimento aqui. Sério, tio, achei que as coisas foram descritas de uma forma um pouquinho seca, e eu confesso que não senti nem um pouquinho de pena da Himiko. Não foi nem porque eu na verdade acho que ela merece e que ela tá muito coisada pro meu gosto, foi mais porque realmente houve uma falta de sentimento ali. Eu vi mais explicações e tu mostrando o que tava acontecendo do que os feelings de fato, aí a narração só soou okay, anda de mais e nada de muito interessante. E eu acho que pelo menos um pouquinho de feels foram precisos ali e no finalzinho também, quando ela estava pensando e de repente frases coisando a mente da Himiko e tal.... Eu quase tive a impressão de que isso teve a ver com a igreja e o fato de Uxie Mesprit e AZELF ♥ estarem ali, mas idk, parece que não... É um palpite -q
Enfim, voltando, acho que ali precisou de um pouquinho de descrição de feelings e do momento de reflexão da Himiko. Se as frases indo na mente dela estiverem indo para onde elas estão, então welp, i don't see much of a problem in it, mas caso contrário, eu ia sugerir mais mostrar e não contar as coisas ali. Só isso só que eu tenho pra dizer sobre, eu acho q
MAS HIMIKO MOLIER O QUE TU VAI FAZER? NÃO, MANO, VAI LUTAR COM AQUELE CARA NÃO QUE VAI DAR MUITA TRETA, SOMENTE NÃO VÁ! não é assim que se vira uma boa pessoa, Himiko. Pensa primeiro, criatura, cê tá preparada? Seus Pokés querem? AHHHHHH (aquele momento em que você só pensa em entrar na história e estrangular certas protagonistas e por um pouco de juízo na cabeça dela, #rç).
ESPERO QUE PRA COMPENSAR, ELA COMECE A APRENDER ALGUMA COISA DA TRETA MALIGNA QUE ISSO AÍ VAI DAR.
*abre gaveta onde guardou o chicote*' E O SENHOR TIO KURONO, ME AGUARDE, porque logo logo eu estarei usando isso aqui pra exigir mais capítulos da umdd. Por enquanto não porque eu preciso acompanhar e né, tô bem atrasadinha q
Mas me aguarde.
Agora tenho que voltar pro nano, though, porque essas fics não vão se mover sem mim. *bota chapéu de doge*' I shall be back soon, though. u_u
*ENCARA HIMIKO*'
Jaa ne o/
O que mais gostei: Aquela tretinha amor ali de cima do vitral, e ele tbm ehauehauehuae Cê qe fez aquela citação/poema/sei lá que é aquilo mas eu gostei pra caramba?
O que acho que pode melhorar: hmmmm eu não sei dizer exatamente, vamos ver se consigo desenvolver ali em embaixo
"Cê qe fez aquela citação/poema/sei lá que é aquilo mas eu gostei pra caramba?" --- sim, faz valer a pena eu ter perdido um tempinho pra pesquisar mais a fundo as origens deles...
"eu devia aprender a ser responsável" --- não só comigo, né? Sei o quanto vc procrastina e...
Chega de enrolar, deixa eu responder logo isso aqui.
Primeiro ponto: existem várias religiões no mundo pokémon, cada uma ligada a um continente. Sempre fiz a ligação do criacionismo com Sinnoh e do xintoísmo com Hoenn, pois são canon (ou quase isso). Kanto tem uma ligação maior com as teorias científicas evolucionistas (vide Mew/Mewtwo), Unova já seria mais ligada à cientologia. Mas uma coisa não anula a outra, visto que a diversidade religiosa também se aplica à vida real, não? Não sei como essas religiões se dão com os pokémon, mas pelo menos os lendários de Sinnoh tem muito a cara de divindades e... epa, desviei o assunto aqui?
Talvez seja melhor mesmo, porque eu parecia tão empolgado com esse capítulo quando escrevi que escorreu uma lágrima do meu rosto quando eu li isso. E uma segunda quando eu reli o capítulo e vi que ele está de fato bugado nessa parte. Vou adicionar isso à lista de coisas pra eu refazer quando tiver um tempo, (que não vai ser tão cedo - eu devia estar estudando pras provas, a próxima é quinta-feira e eu aqui...)
Quer dizer, a ausência de reação da Himiko poderia ser justificada com o "não quero pensar nisso". Mas quando menos você espera, sua cabeça começa a lhe trair, lhe entope de pensamentos no estilo "o que eu estou fazendo com minha vida" e aparece de súbito a coragem pra tomar uma atitude. Não é como se um pokémon tivesse esse tipo de poder e... não, pera!
E claro, tretas incoming. Tente adivinhar o tamanho, se é que eu não já te dei spoiler disso, hahaha.
E trate de deixar esse chicote guardado aí, eu já levei chicotadas o bastante pela outra fic. Mas de qualquer forma, eu gosto quando você aparece pra ler um capítulo nos momentos mais aleatórios e animando um dia podre dos meus.
Oie novamente. Agora só faltam mais vinte capítulos para eu alcançar a fic. Ainda não comentei que acho bem legal o título de cada capítulo ser o nome de um ataque.
Vê o James de volta foi legal, ele apareceu bem pouco até agora, mas gosto dele. O que mais me intrigou no capítulo foi a Roxanne ter sido substituída. A Roxanne é uma das minhas líderes de ginásio preferida, achei legal o fato dela tbm ser uma professora na sua fic, pena que ela está ausente do cargo por algum motivo.
Esse foi um dos meus capítulos preferidos até o momento. Achei tocante a parte da igreja e a Himiko relembrando aquilo que dizeram para ela. Apesar de não saber muitos dos mistérios do passado dela, começo a prevebe de uma forma melhor a essência da personagem. Espero ver ela chutando a bunda desse professor substituto rsrs. Aleas, tenho uma dúvida. O cargo de líder de ginásio acompanha o de professor em todos os ginásios? Ficou meio implícito já que o Normam em teoria tbm teria que ser um prof, mas simplesmente contratou a Ravena para dá aulas no lugar dele.
E pra encerrar o comentário. O Igglybuff foi uma bela aquisição ao time, mesmo não sendo dito muito sobre ele, nem ele aparecendo muito é o pokemon que mais gosto até agora depois do Futa. Der uma morte bem legal pra ele hahaha sou mau mesmo.
"Agora só faltam mais vinte capítulos para eu alcançar a fic. Ainda não comentei que acho bem legal o título de cada capítulo ser o nome de um ataque." — Não precisa ter pressa, eles estarão sempre aqui. Uma pena que nunca mais consegui atualizar com a mesma frequência do início, em especial no semestre passado. E quanto aos nomes dos capítulos, eles vieram um tanto depois, lá pelo capítulo 20...
"O que mais me intrigou no capítulo foi a Roxanne ter sido substituída." — pois bem, segure seus Rapidash que aí tem dente de Buneary. (não consigo parar de usar os nomes de pokémon nas expressões, me segure!) Mas é fato que esse elemento é importante como um todo.
Aleas, tenho uma dúvida. O cargo de líder de ginásio acompanha o de professor em todos os ginásios? — Não necessariamente, tanto que se for perceber existe uma nuance diferente entre as duas escolas. Em Petalburg, o foco são aulas "normais", enquanto a escola de Rustboro é mais específica para treinadores. As condições são um pouco diferentes em outras cidades, ou o fato não é mencionado; apesar disso, gosto do enfoque dado pelos jogos em Unova nesse quesito (em que o trabalho no ginásio é apenas um trabalho paralelo a outras ocupações do líder) e tento fazer nesses moldes.
E sobre o Igglybuff, você é malvado demais! Eu não seria capaz de fazer tanto mal a um bebê. Mas adiantando-lhe um spoiler, ele não fica por muito tempo no time. Você verá quando for a hora.
Vitral da hora, cara. E nossa, como você gosta de matar Pokémon. Até quem não tem nada a ver com a Himiko tem seu poke morto, e por um louco ainda.
Começar a puxar sua orelha para ser menos cruel >->
Fora Futa ter se mostrado bastante insensível, E É UM POKÉMON SENTIMENTO. Sei lá, parece que você nunca ficou triste de verdade para interpretar em seus personagens.
Enfim, continuar lendo para ver se melhora. Desejar não faz mal.
Hã? Oi? Eu, gostar de matar pokémon? Me desculpe, mas não gosto. Certas coisas são a plot quem pede, e eu fui obrigado a fazer isso... De outra forma, eu não conseguiria arrastar a Himiko para o ginásio com ela tão despreparada (isso é importante, como você já deve ter visto).
E eu estou evitando até descrever as motes justamente para ser menos cruel...
Quanto ao Futa... (espera, deixa eu reler esse capítulo...) okay, imagino que esteja falando dos anteriores... bem, eu tenho certeza que se ele fosse um Ralts puro-sangue ele teria lidado melhor com a situação, mas ele percebeu que a Himiko estava fora de si e tentou controlá-la como bem entendeu. Claro que deu errado por n motivos...
Mas sobre estar triste de verdade... como diria o Bruce Banner: "Esse é o meu segredo, capitão. Eu estou sempre triste." O que eu sinto dificuldade, talvez, seja em dosar isso.
E sobre melhorar, é tipo quimioterapia: vai piorar antes de melhorar. Me desculpe.
Agora que Himiko está aprendendo, aos trancos e barrancos que vida de treinador não é fácil. Mas realmente fatalidades com os Pokémon sempre é um evento bem pesado, já que isso pesa na consciência da treinadora! O bom dos Nuzlockes é que mostram, literalmente que treinadores tem que lidar com vidas em suas mãos.
Oi Petra, tudo bem? Comigo tudo ótimo (exceto a preguiça de escrever, haha)
Sim, a vida de treinador não é fácil. Infelizmente ela está aprendendo isso do jeito mais difícil, que é com as mortes. E claro que isso mexe com o psicológico da pessoa, ainda mais quando já sabemos se tratar de alguém inseguro como ela... isso tem tudo pra dar errado!
Ah, e quanto a referência, acabei de notar que o link da imagem que eu coloquei estava fora do ar; já editei lá no capítulo!
Olá! Demorei pra aparecer mas aqui estou eu de volta para continuar acompanhando essa história e lógico, deixar meu comentário!
Bom, vamos lá..primeiro...mais uma morte. Sério, to mega triste pelo Poochyena...e ao mesmo tempo me levantou uma baita dúvida do trágico karma que ronda a Himiko: todo pokémon que ela captura é para, em seguida, ela perder um que já tem. Isso é um fardo bem pesado para qualquer pessoa carregar e por um momento começo a duvidar sobre a verdadeira razão de ser do Futa. Até que ponto ele realmente´e sincero com a Himiko, até que ponto ele realmente sabe das coisas que ela sequer imagina, e até que ponto ele é realmente confiável? Não digo que ele seja um pokémon com más intenções, mas assim como a personagem Yunmo Gasai de Mirai Nikki, ele pode ter sentimentos sinceros mas suas atitudes e ações acabam sendo erradas u duvidosas para os outros. (não sei se conhece Mirai Nikki mas se conhecer acho que dá pra entender mais ou menos o meu pensamento hehehe).
Agora, achei muito interessante você dizer que as pokébolas ficam cinzas quando o pokémon morre. Isso é canônico ou você que desenvolveu? Achei bem interessante. Ainda mais quando isso foi mostrado que um professor literalmente matou o pokémon de um aluno @_@ Sinto que agora, realmente, temos o lado dark e mais adulto da trama realmente chegando.
O poema no mausoléu, achei interessante e bem feito. Na hora me lembrou de Mesprit, Uxie e Azelf. Mas creio que seja coisa da minha cabeça (ou não heheh)
Agora, parece que Himiko decidiu se tornar uma espécie de justiceira e lutar contra aqueles que estão agindo de forma errada. Talvez como uma forma de ela expiar os crimes que ela acha que tenha cometido (como a morte de seus pokémon, que não foi culpa dela diretamente).
Enfim, logo irei pro próximo capítulo e só posso dizer que esse capítulo parece que terminou rapido demais (ou será que eu devorei ele na leitura?).
Demorei a vir responder também, mas parte do motivo é que eu não soube o que responder ao seu comentário... Mas vamos por partes.
Primeiro, se eu estivesse escrevendo essa história hoje, talvez eu não colocasse a morte do Poochyena aí, ou a faria de um modo completamente diferente. Tudo bem que foi um acontecimento necessário para o desenvolvimento dos personagens, mas a impressão que tenho é que esse fato não se encaixou tão bem. Temos a Himiko, que mais uma vez quebrou-se em pedaços, e temos o Futa, que demonstrou uma reação fria demais com a morte, e que são dois comportamentos que parecem fora de lugar devido às circunstâncias (não necessariamente estão, como você mesma especulou ali, mas não deixou de ficar estranho)
Para completar o pacote, temos que todas as capturas da Himiko até aqui vieram fácil... fácil demais, eu diria. Outra coisa que aparentemente não se encaixa, mas aqui não sei se o erro é meu por não ter deixado claro que há um bom motivo para que os pokémon estejam correndo atrás de treinadores, ou se são os leitores que não estão notando pelas entrelinhas que não era pra ser assim. Hmm...
A parte das pokébolas cinzentas eu desenvolvi, para demonstrar visualmente a questão das mortes. Isso é um assunto que eu nunca vi ser tratado (até mesmo o manga, que é canonicamente mais pesado, não tem mortes permanentes; na única vez quando o pokémon "morto" não aparece capítulos depois como se nada tivesse acontecido teve uma situação Deus Ex Machina que reverteu tudo). Fico me imaginando se/quando irão tratar disso em uma mídia oficial...
Quanto ao poema, ele se refere sim ao trio lendário de Sinnoh (que inclusive coloquei uma imagem ilustrando, mas como é um link no meio do texto acho que o pessoal passa batido). Até porque se Arceus criou o universo como creem os criacionistas; Azelf, Uxie e Mesprit seriam o equivalente de anjos enquanto seres divinos...
E bem, quando a Himiko resolve dar uma de justiceira, já sabemos que vão haver problemas, principalmente com esse jeito dela de arrumar encrenca mesmo sem querer... imagine então quando temos uma confusão pronta só esperando pela chegada dela...
Não sei como dizer, mas achei essa morte muito fora do contexto. Há alguns capítulos atrás você matou Zigzagoon e eu gostei, achei que ficou legal na história, mas outro Pokémon já morreu e eu senti falta de Himiko e o resto do time ficarem abalados.
Claro que teve um pouco de tristeza nesse capítulo, mas achei que não foi o bastante. Faltou um pouco mais de realismo, o fato de todos os Pokémon de Himiko terem lidado tão bem com a morte de Poochyena foi muito superficial.
E depois houve mais essa morte do Pokémon de James, que também foi bem irreal, muito exagero. Acho que se você apenas tivesse falado que o Pokémon dele estava na UTI ou algo assim seria melhor.
Eu estou com uma grande dificuldade de decidir se esse é um mundo Pokémon normal, com grandes laços entre treinador e Pokémon, ou um mundo em que ninguém se importa realmente com pokémons, você tem que escolher entre um caminho ou outro, ou talvez deixar esses mundos coexistirem.
Fora isso, ótimo capítulo. Eu nunca havia imaginado que uma igreja pudesse existir no universo de Pokémon, e a cena em que Himiko põe a PokéBola de Poochyena no altar foi bem pensada.
O que mais gostei: Eu gostei de como a relação de Himiko com James está sendo elaborada.
Entre dois erros, tive que escolher o menos pior. Se eu fosse mostrar o drama pra cada pokémon que morresse, logo a fic inteira seria um chororô só. Por outro lado, a maneira que eu demonstrei também fica uma coisa desconexa, como você mesma apontou.
Mas eu deixo uma pergunta para você: Não é um pouco estranho os pokémon estarem morrendo tão facilmente? Quer dizer, olhando de fora é fácil perceber que é um nuzlocke (aonde todo pokémon que desmaiar não pode ser usado), mas como isso se aplica no universo da fic?
Enfim, respondendo a pergunta: sim, o foco é que haja laços entre treinador e pokémon (por alguns; há treinadores que não estão nem aí). Mas olhando para Himiko, a morte do Zigzagoon doeu mais por ser aquele "choque de realidade" do que pela perda em si; cedo ou tarde o objetivo dela e a segurança de seus pokémon não poderão coexistir.
OPA, HIMIKO, HÁ QUANTO TEMPO!
Okay, certo, eu realmente demorei bastante pra voltar a comentar aqui, e provavelmente nem teria vindo hoje porque nano, mas aí eu pensei que eu devia aprender a ser responsável com o tio e começar a cumprir o que eu digo. E e disse que vim comentar hoje, então eu vim comentar hoje e o NaNo vai ficar pra depois, oras bolotas u_u
Sesriously though, sdds Himiko. Sdds ver as bodegada toda que ela fez, e especialmente desse capítulo, eu gostei de ter visto ela pelo menos indo pagar o respeito por seus Pokémons... em partes, né, mas isso a gente deixa pra depois. A presença de uma igreja em uma fic de Pokémon também é uma coisa que sério, confesso que nem eu tinha pensado até um tempo atrás, quando tava pesquisando coisas pro capítulo 11 de uma certa fanfic aí ehauehau Se bem que faz bastante sentido ter uma religião em Pokemanz. Eu imagino que Johto/Kanto predomine o budismo/xintoísmo como no japão normal, Sinnoh mais pra cristianismo ou algo do tipo e o resto eu não faço a mínima ideia :v Gosto de pensar tbm que os deuses menores seriam os lendários, caso fossem politeístas
Ahhh, dá até vontade de voltar a escrever e mostrar mais as tretas e T^T
ALSO, JAMES, SEU LIMDS, SABIA QUE TE ADORO? Ele parece ter uma tendência a falar demais caso deixem, mas aí vemos que Himiko tava tipo lol nope, fale de coisas mais legais -q
ALSO AWWWN pokés abraçando ela. Que fofo, gente, Q U E F O F O
AGORA VAMOS PRA COISA QUE EU QUERIA FALAR SOBRE O CAPÍTULO
Eu senti falta de sentimento aqui. Sério, tio, achei que as coisas foram descritas de uma forma um pouquinho seca, e eu confesso que não senti nem um pouquinho de pena da Himiko. Não foi nem porque eu na verdade acho que ela merece e que ela tá muito coisada pro meu gosto, foi mais porque realmente houve uma falta de sentimento ali. Eu vi mais explicações e tu mostrando o que tava acontecendo do que os feelings de fato, aí a narração só soou okay, anda de mais e nada de muito interessante. E eu acho que pelo menos um pouquinho de feels foram precisos ali e no finalzinho também, quando ela estava pensando e de repente frases coisando a mente da Himiko e tal.... Eu quase tive a impressão de que isso teve a ver com a igreja e o fato de Uxie Mesprit e AZELF ♥ estarem ali, mas idk, parece que não... É um palpite -q
Enfim, voltando, acho que ali precisou de um pouquinho de descrição de feelings e do momento de reflexão da Himiko. Se as frases indo na mente dela estiverem indo para onde elas estão, então welp, i don't see much of a problem in it, mas caso contrário, eu ia sugerir mais mostrar e não contar as coisas ali. Só isso só que eu tenho pra dizer sobre, eu acho q
MAS HIMIKO MOLIER O QUE TU VAI FAZER? NÃO, MANO, VAI LUTAR COM AQUELE CARA NÃO QUE VAI DAR MUITA TRETA, SOMENTE NÃO VÁ! não é assim que se vira uma boa pessoa, Himiko. Pensa primeiro, criatura, cê tá preparada? Seus Pokés querem? AHHHHHH (aquele momento em que você só pensa em entrar na história e estrangular certas protagonistas e por um pouco de juízo na cabeça dela, #rç).
ESPERO QUE PRA COMPENSAR, ELA COMECE A APRENDER ALGUMA COISA DA TRETA MALIGNA QUE ISSO AÍ VAI DAR.
*abre gaveta onde guardou o chicote*' E O SENHOR TIO KURONO, ME AGUARDE, porque logo logo eu estarei usando isso aqui pra exigir mais capítulos da umdd. Por enquanto não porque eu preciso acompanhar e né, tô bem atrasadinha q
Mas me aguarde.
Agora tenho que voltar pro nano, though, porque essas fics não vão se mover sem mim. *bota chapéu de doge*' I shall be back soon, though. u_u
*ENCARA HIMIKO*'
Jaa ne o/
O que mais gostei: Aquela tretinha amor ali de cima do vitral, e ele tbm ehauehauehuae Cê qe fez aquela citação/poema/sei lá que é aquilo mas eu gostei pra caramba?
O que acho que pode melhorar: hmmmm eu não sei dizer exatamente, vamos ver se consigo desenvolver ali em embaixo
"Cê qe fez aquela citação/poema/sei lá que é aquilo mas eu gostei pra caramba?" --- sim, faz valer a pena eu ter perdido um tempinho pra pesquisar mais a fundo as origens deles...
"eu devia aprender a ser responsável" --- não só comigo, né? Sei o quanto vc procrastina e...
Chega de enrolar, deixa eu responder logo isso aqui.
Primeiro ponto: existem várias religiões no mundo pokémon, cada uma ligada a um continente. Sempre fiz a ligação do criacionismo com Sinnoh e do xintoísmo com Hoenn, pois são canon (ou quase isso). Kanto tem uma ligação maior com as teorias científicas evolucionistas (vide Mew/Mewtwo), Unova já seria mais ligada à cientologia. Mas uma coisa não anula a outra, visto que a diversidade religiosa também se aplica à vida real, não? Não sei como essas religiões se dão com os pokémon, mas pelo menos os lendários de Sinnoh tem muito a cara de divindades e... epa, desviei o assunto aqui?
Talvez seja melhor mesmo, porque eu parecia tão empolgado com esse capítulo quando escrevi que escorreu uma lágrima do meu rosto quando eu li isso. E uma segunda quando eu reli o capítulo e vi que ele está de fato bugado nessa parte. Vou adicionar isso à lista de coisas pra eu refazer quando tiver um tempo, (que não vai ser tão cedo - eu devia estar estudando pras provas, a próxima é quinta-feira e eu aqui...)
Quer dizer, a ausência de reação da Himiko poderia ser justificada com o "não quero pensar nisso". Mas quando menos você espera, sua cabeça começa a lhe trair, lhe entope de pensamentos no estilo "o que eu estou fazendo com minha vida" e aparece de súbito a coragem pra tomar uma atitude. Não é como se um pokémon tivesse esse tipo de poder e... não, pera!
E claro, tretas incoming. Tente adivinhar o tamanho, se é que eu não já te dei spoiler disso, hahaha.
E trate de deixar esse chicote guardado aí, eu já levei chicotadas o bastante pela outra fic. Mas de qualquer forma, eu gosto quando você aparece pra ler um capítulo nos momentos mais aleatórios e animando um dia podre dos meus.
;-* do Kurono
Oie novamente. Agora só faltam mais vinte capítulos para eu alcançar a fic. Ainda não comentei que acho bem legal o título de cada capítulo ser o nome de um ataque.
Vê o James de volta foi legal, ele apareceu bem pouco até agora, mas gosto dele. O que mais me intrigou no capítulo foi a Roxanne ter sido substituída. A Roxanne é uma das minhas líderes de ginásio preferida, achei legal o fato dela tbm ser uma professora na sua fic, pena que ela está ausente do cargo por algum motivo.
Esse foi um dos meus capítulos preferidos até o momento. Achei tocante a parte da igreja e a Himiko relembrando aquilo que dizeram para ela. Apesar de não saber muitos dos mistérios do passado dela, começo a prevebe de uma forma melhor a essência da personagem. Espero ver ela chutando a bunda desse professor substituto rsrs. Aleas, tenho uma dúvida. O cargo de líder de ginásio acompanha o de professor em todos os ginásios? Ficou meio implícito já que o Normam em teoria tbm teria que ser um prof, mas simplesmente contratou a Ravena para dá aulas no lugar dele.
E pra encerrar o comentário. O Igglybuff foi uma bela aquisição ao time, mesmo não sendo dito muito sobre ele, nem ele aparecendo muito é o pokemon que mais gosto até agora depois do Futa. Der uma morte bem legal pra ele hahaha sou mau mesmo.
"Agora só faltam mais vinte capítulos para eu alcançar a fic. Ainda não comentei que acho bem legal o título de cada capítulo ser o nome de um ataque." — Não precisa ter pressa, eles estarão sempre aqui. Uma pena que nunca mais consegui atualizar com a mesma frequência do início, em especial no semestre passado. E quanto aos nomes dos capítulos, eles vieram um tanto depois, lá pelo capítulo 20...
"O que mais me intrigou no capítulo foi a Roxanne ter sido substituída." — pois bem, segure seus Rapidash que aí tem dente de Buneary. (não consigo parar de usar os nomes de pokémon nas expressões, me segure!) Mas é fato que esse elemento é importante como um todo.
Aleas, tenho uma dúvida. O cargo de líder de ginásio acompanha o de professor em todos os ginásios? — Não necessariamente, tanto que se for perceber existe uma nuance diferente entre as duas escolas. Em Petalburg, o foco são aulas "normais", enquanto a escola de Rustboro é mais específica para treinadores. As condições são um pouco diferentes em outras cidades, ou o fato não é mencionado; apesar disso, gosto do enfoque dado pelos jogos em Unova nesse quesito (em que o trabalho no ginásio é apenas um trabalho paralelo a outras ocupações do líder) e tento fazer nesses moldes.
E sobre o Igglybuff, você é malvado demais! Eu não seria capaz de fazer tanto mal a um bebê. Mas adiantando-lhe um spoiler, ele não fica por muito tempo no time. Você verá quando for a hora.
;-O do Kurono
Vitral da hora, cara. E nossa, como você gosta de matar Pokémon. Até quem não tem nada a ver com a Himiko tem seu poke morto, e por um louco ainda.
Começar a puxar sua orelha para ser menos cruel >->
Fora Futa ter se mostrado bastante insensível, E É UM POKÉMON SENTIMENTO. Sei lá, parece que você nunca ficou triste de verdade para interpretar em seus personagens.
Enfim, continuar lendo para ver se melhora. Desejar não faz mal.
Hã? Oi? Eu, gostar de matar pokémon? Me desculpe, mas não gosto. Certas coisas são a plot quem pede, e eu fui obrigado a fazer isso... De outra forma, eu não conseguiria arrastar a Himiko para o ginásio com ela tão despreparada (isso é importante, como você já deve ter visto).
E eu estou evitando até descrever as motes justamente para ser menos cruel...
Quanto ao Futa... (espera, deixa eu reler esse capítulo...) okay, imagino que esteja falando dos anteriores... bem, eu tenho certeza que se ele fosse um Ralts puro-sangue ele teria lidado melhor com a situação, mas ele percebeu que a Himiko estava fora de si e tentou controlá-la como bem entendeu. Claro que deu errado por n motivos...
Mas sobre estar triste de verdade... como diria o Bruce Banner: "Esse é o meu segredo, capitão. Eu estou sempre triste." O que eu sinto dificuldade, talvez, seja em dosar isso.
E sobre melhorar, é tipo quimioterapia: vai piorar antes de melhorar. Me desculpe.
[ ]'s do Leon
Oi Leon! Como vai!
Agora que Himiko está aprendendo, aos trancos e barrancos que vida de treinador não é fácil. Mas realmente fatalidades com os Pokémon sempre é um evento bem pesado, já que isso pesa na consciência da treinadora! O bom dos Nuzlockes é que mostram, literalmente que treinadores tem que lidar com vidas em suas mãos.
Também gostei da referência aos trios do lago!
Então valeu!
Oi Petra, tudo bem? Comigo tudo ótimo (exceto a preguiça de escrever, haha)
Sim, a vida de treinador não é fácil. Infelizmente ela está aprendendo isso do jeito mais difícil, que é com as mortes. E claro que isso mexe com o psicológico da pessoa, ainda mais quando já sabemos se tratar de alguém inseguro como ela... isso tem tudo pra dar errado!
Ah, e quanto a referência, acabei de notar que o link da imagem que eu coloquei estava fora do ar; já editei lá no capítulo!
;-* do Leon
Olá!
Demorei pra aparecer mas aqui estou eu de volta para continuar acompanhando essa história e lógico, deixar meu comentário!
Bom, vamos lá..primeiro...mais uma morte. Sério, to mega triste pelo Poochyena...e ao mesmo tempo me levantou uma baita dúvida do trágico karma que ronda a Himiko: todo pokémon que ela captura é para, em seguida, ela perder um que já tem. Isso é um fardo bem pesado para qualquer pessoa carregar e por um momento começo a duvidar sobre a verdadeira razão de ser do Futa. Até que ponto ele realmente´e sincero com a Himiko, até que ponto ele realmente sabe das coisas que ela sequer imagina, e até que ponto ele é realmente confiável? Não digo que ele seja um pokémon com más intenções, mas assim como a personagem Yunmo Gasai de Mirai Nikki, ele pode ter sentimentos sinceros mas suas atitudes e ações acabam sendo erradas u duvidosas para os outros. (não sei se conhece Mirai Nikki mas se conhecer acho que dá pra entender mais ou menos o meu pensamento hehehe).
Agora, achei muito interessante você dizer que as pokébolas ficam cinzas quando o pokémon morre. Isso é canônico ou você que desenvolveu?
Achei bem interessante.
Ainda mais quando isso foi mostrado que um professor literalmente matou o pokémon de um aluno @_@
Sinto que agora, realmente, temos o lado dark e mais adulto da trama realmente chegando.
O poema no mausoléu, achei interessante e bem feito. Na hora me lembrou de Mesprit, Uxie e Azelf. Mas creio que seja coisa da minha cabeça (ou não heheh)
Agora, parece que Himiko decidiu se tornar uma espécie de justiceira e lutar contra aqueles que estão agindo de forma errada. Talvez como uma forma de ela expiar os crimes que ela acha que tenha cometido (como a morte de seus pokémon, que não foi culpa dela diretamente).
Enfim, logo irei pro próximo capítulo e só posso dizer que esse capítulo parece que terminou rapido demais (ou será que eu devorei ele na leitura?).
Bjs
Tsu
Olá!
Demorei a vir responder também, mas parte do motivo é que eu não soube o que responder ao seu comentário... Mas vamos por partes.
Primeiro, se eu estivesse escrevendo essa história hoje, talvez eu não colocasse a morte do Poochyena aí, ou a faria de um modo completamente diferente. Tudo bem que foi um acontecimento necessário para o desenvolvimento dos personagens, mas a impressão que tenho é que esse fato não se encaixou tão bem. Temos a Himiko, que mais uma vez quebrou-se em pedaços, e temos o Futa, que demonstrou uma reação fria demais com a morte, e que são dois comportamentos que parecem fora de lugar devido às circunstâncias (não necessariamente estão, como você mesma especulou ali, mas não deixou de ficar estranho)
Para completar o pacote, temos que todas as capturas da Himiko até aqui vieram fácil... fácil demais, eu diria. Outra coisa que aparentemente não se encaixa, mas aqui não sei se o erro é meu por não ter deixado claro que há um bom motivo para que os pokémon estejam correndo atrás de treinadores, ou se são os leitores que não estão notando pelas entrelinhas que não era pra ser assim. Hmm...
A parte das pokébolas cinzentas eu desenvolvi, para demonstrar visualmente a questão das mortes. Isso é um assunto que eu nunca vi ser tratado (até mesmo o manga, que é canonicamente mais pesado, não tem mortes permanentes; na única vez quando o pokémon "morto" não aparece capítulos depois como se nada tivesse acontecido teve uma situação Deus Ex Machina que reverteu tudo). Fico me imaginando se/quando irão tratar disso em uma mídia oficial...
Quanto ao poema, ele se refere sim ao trio lendário de Sinnoh (que inclusive coloquei uma imagem ilustrando, mas como é um link no meio do texto acho que o pessoal passa batido). Até porque se Arceus criou o universo como creem os criacionistas; Azelf, Uxie e Mesprit seriam o equivalente de anjos enquanto seres divinos...
E bem, quando a Himiko resolve dar uma de justiceira, já sabemos que vão haver problemas, principalmente com esse jeito dela de arrumar encrenca mesmo sem querer... imagine então quando temos uma confusão pronta só esperando pela chegada dela...
Vamos ver aonde isso vai dar...
;-* do Leon