Quando alguém me diz que fez uma songfic, eu sei que a leitura não é tão simples quanto abrir o link e ler. É um tipo de ritual que eu criei sem perceber e que me agrada. Eu ouço a música, depois ouço a musica ao mesmo tempo em que vou lendo a letra com cuidado. E então, eu coloco a música no repeat e vou ler a história, com ela em um volume baixo no fundo.
Eu passei a perceber que uma songfic só é verdadeiramente uma songfic quando ela combina com a música, conversando com ela. Pelo menos para mim. Não há ponto em ler uma songfic sem que ela se encaixe com a música dela. Se não, é só uma história inspirada por uma música (como as minhas ultimas são e eu não chamo de songfic).
E eu adorei a sua. Já gostava da música, e me vi adorando a história no ritmo da música, ouvindo elas conversando. =)
Alem disso, gostei da linguagem que usaste, em segunda pessoa na grande maioria do tempo, apesar de narrar na primeira pessoa.
E gostei do amor aparentemente puro da Gwen. Confesso que fiquei com medo da história tomar um rumo melancólico quando a música tem um tom animado e pra cima, mas mesmo entre suas lágrimas, ela dá um suspiro de alivio, de alegria e liberdade, que é o tom da música.
Também gostei dela ser curta. De não sabermos as respostas às perguntas que a narradora levanta. De sequer sabermos se o relacionamento dará certo. Muitas vezes nada disso importa muito. O sentimento é o mais importante. O sentimento em si, puro e verdadeiro, é mesmo um tipo diferente de perigo.
And a kind of danger that is quite nice to dance to...
Essa sua escrita provocou sentimentos em mim, garota! Eu simplesmente me apaixonei pela Delilah. E você fez tudo isso com pouquíssimos parágrafos.
Essa fanfiction é digna de muito prestígio, por ser tão bem escrita, bem narrada e extremamente tocante. Sério, esse tom misterioso e jeito de poucas palavras me encantou!
Ainda não sei se a Gwen - ótimo nome que você escolheu - está viva ou se, como citado brevemente num dos últimos parágrafos, aquilo foi apenas uma metáfora. Mas se ela realmente se matou, foi um desfecho dramático e meio sádico.
E eu tenho que dizer que iria adorar.
Mas se ela estiver viva, vou imaginar tantas coisas que podem ter acontecido a ela e a Delilah. Se elas viveram esse amor - que até agora parece unilateral -, se foi aceito pela comunidade da qual pertencem, se foram felizes.
Enfim, é isso.
Obrigada por essa fanfiction super agradável!
Beijos brilhantes,
Vic
P
Peixe
Eu... Eu não sei o que falar. De verdade, eu não consigo colocar em palavras como isso foi incrível.
Como isso foi emocionante.
Como isso foi interessante.
Como isso foi romântico.
Como foi e como continua sendo, pois enquanto eu viver eu vou ler de novo, de novo, e de novo, mas mesmo assim nunca vou conseguir expressar a sensação de ler isso.
Parece bobagem, mas eu quase derrubei algumas lágrimas.
Eu acho que títulos e nomes são partes importantes de uma história. Se algum desses elementos não me agradar, dificilmente lerei a fanfic. E juro, quando vi você falando que escreveria uma one-shot Yuri chamada Delilah, ansiei a sua postagem por uma semana. Nunca tinha escutado essa música da Florence, então pensei que a songfic seria sobre aquela "Hey There, Delilah", aquela bem mainstream haha Fiquei meio aliviada quando descobri que não tinha nada a ver com ela. Surpreendi-me com as suas palavras. Talvez porque não lia nada seu há meses (coisa da qual me arrependo). E relações interraciais são meu amorzinho ♥ Li uns comentários que deixaram aqui, todos maravilhosos com vocábulos complexos, e agora estou meio indecisa em te enviar um review tão singelo. Só queria dizer que amei e que você escreve muito bem! Gosto das suas histórias de fantasia (OOdC foi o estopim da febre de sereias e piratas no Nyah, de tão boa que é), mas seria muito bom se postasse mais coisas desse gênero :) X X
Ok, vi você fazendo propaganda dessa história há algumas semanas no grupo e quando finalmente postou, vim ver do que se tratava. Bom, acho que meu review será o único em meio aos elogios que já recebeu e ainda irá receber. Eu me incomodei extremamente com a conjugação em segunda pessoa que você escolheu para a década de 1981. As pessoas não escreviam assim nessa época. Tenho cartas de família da década de 60 e, por mais diferente que sejam de hoje, já ali, a linguagem escrita utilizava o "você" e não o tu. Acabou realmente empacanjdo a leitura, porque não foi condizente. Isso porque você havia afirmado no grupo que essa era uma tentativa de escrever "informalmente" em segunda pessoa. Me desculpe, mas não há nada de informal nesse texto, desde a escolha das palavras até essa coisa da conjugação.
E bem, a oneshot poderia ser singela e agradável, não fosse o vocabulário e conjugações escolhidas, porque a simplicidade dos sentimentos e situação ficaram descompassados. Ficou em mim a impressão de que a linguagem tentou dar um "ar de complexidade" para mascarar aquilo que não era assim tão complexo.
Enfim, é isso, espero que esse review não a chateie, mas fui sincera quanto à minha reação quando li.
Olá! Bem, eu estava esperando receber mais alguns comentários para responder a todos juntos, mas, para me explicar, resolvi responder ao seu agora :) Ahn, eu não sei de onde você é, mas eu sou do RS e, aqui, utilizamos a segunda pessoa (sim, na década de oitenta também era dessa forma). Eu realmente comecei a escrever tentando ser informal, mas não consegui, e por isso o texto não fluiu exatamente como o esperado... Tenho de trabalhar mais nisso. Não tive, em nenhum momento, a intenção de complicar algo simples, mas como disse acima, foi esse o jeito que fluiu de mim para o papel. Eu entendo completamente sua decepção, e lamento que não tenha gostado, mas não me ofendo com seu review. Na verdade, agradeço por opinar tão sinceramente :) É isso, então. Mais uma vez, me desculpe não ter correspondido às suas expectativas.
E como sempre, a moça Holly aparece para nos encantar com suas palavras.
Sério moça, eu sei que te faz muito feliz, mesmo te deixando extremamente encabulada, mas eu ando ficando sem elogios para te dar com todas essas maravilhas que você escreve. HEASUEHAE
Aliás, fiz questão de colocar Delilah para tocar enquanto lia o texto e foi simplesmente perfeito! :3
♪ ♫ ♬ I'm gonna be free and I'm gonna be fine — Maybe not tonight ♬ ♫ ♪
Eu adorei o fato da one se passar nos anos 80, dando mais que razão pra toda essa incerteza e temor que a moça Gwen transmite na carta. Eu sou praticamente uma esponja emocional ambulante, e mais que simpatizo com essas emoções e sentimentos que ela passa. x-x
E só quero pedir pra você escrever um dia sobre o futuro dessas duas e o que rolou; se a Delilah sente o mesmo; se elas ficaram juntas; as lutas que passaram, etc. Quem sabe até adaptar pra ser outra songfic de uma outra música de HBHBHB, olha a dica aí~ -q
Bom, esse review em comparação aos outros que já te mandei saiu xoxo e pobrinho, mas também né, eu preciso de um tempo pra refrescar a cabeça e criar novos elogios, hausheuahse. Mas não deixe minha falta de palavras te fazer achar que eu não amei essa oneshot. E essas palavras finais então, as últimas quatro linhas... meeeeh deeeeeus, que fodaaa! que peso! que significativo!!1!onze!! — migre.me/rsaFc
hoe ;-;
Meus parabéns, moça Holly! :3 Keep up the good work.
Bom, como prometido, aqui estou comentando. Que graça! Achei realmente bastante diferente. Um romance antigo, notado até mesmo aos moldes de escrever. Devo dizer que chegou até mesmo lembrar do livro A Moreninha, devido a tamanha delicadeza em cada linha. O preconceito, as ruas, os risos e escolhas. A música! Realmente achei muito bem escrita a história! De início ao fim! Ao ponto, sem mais nem menos. As declarações de uma então despedida sem exatidão. Ponto de ida ou vinda. Essa carta a Delilah - com certeza está repleta de sentimentos em meio as confusões da vida caótica, o que é visível ao extremo quando há a caracterização dela, do sorriso, a pele, ao modo como se mexe e ainda sim parece não ser atingida pelo mal a fora. Como a sinfonia que persiste em mente e n]ao se pode controlar. Um amor em devaneios de indecisão, mas ainda sim tão certo no coração! Gostei demais! Meus parabéns pelo trabalho! Realmente, uma ótima leitura para esse dia de feriado e a primeira rs Sendo assim, até a próxima, breve, espero!
Querida Holly, que one shot incrível! Fiquei encantada com a doçura das suas palavras, com a maneira que conseguiu desenvolver tão bem um amor tão puro. Fiquei tocada! Obrigada por esse momento de prazer ! ♥
Que linda carta Gwen escreveu ! Me arrepiei toda com tão delicada forma de exprimir os sentimentos . Mas confesso que achei tão curtinha , não deu nem para saciar minha sede de tão lindas palavras . Eu achei toda carta linda Holly :)
Então, primeiramente, como não ler essa one shot com a música Hey There Delilah na sua cabeça, que por sinal eu amo e idolatro.
O nome Delilah, é lindo.
Confesso que já me atraiu ler a fic somente pelo nome, mas confesso também que o facebook deu um belo empurrão.
E como agradeço por esse empurrão. Como agradeço a autora por me proporcionar essa leitura tão doce, tão deliciosa, onde seus olhos deslizam pelas belas palavras, formulando delicadas cenas brevemente abusadas de pés se movimentando naquela pista de dança do bar. O bar onde nasceu o amor de Gwen por Delilah.
Foi nessa história, nessa descrição desse bar, que novos amores de desencadearam. Além do amor de Gwen por Delilah, o meu amor por essa fic, pela autora, que admiro muito pelo enorme trabalho que faz com OODC e com as letras.
As letras, tão bem alinhadas, alinhadas as emoções, alinhadas umas nas outras provocando sensação de satisfação, alegria e compreensão.
Refletimos sobre o mundo atual, sobre o preconceito sobre homossexuais e seus desejos de não precisar se esconder. De não precisar cobrir seus sentimentos pelo lençol dessa sociedade ignorante.
Que as palavras da autora, representadas pelos sentimentos de Gwen, possam iluminar suas escolhas e guiar seus caminhos.
O amor não paga contas, traz felicidade mas não te traz sucesso ou teto para morar.
Sabendo equilibrar as coisas, deveres e direitos, bens materiais e sentimentos, podemos seguir livre nessa vida.
A escritora, tão talentosa, desejo a você Holly, muito sucesso. Uma carreira digna, um destino honrado, uma vida iluminada de amor.
Heil, minha cara Holly! Vim aqui mais uma vez ler mais um miniconto seu. Antes de tudo, preciso dizer que com Dernière Danse você conquistou meu coração, e com Delilah, você ganhou não apenas uma leitura, mas uma fã de suas obras. Eu estou absolutamente impressionada com seu talento, e eu não sei como transcrever a admiração recém-crescida que sinto por você. Então, vamos falar desta maravilhosa oneshot sobre uma música linda da talentosa Florence.
Achei incrível. Em um nível diferente À Dernière Danse (afinal, são gêneros diferentes), mas no mesmo patamar de ser algo belo. Meu vocabulário de adjetivos está se tornando cada vez mais escasso, mas saiba que todos os que dizem que algo é lindo-incrível-maravilhoso, eu os dedico da maneira mais sincera à você. Você é uma autora incrível, e sei que quando começar a ler sua long-fic, minha admiração irá só aumentar.
Eu simplesmente amei essa one, e não sei como transcrever meus sentimentos em palavras. Me perdoe por isso, mas saiba que eu amei de todo o coração.
Com muito carinho,
Alistair.
Beijos!
O que mais gostei:
"O fato, Delilah, é que apaixonar-me por ti [...] pareceu-me como, em público, despir-me: tornar-me vulnerável, sujeita às mais diversas críticas, ao mesmo tempo em que me liberto-me das correntes que, desde t&at
Quando alguém me diz que fez uma songfic, eu sei que a leitura não é tão simples quanto abrir o link e ler. É um tipo de ritual que eu criei sem perceber e que me agrada. Eu ouço a música, depois ouço a musica ao mesmo tempo em que vou lendo a letra com cuidado. E então, eu coloco a música no repeat e vou ler a história, com ela em um volume baixo no fundo.
Eu passei a perceber que uma songfic só é verdadeiramente uma songfic quando ela combina com a música, conversando com ela. Pelo menos para mim. Não há ponto em ler uma songfic sem que ela se encaixe com a música dela. Se não, é só uma história inspirada por uma música (como as minhas ultimas são e eu não chamo de songfic).
E eu adorei a sua. Já gostava da música, e me vi adorando a história no ritmo da música, ouvindo elas conversando. =)
Alem disso, gostei da linguagem que usaste, em segunda pessoa na grande maioria do tempo, apesar de narrar na primeira pessoa.
E gostei do amor aparentemente puro da Gwen. Confesso que fiquei com medo da história tomar um rumo melancólico quando a música tem um tom animado e pra cima, mas mesmo entre suas lágrimas, ela dá um suspiro de alivio, de alegria e liberdade, que é o tom da música.
Também gostei dela ser curta. De não sabermos as respostas às perguntas que a narradora levanta. De sequer sabermos se o relacionamento dará certo. Muitas vezes nada disso importa muito. O sentimento é o mais importante. O sentimento em si, puro e verdadeiro, é mesmo um tipo diferente de perigo.
And a kind of danger that is quite nice to dance to...
Parabéns, de verdade, pela história xD
Beijos
O que mais gostei:
A conversa com a música xD
Talvez eu esteja chorando.
Talvez.
Essa sua escrita provocou sentimentos em mim, garota! Eu simplesmente me apaixonei pela Delilah. E você fez tudo isso com pouquíssimos parágrafos.
Essa fanfiction é digna de muito prestígio, por ser tão bem escrita, bem narrada e extremamente tocante. Sério, esse tom misterioso e jeito de poucas palavras me encantou!
Ainda não sei se a Gwen - ótimo nome que você escolheu - está viva ou se, como citado brevemente num dos últimos parágrafos, aquilo foi apenas uma metáfora. Mas se ela realmente se matou, foi um desfecho dramático e meio sádico.
E eu tenho que dizer que iria adorar.
Mas se ela estiver viva, vou imaginar tantas coisas que podem ter acontecido a ela e a Delilah. Se elas viveram esse amor - que até agora parece unilateral -, se foi aceito pela comunidade da qual pertencem, se foram felizes.
Enfim, é isso.
Obrigada por essa fanfiction super agradável!
Beijos brilhantes,
Vic
Eu... Eu não sei o que falar. De verdade, eu não consigo colocar em palavras como isso foi incrível.
Como isso foi emocionante.
Como isso foi interessante.
Como isso foi romântico.
Como foi e como continua sendo, pois enquanto eu viver eu vou ler de novo, de novo, e de novo, mas mesmo assim nunca vou conseguir expressar a sensação de ler isso.
Parece bobagem, mas eu quase derrubei algumas lágrimas.
Eu acho que títulos e nomes são partes importantes de uma história. Se algum desses elementos não me agradar, dificilmente lerei a fanfic. E juro, quando vi você falando que escreveria uma one-shot Yuri chamada Delilah, ansiei a sua postagem por uma semana.
Nunca tinha escutado essa música da Florence, então pensei que a songfic seria sobre aquela "Hey There, Delilah", aquela bem mainstream haha Fiquei meio aliviada quando descobri que não tinha nada a ver com ela.
Surpreendi-me com as suas palavras. Talvez porque não lia nada seu há meses (coisa da qual me arrependo). E relações interraciais são meu amorzinho ♥
Li uns comentários que deixaram aqui, todos maravilhosos com vocábulos complexos, e agora estou meio indecisa em te enviar um review tão singelo. Só queria dizer que amei e que você escreve muito bem! Gosto das suas histórias de fantasia (OOdC foi o estopim da febre de sereias e piratas no Nyah, de tão boa que é), mas seria muito bom se postasse mais coisas desse gênero :)
X
X
Ok, vi você fazendo propaganda dessa história há algumas semanas no grupo e quando finalmente postou, vim ver do que se tratava. Bom, acho que meu review será o único em meio aos elogios que já recebeu e ainda irá receber. Eu me incomodei extremamente com a conjugação em segunda pessoa que você escolheu para a década de 1981. As pessoas não escreviam assim nessa época. Tenho cartas de família da década de 60 e, por mais diferente que sejam de hoje, já ali, a linguagem escrita utilizava o "você" e não o tu. Acabou realmente empacanjdo a leitura, porque não foi condizente. Isso porque você havia afirmado no grupo que essa era uma tentativa de escrever "informalmente" em segunda pessoa. Me desculpe, mas não há nada de informal nesse texto, desde a escolha das palavras até essa coisa da conjugação.
E bem, a oneshot poderia ser singela e agradável, não fosse o vocabulário e conjugações escolhidas, porque a simplicidade dos sentimentos e situação ficaram descompassados. Ficou em mim a impressão de que a linguagem tentou dar um "ar de complexidade" para mascarar aquilo que não era assim tão complexo.
Enfim, é isso, espero que esse review não a chateie, mas fui sincera quanto à minha reação quando li.
Até.
Olá! Bem, eu estava esperando receber mais alguns comentários para responder a todos juntos, mas, para me explicar, resolvi responder ao seu agora :)
Ahn, eu não sei de onde você é, mas eu sou do RS e, aqui, utilizamos a segunda pessoa (sim, na década de oitenta também era dessa forma). Eu realmente comecei a escrever tentando ser informal, mas não consegui, e por isso o texto não fluiu exatamente como o esperado... Tenho de trabalhar mais nisso.
Não tive, em nenhum momento, a intenção de complicar algo simples, mas como disse acima, foi esse o jeito que fluiu de mim para o papel.
Eu entendo completamente sua decepção, e lamento que não tenha gostado, mas não me ofendo com seu review. Na verdade, agradeço por opinar tão sinceramente :)
É isso, então. Mais uma vez, me desculpe não ter correspondido às suas expectativas.
Beijos
~Holly
E como sempre, a moça Holly aparece para nos encantar com suas palavras.
Sério moça, eu sei que te faz muito feliz, mesmo te deixando extremamente encabulada, mas eu ando ficando sem elogios para te dar com todas essas maravilhas que você escreve. HEASUEHAE
Aliás, fiz questão de colocar Delilah para tocar enquanto lia o texto e foi simplesmente perfeito! :3
♪ ♫ ♬ I'm gonna be free and I'm gonna be fine — Maybe not tonight ♬ ♫ ♪
Eu adorei o fato da one se passar nos anos 80, dando mais que razão pra toda essa incerteza e temor que a moça Gwen transmite na carta. Eu sou praticamente uma esponja emocional ambulante, e mais que simpatizo com essas emoções e sentimentos que ela passa. x-x
E só quero pedir pra você escrever um dia sobre o futuro dessas duas e o que rolou; se a Delilah sente o mesmo; se elas ficaram juntas; as lutas que passaram, etc. Quem sabe até adaptar pra ser outra songfic de uma outra música de HBHBHB, olha a dica aí~ -q
Bom, esse review em comparação aos outros que já te mandei saiu xoxo e pobrinho, mas também né, eu preciso de um tempo pra refrescar a cabeça e criar novos elogios, hausheuahse.
Mas não deixe minha falta de palavras te fazer achar que eu não amei essa oneshot.
E essas palavras finais então, as últimas quatro linhas... meeeeh deeeeeus, que fodaaa! que peso! que significativo!!1!onze!! — migre.me/rsaFc
hoe ;-;
Meus parabéns, moça Holly! :3
Keep up the good work.
~em inglês mesmo pq soa melhor~
Holly, por que faz isso comigo?! Eu estou literalmente aos prantos aqui e ansiando por mais!
Eu nem sei o escrever, sério, só que está perfeito e intenso. Puro e verdadeiro, como uma boa história de romance deve ser. Sos
Boa tarde!
Bom, como prometido, aqui estou comentando. Que graça! Achei realmente bastante diferente. Um romance antigo, notado até mesmo aos moldes de escrever. Devo dizer que chegou até mesmo lembrar do livro A Moreninha, devido a tamanha delicadeza em cada linha. O preconceito, as ruas, os risos e escolhas. A música! Realmente achei muito bem escrita a história! De início ao fim! Ao ponto, sem mais nem menos. As declarações de uma então despedida sem exatidão. Ponto de ida ou vinda. Essa carta a Delilah - com certeza está repleta de sentimentos em meio as confusões da vida caótica, o que é visível ao extremo quando há a caracterização dela, do sorriso, a pele, ao modo como se mexe e ainda sim parece não ser atingida pelo mal a fora. Como a sinfonia que persiste em mente e n]ao se pode controlar. Um amor em devaneios de indecisão, mas ainda sim tão certo no coração! Gostei demais! Meus parabéns pelo trabalho! Realmente, uma ótima leitura para esse dia de feriado e a primeira rs Sendo assim, até a próxima, breve, espero!
Querida Holly, que one shot incrível! Fiquei encantada com a doçura das suas palavras, com a maneira que conseguiu desenvolver tão bem um amor tão puro. Fiquei tocada! Obrigada por esse momento de prazer ! ♥
Que linda carta Gwen escreveu ! Me arrepiei toda com tão delicada forma de exprimir os sentimentos . Mas confesso que achei tão curtinha , não deu nem para saciar minha sede de tão lindas palavras . Eu achei toda carta linda Holly :)
Doces beijinhos ...
Então, primeiramente, como não ler essa one shot com a música Hey There Delilah na sua cabeça, que por sinal eu amo e idolatro.
O nome Delilah, é lindo.
Confesso que já me atraiu ler a fic somente pelo nome, mas confesso também que o facebook deu um belo empurrão.
E como agradeço por esse empurrão. Como agradeço a autora por me proporcionar essa leitura tão doce, tão deliciosa, onde seus olhos deslizam pelas belas palavras, formulando delicadas cenas brevemente abusadas de pés se movimentando naquela pista de dança do bar. O bar onde nasceu o amor de Gwen por Delilah.
Foi nessa história, nessa descrição desse bar, que novos amores de desencadearam. Além do amor de Gwen por Delilah, o meu amor por essa fic, pela autora, que admiro muito pelo enorme trabalho que faz com OODC e com as letras.
As letras, tão bem alinhadas, alinhadas as emoções, alinhadas umas nas outras provocando sensação de satisfação, alegria e compreensão.
Refletimos sobre o mundo atual, sobre o preconceito sobre homossexuais e seus desejos de não precisar se esconder. De não precisar cobrir seus sentimentos pelo lençol dessa sociedade ignorante.
Que as palavras da autora, representadas pelos sentimentos de Gwen, possam iluminar suas escolhas e guiar seus caminhos.
O amor não paga contas, traz felicidade mas não te traz sucesso ou teto para morar.
Sabendo equilibrar as coisas, deveres e direitos, bens materiais e sentimentos, podemos seguir livre nessa vida.
A escritora, tão talentosa, desejo a você Holly, muito sucesso. Uma carreira digna, um destino honrado, uma vida iluminada de amor.
Seja lá que tipo de amor for escolher.
LadyAlice
Heil, minha cara Holly! Vim aqui mais uma vez ler mais um miniconto seu. Antes de tudo, preciso dizer que com Dernière Danse você conquistou meu coração, e com Delilah, você ganhou não apenas uma leitura, mas uma fã de suas obras. Eu estou absolutamente impressionada com seu talento, e eu não sei como transcrever a admiração recém-crescida que sinto por você. Então, vamos falar desta maravilhosa oneshot sobre uma música linda da talentosa Florence.
Achei incrível. Em um nível diferente À Dernière Danse (afinal, são gêneros diferentes), mas no mesmo patamar de ser algo belo. Meu vocabulário de adjetivos está se tornando cada vez mais escasso, mas saiba que todos os que dizem que algo é lindo-incrível-maravilhoso, eu os dedico da maneira mais sincera à você. Você é uma autora incrível, e sei que quando começar a ler sua long-fic, minha admiração irá só aumentar.
Eu simplesmente amei essa one, e não sei como transcrever meus sentimentos em palavras. Me perdoe por isso, mas saiba que eu amei de todo o coração.
Com muito carinho,
Alistair.
Beijos!
O que mais gostei:
"O fato, Delilah, é que apaixonar-me por ti [...] pareceu-me como, em público, despir-me: tornar-me vulnerável, sujeita às mais diversas críticas, ao mesmo tempo em que me liberto-me das correntes que, desde t&at
Uau!