Um sentimento: Caralh*! Porque caralh* é também um sentimento. Flexível de acordo com o momento, e tão amplo que eu não tenho como defini-lo.
Criei várias teorias de como Utopia terminaria. Em nenhuma delas pensei num final onde nenhum dos lados realmente venceria. Desde a primeira palavra desse prólogo, o desespero e ansiedade tomaram conta de mim.
Quando você mencionou que as tragédias são esquecidas eu fiquei me perguntando se talvez esse não seja mesmo o melhor modo de lidar com a vida. Quer dizer, não sei muito bem como falar disso sem parecer fria, mas se ficarmos presos aos acontecimentos passados não viveremos o presente.
Sobre o possível futuro de um Cartman ditador, volto a dizer que poder transforma homens em cuz*es. E isso me lembrou Rex Meus. ♥
Eu adorei a escrita intercalando entre o passado e presente de cada um. Assim como adorei o desespero do Kyle. Tão intenso... Que me fez segurar o choro quando ele se encontrou com o Kenny.
Eu disse que o Stan ia se matar por obsessão. Não foi literalmente, mas minha mente diz que ele não vive mais. Se é que um dia ele soube viver...
Na verdade, acredito que nenhum dos quatro que iniciaram isso tudo voltou a viver. E talvez por isso eu não consegui mais segurar as lágrimas durante a leitura.
Me deixou feliz ver que minha maior preocupação, que era o Christophe, foi o que melhor se saiu dessa situação. Mas, pensando bem, faz sentido, visto que ele já passou por tantas outras merd*s.
É claro que a Rainha de Copas Cyborg não desapareceria tão fácil assim. A comparação que ele fez com Cleópatra me deixou um tantinho feliz por ele estar vivo. Tenho tendência a me apaixonar por personagens megalomaníacos, mas isso é detalhe.
Eu quero te abraçar, mas também quero dar uns tapas por causa desse final.
Mas isso não quer dizer que eu não tenha amado. Todos esses acontecimentos posteriores foram tão próximos do que aconteceria fora da ficção que tornam Utopia mais real do que deveria. haha
Cada capítulo até aqui foi carregado de emoções que me fazem cada vez mais admirar suas obras. Estou um pouco deprimida, tanto por ser o fim quanto pela visão dos meus garotos infelizes. Mas fanfics que me fazem sentir com tanta intensidade são as minhas favoritas. ♥
Eu não tinha parado pra pensar nisso que você disse, mas é muito real, nenhum dos lados venceu. Isso me deixa um pouco triste, mas eu acho que não tinha outro final pra essa história. Tinha que haver algum tipo de consequência real.
Cara, mas é um fato, a gente não consegue viver todos os dias lembrando de desgraça. Nem precisamos pensar em acontecimentos passados, a gente não conseguiria viver se pensasse na quantidade de criança passando fome, na opressão das mulheres no oriente médio, que ainda tem escravidão, etc. Tem tanta merda no mundo que a gente não tem outra escolha, a gente tem que viver sendo ignorante. É importante ter consciência, mas esquecer é uma parte importante de ser feliz também. É horrível, mas é verdade. Eu acho que essa história mexe muito com essas coisas mesmo.
Eu gostei muito da ideia dessa porta aberta pro Cartman ser um próximo ditador. HUAHUAHUA Ele até poderia ter sido o vilão dessa história se for pensar bem, ele caberia pro papel, mas tinha que ser o Gregory. Eu gosto do Cartman do lado dos meninos também. De qualquer forma, eu acho que o Cartman vai é continuar doidão a vida toda, sozinho num casarão que as crianças vão chamar de mal assombrado, vai envelhecer sozinho e psicótico.
Eu comecei a escrever esse capítulo sem saber ao certo se eu faria menções ao passado ou não, mas acho que era muito importante que tivesse, dá muito mais força quando você tem essa memória viva deles, pra poder entender o que eles tão tentando superar. Eu acho que a cena entre o Kyle e o Kenny é uma das minhas preferidas da história inteira.
Sim, eu fiquei tentando imaginar de todas as formas uma vida diferente pro Stan, mas eu não consigo. Acho que derrubar o império do Gregory era a vida do Stan e agora ele não tem absolutamente mais nada. Eu queria dar um fim mais esperançoso pra ele, mas seria forçadíssimo. Não consegui jogar essa luz em nenhum deles, vai demorar tempo demais pra vida deles seguir um rumo e, mesmo assim, sempre vai haver sequela. Awn, você chorou? ♥ EU DOU ABRAÇOS E LENCINHOS
E sim, o Christophe sobreviveria a qualquer coisa, eu me convenci disso. Eu acho que ele seria muito infeliz tentando ter uma vida normal, mas agora ele pode escolher. Isso significa o mundo pra ele. Se é pra morrer, ele preferiria morrer felizão em batalha.
THE QUEEN IS ALIVE!!!!!!!1 UHAHUAUHA Meu, eu super imaginei ele como a Cleópatra. O Gregory tem muito forte nele essa coisa do mundo antigo, dos grandes impérios da humanidade antes da idade média. Eu acho que ele queria voltar a isso, bem aquela coisa de dominar o mundo unificado que Alexandre queria.
Eu gosto de leitor querendo me estapear no final, sempre sinto que eu fiz algo direito ♥ Mas ó, tenha em mente que na verdade eles tão em recuperação de uma coisa muito medonha, não quer dizer que eles vão ser infelizes pra sempre. Eu queria pelo menos jogar essa sensação de que, um dia, as coisas vão ser melhores pra eles. Seus comentários foram muito importantes pra mim durante essa fic inteira, muito obrigada por continuar comigo até o final ♥ ♥ ♥
a
alfinete
A primeira coisa que fiz ao começar esse capítulo foi respirar fundo. E me preparar psicologicamente para qualquer coisa. Eu sabia que podia esperar muita coisa... mas nunca pensei que seria algo como isso. Estou muito feliz de sua lista de mortes ter sido bem menor que a minha (em relação aos personagens centrais eu digo);
Quando comecei a ler... eu tive medo do que me esperava nas linhas seguintes. Eu sabia que iria me emocionar, sabia que mais emoções e cenas incríveis aguardavam para serem imaginadas, mas nunca foi tão difícil para mim imaginar algo, não pela falta de informações, mas sim por saber que seria a última vez que eu imaginaria "Utopia"; fico muito feliz em poder dizer que me senti conectada com essa história. Eu ri, chorei, senti a aflição de cada personagem do início ao fim! Nunca antes eu tinha me apegado tanto a uma história. E esse último capítulo não foi diferente, imagino como deve ter sido difícil mantê-lo em menos de 5mil palavras *riso*.
Enquanto eu lia, as cenas passavam como que em câmera lenta na minha cabeça, igual aqueles filmes de guerra e do nada começa a tocar uma musiquinha lenta e totalmente "deprê-emotiva". Sensação essa ainda mais forte quando li a parte do pouso do avião em terra e o Kyle se encontrando com o Kenny; meus olhos ficaram úmidos aqui, eu levei a mão a boca e quase chorei com o Kyle, enquanto sorria de alívio; e assim, logo me veio na cabeça um vídeo que eu vi de Mass Effect, com a música I'd Come For You, do Nickelback (essa música me lembra um pouco Toupeira/Kyle também); era tantas emoções misturadas que eu nem saberia por qual começar a me expressar: o alívio de ambos; o desespero do Kenny pelo que ele tinha visto de tão perto; eu não sei o que faria no lugar deles, mas eu não me vejo tendo essa fortaleza.
Saber que todos, de alguma forma, ficaram bem, alegra-me; agora é começar de novo. O passado vai estar lá, não há como fugir disso, mas sei que esses carinhas são fortes o bastante para lidar com isso. E se não puderem sozinhos, bem, sempre poderão contar um com o outro.
E, assim, eu concordo com o pensamento dito: mesmo que desprezassem Utopia, ninguém queria que aquilo acontecesse. Sempre pensei dessa forma, acho que sou um tanto sensível com essas coisas (minhas amigas vivem falando que eu sou muito boba), assim, por mais que coisas ruins aconteçam a nós por culpa de alguém, acho que torcer para que o pior aconteça com ela é muito cruel, e cria um karma muito negativo para si mesmo. Claro que queremos que a pessoa pague pelo que fez, mas — no caso de Utopia — ficar satisfeito pela morte de milhares de inocentes para que aquele 1 pague por isso? Não, é muito desumano.
Eu só posso dizer que, vou sentir muita falta dessa fic. Cada capítulo foi uma surpresa diferente, cada cena mais incrível do que a outra; estou muito feliz por ter conhecido personagens tão incríveis, tão humanos! Realmente não tenho palavras para te agradecer por nos presentear com algo tão... magnífico! Parabéns, mil vezes parabéns! Pela história, pelos personagens e fique sabendo que ganhou uma fã aqui! ٩(-̮̮̃•̃)۶
Abraços de ursinho ʕっ•ᴥ•ʔっ sentirei muita saudade de "Utopia";
P.s.: assim, alguma chance de ter uma continuação? (。◕ω◕。) Pois, não vou te enganar não, esse final deixou um gosto de: "quero muito mais". Só de pensar nas maldades que esse Cyborg ainda poderá fazer... nos homens com que o Kyle ainda pode se envolver... ( ͡° ͜ʖ ͡°).... ô tentação! Agora vou ali no SS, pois ainda falta um comentário para meu adeus definitivo a essa obra! (mais uma vantagem de se comentar duas vezes =3 o adeus se prolonga).
Cara, eu tava com TANTO medo de postar o final. É uma responsabilidade tão grande quando tem gente como você, que acompanhou a bagaça com tanto empenho. Eu tinha muito medo de decepcionar, de não fechar o trem à altura pra você. Eu fico arrepiada de ler você falando desse jeito dessa fic porque eu sei tão bem o que é me envolver com uma história e depois sentir um vaziozinho existencial no fim ): Então saber que alguém teve esse sentimento com algo que eu escrevi, eu fico MUITO empolgada mesmo!!!!11
MENINA, VOCÊ NÃO SABE, no final tinha tipo 5.012, eu berrei FUCK e tive que editar umas frases. Tanto que no socialspirit eu postei com as palavras a mais. Ainda tinha coisa que eu queria colocar e precisei cortar, queria um diálogo um pouco maior entre o Kyle e o Gregory, mas eu fiquei satisfeita mesmo assim.
O que eu mais tento na minha vida, ao escrever, é tentar transpor isso da cena com música de fundo. E pode ser qualquer música que o leitor imaginar, não importa, mas eu sempre tento dar essa sequência cinematográfica a histórias, especialmente se for de aventura como essa. A parte do Kenny e do Kyle se encontrando de novo é uma das minhas preferidas na fic inteira, eu enxerguei tudinho no meu cérebro. Eu fico tão feliz que você tenha sentido isso também, é uma cena tão importante pra mim.
Eu queria dar justamente essa sensação de continuidade, como se um capítulo da vida deles tivesse terminado e agora, com toda a dificuldade, com todas as sequelas, eles fossem sobreviver. Claro, eles viveram a vida inteira em Utopia, não conhecem outra coisa, todos têm trauma pra lidar, mas isso faz parte deles, tentar renegar isso só piora.
Eu acredito muito fortemente numa coisa. Por mais que alguém te faça mal, o que a gente mais precisa resistir é que essa pessoa mude quem a gente é, a ponto da gente começar a desejar coisas medonhas. Podem dizer "você é trouxa" quando você não fizer com alguém o que essa pessoa, dentro de uma lógica, "merece". Eu acredito em karma, não é a gente que tem que dar conta dessas coisas de dar o troco em alguém. Se você abre mão da sua própria ética, aí a pessoa te fodeu de vez. Ao mesmo tempo, é lógico que isso não é tão simples e eu acho que eles mais sentem culpa por já ter desejado isso em algum momento. Todo mundo já desejou alguma coisa muito obscura que, no fundo, é óbvio que não era o que a gente queria de verdade.
Muito obrigada, linda, eu acho que eu não teria escrito essa história dessa forma, com esse empenho, se não fosse pelo seu feedback. ♥
Então, eu preciso passar por um período de luto antes. HUAUHA Eu pensei em fazer one-shots da vida deles na terra, do Toupeira aparecendo de novo, enfim. Eu tenho algumas ideias. Talvez role uma long em algum momento, eu realmente não sei, mas quero trabalhar mais com esse universo.
Um sentimento: Caralh*! Porque caralh* é também um sentimento. Flexível de acordo com o momento, e tão amplo que eu não tenho como defini-lo.
Criei várias teorias de como Utopia terminaria. Em nenhuma delas pensei num final onde nenhum dos lados realmente venceria.
Desde a primeira palavra desse prólogo, o desespero e ansiedade tomaram conta de mim.
Quando você mencionou que as tragédias são esquecidas eu fiquei me perguntando se talvez esse não seja mesmo o melhor modo de lidar com a vida. Quer dizer, não sei muito bem como falar disso sem parecer fria, mas se ficarmos presos aos acontecimentos passados não viveremos o presente.
Sobre o possível futuro de um Cartman ditador, volto a dizer que poder transforma homens em cuz*es. E isso me lembrou Rex Meus. ♥
Eu adorei a escrita intercalando entre o passado e presente de cada um. Assim como adorei o desespero do Kyle. Tão intenso... Que me fez segurar o choro quando ele se encontrou com o Kenny.
Eu disse que o Stan ia se matar por obsessão. Não foi literalmente, mas minha mente diz que ele não vive mais. Se é que um dia ele soube viver...
Na verdade, acredito que nenhum dos quatro que iniciaram isso tudo voltou a viver. E talvez por isso eu não consegui mais segurar as lágrimas durante a leitura.
Me deixou feliz ver que minha maior preocupação, que era o Christophe, foi o que melhor se saiu dessa situação. Mas, pensando bem, faz sentido, visto que ele já passou por tantas outras merd*s.
É claro que a Rainha de Copas Cyborg não desapareceria tão fácil assim. A comparação que ele fez com Cleópatra me deixou um tantinho feliz por ele estar vivo. Tenho tendência a me apaixonar por personagens megalomaníacos, mas isso é detalhe.
Eu quero te abraçar, mas também quero dar uns tapas por causa desse final.
Mas isso não quer dizer que eu não tenha amado. Todos esses acontecimentos posteriores foram tão próximos do que aconteceria fora da ficção que tornam Utopia mais real do que deveria. haha
Cada capítulo até aqui foi carregado de emoções que me fazem cada vez mais admirar suas obras. Estou um pouco deprimida, tanto por ser o fim quanto pela visão dos meus garotos infelizes. Mas fanfics que me fazem sentir com tanta intensidade são as minhas favoritas. ♥
Parabéns! Foi um prazer te acompanhar até aqui. ♥
Eu não tinha parado pra pensar nisso que você disse, mas é muito real, nenhum dos lados venceu. Isso me deixa um pouco triste, mas eu acho que não tinha outro final pra essa história. Tinha que haver algum tipo de consequência real.
Cara, mas é um fato, a gente não consegue viver todos os dias lembrando de desgraça. Nem precisamos pensar em acontecimentos passados, a gente não conseguiria viver se pensasse na quantidade de criança passando fome, na opressão das mulheres no oriente médio, que ainda tem escravidão, etc. Tem tanta merda no mundo que a gente não tem outra escolha, a gente tem que viver sendo ignorante. É importante ter consciência, mas esquecer é uma parte importante de ser feliz também. É horrível, mas é verdade. Eu acho que essa história mexe muito com essas coisas mesmo.
Eu gostei muito da ideia dessa porta aberta pro Cartman ser um próximo ditador. HUAHUAHUA Ele até poderia ter sido o vilão dessa história se for pensar bem, ele caberia pro papel, mas tinha que ser o Gregory. Eu gosto do Cartman do lado dos meninos também. De qualquer forma, eu acho que o Cartman vai é continuar doidão a vida toda, sozinho num casarão que as crianças vão chamar de mal assombrado, vai envelhecer sozinho e psicótico.
Eu comecei a escrever esse capítulo sem saber ao certo se eu faria menções ao passado ou não, mas acho que era muito importante que tivesse, dá muito mais força quando você tem essa memória viva deles, pra poder entender o que eles tão tentando superar. Eu acho que a cena entre o Kyle e o Kenny é uma das minhas preferidas da história inteira.
Sim, eu fiquei tentando imaginar de todas as formas uma vida diferente pro Stan, mas eu não consigo. Acho que derrubar o império do Gregory era a vida do Stan e agora ele não tem absolutamente mais nada. Eu queria dar um fim mais esperançoso pra ele, mas seria forçadíssimo. Não consegui jogar essa luz em nenhum deles, vai demorar tempo demais pra vida deles seguir um rumo e, mesmo assim, sempre vai haver sequela. Awn, você chorou? ♥ EU DOU ABRAÇOS E LENCINHOS
E sim, o Christophe sobreviveria a qualquer coisa, eu me convenci disso. Eu acho que ele seria muito infeliz tentando ter uma vida normal, mas agora ele pode escolher. Isso significa o mundo pra ele. Se é pra morrer, ele preferiria morrer felizão em batalha.
THE QUEEN IS ALIVE!!!!!!!1 UHAHUAUHA Meu, eu super imaginei ele como a Cleópatra. O Gregory tem muito forte nele essa coisa do mundo antigo, dos grandes impérios da humanidade antes da idade média. Eu acho que ele queria voltar a isso, bem aquela coisa de dominar o mundo unificado que Alexandre queria.
Eu gosto de leitor querendo me estapear no final, sempre sinto que eu fiz algo direito ♥ Mas ó, tenha em mente que na verdade eles tão em recuperação de uma coisa muito medonha, não quer dizer que eles vão ser infelizes pra sempre. Eu queria pelo menos jogar essa sensação de que, um dia, as coisas vão ser melhores pra eles. Seus comentários foram muito importantes pra mim durante essa fic inteira, muito obrigada por continuar comigo até o final ♥ ♥ ♥
A primeira coisa que fiz ao começar esse capítulo foi respirar fundo. E me preparar psicologicamente para qualquer coisa. Eu sabia que podia esperar muita coisa... mas nunca pensei que seria algo como isso. Estou muito feliz de sua lista de mortes ter sido bem menor que a minha (em relação aos personagens centrais eu digo);
Quando comecei a ler... eu tive medo do que me esperava nas linhas seguintes. Eu sabia que iria me emocionar, sabia que mais emoções e cenas incríveis aguardavam para serem imaginadas, mas nunca foi tão difícil para mim imaginar algo, não pela falta de informações, mas sim por saber que seria a última vez que eu imaginaria "Utopia"; fico muito feliz em poder dizer que me senti conectada com essa história. Eu ri, chorei, senti a aflição de cada personagem do início ao fim! Nunca antes eu tinha me apegado tanto a uma história. E esse último capítulo não foi diferente, imagino como deve ter sido difícil mantê-lo em menos de 5mil palavras *riso*.
Enquanto eu lia, as cenas passavam como que em câmera lenta na minha cabeça, igual aqueles filmes de guerra e do nada começa a tocar uma musiquinha lenta e totalmente "deprê-emotiva". Sensação essa ainda mais forte quando li a parte do pouso do avião em terra e o Kyle se encontrando com o Kenny; meus olhos ficaram úmidos aqui, eu levei a mão a boca e quase chorei com o Kyle, enquanto sorria de alívio; e assim, logo me veio na cabeça um vídeo que eu vi de Mass Effect, com a música I'd Come For You, do Nickelback (essa música me lembra um pouco Toupeira/Kyle também); era tantas emoções misturadas que eu nem saberia por qual começar a me expressar: o alívio de ambos; o desespero do Kenny pelo que ele tinha visto de tão perto; eu não sei o que faria no lugar deles, mas eu não me vejo tendo essa fortaleza.
Saber que todos, de alguma forma, ficaram bem, alegra-me; agora é começar de novo. O passado vai estar lá, não há como fugir disso, mas sei que esses carinhas são fortes o bastante para lidar com isso. E se não puderem sozinhos, bem, sempre poderão contar um com o outro.
E, assim, eu concordo com o pensamento dito: mesmo que desprezassem Utopia, ninguém queria que aquilo acontecesse. Sempre pensei dessa forma, acho que sou um tanto sensível com essas coisas (minhas amigas vivem falando que eu sou muito boba), assim, por mais que coisas ruins aconteçam a nós por culpa de alguém, acho que torcer para que o pior aconteça com ela é muito cruel, e cria um karma muito negativo para si mesmo. Claro que queremos que a pessoa pague pelo que fez, mas — no caso de Utopia — ficar satisfeito pela morte de milhares de inocentes para que aquele 1 pague por isso? Não, é muito desumano.
Eu só posso dizer que, vou sentir muita falta dessa fic. Cada capítulo foi uma surpresa diferente, cada cena mais incrível do que a outra; estou muito feliz por ter conhecido personagens tão incríveis, tão humanos! Realmente não tenho palavras para te agradecer por nos presentear com algo tão... magnífico! Parabéns, mil vezes parabéns! Pela história, pelos personagens e fique sabendo que ganhou uma fã aqui! ٩(-̮̮̃•̃)۶
Abraços de ursinho ʕっ•ᴥ•ʔっ sentirei muita saudade de "Utopia";
P.s.: assim, alguma chance de ter uma continuação? (。◕ω◕。) Pois, não vou te enganar não, esse final deixou um gosto de: "quero muito mais". Só de pensar nas maldades que esse Cyborg ainda poderá fazer... nos homens com que o Kyle ainda pode se envolver... ( ͡° ͜ʖ ͡°).... ô tentação! Agora vou ali no SS, pois ainda falta um comentário para meu adeus definitivo a essa obra! (mais uma vantagem de se comentar duas vezes =3 o adeus se prolonga).
Cara, eu tava com TANTO medo de postar o final. É uma responsabilidade tão grande quando tem gente como você, que acompanhou a bagaça com tanto empenho. Eu tinha muito medo de decepcionar, de não fechar o trem à altura pra você. Eu fico arrepiada de ler você falando desse jeito dessa fic porque eu sei tão bem o que é me envolver com uma história e depois sentir um vaziozinho existencial no fim ): Então saber que alguém teve esse sentimento com algo que eu escrevi, eu fico MUITO empolgada mesmo!!!!11
MENINA, VOCÊ NÃO SABE, no final tinha tipo 5.012, eu berrei FUCK e tive que editar umas frases. Tanto que no socialspirit eu postei com as palavras a mais. Ainda tinha coisa que eu queria colocar e precisei cortar, queria um diálogo um pouco maior entre o Kyle e o Gregory, mas eu fiquei satisfeita mesmo assim.
O que eu mais tento na minha vida, ao escrever, é tentar transpor isso da cena com música de fundo. E pode ser qualquer música que o leitor imaginar, não importa, mas eu sempre tento dar essa sequência cinematográfica a histórias, especialmente se for de aventura como essa. A parte do Kenny e do Kyle se encontrando de novo é uma das minhas preferidas na fic inteira, eu enxerguei tudinho no meu cérebro. Eu fico tão feliz que você tenha sentido isso também, é uma cena tão importante pra mim.
Eu queria dar justamente essa sensação de continuidade, como se um capítulo da vida deles tivesse terminado e agora, com toda a dificuldade, com todas as sequelas, eles fossem sobreviver. Claro, eles viveram a vida inteira em Utopia, não conhecem outra coisa, todos têm trauma pra lidar, mas isso faz parte deles, tentar renegar isso só piora.
Eu acredito muito fortemente numa coisa. Por mais que alguém te faça mal, o que a gente mais precisa resistir é que essa pessoa mude quem a gente é, a ponto da gente começar a desejar coisas medonhas. Podem dizer "você é trouxa" quando você não fizer com alguém o que essa pessoa, dentro de uma lógica, "merece". Eu acredito em karma, não é a gente que tem que dar conta dessas coisas de dar o troco em alguém. Se você abre mão da sua própria ética, aí a pessoa te fodeu de vez. Ao mesmo tempo, é lógico que isso não é tão simples e eu acho que eles mais sentem culpa por já ter desejado isso em algum momento. Todo mundo já desejou alguma coisa muito obscura que, no fundo, é óbvio que não era o que a gente queria de verdade.
Muito obrigada, linda, eu acho que eu não teria escrito essa história dessa forma, com esse empenho, se não fosse pelo seu feedback. ♥
Então, eu preciso passar por um período de luto antes. HUAUHA Eu pensei em fazer one-shots da vida deles na terra, do Toupeira aparecendo de novo, enfim. Eu tenho algumas ideias. Talvez role uma long em algum momento, eu realmente não sei, mas quero trabalhar mais com esse universo.
♥