-O final foi cheio de suspense e me deixou querendo mais! O que será que vai acontecer com Martin? Se apaixonará por Mônica? Ou Mônica se rebelará contra ele? A realidade em meio a ficção que você apresentou, Cristal Tally, chega a ser assustadora. Quarta Guerra Mundial, fome, falta de água, a humanidade em menor número e praticamente obrigada a se reproduzir. Aconselho a fazer uma continuação dessa história, mostrar um pouco mais da sua criatividade e contar o que vai acontecer entre Martin e Mônica.
Tudo bem? Fiquei broxada! Bastante, aliás, você deu abertura a um novo universo - não literalmente novo, mas uma mudança de como o mundo é para como funcionaria - e me deixou chupando dedo!
Isso não é justo. Brincadeira, é justo já que, pelo que parece, a nossa imaginação precisa funcionar aqui e gostei disso, dessa brincadeira de que eu posso escolher como tudo vai funcionar, no entanto, acho que a problematização em volta da aceitação do meio do Martim interessante, mas não tanto. É mais interessante a relação dele com a Mônica e... Bem, pouco apareceu, com exceção de uma futura paixão dele para com ela.
Os maiores pontos positivos dessa história, para mim, foi ele ser um garoto e a maneira como você imaginou o futuro. Devo desejar parabéns em relação a isso, mas a história me deixou mesmo com um gosto/ necessidade de uma interação maior, uma noção maior de espaço, só se deixei passar alguma coisa metafórica a partir da ideia do desenho, da mesa de desenho e da maneira como ele atribui as formas ao mundo sem pensar nelas de fato, a imaginação cumprindo um papel maior e fazendo-o temer a realidade. Daí a história não se centraria em nada em um romance, mas só no personagem e nas perspectivas que ele tem do mundo a partir da sua própria imaginação. No entanto, acho que você deveria ter centrado mais nessa ideia do que na chegada, até mesmo, da Mônica. Não sei, fiquei confusa.
Como na outra história, eu tinha visto errinhos, coisas que uma revisão resolvem, mas não lembro porque fiquei encucada. De nada. Enfim, parabéns.
Obrigada pela leitura e, qualquer dúvida em relação ao meu comentário, pode entrar em contato. ;)
W
Weslley de Sousa
Finalmente, depois de MUITO TEMPO... Eu vim comentar na One Shot que estava faltando da primeira coletiva.
Enfim, vamos aos comentários:
Eu gostei bastante da forma como a narrativa se prolongou e foi feita, o drama pessoal do personagem sobre não conseguir estar vivendo dentro de uma sociedade tão diferente e - até onde eu interpretei - não mundana para ele é algo que foi bem descrito e muito bem trabalho. Eu senti um pouco de overwriting quando descrições super grandes começaram a ser dadas sobre a personagem robótica, acredito que o clima de drama pessoal do rapaz e também do aspecto 'dark' por conta própria e de maneira diferente, acabou sendo quebrado com uma longa descrição da aparência da personagem. Eu sei que elementos descritivos devem ser entregues para o leitor para que o mesmo possa sentir a história, possa imagina-la e possa se envolver cada vez mais nela, porém eu sinto que essa imersão deve ser feita com descrições que puxem o leitor para dentro da história e que ele imagine mais e não tenha muita descrição sobre isso.
A história é boa, acabou de uma forma inesperada, achei que um desenvolvimento sobre um relacionamento de ambos os personagens fosse ser criado mas não pareceu ser o caso, mas não que isso seja um defeito. A construção para esse fina foi muito boa e o fato de eu ficar assim, é por eu obviamente querer mais e um autor fazer o leitor querer mais da sua história, é um ponto a se considerar.
Eu adorei a história, achei divertida e bem imersiva, consegui entender o drama pessoal do personagem e achei interessante a forma de encerramento da história. Meus parabéns. ♥
O que mais gostei: O drama pessoal do personagem.
O que acho que pode melhorar: Overwriting na descrição da personagem.
-O final foi cheio de suspense e me deixou querendo mais! O que será que vai acontecer com Martin? Se apaixonará por Mônica? Ou Mônica se rebelará contra ele? A realidade em meio a ficção que você apresentou, Cristal Tally, chega a ser assustadora. Quarta Guerra Mundial, fome, falta de água, a humanidade em menor número e praticamente obrigada a se reproduzir. Aconselho a fazer uma continuação dessa história, mostrar um pouco mais da sua criatividade e contar o que vai acontecer entre Martin e Mônica.
Gostei muito da sua história, parabéns!
Oi, meu anjo!
Tudo bem? Fiquei broxada! Bastante, aliás, você deu abertura a um novo universo - não literalmente novo, mas uma mudança de como o mundo é para como funcionaria - e me deixou chupando dedo!
Isso não é justo. Brincadeira, é justo já que, pelo que parece, a nossa imaginação precisa funcionar aqui e gostei disso, dessa brincadeira de que eu posso escolher como tudo vai funcionar, no entanto, acho que a problematização em volta da aceitação do meio do Martim interessante, mas não tanto. É mais interessante a relação dele com a Mônica e... Bem, pouco apareceu, com exceção de uma futura paixão dele para com ela.
Os maiores pontos positivos dessa história, para mim, foi ele ser um garoto e a maneira como você imaginou o futuro. Devo desejar parabéns em relação a isso, mas a história me deixou mesmo com um gosto/ necessidade de uma interação maior, uma noção maior de espaço, só se deixei passar alguma coisa metafórica a partir da ideia do desenho, da mesa de desenho e da maneira como ele atribui as formas ao mundo sem pensar nelas de fato, a imaginação cumprindo um papel maior e fazendo-o temer a realidade. Daí a história não se centraria em nada em um romance, mas só no personagem e nas perspectivas que ele tem do mundo a partir da sua própria imaginação. No entanto, acho que você deveria ter centrado mais nessa ideia do que na chegada, até mesmo, da Mônica. Não sei, fiquei confusa.
Como na outra história, eu tinha visto errinhos, coisas que uma revisão resolvem, mas não lembro porque fiquei encucada. De nada. Enfim, parabéns.
Obrigada pela leitura e, qualquer dúvida em relação ao meu comentário, pode entrar em contato. ;)
Finalmente, depois de MUITO TEMPO... Eu vim comentar na One Shot que estava faltando da primeira coletiva.
Enfim, vamos aos comentários:
Eu gostei bastante da forma como a narrativa se prolongou e foi feita, o drama pessoal do personagem sobre não conseguir estar vivendo dentro de uma sociedade tão diferente e - até onde eu interpretei - não mundana para ele é algo que foi bem descrito e muito bem trabalho. Eu senti um pouco de overwriting quando descrições super grandes começaram a ser dadas sobre a personagem robótica, acredito que o clima de drama pessoal do rapaz e também do aspecto 'dark' por conta própria e de maneira diferente, acabou sendo quebrado com uma longa descrição da aparência da personagem. Eu sei que elementos descritivos devem ser entregues para o leitor para que o mesmo possa sentir a história, possa imagina-la e possa se envolver cada vez mais nela, porém eu sinto que essa imersão deve ser feita com descrições que puxem o leitor para dentro da história e que ele imagine mais e não tenha muita descrição sobre isso.
A história é boa, acabou de uma forma inesperada, achei que um desenvolvimento sobre um relacionamento de ambos os personagens fosse ser criado mas não pareceu ser o caso, mas não que isso seja um defeito. A construção para esse fina foi muito boa e o fato de eu ficar assim, é por eu obviamente querer mais e um autor fazer o leitor querer mais da sua história, é um ponto a se considerar.
Eu adorei a história, achei divertida e bem imersiva, consegui entender o drama pessoal do personagem e achei interessante a forma de encerramento da história. Meus parabéns. ♥
O que mais gostei: O drama pessoal do personagem.
O que acho que pode melhorar: Overwriting na descrição da personagem.