Ingrid Gomees, a pergunta dele para si mesmo é "Por quê?" Talvez ele tenha se atraído pela aparência da androide, ou talvez ele tenha medo de amar alguém que sinta de verdade, medo de machucar alguém e ser machucado. Ele sabe que, ao se relacionar com outro ser humano, o perigo é grande e nem sempre dura. Ele se sentiu convidado a amar alguém programado para nunca falhar mesclado a curiosidade, se torturando: "Por quê ela não me ama?" A fanfic é quase uma metáfora para os apaixonados que não são devidamente retribuídos, e a linguagem simples merece um parabéns. Os escritores dos quais conseguem passar os sentimentos através da escrita são talentosos, e de que adianta um linguajar difícil sem expressar nada? Por isso você escreveu muito bem e continue fazendo-o, menina, a história foi muito interessante.
Que triste história de um amor que nunca poderá ser correspondido.
Sou do grupo também, tô lendo e comentando tudo! =D
Amei esse modo de diário, parece que é a única coisa com a qual o protagonista pode desabafar e contar a alguém o que ele sente.
História de amores não correspondidos já são difíceis só entre humanos, imagine entre um humano e uma robô. Pelo menos, ele tem a tranquilidade de saber que ela não foi programada para tal, bem que poderia, mas não é!
Ainda bem que ele, ainda com muito esforço, decidiu seguir em frente. Não se deve ficar preso da forma que ele estava se colocando.
Lindo, genial! Adorei a sua ideia, sua história é linda. Parabéns de verdade.
S
Srta Pezzino
Oi, meu anjo!
Tudo bem? Eu estou confusa entre ter pena ou sentir indiferença entre seu protagonista. Não, sua história passou emoção suficiente, mas eu tenho problemas particulares com homens covardes. É algo meu, nada a ver com a sua história.
Enfim, seu protagonista é absolutamente covarde. Tanto de tentar quanto de realmente tentar, ou seja, tanto de se aproximar da mente robótica e esgotar suas fantasias de vez quanto dar outra chance à menina do escritório. As duas questões me pareciam uma absoluta fuga dele, uma fuga por ter medo de ser rejeitado, pela robô ou pela própria idealização que criou em sua cabeça.
O que o encantou na robô? Foi algo explorado além da aparência de boneca? Foi algo mais íntimo ou investigativo que o recordava o passado? Ele me pareceu frágil demais pelos seus temores e suas predileções. Eu não tenho palavras para explicá-lo no meu ponto de vista que sejam exatas de fato, mas covarde é a que realmente chegou mais perto.
A sua história é boa, sua narrativa excelente e foi absolutamente criativa ao utilizar a ideia de "diário" para os relatos periódicos de seu personagem, aliás, também é incomum a escrita do diário para um personagem masculino, gostei muito desse aspecto e acho que mostra-o como uma criatura metódica, ampliando a minha sensação sobre ele... Não sei explicar.
Eu lembro de ter visto alguns pequenos erros durante a leitura, mas eu esqueci porque estava entretida na minha mente com a tentativa de definir seu protagonista para a minha consciência, estranho, não é? Aliás, realmente, não tem um pingo de culpa sua e eu gostei da sua história, achei-a muito criatividade, meu problema foi realmente pessoal com o personagem, talvez, traumas de homens assim. EUHEHUEHUEHUEHU
Enfim, desculpe mesmo, eu queria ter sido mais imparcial como fui em todos os outros, acho que sua história acabou ganhando um "quê" a mais para mim por conta disso. Gostei bastante da sua escrita, bem leve.
Obrigada pela leitura, qualquer dúvida sobre o comentário, fale comigo. Beijocas. ♥
W
Weslley de Sousa
Opa! Weslley Ngr falando aqui, assim como a autora sou um participante dessa coletiva de fanfics cujo temática é ''Relação Humano-Maquina''. Bom, vamos aos comentários ♥.
A história começou com um estilo de storytelling que eu adoro, o recurso de colocar um tipo de 'linha do tempo' como módulo de contar a história me chamou atenção, me deixou interessado para os próximos dias em que o protagonista anotaria em seu diário suas vivências com a robô. Mas o que de longe, de longe mesmo, mais me chamou a atenção foi a conclusão: Não tem relacionamento, é um sentimento platônico que surgiu de um lado e foi tão forte que o rapaz simplesmente não queria aceitar que ela não tinha sentimentos e fora programada para realizar as ações, até certa parte da história onde ele compreende isso e mesmo assim continua doloroso para ele este amor, sendo obrigado a carregar no peito isso por mais que no futuro ele tenha uma família e tenha de amar outra mulher ou FINGIR amar outra mulher. Um final assim eu gosto bastante, não é um final feliz e não está perto de ser triste, mas desconforta um pouco. No meu caso, abre um sorriso enorme pois são histórias assim que me chamam a atenção. Essa fanfic só perde para uma de outra autora, mas a minha nota para essa fanfic é a mesma da autora anterior, 10 de 10.
Ingrid Gomees, a pergunta dele para si mesmo é "Por quê?" Talvez ele tenha se atraído pela aparência da androide, ou talvez ele tenha medo de amar alguém que sinta de verdade, medo de machucar alguém e ser machucado. Ele sabe que, ao se relacionar com outro ser humano, o perigo é grande e nem sempre dura. Ele se sentiu convidado a amar alguém programado para nunca falhar mesclado a curiosidade, se torturando: "Por quê ela não me ama?" A fanfic é quase uma metáfora para os apaixonados que não são devidamente retribuídos, e a linguagem simples merece um parabéns. Os escritores dos quais conseguem passar os sentimentos através da escrita são talentosos, e de que adianta um linguajar difícil sem expressar nada? Por isso você escreveu muito bem e continue fazendo-o, menina, a história foi muito interessante.
Que triste história de um amor que nunca poderá ser correspondido.
Sou do grupo também, tô lendo e comentando tudo! =D
Amei esse modo de diário, parece que é a única coisa com a qual o protagonista pode desabafar e contar a alguém o que ele sente.
História de amores não correspondidos já são difíceis só entre humanos, imagine entre um humano e uma robô. Pelo menos, ele tem a tranquilidade de saber que ela não foi programada para tal, bem que poderia, mas não é!
Ainda bem que ele, ainda com muito esforço, decidiu seguir em frente. Não se deve ficar preso da forma que ele estava se colocando.
Amei a história! Tá de parabéns! Beijos!
Lindo, genial! Adorei a sua ideia, sua história é linda. Parabéns de verdade.
Oi, meu anjo!
Tudo bem? Eu estou confusa entre ter pena ou sentir indiferença entre seu protagonista. Não, sua história passou emoção suficiente, mas eu tenho problemas particulares com homens covardes. É algo meu, nada a ver com a sua história.
Enfim, seu protagonista é absolutamente covarde. Tanto de tentar quanto de realmente tentar, ou seja, tanto de se aproximar da mente robótica e esgotar suas fantasias de vez quanto dar outra chance à menina do escritório. As duas questões me pareciam uma absoluta fuga dele, uma fuga por ter medo de ser rejeitado, pela robô ou pela própria idealização que criou em sua cabeça.
O que o encantou na robô? Foi algo explorado além da aparência de boneca? Foi algo mais íntimo ou investigativo que o recordava o passado? Ele me pareceu frágil demais pelos seus temores e suas predileções. Eu não tenho palavras para explicá-lo no meu ponto de vista que sejam exatas de fato, mas covarde é a que realmente chegou mais perto.
A sua história é boa, sua narrativa excelente e foi absolutamente criativa ao utilizar a ideia de "diário" para os relatos periódicos de seu personagem, aliás, também é incomum a escrita do diário para um personagem masculino, gostei muito desse aspecto e acho que mostra-o como uma criatura metódica, ampliando a minha sensação sobre ele... Não sei explicar.
Eu lembro de ter visto alguns pequenos erros durante a leitura, mas eu esqueci porque estava entretida na minha mente com a tentativa de definir seu protagonista para a minha consciência, estranho, não é? Aliás, realmente, não tem um pingo de culpa sua e eu gostei da sua história, achei-a muito criatividade, meu problema foi realmente pessoal com o personagem, talvez, traumas de homens assim. EUHEHUEHUEHUEHU
Enfim, desculpe mesmo, eu queria ter sido mais imparcial como fui em todos os outros, acho que sua história acabou ganhando um "quê" a mais para mim por conta disso. Gostei bastante da sua escrita, bem leve.
Obrigada pela leitura, qualquer dúvida sobre o comentário, fale comigo. Beijocas. ♥
Opa! Weslley Ngr falando aqui, assim como a autora sou um participante dessa coletiva de fanfics cujo temática é ''Relação Humano-Maquina''. Bom, vamos aos comentários ♥.
A história começou com um estilo de storytelling que eu adoro, o recurso de colocar um tipo de 'linha do tempo' como módulo de contar a história me chamou atenção, me deixou interessado para os próximos dias em que o protagonista anotaria em seu diário suas vivências com a robô. Mas o que de longe, de longe mesmo, mais me chamou a atenção foi a conclusão: Não tem relacionamento, é um sentimento platônico que surgiu de um lado e foi tão forte que o rapaz simplesmente não queria aceitar que ela não tinha sentimentos e fora programada para realizar as ações, até certa parte da história onde ele compreende isso e mesmo assim continua doloroso para ele este amor, sendo obrigado a carregar no peito isso por mais que no futuro ele tenha uma família e tenha de amar outra mulher ou FINGIR amar outra mulher. Um final assim eu gosto bastante, não é um final feliz e não está perto de ser triste, mas desconforta um pouco. No meu caso, abre um sorriso enorme pois são histórias assim que me chamam a atenção. Essa fanfic só perde para uma de outra autora, mas a minha nota para essa fanfic é a mesma da autora anterior, 10 de 10.
O que mais gostei:
Conclusão
O que acho que pode melhorar:
Nada.