Comentários em “Macchiato | Café com Letra #1”: ““Amigo Humano” — Anelise Vaz”

Simone DJ

Nossa, história surpreendente. Confesso que não esperava muito dela no sentido de um desenrolar assim. Parabéns, foi muito bom lê-la.

W
Weslley de Sousa

Opa! Weslley Ngr aqui, assim como essa autora eu também faço parte dessa coletiva de fanfics da temática ''Relação Humano-Máquina''! Eis os meus comentários:

Eu vou ser sincero: Não consegui gostar muito da história da maneira como ela foi escrita e chegou a ser publicada. Por que? Simples. Ela é muito 'corrida', muitas coisas que necessitavam de detalhes e emoções mais bem descritas foram cortadas ou a autora esqueceu de incrementar isso em sua história e acabou fazendo com que os eventos da fanfic ficassem muito corridos. Além da história ser corrida, de uma hora para outra quase que sem um aviso prévio ela muda a linha de tempo dos eventos contando o passado do androide e seu primeiro contato com o 'criador', o que também foi descrito de uma forma superficial, eu não consegui senti qualquer robotização vindo dele, me parecia um ser humano e ele parecia agir como um, não teve qualquer sentimento por 'Esse personagem aqui é um robô'' pois acontece tudo muito rápido e sem detalhamento e emoções.

Outra coisa que eu não gostei tanto foi a aparição dos personagens secundários: Charlie e Claire onde poderia ser trabalhado suas emoções e sentimentos quanto a perda do pai, até mesmo seus psicológicos após descobrirem que o ultimo trabalho dele está de frente para eles contanto o que aconteceu, e tudo ocorre naturalmente e de forma corrida, novamente. Não consegui sentir empatia por nenhum dos personagens, talvez seja só eu. Fora isso, a história está com poucos erros (De escrita, eu me refiro) e além de ser muito corrida, da para ler tranquilamente, só é complicado sentir alguma coisa em relação a história.

Apesar disso, adorei que a autora também tenha feito parte dessa coletiva de fanfics. Se eu tivesse que dar uma nota para ela, seria 5 de 10.


O que mais gostei:

O Fato da história ser ''futurista''.


O que acho que pode melhorar:

A Narrativa.

S
Srta Pezzino

Oi, meu anjo!

Tudo bem? Eu espero que sim.

Como na outra trama que li antes da sua, vou dizer a mesma coisa: a narrativa ficou expressa demais, rápida demais. Eu adorei a criatividade do seu enredo em todos os pontos da narrativa, no entanto, nenhum deles me emocionou de fato por ter sido apressado demais e as palavras não terem se moldado a partir de uma mente robótica.

Explicando isso melhor: você tem um personagem, como principal, um robô. Como eu disse a história anterior, você veria seu personagem principal, de fato, pensando da maneira alocada no texto? Ele, como uma máquina, pensaria de maneira direta e sem pausas ou gradual? Movendo-se para uma lógica, uma ideia.

Vou citar um exemplo em relação como sua narrativa ficaria estupenda: começar em um lugar, pode ser com o próprio filho do Caleb e, depois de uma interação entre os dois, fazer as memórias do pai procederem-no e daí criar a emoção do robô, a partir de uma fala ou de algo que o filho tenha feito que lembre o pai, um exemplo, poderia ser a maneira que utiliza o nome do androide.

A partir da mudança de ambiente e da ideia, você teria como introduzir o passado e criar o clímax dentro dele, ao invés de utilizar a repetição para tentar dar essa ideia.

Falando em termos chulos, chulos mesmo, eu me senti broxada. Sua história é muito criativa e renderia bastante, mas a maneira que você a abordou e a maneira como a linguagem do robô (tanto mental - texto - quanto corporal - relação com os outros) foram realizadas, deixaram-me em uma sensação não condizente com a trama proposta. Sugeriria uma leitura mais assídua em cima da temática para entrar um pouco mais nesse mundo, principalmente, de textos com o ponto de vista robótico. Procure as obras do Asimov, acho que você vai gostar dele, pelo que vi em seu texto.

Obrigada pela leitura, qualquer dúvida sobre meu comentário, pode vir falar comigo. ♥