-Eu fui atraído pelo título, pela sinopse, pela arte da capa, por tudo. Chego aqui e não me decepciono, pois o primeiro capítulo mostrou a perfeição de uma escrita articulada, bem dinâmica, poética e lírica. A ideia me transportou para uma época de outono onde um homem com síndrome de Gepetto tenta consertar seu passado, perdoar a si próprio e recomeçar. E temos ainda a menina robô, um protótipo de Pinóquio, que durante a pequena história e em pequenos momentos, teve questionamentos sobre adaptação e perguntas sobre o que faz alguém uma bênção, uma aberração. Gostei demais, parabéns à Dark Bastet, criadora do projeto e dona de uma escrita tão boa.
W
Weslley de Sousa
Opa! Weslley Ngr falando aqui, assim como a autora sou um participante dessa coletiva de fanfics cujo temática é ''Relação Humano-Maquina'' e para não ser um mau caráter vou comenta-la. Até porque eu gostei e merece. ♥
O começo da história não me chamou muito a atenção, pelo menos para mim sendo bem sincero. Talvez isso se deva por ser apresentado a um universo original, personagens novos e uma temática diferente da qual estou acostumado a ler, porém eu senti como se os personagens tivessem sido 'jogados' para mim pois eu não senti nenhuma empatia por eles (Eu digo isso mas na minha eu fiz praticamente a mesma coisa... Anyway...) até determinada parte da história, cujo já irei comentar. Antes do Ato 3 eu pude compreender que estaremos lendo uma história pela metade da jornada de um rapaz que aparentemente perdeu a filha e quer recria-la usando tecnologia robótica, até então não me chamou a atenção mas dai vem o grande conflito que acredito que toda história com essa temática possui: ''What i really am?'' De forma indireta por parte da robô ela chega ao 'criador' dela e faz uma pergunta que o intriga de certa forma e podemos ver através da grande escrita da autora o remorso no coração desse homem, indicando que muita coisa ocorrerá em seu passado com a pessoa que ele desejava recriar, algo que eu senti falta pois precisava para maior identificação com os personagens, tanto o 'criador' quando a própria pequena robô. A interação pouca que a história nos mostra da robô com os personagens - os garotos e seu criador - são feitas muito bem e de forma simples, eu gostei bastante disso, como é tratado com normalidade isso e podemos ver também um pouco do ponto de vista dos outros personagens em relação ao criador que ele é mal visto pelas pessoas por já ter uma fama de má qualidade.
E o final chocante e sutil onde vemos a morte de ambos os personagens é algo que me agradou bastante pela forma como foi feito. A sutileza da cena final foi muito boa, a robô começando a perder suas energias vai em busca do pai que simbologicamente já estava totalmente sem energia, já havia se perdido a muito tempo e em seguida a própria robô morre.
Meus parabéns pela história, ficou muito boa e só pecou no fato de falta de carisma inicial dos personagens mas que o final acaba compensando e até mesmo o Ato 3 começa a melhorar isso com o famoso recurso de storytelling que é a situação critica. Parabéns a autora, adorei a história, se eu tivesse que dar uma pontuação seria 9.
Caramba. Quando terminei de ler meu coração estava acelerado, nossa. Simplesmente adorei a sua história, perfeita. Sua escrita é linda. Parabéns. Adorei lê-la.
D
Dango
Interessante essa ideia de dividir em atos. A relação com os nomes “CL II” e “Cyelle” também foi ótima. Ao meu ver, a sacada original da história.
Achei estranho o pai conseguir reproduzir uma inteligência humana numa artificial e, ainda assim, o robô funcionar a corda. Estas reproduzem movimentos apenas mecânicos, a energia produzida é a de FORÇA, nada de energia elétrica para “ligar” a robô (como engrenagens de um relógio, não é usado bateria ali, o ponteiro gira pela tensão numa mola. De todo jeito, é uma tecnologia beeem ultrapassada). Assim, fiquei curiosa: qual é a função das cordas nela, então? Seria preciso muito mais que isso para ela funcionar ou andar. Principalmente por ser uma IA (suponho que os fios coloridos tenham uma parte nisso). Mas que é esteticamente fofo, isso é.
Em certas passagens me lembrou Orianna (LOL), Fullmetal Alchemist (adoro – sabe, a parte de tentar trazer os mortos de volta à vida e pá?) e Programação (Srta Pezzino), uma oneshot que foi postada aqui também e é óootima. Impressão, né?
E não acredito que o Monroe se matou! Velho desgraçado. E ainda falou sobre erros do passado que cometeu. Parece que não aprendeu nada. Abandonou CL como abandonou/negligenciou a filha. Devia ter se matado desde a CL I (porque imagino que tenha existido uma primeira que deve ter dado meio certo). Se bem que, uma vez que ela “funciona” a corda, adquire prazo de validade, a mola vai perdendo a tensão (aplico aqui a frase final?). De todo jeito, que filho da puta esse Monroe, caaara. Homem todo sem nexo.
Quero matá-lo.
Até a próxima.
O que mais gostei:
CL/Cyelle
O que acho que pode melhorar:
instabilidade das mãos – acho que queria dizer estabilidade.
-Eu fui atraído pelo título, pela sinopse, pela arte da capa, por tudo. Chego aqui e não me decepciono, pois o primeiro capítulo mostrou a perfeição de uma escrita articulada, bem dinâmica, poética e lírica. A ideia me transportou para uma época de outono onde um homem com síndrome de Gepetto tenta consertar seu passado, perdoar a si próprio e recomeçar. E temos ainda a menina robô, um protótipo de Pinóquio, que durante a pequena história e em pequenos momentos, teve questionamentos sobre adaptação e perguntas sobre o que faz alguém uma bênção, uma aberração. Gostei demais, parabéns à Dark Bastet, criadora do projeto e dona de uma escrita tão boa.
Opa! Weslley Ngr falando aqui, assim como a autora sou um participante dessa coletiva de fanfics cujo temática é ''Relação Humano-Maquina'' e para não ser um mau caráter vou comenta-la. Até porque eu gostei e merece. ♥
O começo da história não me chamou muito a atenção, pelo menos para mim sendo bem sincero. Talvez isso se deva por ser apresentado a um universo original, personagens novos e uma temática diferente da qual estou acostumado a ler, porém eu senti como se os personagens tivessem sido 'jogados' para mim pois eu não senti nenhuma empatia por eles (Eu digo isso mas na minha eu fiz praticamente a mesma coisa... Anyway...) até determinada parte da história, cujo já irei comentar. Antes do Ato 3 eu pude compreender que estaremos lendo uma história pela metade da jornada de um rapaz que aparentemente perdeu a filha e quer recria-la usando tecnologia robótica, até então não me chamou a atenção mas dai vem o grande conflito que acredito que toda história com essa temática possui: ''What i really am?'' De forma indireta por parte da robô ela chega ao 'criador' dela e faz uma pergunta que o intriga de certa forma e podemos ver através da grande escrita da autora o remorso no coração desse homem, indicando que muita coisa ocorrerá em seu passado com a pessoa que ele desejava recriar, algo que eu senti falta pois precisava para maior identificação com os personagens, tanto o 'criador' quando a própria pequena robô. A interação pouca que a história nos mostra da robô com os personagens - os garotos e seu criador - são feitas muito bem e de forma simples, eu gostei bastante disso, como é tratado com normalidade isso e podemos ver também um pouco do ponto de vista dos outros personagens em relação ao criador que ele é mal visto pelas pessoas por já ter uma fama de má qualidade.
E o final chocante e sutil onde vemos a morte de ambos os personagens é algo que me agradou bastante pela forma como foi feito. A sutileza da cena final foi muito boa, a robô começando a perder suas energias vai em busca do pai que simbologicamente já estava totalmente sem energia, já havia se perdido a muito tempo e em seguida a própria robô morre.
Meus parabéns pela história, ficou muito boa e só pecou no fato de falta de carisma inicial dos personagens mas que o final acaba compensando e até mesmo o Ato 3 começa a melhorar isso com o famoso recurso de storytelling que é a situação critica. Parabéns a autora, adorei a história, se eu tivesse que dar uma pontuação seria 9.
O que mais gostei:
O Final.
O que acho que pode melhorar:
Graças ao Final, nada.
Caramba. Quando terminei de ler meu coração estava acelerado, nossa. Simplesmente adorei a sua história, perfeita. Sua escrita é linda. Parabéns. Adorei lê-la.
Interessante essa ideia de dividir em atos. A relação com os nomes “CL II” e “Cyelle” também foi ótima. Ao meu ver, a sacada original da história.
Achei estranho o pai conseguir reproduzir uma inteligência humana numa artificial e, ainda assim, o robô funcionar a corda. Estas reproduzem movimentos apenas mecânicos, a energia produzida é a de FORÇA, nada de energia elétrica para “ligar” a robô (como engrenagens de um relógio, não é usado bateria ali, o ponteiro gira pela tensão numa mola. De todo jeito, é uma tecnologia beeem ultrapassada). Assim, fiquei curiosa: qual é a função das cordas nela, então? Seria preciso muito mais que isso para ela funcionar ou andar. Principalmente por ser uma IA (suponho que os fios coloridos tenham uma parte nisso). Mas que é esteticamente fofo, isso é.
Em certas passagens me lembrou Orianna (LOL), Fullmetal Alchemist (adoro – sabe, a parte de tentar trazer os mortos de volta à vida e pá?) e Programação (Srta Pezzino), uma oneshot que foi postada aqui também e é óootima. Impressão, né?
E não acredito que o Monroe se matou! Velho desgraçado. E ainda falou sobre erros do passado que cometeu. Parece que não aprendeu nada. Abandonou CL como abandonou/negligenciou a filha. Devia ter se matado desde a CL I (porque imagino que tenha existido uma primeira que deve ter dado meio certo). Se bem que, uma vez que ela “funciona” a corda, adquire prazo de validade, a mola vai perdendo a tensão (aplico aqui a frase final?). De todo jeito, que filho da puta esse Monroe, caaara. Homem todo sem nexo.
Quero matá-lo.
Até a próxima.
O que mais gostei:
CL/Cyelle
O que acho que pode melhorar:
instabilidade das mãos – acho que queria dizer estabilidade.
Eu nem sei o que dizer...
Eu adoraria tecer um comentário substancial, uma análise do texto, mas não sei o que dizer. Só sei sentir...
Parabéns pela linda história, minha querida! Sua escrita está fantástica como sempre! :D