Não tenho por hábito fazer comentários, mas dessa vez vejo-me na obrigação. Por curiosidade, acabei por esbarrar nesta fic e, dentre aquelas inscritas no desafio de julho/agosto, foi a sinopse que mais chamou minha atenção.
E não me arrependi de ter iniciado a leitura.
Como fiz tudo hoje, deixei para o comentário neste último capítulo. Porque infelizmente era o último. Já adiantando, espero ansiosamente o próximo e que ele não demore.
Enfim, ao comentário. A fanfic despertou o interesse em mim, mesmo que eu não seja particularmente fã do gênero ficção científica, mais pelo cyberpunk bem escrito que qualquer outra coisa. E o aviso de "homossexualidade", como boa fujoshi, não podia deixar passar essa oportunidade. E me surpreendi. Achava que o fato seria outro, que o desenrolar da história não seria o personagem Dominic tornar-se aquilo que mais odeia, e isso foi algo que me fez continuar e continuar e amar.
Porque, acima de tudo, eu estou amando esse diálogo interno que o personagem está tendo consigo mesmo. Essa aceitação, mesmo que na marra. O mais interessante nisso tudo é ele superar o próprio preconceito que a sociedade em que vivia acabou por implantar em sua mente. E isso é o que me manteve cada vez mais na expectativa.
Os personagens bem construídos tornam a coisa ainda mais interessante. Principalmente a doutora Marise. Senti uma empatia instantânea com essa personagem específica. E estou adorando-a ainda mais.
Enfim, sem mais delongas e não querendo fugir muito do assunto, coisa que tenho a tendência a fazer com uma facilidade absurda, gostaria apenas de parabenizá-lo pelo excelente enredo, pelos personagens cativantes, a estrutura cyberpunk extremamente bem elaborada e, principalmente, pelas questões morais e éticas que permeiam nossa sociedade e pelos preconceitos que, indiretamente, essas questões acabam por trazer.
Nem sabe o quão feliz o seu comentário me deixou ;u; Muito, muito obrigado por ler e dar a sua opinião! São comentários como o seu que me fazem acreditar naquilo que escrevo, é tão, tão bom saber que a mensagem da história está a passar para os leitores! Tinha medo que ao tentar juntar sci-fi e comentário social ficasse uma embrulhada demasiado confusa, mas ainda bem que se consegue notar uma estrutura e um enredo (e, se for ser sincero, a Marise também é das minhas preferidas, haha). Obrigado a sério pelo seu comentário, e espero que goste do desenrolar da história.
É, e parece que meu pedido de saber mais sobre Teresa logo será atendido.
Sem querer tomar partido, mas já tomando, simpatizo mais com Irina. Eu teria a mesma reação dela se alguém que gosto sumisse e depois voltasse me odiando.
Não tenho por hábito fazer comentários, mas dessa vez vejo-me na obrigação. Por curiosidade, acabei por esbarrar nesta fic e, dentre aquelas inscritas no desafio de julho/agosto, foi a sinopse que mais chamou minha atenção.
E não me arrependi de ter iniciado a leitura.
Como fiz tudo hoje, deixei para o comentário neste último capítulo. Porque infelizmente era o último. Já adiantando, espero ansiosamente o próximo e que ele não demore.
Enfim, ao comentário. A fanfic despertou o interesse em mim, mesmo que eu não seja particularmente fã do gênero ficção científica, mais pelo cyberpunk bem escrito que qualquer outra coisa. E o aviso de "homossexualidade", como boa fujoshi, não podia deixar passar essa oportunidade. E me surpreendi. Achava que o fato seria outro, que o desenrolar da história não seria o personagem Dominic tornar-se aquilo que mais odeia, e isso foi algo que me fez continuar e continuar e amar.
Porque, acima de tudo, eu estou amando esse diálogo interno que o personagem está tendo consigo mesmo. Essa aceitação, mesmo que na marra. O mais interessante nisso tudo é ele superar o próprio preconceito que a sociedade em que vivia acabou por implantar em sua mente. E isso é o que me manteve cada vez mais na expectativa.
Os personagens bem construídos tornam a coisa ainda mais interessante. Principalmente a doutora Marise. Senti uma empatia instantânea com essa personagem específica. E estou adorando-a ainda mais.
Enfim, sem mais delongas e não querendo fugir muito do assunto, coisa que tenho a tendência a fazer com uma facilidade absurda, gostaria apenas de parabenizá-lo pelo excelente enredo, pelos personagens cativantes, a estrutura cyberpunk extremamente bem elaborada e, principalmente, pelas questões morais e éticas que permeiam nossa sociedade e pelos preconceitos que, indiretamente, essas questões acabam por trazer.
Parabéns.
Com carinho,
Andressa ♥
Oi, Andressa!
Nem sabe o quão feliz o seu comentário me deixou ;u; Muito, muito obrigado por ler e dar a sua opinião! São comentários como o seu que me fazem acreditar naquilo que escrevo, é tão, tão bom saber que a mensagem da história está a passar para os leitores! Tinha medo que ao tentar juntar sci-fi e comentário social ficasse uma embrulhada demasiado confusa, mas ainda bem que se consegue notar uma estrutura e um enredo (e, se for ser sincero, a Marise também é das minhas preferidas, haha). Obrigado a sério pelo seu comentário, e espero que goste do desenrolar da história.
Um abraço enorme! ♥
É, e parece que meu pedido de saber mais sobre Teresa logo será atendido.
Sem querer tomar partido, mas já tomando, simpatizo mais com Irina. Eu teria a mesma reação dela se alguém que gosto sumisse e depois voltasse me odiando.