Comentários em “Legacy - Interativa”: “Capítulo 10 - Burning inside out”

Soo Na Rae
Destacado pelo autor

Olá, minha querida Ella...

Venho de uma semana agitada... Domingo passei o dia inteiro na casa de parentes, segunda preparei trabalhos que seriam entregues na terça e hoje tive uma apresentação de poemas e contos em que recitei um poema e um conto, e cantei em um quarteto... Ah, que exaustivo! Já havia visto que tinha atualizado a fanfic e pensei em deixar para quando tivesse tempo. Eu estava precisando mesmo relaxar um pouco e... Um capítulo dedicado a minha pessoa! Tudo bem que eu pedi, mas mesmo assim... Que amor.

Quando o vi pensei: pequeno demais. Mas ao começar a ler notei que o fato de ser pequeno era insignificante perto do quão bem escrito estava. Eu mergulhei de cabeça nos devaneios, lembranças e sentimentos de Marie. Me deu tanta dó dela, pois eu já senti exatamente o que ela sente, essa coisa de 'Se me deixar, eu morro', claro que não morri, mas eu era uma garota de 12/13 anos com um coraçãozinho puro que ainda não havia amado. Dizem que o coração só se quebra uma vez. Eu concordo.

É um pouco estranho falar de amor, embora estejamos em uma fanfic sobre A Seleção, mas o que quero dizer é que é estranho falar do meu amor. Quer dizer, eu sempre gostei demais, minhas paixões de escola duravam meses, às vezes um ano ou dois. Meu primeiro amor durou sete anos. Meu grande amor, o quão conheci e aceitei verdadeiramente, com todos os seus defeitos e todas as ideologias das quais eu não concordava, durou 3 anos, embora eu ainda sinta sim um afeto gigante por ele. E no momento estou em um processo pós-Amor. Não é como a paixão, claro, o amor é pior. Uma doença que se trata com delicadeza e muitas vezes se torna algo mais grave. Não sei como amar. Não sinto esse sentimento. Mas tenho uma pessoa, sim. Uma pessoa muito importante. É mais estranho porque nunca fiquei mais de 5 meses sem olhar para alguém. Passei 7 anos olhando para um, mais 3 olhando para outro. Eu tinha 6 anos quando me apaixonei, 12 quando fui chutada, 13 quando amei, 15 quando fui chutada. E hoje tenho 15 e já me dedico a outro... Vai entender o coração...

Mas por quê estamos falando sobre os meus amores? Por que estou pensando neles? Eles não merecem minha atenção (ah, dói tanto... Ainda gostar deles... Mesmo depois de aceitar a superar. O primeiro amor ninguém esquece, nem o grande amor...). Espero que você entenda o quê estou dizendo, este amor doentio, o amor calmo, o amor frio. São diversas formas de amor, e estou falando sobre amor, não sobre paixão. Paixão é só uma, a amostra grátis do amor.

Enfim.

O capítulo está maravilhoso, e não porquê foi dedicado a mim, mas porque foi bem construído, narrado, detalhado... Parabéns mesmo! Espero que os próximos sejam tão bons quanto este.

Beijos da

Meell Gomes

Ella
Ella Autor

Meell, prazer em revê-a! Ah, já que você abriu seu coração, não vejo porque não abrir o meu também, então já digo que vou deixar aqui um comentário bem meloso... Bom, sobre amar, tenho quase certeza que já amei uma vez. Dizem que quando a gente ama, a gente simplesmente sabe, no maior estilo hollywoodiano de "estou amando". Não é surpreendente o fato de que ele era meu melhor amigo. Eu tinha acho que apenas 11 anos e ele tinha 12. A gente era muito grudado. Sentavamos sempre em grupo, dividíamos o fone, o milk shake e os sonhos. Eu tinha uma convicção tão pura de que um dia a gente iria se dar conta de que ficaríamos juntos. Meu deus como eu era inocente! E quando ele me abraçava sem pedir e nem dar explicações? E quando a gente brigava e menos de um segundo depois já estávamos conversando novamente sem nem saber como havia começado e terminado nossa briga! Íamos a piscina juntos, tinhamos segredos e piadas só nossas e a gente sempre tinha um olho no futuro... Só que o que é doloroso é que nunca teve um futuro! Pois é, ele com todo aquele cabelo macio cor bronze e olhos azuis ridiculamente lindos pegou meu coraçãozinho infantil e puro e partiu em mil pedaços, e quando ele foi, apenas uma pessoa estava aqui para me ajudar a juntar os caquinhos... a minha melhor amiga. Então... eu meio que tive essa primeira experiência de ter o coração partido... e quando é o primeiro amor, é tão pior, Meell, você sabe o que digo. Me coloquei no lugar da rainha Marie, apesar de não gostar muito de fazer isso, parece que sinto a dor dela, sabe? Não gosto de sentir dor. Não gosto de sentir como se meu peito estivesse se rasgando.

Obrigada pelos elogios, meu amor. Prometo que me dedicarei! Principalmente ao próximo capítulo

Aurora Boreal

GAROTA, VOCÊ QUASE ME MATA DE SUSTO! Brincadeira, eu sou a última pessoa que poderia exigir pontualidade de alguém, devido a minha relação conturbada com o relógio. Mas o capítulo está perfeito, como sempre foi. Vou ter que admitir, estou ansiosa para o momento em que as pessoas que se inscreveram vão começar a interagir. Estou completamente apaixonada por essa fic, e cada vez mais, eu fico impressionada com a história.
Cara, eu estava lendo sobre as mulheres naquela época no site da fic. Pelos deuses... Que coisa mais horrível. Elas não podiam demonstrar prazer no casamento e nem sequer podiam demonstrar amor no casamento. COMO A HELENA VAI SOFRER! Ela, que é tratada com igualdade, vai se submeter a uma situação dessas? Vamos protestar! Se ela por acaso se casar com alguém que não a ame... Com certeza ela morreria. Logo ela muito determinada e confiante, além de ser inteligente. Nada de criar conhecimentos na leitura? MDS! Acho sinceramente que isso é uma tortura. Vamos mudar um pouco as coisas! Geração da evolução social. #nadademachismo #mulhereoseuvalor
Acabei de criar uma tag. Mds... Kkkkkkkkkkkkk Esperando ansiosa pelo próximo.
XOXO
~Filha de Athena (Mais uma Geek, kkkk)

Ella
Ella Autor

GEEEK! olá!!!! estava com saudades! hahaha Pois é, se hoje em dia a gente já ve muita desigualdade, imagina como era nos tempos antigos... Fico feliz que tenha lido sobre as mulheres da Idade Média, além de ficar melhor para entender a fic, nos faz abrir os olhos para coisas que... Não tiveram grandes mudanças, não é?! hahah

BEIJOS

S
Sara Cullen

Olá :)

Quando vi que esta fanfic estava atualizada quase que tive um ataque um cardíaco. Você postou relativamente rápido (sério, você é a única escritora que atualização a fanfic nestas últimas semanas das fanfic que eu acompanho), não estava à espera devido ao facto de você ter referido que provavelmente a fanfic teria um atraso.

Bom, não importa, você postou e eu estou feliz por causa disso. Apesar do capítulo ser pequeno gostei por ser relacionado com Marie, a rainha. Pelo nome dela vi logo nos primeiros capítulos que ela era muito provavelmente francesa, e acertei. Adorei o facto de ter metido um trecho de Camões no inicio do capítulo, ironicamente, eu analisei este poema na aula de Literatura Portuguesa e é um dos meus preferidos. E sem dúvida que faz jus à vida da rainha, já que a sua chegada a Portugal o seu sofrimento foi causado por erros seus, má fortuna e amor ardente. Deve ter sido das épocas mais complicadas da sua vida, grávida de Thomás e sem ser casada ainda com ele. Na altura seria um escândalo.

Gostei muito de ver o desenrolar da história de amor deles. Ainda assim, o que achei mais absurdo foi o facto de me ter visto um pouco em Thomás! Eu também sou muito calada e quieta e por isso as pessoas às vezes pensam que eu sou estranha...começo a entender um pouco melhor o rei. O engraçado é que eu imaginei o irmão dele, Guilherme, completamente o oposto dele.

Os últimos parágrafos me deixaram preocupada, a rainha viu Kai a olhar para Amelia e sentiu um turbilhão de emoções que não soube explicar se eram bons ou maus...devo-me preocupar com eles ou é só paranóia minha.

Estive a ver o site da fanfic, já à algum tempo que o era para ter feito mas esqueço-me sempre, e acho que está muito bem elaborado e organizado. Estive a ver a história das famílias reais e a breve síntese das personagens que vão integrar na Corte (foi muito inteligente você ter feito isso pois assim se eu esquecer ou confundir alguma personagem, posso aceder ao site e terei uma breve síntese à minha disposição).

Temo por Arya, sim ela pode se esconder na Corte portuguesa passando por uma dama, mas nunca se sabe, se alguém reconhecer o seu rosto está tudo perdido. Além disso não sei bem como ela esperar provar a inocência do pai, mas isso revelasse pelo desenrolar da história.

Ainda assim, a garota com que sinto mais pena é Helena. Ela já no seu capítulo me pareceu não estar familiarizada com o papel da mulher na sociedade e agora no site confirmei as minhas suspeitas. Ainda assim ela é das minhas personagens preferidas, já que não é daquelas típicas meninas da época que baixavam a cabeça a tudo o que um homem dizia (eu sei que não é culpa delas, mas sim da educação que lhes era imposta, mas não consigo deixar de sentir revolta), pelo menos tem atitude e não deixa que a tratem com lixo. vai fazer bem a Amelia ter alguém como ela ao seu lado.

Marjory não me pareceu ser muito desejada pela família (sem ser o irmão é claro), provavelmente ela não cresceu muito feliz, mas graças ao irmão teve um bom modelo masculino por perto, já que o pai não o era. Anthony parece ter recebido uma educação típica Humanista devido ao seu amor às artes e á poesia. Marjory também partilhada esse amor, pena que tenha sido impedida de o aprofundar por ser uma mulher...espero que na Corte alguém a ensine a ler.

Nicodemus Astaroth (adoro o nome dele) é, sem qualquer sombra dedúvida, a personagem mais misteriosa da fanfic. Vem a Portugal proteger a sua princesa e guarda um segredo de extremo sigilo. Para mim, ou ele está apaixonado pela princesa, ou em um espião, ou então (esta deve ser a menos provável) é homossexual. Sinceramente, nem sei dizer qual destes segredos seria o mais perigoso. Mas tenho a certeza que se ele for homossexual teria de o esconder o melhor que conseguisse, se não, iria direitinho para forca ou para fogueira.

Esta lengalenga foi basicamente para dizer que você tem excelentes personagens muito bem feitas e estruturadas e penso que inspiração não lhe será problema.

Esperando ansiosamente o próximo capítulo :D

Paola Biscaya

Quero maaaais

Lady Ravena

Lembro-me que estava lendo este capitulo durante o intervalo do lanche, quando a TIM resolve colaborar um pouco e deixar a internet com um sinal considerável. Entretanto estou comentando apenas agora, desculpa, mas só agora que eu parei para ouvir aquela música boa que me inspira a escrever. Sério, sua história está começando a fazer parte dos meus pensamentos, lhe juro mesmo, outro dia estava me arrumado para a escola e fiquei pensando em Legacy, no futuro dela e tudo mais. Sério, juro por tudo que a de mais sagrado. Ella, eu posso demorar a aparecer, porém nunca vou deixar algo na mão. Sabia que Marie era francesa, o nome lhe entregou. Ela era filha de algum nobre? Talvez algum visconde, ou barão, afinal se ela tivesse um nascimento bem elevado como filha de um Duque ou Conde, a rainha talvez não ficasse tão furiosa com a gestação. Enfim, apenas uma teoria. Quer dizer então que a Rainha Marie casou-se grávida? Isso deve ter causado vários rumores na época, não? Entretanto se ela após isso foi uma boa soberana para com seu povo, eles esquecem esse detalhe. Quatorze aninhos apenas? Oh céus, naquela época infelizmente não se havia uma noção da infância. Bem retratado, mesmo que isso fosse uma triste realidade da época que vós como escritora conseguiu captar.