Eu sentia uma mão esmagar meu coração, até que finalmente morri por dentro.
~*~*~*~*~*~*~
Primeiramente, li esse capítulo ouvindo essa música aqui (espero que o link vá dessa vez).
Então aqui para começar vou deixar um pedacinho da música:
Um coração que se encheu como um aterro
Um trabalho que te mata lentamente
Feridas que não cicatrizam
Você aparenta estar tão cansado-infeliz
Derrube o governo
Eles não... eles não falam por nós
Eu vou levar uma vida tranqüila
Um aperto de mão de monóxido de carbono
Sem sustos e sem surpresas.
Sempre começo pelo final?
- Henrique, preciso falar com você depois da aula.
OH... MEU... ARCEU!
Isso que estou tendo agora é um Deja Vu? O final que me aguarda será o mesmo da One? Será que estou em Alagoinha? Agora vem em mente o peso do concreto, pois o chão onde eu piso não tem sentimentos, só é aquecido com o sol - basicamente como eu me sinto - e o que Henrique vai dizer pode nos guiar diretamente contra a calçada, uma queda com o rosto não chão. Mal posso acreditar que essa história já está acabando e que eu vou ficar órfão. E depois que acabar, me imagino preso eternamente no refrão do Radiohead com ele cantando:
- Sem sustos e sem surpresas.
Pois eu estou ansioso pelo final, em mesmo período, tento forçar-me a não imaginar nada, apenas ser surpreendido. Seja triste, seja feliz, seja meio triste, seja meio feliz, seja vazio, essa história valeu a pena. E isso não vai tão fácil com o vento, pois caramba, apreciei muito tudo isso.
Preparando-me psicológicamente
Tive que me preparar bastante para ler esse aqui, eu estava meio sujeito a uma grande queda e a vida real não estava me ajudando no lado sentimental. Até sei os nomes que vão dar título ao meu comentário no último capítulo. Então estou pouco preparado e sujeito a cair do topo de uma escada.
Não querido, a vida não é nem um pouco justa, mas o que é afinal a tal chamada justiça? Então isso corre como a negação, o olhar de nojo lançado a você que dói. O ato forte de Fernando em falar com Rebeca é refeito em lágrimas em sua cama, sua tensão. Bruno tenta ser piedoso e mostra-se um bom amigo. E vamos rumo a conclusão de todos os fatos, e caramba, estou amando muito.
Complexo imperfeito
Vejo essa história como uma complexidade se sentimentos não dados de forma perfeita, o que eu quero dizer? Que cada palavra se aprofunda mais em uma fase da paixão, porém, isso não se mostra como algo onde os dois se amam e tudo acaba, o impasse principal não é algo fácil de se resolver, dando uma continuidade dolorosa e imperfeita, exatamente nessa parte está a perfeição.
O capítulo está ótimo assim como toda a história, os finais sempre dão aquele suspense e vontade de ler o próximo, medo também!
Eu sentia uma mão esmagar meu coração, até que finalmente morri por dentro.
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Primeiramente, li esse capítulo ouvindo essa música aqui (espero que o link vá dessa vez).
Então aqui para começar vou deixar um pedacinho da música:
Um coração que se encheu como um aterro
Um trabalho que te mata lentamente
Feridas que não cicatrizam
Você aparenta estar tão cansado-infeliz
Derrube o governo
Eles não... eles não falam por nós
Eu vou levar uma vida tranqüila
Um aperto de mão de monóxido de carbono
Sem sustos e sem surpresas.
Sempre começo pelo final?
- Henrique, preciso falar com você depois da aula.
OH... MEU... ARCEU!
Isso que estou tendo agora é um Deja Vu? O final que me aguarda será o mesmo da One? Será que estou em Alagoinha? Agora vem em mente o peso do concreto, pois o chão onde eu piso não tem sentimentos, só é aquecido com o sol - basicamente como eu me sinto - e o que Henrique vai dizer pode nos guiar diretamente contra a calçada, uma queda com o rosto não chão. Mal posso acreditar que essa história já está acabando e que eu vou ficar órfão. E depois que acabar, me imagino preso eternamente no refrão do Radiohead com ele cantando:
- Sem sustos e sem surpresas.
Pois eu estou ansioso pelo final, em mesmo período, tento forçar-me a não imaginar nada, apenas ser surpreendido. Seja triste, seja feliz, seja meio triste, seja meio feliz, seja vazio, essa história valeu a pena. E isso não vai tão fácil com o vento, pois caramba, apreciei muito tudo isso.
Preparando-me psicológicamente
Tive que me preparar bastante para ler esse aqui, eu estava meio sujeito a uma grande queda e a vida real não estava me ajudando no lado sentimental. Até sei os nomes que vão dar título ao meu comentário no último capítulo. Então estou pouco preparado e sujeito a cair do topo de uma escada.
Não querido, a vida não é nem um pouco justa, mas o que é afinal a tal chamada justiça? Então isso corre como a negação, o olhar de nojo lançado a você que dói. O ato forte de Fernando em falar com Rebeca é refeito em lágrimas em sua cama, sua tensão. Bruno tenta ser piedoso e mostra-se um bom amigo. E vamos rumo a conclusão de todos os fatos, e caramba, estou amando muito.
Complexo imperfeito
Vejo essa história como uma complexidade se sentimentos não dados de forma perfeita, o que eu quero dizer? Que cada palavra se aprofunda mais em uma fase da paixão, porém, isso não se mostra como algo onde os dois se amam e tudo acaba, o impasse principal não é algo fácil de se resolver, dando uma continuidade dolorosa e imperfeita, exatamente nessa parte está a perfeição.
O capítulo está ótimo assim como toda a história, os finais sempre dão aquele suspense e vontade de ler o próximo, medo também!
Então aguardo...
Como você tem a coragem de me fazer rir numa fic de drama kkkkkkkkkkkkk
Eu moro perto de Alagoinhas ♥. Inclusive vou escrever o próximo capítulo ouvindo "Born To Die", pra entrar no clima.
Obrigado pelo comentário, e estou amando litros ler eles kkkk
ft. qq tá cotezeno, onde estol? É alagoinhas?