Por enquanto, vão continuar as alternativas B, porque ele tem aquela ideia fixa de querer ser "normal". Mas, por daqui a um, ou dois capítulos ele vai mudar a maneira de pensar por causa da Elle, que vai começar a virar uma Alasca Young da vida e oferecer cigarro e bebida pra ele, então a razão, a B, vai mudar, ou vai ser a raiva (A), ou vai ser o medo (C). Agradeço o comentário e principalmente a leitura, e VOCÊ ESTÁ ESTRAGANDO MINHA METÁFORA HUEHEUEHEUE
Acho sua trama interessante, principalmente porque você tem um jeito bem diferente de mim ao tratar de um personagem esquizofrênico. Mas observei alguns errinhos e pontos que podem ser melhorados durante minha leitura. Deixando claro que, caso não goste da minha atitude, pode simplesmente deletar esse comentário e seguir sua vida como se ele nunca tivesse existido, mas não seja grossa ao responde-lo.
"Sem cabeça para compor nada; Passou os dedos novamente pelas cordas novamente" -No caso, após ponto e vírgula, se usa letra minúscula, e não maiúscula.
"Três alternativas para não sair correndo que nem um bebê quando vê o carro do sorvete para abraça-la." -Faltaram os dois pontos no final dessa oração.
Não curto muito isso de colocar links durante a leitura, acho que acaba fragmentando a trama. Você deveria optar um pouco mais pela descrição, e só em casos específicos onde acha que o leitor não irá conseguir visualizar mentalmente determinada cena, optar pelo link. Ou pode colocá-los nas notas finais, para quem tenha curiosidade de ver determinado personagem, possa acessá-los.
Achei a cena onde o Mike tem uma crise um tanto confusa, para ser sincera. Pula de um passado na infância para algo que não aconteceu assim a tanto tempo, dado a idade que se pode concluir a partir da descrição dos personagens. Por exemplo: partindo do princípio de que Mike e as duas garotas que aparecem na cena tem a mesma idade, primeiramente, uma dela aparece ainda na infância, e parece que o Mike tem o ataque na infância, mas em pouquíssimos parágrafos, a outra garota aparece jovem (de acordo com a imagem) e sei que se trata de uma alucinação, mas a cena ficou sem muito sentido para mim. E você não deixa claro depois da mudança de cena se isso foi uma lembrança antiga ou algo que aconteceu, sei lá, a poucas semanas antes.
E, um ultimo toque: visualmente, é mais agradável usar somente três *** para mudanças de cena.
Para finalizar, não quero que entenda que estou tentando mudar seu jeito de escrever, já que cada autor possui sua própria forma de desenvolver suas obras, mas sim quero ajudá-la a melhorar.
Futuramente, você vai perceber que esse jeito de mudar a cena sem avisar é o jeito da história, por ser um jeito meio esquizofrênico, como se fosse característico.
Vou melhorar essa coisa dos links, se você acha que atrapalha, a vou tentar seguir seus conselhos. Agradeço o comentário e a ajuda. ^^ Te espero no próximo, e saiba que sempre levo na boa todos os comentários, críticas ou não.
W
Weiland
Ownt que bunitiNHÚ o final! *nnn* Agora quero uma Ellie pra mim! kkkk
Enfim, cá estamos nós com mais um capítulo dessa fanfiction maravilhosa e que aborda de maneira profunda a esquizofrenia (aos olhos do esquizofrênico, claro). Estive um pouco longe do Nyah por alguns motivos pessoais, porém não pretendo mais ler ou escrever fanfictions (embora continue acompanhando a sua história). Sei lá, cara, desanimei com elas. Já nem tenho mais aquela criatividade de antes, não tenho mais aqule fogo de criatividade para tirar algo da cartola... Bom, deixando isso de lado, falemos da fanfiction.
O desejo dele de ser normal é realmente reflexivo e relativo, afinal numa sociedade doente, o que é ser normal? O que é ser doente? O que é a normalidade? O que é a doença? Todas essas dúvidas me bateram ao ler o desejo de Michael.
Acho que já disse antes, mas não custa repetir: eu gosto do que você escreve, do jeito que você escreve. Você tem um talento natural para o discurso indireto livre, e eu realmente adoro esse tipo de discurso, fazendo o personagem falar aquilo que não consegue. Talvez essa seja a principal razão que me prendera à história.
Eu fiquei curioso com uma coisa: possível conhecer um autor através das linhas de seus textos. Aplicando essa minha ideia aqui, gostaria de te perguntar... você(ou alguém que você conhece) está passando (ou já passou) por alguma das situações às quais você expõe o Mike?
TRÊS ALTERNATIVAS: a) NÃO, CARA, CLARO QUE NÃO! E NÃO ME ENCHA O SACO!!; b) Mais ou menos, explico na Resposta; c) Vou é sair correndo porque esse cara deve ser um pervertido! SOCORRO!!
Enfim, como eu disse, responda apenas se quiser...
Bom, encerro por aqui meu comentário. Eu não encontrei erros, mas em todo caso recomendo que você revise o texto (afinal, não pode confiar num cara que devia estar dormindo e que tem que levantar às SEIS!!), pode ser que encontre alguma palavra incompleta ou errada, não sei.
Agora sim. Dois milhões de beijões e até o próximo capítulo!
Bom, eu já disse que adoro seus comentários, não? NÃO DISSE? Pois vou dizer agora: Amo-seus-comentários. E, respondendo sua pergunta, alternativa B (AVÁ, SÉRIO?!) A história foi baseada em uma pessoa quase-perfeitamente normal: Eu.
Na realidade, eu tenho ideias a partir de meus devaneios, nem sempre muito normais. Tenho um gosto um pouco peculiar, gosto de coisas mais depressivas e reais, e, realmente, esquizofrenia, drogas, sexo e abandono não são as melhores coisas do mundo, mas são as coisas em que baseei a história.
Sim, eu tenho síndrome John Green, adoro o jeito como ele escreve e como ele marca os sentimentos das pessoas assim; bom, eu tenho depressão, de verdade. Acho que essa fic é um dos meus meios de colocar a dor pra fora.
Algumas coisas, sim, já passei, e algumas espero não passar nunca.
Bom, acho que já respondi sua pergunta. :) Beijões!
Achei ótimo. E por quê você não dá uma variada? As vezes opção A, C, não só B.
Por enquanto, vão continuar as alternativas B, porque ele tem aquela ideia fixa de querer ser "normal". Mas, por daqui a um, ou dois capítulos ele vai mudar a maneira de pensar por causa da Elle, que vai começar a virar uma Alasca Young da vida e oferecer cigarro e bebida pra ele, então a razão, a B, vai mudar, ou vai ser a raiva (A), ou vai ser o medo (C). Agradeço o comentário e principalmente a leitura, e VOCÊ ESTÁ ESTRAGANDO MINHA METÁFORA HUEHEUEHEUE
Oi moça, tudo bom?
Acho sua trama interessante, principalmente porque você tem um jeito bem diferente de mim ao tratar de um personagem esquizofrênico. Mas observei alguns errinhos e pontos que podem ser melhorados durante minha leitura. Deixando claro que, caso não goste da minha atitude, pode simplesmente deletar esse comentário e seguir sua vida como se ele nunca tivesse existido, mas não seja grossa ao responde-lo.
"Sem cabeça para compor nada; Passou os dedos novamente pelas cordas novamente" -No caso, após ponto e vírgula, se usa letra minúscula, e não maiúscula.
"Três alternativas para não sair correndo que nem um bebê quando vê o carro do sorvete para abraça-la." -Faltaram os dois pontos no final dessa oração.
Não curto muito isso de colocar links durante a leitura, acho que acaba fragmentando a trama. Você deveria optar um pouco mais pela descrição, e só em casos específicos onde acha que o leitor não irá conseguir visualizar mentalmente determinada cena, optar pelo link. Ou pode colocá-los nas notas finais, para quem tenha curiosidade de ver determinado personagem, possa acessá-los.
Achei a cena onde o Mike tem uma crise um tanto confusa, para ser sincera. Pula de um passado na infância para algo que não aconteceu assim a tanto tempo, dado a idade que se pode concluir a partir da descrição dos personagens. Por exemplo: partindo do princípio de que Mike e as duas garotas que aparecem na cena tem a mesma idade, primeiramente, uma dela aparece ainda na infância, e parece que o Mike tem o ataque na infância, mas em pouquíssimos parágrafos, a outra garota aparece jovem (de acordo com a imagem) e sei que se trata de uma alucinação, mas a cena ficou sem muito sentido para mim. E você não deixa claro depois da mudança de cena se isso foi uma lembrança antiga ou algo que aconteceu, sei lá, a poucas semanas antes.
E, um ultimo toque: visualmente, é mais agradável usar somente três *** para mudanças de cena.
Para finalizar, não quero que entenda que estou tentando mudar seu jeito de escrever, já que cada autor possui sua própria forma de desenvolver suas obras, mas sim quero ajudá-la a melhorar.
Oi, Alasca.
Futuramente, você vai perceber que esse jeito de mudar a cena sem avisar é o jeito da história, por ser um jeito meio esquizofrênico, como se fosse característico.
Vou melhorar essa coisa dos links, se você acha que atrapalha, a vou tentar seguir seus conselhos. Agradeço o comentário e a ajuda. ^^ Te espero no próximo, e saiba que sempre levo na boa todos os comentários, críticas ou não.
Ownt que bunitiNHÚ o final! *nnn* Agora quero uma Ellie pra mim! kkkk
Enfim, cá estamos nós com mais um capítulo dessa fanfiction maravilhosa e que aborda de maneira profunda a esquizofrenia (aos olhos do esquizofrênico, claro). Estive um pouco longe do Nyah por alguns motivos pessoais, porém não pretendo mais ler ou escrever fanfictions (embora continue acompanhando a sua história). Sei lá, cara, desanimei com elas. Já nem tenho mais aquela criatividade de antes, não tenho mais aqule fogo de criatividade para tirar algo da cartola... Bom, deixando isso de lado, falemos da fanfiction.
O desejo dele de ser normal é realmente reflexivo e relativo, afinal numa sociedade doente, o que é ser normal? O que é ser doente? O que é a normalidade? O que é a doença? Todas essas dúvidas me bateram ao ler o desejo de Michael.
Acho que já disse antes, mas não custa repetir: eu gosto do que você escreve, do jeito que você escreve. Você tem um talento natural para o discurso indireto livre, e eu realmente adoro esse tipo de discurso, fazendo o personagem falar aquilo que não consegue. Talvez essa seja a principal razão que me prendera à história.
Eu fiquei curioso com uma coisa: possível conhecer um autor através das linhas de seus textos. Aplicando essa minha ideia aqui, gostaria de te perguntar... você(ou alguém que você conhece) está passando (ou já passou) por alguma das situações às quais você expõe o Mike?
TRÊS ALTERNATIVAS:
a) NÃO, CARA, CLARO QUE NÃO! E NÃO ME ENCHA O SACO!!;
b) Mais ou menos, explico na Resposta;
c) Vou é sair correndo porque esse cara deve ser um pervertido! SOCORRO!!
Enfim, como eu disse, responda apenas se quiser...
Bom, encerro por aqui meu comentário. Eu não encontrei erros, mas em todo caso recomendo que você revise o texto (afinal, não pode confiar num cara que devia estar dormindo e que tem que levantar às SEIS!!), pode ser que encontre alguma palavra incompleta ou errada, não sei.
Agora sim. Dois milhões de beijões e até o próximo capítulo!
Bom, eu já disse que adoro seus comentários, não? NÃO DISSE? Pois vou dizer agora: Amo-seus-comentários. E, respondendo sua pergunta, alternativa B (AVÁ, SÉRIO?!) A história foi baseada em uma pessoa quase-perfeitamente normal: Eu.
Na realidade, eu tenho ideias a partir de meus devaneios, nem sempre muito normais. Tenho um gosto um pouco peculiar, gosto de coisas mais depressivas e reais, e, realmente, esquizofrenia, drogas, sexo e abandono não são as melhores coisas do mundo, mas são as coisas em que baseei a história.
Sim, eu tenho síndrome John Green, adoro o jeito como ele escreve e como ele marca os sentimentos das pessoas assim; bom, eu tenho depressão, de verdade. Acho que essa fic é um dos meus meios de colocar a dor pra fora.
Algumas coisas, sim, já passei, e algumas espero não passar nunca.
Bom, acho que já respondi sua pergunta. :) Beijões!