Primeiramente, estou muito ansiosa pelos POVs do Henry.
Não sei se sua intenção era me fazer chorar, mas se era, parabéns porque você conseguiu. Já estou imaginando, e me preparando psicologicamente para quando eu ler o último...
Até dia 22, beijinhos
Olá! Bom, os povs extras do Henry vão ser postados amanhã, então fique preparada. Fico feliz que tenha gostado do capitulo, e juro que não foi minha intenção fazer você chorar.
Meu Deus não tenho nem palavras para descrever o quanto eu me apaixonei por essa história. Acho que não faz nem 48 horas ainda que comecei a ler e me viciei! Serio você escreve muito bem! Me vi presa na história de uma tal maneira que não consegui mais parar de ler. Estou muito ansiosa para ler o próximo capítulo 😜
Oi, oi! Primeiramente, eu queria dizer que esse capítulo é digno do melhor review do mundo, mas saiba que irei economizar palavras para o próximo comentário (sinto muito por isso). Mas tudo bem, vou dar o meu melhor.
Se odiei Hope Adams durante a fanfic inteira, me apaixonei pela Hope Stonem (ou devo dizer Só Hope? Não sei de qual delas gosto mais) desse capítulo (apesar de ela ter chorado sem parar numa parte e isso me irritou, mas ok. Acho que tenho que aceitar que ser chorona faz parte da personalidade dela). Estou tão feliz por ela, por fim, ter se enxergado. Algumas pessoas se enxergam cedo, outras demoram, algumas passam a vida inteira sem ver o que vai além do exterior.
Não tenho muito o que falar sobre esse capítulo além disso. Na verdade, queria reservar um parágrafo para falar sobre o discurso cafona do David. Pois bem, então lá vai.
Foi tão cafona. E, meu Deus, acho que estou apaixonada pelo cafona. Nem em um milhão de anos eu pensei que meu coração ficaria tão apertado quanto ele ficou ao ler esse discurso. A vida não é simples. Na verdade, ela passa longe disso. A vida no Ensino Médio? É o inferno. Podem ser os três melhores anos da sua vida ou os três piores. Não há meio termo. Oito ou oitenta. Mas há laços. Nós conhecemos pessoas das quais nunca nos esqueceremos. Que, como a própria Hope disse, ficam marcadas em nossos corações. Em nossas memórias. A adolescência é uma ponte que pode ruir a qualquer instante. Somos tão frágeis e tão fortes ao mesmo instante. Precisamos ser responsáveis, tomar decisões, decidir. E, durante esse tempo, são os laços que nos formam. A primeira melhor amiga, o primeiro amor, a primeira inimiga. Está tudo tão entrelaçado. As pessoas estão tão entrelaçadas e elas sequer percebem isso. Cada pessoa que passa por nós nos marca de alguma forma, seja positiva ou negativamente. Saiba disso. Não agora, mas daqui a alguns anos. O que importa agora não fará o menor sentido amanhã, e o futuro nem passa pelas nossas cabeças nesse momento. Portanto, eis o que digo para vocês:
Bom,a Hope finalmente se libertou e estou muito feliz por isso, muito feliz por ela ter dado esse passo tão grande e descoberto quem ela realmente é. Somos cafonas, sinceramente. Nós, adolescentes problemáticos ou não, somos cafonas. O ensino médio é todo cheio de fases, sendo elas boas e ruins. E, como você disse, não há meio termo. Acredito que é você quem faz seus anos no colegial serem bons ou ruins, só depende de você, das suas atitudes. Minha vida no ensino fundamental foi um inferno, pois as pessoas faziam de mim gato e sapato, mas porque eu deixava, hoje enxergo isso. Hoje, no ensino médio, presencio bons momentos, pois EU escolho se quero que coisas ruins aconteçam ou não comigo. Não pensamos muito no futuro porque gostamos de viver o agora, por isso somos tão reais. Porque amanhã seremos memorias, mas hoje somos reais. O que importa é o hoje, o que está acontecendo.
Estou comentando pelo celular e por isso vai ser curtinho e_e Ai, vou começar a usar a palavra cafona. É bem gay mesmo djdhfhfhf Henry falando com a Hope *aquela carinha* Ficou bem estilo As vantagens de ser invisível mesmo :3
Olá! Bom, os povs extras do Henry vão ser postados amanhã, então fique preparada.
Fico feliz que tenha gostado do capitulo, e juro que não foi minha intenção fazer você chorar.
Awwwn! Seja bem vinda! Apesar de já estar no final, fico feliz em saber que você se interessou em ler! E obrigada por ter gostado da história.
Oi, oi! Primeiramente, eu queria dizer que esse capítulo é digno do melhor review do mundo, mas saiba que irei economizar palavras para o próximo comentário (sinto muito por isso). Mas tudo bem, vou dar o meu melhor.
Se odiei Hope Adams durante a fanfic inteira, me apaixonei pela Hope Stonem (ou devo dizer Só Hope? Não sei de qual delas gosto mais) desse capítulo (apesar de ela ter chorado sem parar numa parte e isso me irritou, mas ok. Acho que tenho que aceitar que ser chorona faz parte da personalidade dela). Estou tão feliz por ela, por fim, ter se enxergado. Algumas pessoas se enxergam cedo, outras demoram, algumas passam a vida inteira sem ver o que vai além do exterior.
Não tenho muito o que falar sobre esse capítulo além disso. Na verdade, queria reservar um parágrafo para falar sobre o discurso cafona do David. Pois bem, então lá vai.
Foi tão cafona. E, meu Deus, acho que estou apaixonada pelo cafona. Nem em um milhão de anos eu pensei que meu coração ficaria tão apertado quanto ele ficou ao ler esse discurso. A vida não é simples. Na verdade, ela passa longe disso. A vida no Ensino Médio? É o inferno. Podem ser os três melhores anos da sua vida ou os três piores. Não há meio termo. Oito ou oitenta. Mas há laços. Nós conhecemos pessoas das quais nunca nos esqueceremos. Que, como a própria Hope disse, ficam marcadas em nossos corações. Em nossas memórias. A adolescência é uma ponte que pode ruir a qualquer instante. Somos tão frágeis e tão fortes ao mesmo instante. Precisamos ser responsáveis, tomar decisões, decidir. E, durante esse tempo, são os laços que nos formam. A primeira melhor amiga, o primeiro amor, a primeira inimiga. Está tudo tão entrelaçado. As pessoas estão tão entrelaçadas e elas sequer percebem isso. Cada pessoa que passa por nós nos marca de alguma forma, seja positiva ou negativamente. Saiba disso. Não agora, mas daqui a alguns anos. O que importa agora não fará o menor sentido amanhã, e o futuro nem passa pelas nossas cabeças nesse momento. Portanto, eis o que digo para vocês:
"Nesse momento, não somos memórias. Somos reais."
Anna.
Bom,a Hope finalmente se libertou e estou muito feliz por isso, muito feliz por ela ter dado esse passo tão grande e descoberto quem ela realmente é.
Somos cafonas, sinceramente. Nós, adolescentes problemáticos ou não, somos cafonas.
O ensino médio é todo cheio de fases, sendo elas boas e ruins. E, como você disse, não há meio termo. Acredito que é você quem faz seus anos no colegial serem bons ou ruins, só depende de você, das suas atitudes. Minha vida no ensino fundamental foi um inferno, pois as pessoas faziam de mim gato e sapato, mas porque eu deixava, hoje enxergo isso. Hoje, no ensino médio, presencio bons momentos, pois EU escolho se quero que coisas ruins aconteçam ou não comigo.
Não pensamos muito no futuro porque gostamos de viver o agora, por isso somos tão reais. Porque amanhã seremos memorias, mas hoje somos reais. O que importa é o hoje, o que está acontecendo.
Estou comentando pelo celular e por isso vai ser curtinho e_e
Ai, vou começar a usar a palavra cafona. É bem gay mesmo djdhfhfhf
Henry falando com a Hope *aquela carinha*
Ficou bem estilo As vantagens de ser invisível mesmo :3