Simplesmente impressionante. Muito interessantes essa discussão que você levanta sobre a construção dos personagens e nossa (autores e leitores) relação com os personagens e seu processo construtivo.
Este texto está quase-um-pouco-que-meio deslocado no Nyah! e, ainda assim, que grata surpresa encontrar algo assim por aqui!
Não acho que me atrevo a dar os parabéns para uma autora com nome de noz, pois parabenizar me parece requerer superioridade de minha parte, o que seria uma completa injustiça. Assim, não parabenizo: agradeço humildemente pelo texto e peço que me deixe saborá-lo mais um pouco.
Vou usar minha ciência de pequeno escritor e fazer um último elogio: excelente!
Em primeiro lugar, gostaria de informá-lo: você é a primeira pessoa que lê um dos meus escritos mais recentes -- produzido mais cedo, ainda hoje. Acho que não me liam há, pelo menos, três ou quatro meses.
A metalinguagem é bem visível na crônica... E, curiosamente, ela nem foi planejada. Aliás, nada foi. Fazia um bom tempo que eu não escrevia. Eu fico muito feliz -- e lisonjeada -- por você ter sido o primeiro a forjar uma crítica sobre um trabalho tão simples, escrito de uma forma simples: digo que vou dormir, acabo por tomar um banho demorado e, quando finalmente deito, começa a me vir João. E João se sente designado a ser crônica. Aí, depois de tudo, me vem você e esse comentário tão positivo. Falando sério, não acho que eu mereça algum crédito. A única coisa que fiz foi por prazer (ou necessidade, porque João não me deixou quieto enquanto não o narrei). E não mereço crédito porque esse prazer foi, como diria Chacal, rápido e rasteiro; vapt-vupt. Quem merece algum crédito é você, por ter enxergado arte na crônica simplista do João.
Simplesmente impressionante. Muito interessantes essa discussão que você levanta sobre a construção dos personagens e nossa (autores e leitores) relação com os personagens e seu processo construtivo.
Este texto está quase-um-pouco-que-meio deslocado no Nyah! e, ainda assim, que grata surpresa encontrar algo assim por aqui!
Não acho que me atrevo a dar os parabéns para uma autora com nome de noz, pois parabenizar me parece requerer superioridade de minha parte, o que seria uma completa injustiça. Assim, não parabenizo: agradeço humildemente pelo texto e peço que me deixe saborá-lo mais um pouco.
Vou usar minha ciência de pequeno escritor e fazer um último elogio: excelente!
O que mais gostei:
A metatextualidade.
Olá!
Em primeiro lugar, gostaria de informá-lo: você é a primeira pessoa que lê um dos meus escritos mais recentes -- produzido mais cedo, ainda hoje. Acho que não me liam há, pelo menos, três ou quatro meses.
A metalinguagem é bem visível na crônica... E, curiosamente, ela nem foi planejada. Aliás, nada foi. Fazia um bom tempo que eu não escrevia. Eu fico muito feliz -- e lisonjeada -- por você ter sido o primeiro a forjar uma crítica sobre um trabalho tão simples, escrito de uma forma simples: digo que vou dormir, acabo por tomar um banho demorado e, quando finalmente deito, começa a me vir João. E João se sente designado a ser crônica. Aí, depois de tudo, me vem você e esse comentário tão positivo. Falando sério, não acho que eu mereça algum crédito. A única coisa que fiz foi por prazer (ou necessidade, porque João não me deixou quieto enquanto não o narrei). E não mereço crédito porque esse prazer foi, como diria Chacal, rápido e rasteiro; vapt-vupt. Quem merece algum crédito é você, por ter enxergado arte na crônica simplista do João.
Muito obrigada, de coração!
Obrigada! Se te agradou,