Eu voltei! Estava curiosa para ler esse capítulo, por isso acabei adiando tudo para lê-lo o mais rápido possível. E gostei do que vi. Bem, como disse no meu comentário horrível do capítulo anterior, o enredo me atiçou, além de ser uma interativa — e eu adoro interativas. E esse capítulo não alterou o meu pensamento anterior nem um pouquinho. Gosto da Amelia; no lugar dela, eu me sentiria da mesma forma. Além disso, casamentos arranjados em benefício político sempre são uma decisão dura que afeta o emocional na pessoa, então creio que ela deva estar abalada com isso tudo mais do que imaginamos. Como a própria disse não estar preparada, no dia do matrimônio, é aí que não vai estar mesmo, porque todas as coisas que ocupavam a mente dela (a situação toda; Kai, Brasil, política, a necessidade de amadurecimento precoce {ela tem 15 anos!} e etc) vão se esvair e piorar a maneira com que ela se sente. Ao menos, é essa a impressão que eu tenho. Agora, à outro ponto do enredo: Kai. Eu impressionantemente gosto dele, e o momento em que ele dá as boas vindas à Amelia (e a forma que ele age quando a vê) só aumentaram esse sentimento de admiração. No capítulo em geral, ele atiçou minha curiosidade e apenas me fez ter diversos questionamentos durante o desenvolvimento, sobre tudo em si. Eu adoro a Eve e a Naomi, sem brincadeira! No entanto, fico pensando como elas devem se sentir internamente. Seria um problema se eu sugerisse que você se aprofundasse mais nelas? É porque, hmm, eu adorei aquelas duas mais do que o casal xD Mas, meh, pode ignorar essa parte. Bem, é aqui que eu me despeço. Comentário bem lixoso, mas enfim. Eu gostei do site. Aliás, gosto dessas coisas (todas as minhas fics tem Tumblr xD). Está de parabéns *coloca estrelinha de ouro na testa dela* :) Até o próximo!
Ozymandias.
O que mais gostei:
Algo mais sobre o passado do Kai com a Amelia. Matou a minha curiosidade do incio.
O que acho que pode melhorar:
Bem, em alguns momentos, eu cheguei a achar os pargrafos muito pequenos, mas nada realmente importante.
Todas as suas sugestões estão anotadas capitã hahah. Obrigada pelo comentário lindooo, fico sorrindo como uma boba quando leio que posso criar algo que encante alguém! Quero superar todas as suas expectativas, ok? Legacy está sendo planejada a tanto tempo que fico receosa de como ela chegará as pessoas, então estou tentando manter uma boa linha de positividade e o seu comentário me deu muito gás, muita fé e me faz sorrir muito! Sério, li ele com um sorriso de bobo-apaixonado, sabe? kkkk
Eu quero/ necessito participar! Eu já tô com umas ideias bem legais na cabeça para uma grega nobre. E assim, mesmo sendo um cafajeste, o Kai vai pelo menos parar de ficar com outras. Ela é digna, como diria Thor. Mas ser chifruda num casamento arranjado sendo que tu podia arranjar um gato grego é bem... deprimente. Mas eu amo gregos, a Grécia em si. Desde que comecei a estudar sobre, faço minhas pesquisas até hoje (não que seja muito tempo, pois estudei no 6º ano e agora tô no 9º). Então assim que vi Grécia na sinopse, já entrei ali.
Agora eu tô com fome e não vai dar pra escrever mais.
Estou me arrumando para a escola e acabei de ler o capítulo pelo celular. Confesso que rsramente eu pego uma fanfic para ler, pois eu passo mais nervoso do que prazer. Eu sou muito detalhista e odeios erros. Mas você não errou uma vez sequer. Eu gostei da história que está formando, o enredo que criou e tudo, embora eu ache bem parecido com Reign, ainda consegue ser original. Parabéns. Admito que apenas de ouvir a menção já gostei de Ítalo. Esse nome <3 Amelia não me cativou tanto, mas em compensação o Kai fez este trabalho com sucesso, hahaha. Enfim, preciso ir agora pois tenho escola. Desculpe não enfeitar o comentário, mas não tem megrito e itálico no celular (motivo pelo qual nprmalmente não uso para comentsr, você é uma especial.)
Beijos da
Meell Gomes.
♥ Estava vendo o site da história. É impressão minha ou você usou a personalidade dos signos? Se for, admito que eu também fiz isso no meu hahaha! Eu reconheço, pois adoro estudar esses assuntos astrológicos e por isso soube de cara que você usou o perfil de cada signo. Adoro, quando uma autora busca estudar o signo de seu personagem, pois ficaria estranho um canceriano que é conhecido como o mais maternal dos signos, agir como o enigmático e misterioso escorpiano. Olha! Eu e a Melia somos de capricórnio, que legal! Aliás, achei o Eliot muito gato... Sou suspeita pra falar, pois tenho uma queda por morenos hihihi! A rainha Marie é francesa? Suspeito por causa do nome. Marie é a versão francesa de Maria. Amélia e a madrasta se dão bem, não? Talvez pelo fato de que a princesa perdeu a mãe bem jovem e viu o carinho fraterno nos braços de Harriet. Portugal, ah terrinha de Portugal. Não vou negar que sou apaixonada pela Grã Bretanha, mas eu seria idiota se não apreciasse a beleza que era Portugal na época renascentista. Afinal, trata-se do país pioneiro nas grandes navegações. Sinceramente, Portugal deveria ter azul na bandeira em homenagem as Grandes Navegações, o azul do mar... Lembrei-me de um poema que vive caindo nas provas de história, mas não recordo agora hahaha. Enfim, uma época onde sentir o aroma das flores da primavera em um castelo e apreciar a beleza de grandes campos verdejantes e extensos jardins salpicados de labirintos mais verdes ainda, era de elevar e encantar o espirito adormecido. Ah boa renascença, Portugal era realmente um lugar rico na época. Recomendo ler o livro da Rainha Catarina de Habsburgo de Yolanda Scheuber. Catarina foi infanta da Espanha, arquiduquesa de Áustria e rainha de Portugal. Claro, se tiver interesse pela corte portuguesa. O que posso dizer da Amélia? Bem, eu a achei uma típica princesa renascentista, ou seja, educada, gentil e discreta. Ela está seguindo os padrões de época, de fato. Como você disse no site, ela ainda é nova nesse quesito e ainda tem que aprender. Coloco-me no lugar dela, eu também estranharia viver em uma corte distante. Catarina de Aragão, infanta de Espanha, também passou por isso ao sair da religiosa corte espanhola e viver na ousada corte inglesa. É um choque cultural realmente. Como pode perceber, eu sou bem fiel nesses quesitos de época e gosto desses assuntos, os acho bem interessantes. Meu comentário esta grande, pois estou no computador, detesto comentar pelo celular, sério. Gosto de fazer algo bem feito. Sobre Kai. Adorei esse nome. Enfim, o achei... Hum, difícil dizer, ele sem comporta muito como um príncipe da sua época, em particular os franceses. Vai por mim, a França não levou a fama de a corte mais corrupta e promiscua da Europa à toa... Portugal por outro lado era mais religiosa e aquietada. Ele parece ser um bom rapaz, porém vive com o luxo que sua vida de príncipe lhe traz. Talvez seja apenas cedo para dizer algo. Amei as damas da princesa, tomara que elas sejam realmente leais, mas serei sincera, naquela época nunca se podia confiar em ninguém, principalmente se você fosse um futuro governante...
Usei as personalidades dos signos, sim, minha linda. Bom, deixei escrito meio por cima, mas sou do signo de peixes, com ascendente em Capricórnio e lua em peixes. Sou mística, lúdica, mas também levo muito a sério meus trabalhos (coisa de caprica no ascendente hahaha), bom, como sempre vi muitas semelhanças do zodíaco em mim e nas pessoas que eu conheço, passei a acreditar nisso. Passei a leva pra vida, de verdade. Também dou muita importância aos significados dos nomes, por exemplo. Meu nome, como minha mãe mesma diz, foi escolhido para ser um nome forte e marcante: Luíza Victória. Não sei a impressão que isso causa, mas sei que, de certo modo, nasci com personalidade ferrenha. Sou durona e casca grossa, não tenho muito essa coisa de ficar calada. Mas também sou doce. Entende o que quero dizer? O significado de tudo se mistura e você nunca é apenas uma coisa!
Ou seja, dou importância ao signo e acho que todos deveriam, não é? Afinal, não é uma bobagem!
Seu comentário, aliás, apesar de longo, me cativou! Obrigada por todas as suas palavras, Ravena! Acredito que sempre existiu tudo que é tipo de pessoa, sabe? Eve e Naomi, por terem visto Amelia nascer, são de todas boas intenções com ela.
S
Sara Cullen
Bem, o capítulo anterior atraiu-me porque o enredo me atraiu, além de ser uma interativa de época (estava à procura de uma assim à séculos). Este capítulo veio comprovar aquilo que eu já sabia, que esta fanfic irá ser fantástica.
Gosto da princesa grega, penso que no lugar dela me sentiria da mesma maneira, casamentos arranjados afetam emocionalmente a pessoa. Deve ser bem complicado uma menina de 15 anos ter de amadurecer tão precocemente, e com certeza que os vários desafios que ela vai encontrar Kai, Brasil, o cargo de rainha irão originar este amadurecimento.
Ainda não sei o que pensar de Kai. Gostei do momento em que ele dá as boas vindas à Amelia e a forma como ele a admira e tenta fazer com que aquele casamento arranjado funcione. Ainda assim, espero poder conhecer melhor ele nos próximos capítulos.
Adoro as personagens Eve e a Naomi. No entanto, fico pensando no papel que elas terão no futuro e não vejo nada em especial, o papel da mulher nesta altura era muito limitado, ela era praticamente submissa aos homens e a sua propriedade. Apenas tinham o papel de esposa, dona de casa e mãe. Por isso nestas fanfics de época eu prefiro criar homens (apesar de ter grande respeito pelas mulheres, acho-as bastantes corajosas por terem suportado tanta discriminação ao longo da história, e todos os dias dou graças por ter nascido mulher no séc XXI) pois posso escrever histórias de vida mais interessantes.
Quando à personagem que eu estava a pensar, eu vou me inspirar um pouco em Francis Drake. Quando eu disse que ele seria um bastardo do rei queria dizer que ele seria concedido antes de Thómas conhecer a mulher. Mas se não der, eu não me importo. Ainda assim, preciso que ele tenha um elo de ligação com Portugal para a história dele funcionar, tem alguma ideia? Talvez ele pudesse ser algum bastardo de uma alta casa nobre de Portugal. Por acaso Thómas tem irmãos?
Obrigado pelos inúmeros elogios, eu me sinto muito feliz com todos eles! Aliás, você foi bem sensitiva quanto aos personagens e fico muito animada com o fato de ter entendido tão bem o Kai e a Amelia! Realmente deve ser duro para a princesa grega ter que se casar com um praticamente um desconhecido, imagine você!
Gostei da sua ideia do personagem, então imagino que você possa sim criar um irmão do rei Thomás, já que eu não tinha pensado sobre isso. Seja bem criativa!
Consegui usar esse -lindo- quadradinho :D !!! Sabe o que isso significa? Reviews maiores pra você!
Okay, sou Lizzy, prazer ~ levanta a saia em cumprimento ~ e estou, definitivamente, adorando sua fic!
Não esperava encontrar uma fic assim que fosse interativa, mas estou achando ótima, com toda a certeza.
Tenho uma pequena dúvida, para personagens poderei mandar uma princesa ou apenas pessoas de Portugal? Porque, caso possa, eu gostaria de criar a princesa consorte da Inglaterra.
Beijos, Lizzy.
O que mais gostei: Hum... Tudo? É, tudo!
O que acho que pode melhorar: Espera, espera.... Nada!
Eu voltei! Estava curiosa para ler esse capítulo, por isso acabei adiando tudo para lê-lo o mais rápido possível. E gostei do que vi. Bem, como disse no meu comentário horrível do capítulo anterior, o enredo me atiçou, além de ser uma interativa — e eu adoro interativas. E esse capítulo não alterou o meu pensamento anterior nem um pouquinho. Gosto da Amelia; no lugar dela, eu me sentiria da mesma forma. Além disso, casamentos arranjados em benefício político sempre são uma decisão dura que afeta o emocional na pessoa, então creio que ela deva estar abalada com isso tudo mais do que imaginamos. Como a própria disse não estar preparada, no dia do matrimônio, é aí que não vai estar mesmo, porque todas as coisas que ocupavam a mente dela (a situação toda; Kai, Brasil, política, a necessidade de amadurecimento precoce {ela tem 15 anos!} e etc) vão se esvair e piorar a maneira com que ela se sente. Ao menos, é essa a impressão que eu tenho. Agora, à outro ponto do enredo: Kai. Eu impressionantemente gosto dele, e o momento em que ele dá as boas vindas à Amelia (e a forma que ele age quando a vê) só aumentaram esse sentimento de admiração. No capítulo em geral, ele atiçou minha curiosidade e apenas me fez ter diversos questionamentos durante o desenvolvimento, sobre tudo em si. Eu adoro a Eve e a Naomi, sem brincadeira! No entanto, fico pensando como elas devem se sentir internamente. Seria um problema se eu sugerisse que você se aprofundasse mais nelas? É porque, hmm, eu adorei aquelas duas mais do que o casal xD Mas, meh, pode ignorar essa parte. Bem, é aqui que eu me despeço. Comentário bem lixoso, mas enfim. Eu gostei do site. Aliás, gosto dessas coisas (todas as minhas fics tem Tumblr xD). Está de parabéns *coloca estrelinha de ouro na testa dela* :) Até o próximo!
Ozymandias.
O que mais gostei:
Algo mais sobre o passado do Kai com a Amelia. Matou a minha curiosidade do incio.
O que acho que pode melhorar:
Bem, em alguns momentos, eu cheguei a achar os pargrafos muito pequenos, mas nada realmente importante.
Todas as suas sugestões estão anotadas capitã hahah. Obrigada pelo comentário lindooo, fico sorrindo como uma boba quando leio que posso criar algo que encante alguém! Quero superar todas as suas expectativas, ok? Legacy está sendo planejada a tanto tempo que fico receosa de como ela chegará as pessoas, então estou tentando manter uma boa linha de positividade e o seu comentário me deu muito gás, muita fé e me faz sorrir muito! Sério, li ele com um sorriso de bobo-apaixonado, sabe? kkkk
Ah, vou ler suas fanfics tá bom? posso? haha
Beijos lady,
até o próximo!!
Eu quero/ necessito participar! Eu já tô com umas ideias bem legais na cabeça para uma grega nobre. E assim, mesmo sendo um cafajeste, o Kai vai pelo menos parar de ficar com outras. Ela é digna, como diria Thor. Mas ser chifruda num casamento arranjado sendo que tu podia arranjar um gato grego é bem... deprimente. Mas eu amo gregos, a Grécia em si. Desde que comecei a estudar sobre, faço minhas pesquisas até hoje (não que seja muito tempo, pois estudei no 6º ano e agora tô no 9º). Então assim que vi Grécia na sinopse, já entrei ali.
Agora eu tô com fome e não vai dar pra escrever mais.
Beijocas
O formulário de inscrição estará disponível no quinto capítulo.
Ixii.... sobrou pro Kai! haha Ah, mas acredito que ele seja um bom menino, sabe? vamos ver como isso vai dar....
Realmente, a Grécia é encantadora, não é? É um país muito rico com histórias e mitos. Uma divindade.
OK haha apareça sempre!
Ai que amorzinho!!
obrigada ♥
Olá, srta. Meell! Que doçura de comentário, adorei todos os elogios, muito obrigada!
A Amelia é ainda tão certinha, inocente, sem jeito.... Ah, doce infância, não é?
Enfim, volte sempre minha linda. Um beijão
♥
Estava vendo o site da história. É impressão minha ou você usou a personalidade dos signos? Se for, admito que eu também fiz isso no meu hahaha! Eu reconheço, pois adoro estudar esses assuntos astrológicos e por isso soube de cara que você usou o perfil de cada signo. Adoro, quando uma autora busca estudar o signo de seu personagem, pois ficaria estranho um canceriano que é conhecido como o mais maternal dos signos, agir como o enigmático e misterioso escorpiano. Olha! Eu e a Melia somos de capricórnio, que legal! Aliás, achei o Eliot muito gato... Sou suspeita pra falar, pois tenho uma queda por morenos hihihi!
A rainha Marie é francesa? Suspeito por causa do nome. Marie é a versão francesa de Maria.
Amélia e a madrasta se dão bem, não? Talvez pelo fato de que a princesa perdeu a mãe bem jovem e viu o carinho fraterno nos braços de Harriet.
Portugal, ah terrinha de Portugal. Não vou negar que sou apaixonada pela Grã Bretanha, mas eu seria idiota se não apreciasse a beleza que era Portugal na época renascentista.
Afinal, trata-se do país pioneiro nas grandes navegações. Sinceramente, Portugal deveria ter azul na bandeira em homenagem as Grandes Navegações, o azul do mar... Lembrei-me de um poema que vive caindo nas provas de história, mas não recordo agora hahaha. Enfim, uma época onde sentir o aroma das flores da primavera em um castelo e apreciar a beleza de grandes campos verdejantes e extensos jardins salpicados de labirintos mais verdes ainda, era de elevar e encantar o espirito adormecido. Ah boa renascença, Portugal era realmente um lugar rico na época. Recomendo ler o livro da Rainha Catarina de Habsburgo de Yolanda Scheuber. Catarina foi infanta da Espanha, arquiduquesa de Áustria e rainha de Portugal. Claro, se tiver interesse pela corte portuguesa.
O que posso dizer da Amélia? Bem, eu a achei uma típica princesa renascentista, ou seja, educada, gentil e discreta. Ela está seguindo os padrões de época, de fato. Como você disse no site, ela ainda é nova nesse quesito e ainda tem que aprender. Coloco-me no lugar dela, eu também estranharia viver em uma corte distante. Catarina de Aragão, infanta de Espanha, também passou por isso ao sair da religiosa corte espanhola e viver na ousada corte inglesa. É um choque cultural realmente. Como pode perceber, eu sou bem fiel nesses quesitos de época e gosto desses assuntos, os acho bem interessantes.
Meu comentário esta grande, pois estou no computador, detesto comentar pelo celular, sério. Gosto de fazer algo bem feito.
Sobre Kai. Adorei esse nome. Enfim, o achei... Hum, difícil dizer, ele sem comporta muito como um príncipe da sua época, em particular os franceses. Vai por mim, a França não levou a fama de a corte mais corrupta e promiscua da Europa à toa... Portugal por outro lado era mais religiosa e aquietada. Ele parece ser um bom rapaz, porém vive com o luxo que sua vida de príncipe lhe traz. Talvez seja apenas cedo para dizer algo.
Amei as damas da princesa, tomara que elas sejam realmente leais, mas serei sincera, naquela época nunca se podia confiar em ninguém, principalmente se você fosse um futuro governante...
Usei as personalidades dos signos, sim, minha linda. Bom, deixei escrito meio por cima, mas sou do signo de peixes, com ascendente em Capricórnio e lua em peixes. Sou mística, lúdica, mas também levo muito a sério meus trabalhos (coisa de caprica no ascendente hahaha), bom, como sempre vi muitas semelhanças do zodíaco em mim e nas pessoas que eu conheço, passei a acreditar nisso. Passei a leva pra vida, de verdade. Também dou muita importância aos significados dos nomes, por exemplo. Meu nome, como minha mãe mesma diz, foi escolhido para ser um nome forte e marcante: Luíza Victória. Não sei a impressão que isso causa, mas sei que, de certo modo, nasci com personalidade ferrenha. Sou durona e casca grossa, não tenho muito essa coisa de ficar calada. Mas também sou doce. Entende o que quero dizer? O significado de tudo se mistura e você nunca é apenas uma coisa!
Ou seja, dou importância ao signo e acho que todos deveriam, não é? Afinal, não é uma bobagem!
Seu comentário, aliás, apesar de longo, me cativou! Obrigada por todas as suas palavras, Ravena! Acredito que sempre existiu tudo que é tipo de pessoa, sabe? Eve e Naomi, por terem visto Amelia nascer, são de todas boas intenções com ela.
Bem, o capítulo anterior atraiu-me porque o enredo me atraiu, além de ser uma interativa de época (estava à procura de uma assim à séculos). Este capítulo veio comprovar aquilo que eu já sabia, que esta fanfic irá ser fantástica.
Gosto da princesa grega, penso que no lugar dela me sentiria da mesma maneira, casamentos arranjados afetam emocionalmente a pessoa. Deve ser bem complicado uma menina de 15 anos ter de amadurecer tão precocemente, e com certeza que os vários desafios que ela vai encontrar Kai, Brasil, o cargo de rainha irão originar este amadurecimento.
Ainda não sei o que pensar de Kai. Gostei do momento em que ele dá as boas vindas à Amelia e a forma como ele a admira e tenta fazer com que aquele casamento arranjado funcione. Ainda assim, espero poder conhecer melhor ele nos próximos capítulos.
Adoro as personagens Eve e a Naomi. No entanto, fico pensando no papel que elas terão no futuro e não vejo nada em especial, o papel da mulher nesta altura era muito limitado, ela era praticamente submissa aos homens e a sua propriedade. Apenas tinham o papel de esposa, dona de casa e mãe. Por isso nestas fanfics de época eu prefiro criar homens (apesar de ter grande respeito pelas mulheres, acho-as bastantes corajosas por terem suportado tanta discriminação ao longo da história, e todos os dias dou graças por ter nascido mulher no séc XXI) pois posso escrever histórias de vida mais interessantes.
Quando à personagem que eu estava a pensar, eu vou me inspirar um pouco em Francis Drake. Quando eu disse que ele seria um bastardo do rei queria dizer que ele seria concedido antes de Thómas conhecer a mulher. Mas se não der, eu não me importo. Ainda assim, preciso que ele tenha um elo de ligação com Portugal para a história dele funcionar, tem alguma ideia? Talvez ele pudesse ser algum bastardo de uma alta casa nobre de Portugal. Por acaso Thómas tem irmãos?
Olá linda!
Obrigado pelos inúmeros elogios, eu me sinto muito feliz com todos eles! Aliás, você foi bem sensitiva quanto aos personagens e fico muito animada com o fato de ter entendido tão bem o Kai e a Amelia! Realmente deve ser duro para a princesa grega ter que se casar com um praticamente um desconhecido, imagine você!
Gostei da sua ideia do personagem, então imagino que você possa sim criar um irmão do rei Thomás, já que eu não tinha pensado sobre isso. Seja bem criativa!
Um beijo
O que mais gostei: Hum... Tudo? É, tudo!
O que acho que pode melhorar: Espera, espera.... Nada!