Eu não sei se compreendi da forma certa esse poema. E na verdade eu queria ler os outros capítulos para tentar concluir alguma coisa mais... não sei... antes de comentar, mas acho que isso tiraria toda a graça do mistério.
"Eu nem percebi o que me atingiu. Antes minhas asas alcançavam o mais celeste brilho, e tão de repente eu caía."
A vida é um pouco traiçoeira. Você se sente perfeitamente bem, seguro, feliz. E de repente tudo acaba. Em um segundo voando, livre, e então você está se afogando. A felicidade não costuma durar muito, o mundo sempre acha uma nova forma de te derrubar.
"Eu não sei se morri ou renasci"
Alguns males vêm para o bem, sabe? Nem sempre, claro, mas costumo dizer para mim mesma que tudo acontece por uma razão. As quedas nos ensinam, nos constroem. Talvez da próxima vez seja melhor não voar tão alto.
*revive depois de séculos porque se lembrou de que esse site ainda existia e eu tinha uma conta para manter*
Olá! Com esse review, eu acabei de me lembrar de que tenho que continuar essa saga, mas eu dei uma pausa porque estava me faltando ódio no coração e essa saga de poemas é movida a ódio no coração. Vejamos esses trechos em destaque...
É, basicamente a primeira frase retrata sobre os altos e baixos da vida, porém, neste verso em específico eu falo de um baixo específico, visto que, posteriormente, mostra que o motivo da queda foram as próprias asas. Entretanto, não necessariamente uma traição. Simplesmente retrata quando você acerta e, mesmo assim, se fere. Sim, também nos ferimos com os acertos. Como assim, Edgar? Como que alguém se fere com os acertos? É, se eu lesse algo assim há uns meses eu também acharia uma loucura, mas, sim, há como se ferir com os próprios acertos; fazer a coisa certa, dar o melhor de si, fazer o bem também pode machucar. E a bondade amplifica a dor.
Sobre o segundo trecho, ele retrata um cenário particular do protagonista dessa saga (todos os episódios retratam o mesmo personagem sem nome e a sua mesma problemática sem citação), retrata que a sobrevivência é algo que ele não queria. Ele não queria dar a volta por cima, ele só queria se aproveitar da queda e ter o seu fim de uma vez, e toda vez que tentava a morte; ele renascia, como se ainda não "fosse a hora dele" (nos episódios seguintes você verá isso se repetindo muito), como se um grande objetivo ainda estivesse pela frente. E estar vivo, estar renascido, mas sem ter extraído nada disso, faz a pessoa pensar seriamente se tudo aquilo faz sentido. Como você disse, alguns males vêm para o bem? Mas, no caso dele, o bem não veio; não porque a vida não quis, mas porque ele mesmo não quis o bem. E por que isso? Bom, isso é pros próximos episódios.
Eu não sei se compreendi da forma certa esse poema. E na verdade eu queria ler os outros capítulos para tentar concluir alguma coisa mais... não sei... antes de comentar, mas acho que isso tiraria toda a graça do mistério.
"Eu nem percebi o que me atingiu. Antes minhas asas alcançavam o mais celeste brilho, e tão de repente eu caía."
A vida é um pouco traiçoeira. Você se sente perfeitamente bem, seguro, feliz. E de repente tudo acaba. Em um segundo voando, livre, e então você está se afogando. A felicidade não costuma durar muito, o mundo sempre acha uma nova forma de te derrubar.
"Eu não sei se morri ou renasci"
Alguns males vêm para o bem, sabe? Nem sempre, claro, mas costumo dizer para mim mesma que tudo acontece por uma razão. As quedas nos ensinam, nos constroem. Talvez da próxima vez seja melhor não voar tão alto.
- Eternity
*revive depois de séculos porque se lembrou de que esse site ainda existia e eu tinha uma conta para manter*
Olá! Com esse review, eu acabei de me lembrar de que tenho que continuar essa saga, mas eu dei uma pausa porque estava me faltando ódio no coração e essa saga de poemas é movida a ódio no coração. Vejamos esses trechos em destaque...
É, basicamente a primeira frase retrata sobre os altos e baixos da vida, porém, neste verso em específico eu falo de um baixo específico, visto que, posteriormente, mostra que o motivo da queda foram as próprias asas. Entretanto, não necessariamente uma traição. Simplesmente retrata quando você acerta e, mesmo assim, se fere. Sim, também nos ferimos com os acertos. Como assim, Edgar? Como que alguém se fere com os acertos? É, se eu lesse algo assim há uns meses eu também acharia uma loucura, mas, sim, há como se ferir com os próprios acertos; fazer a coisa certa, dar o melhor de si, fazer o bem também pode machucar. E a bondade amplifica a dor.
Sobre o segundo trecho, ele retrata um cenário particular do protagonista dessa saga (todos os episódios retratam o mesmo personagem sem nome e a sua mesma problemática sem citação), retrata que a sobrevivência é algo que ele não queria. Ele não queria dar a volta por cima, ele só queria se aproveitar da queda e ter o seu fim de uma vez, e toda vez que tentava a morte; ele renascia, como se ainda não "fosse a hora dele" (nos episódios seguintes você verá isso se repetindo muito), como se um grande objetivo ainda estivesse pela frente. E estar vivo, estar renascido, mas sem ter extraído nada disso, faz a pessoa pensar seriamente se tudo aquilo faz sentido. Como você disse, alguns males vêm para o bem? Mas, no caso dele, o bem não veio; não porque a vida não quis, mas porque ele mesmo não quis o bem. E por que isso? Bom, isso é pros próximos episódios.
Muito obrigado pelo comentário ♥