Comentários em “Death Note, Another Chance”: “O Mártir”

Dina
Destacado pelo autor

Oi oi oi oi oi oi, rabo belo ❤
Primeiro, gostaria de parabeniza -lo pela excelente ideia que teve, espero que a desenvolva maravilhosamente bem.
Então, vamos ao capitulo.
No geral, eu achei ele um excelente primeiro capítulo. Bem informativo e completo, que diz: Daqui em diante, as coisas irão esquentar.
Achei crueldade botar a pequena Claire para matar a professora daquela forma. Bichinha tão inocentemente queria mostrar a professora que ela havia conseguido escrever seu nome e esse infeliz acontecimento, gerou a morte da mulher.
Inicialmente, eu achei que o Curtis era um cara antissocial piromaníaco. No entanto, conforme continuamos com a leitura, vemos que as coisas não são bem assim.
Ele age, ele conversa, ele é "amável". Então, acho que você deveria ter definido o seguinte: "Por fora, Curtis era uma pessoa normal. Sociável e etc. Por dentro, havia pensamentos obscuros... Pensamentos de um piromaníaco."
Entende?
Achei algumas palavras muito repetitivas, como nomes por exemplo. Tente trocar por ela/ele/o shinigame ou apelidos.
Em cima é separado. Shuahsushsuas
Hmmmm... Algumas frases ficaram um pouco confusas por causa de um errinho ou dois, mas nada que não desse realmente pra não entender.
E, PQP, POR QUE DIABOS ELE TEVE QUE MATAR A POBRE CRIANÇA?
Ele deveria ter pensado: Pode ser falso, mas e se for verdadeiro? Irei matá-la. Então, deixa eu tentar outrem.
Sacou?? Ele foi burro. Hunf. Coitada da menina :'(
Aaah, ele foi esperto por pegar a folha de volta da garota, mas como ele teve essa intuição? Diga-me, Rabelo, se você não soubesse que a folha funciona longe do caderno, ou seja, arrancada, você teria feito o trabalho de colocá-lo para ir buscar?
Além do mais, em que momento ele teve tempo para ler as regras do caderno e especificar que a menina não morreria de ataque cardíaco? Terceiro, por que ele tem toda essa preocupação em não deixar rastros? Nem o Kiira com toda aquela inteligência, no começo, não havia pensado nisso. Eles desconfiaram pelo padrão de mortes com ataques cardíaca. Mas ai, o seu desfecho me contou tudo. Vão desconfiar que o death note voltou às mãos de alguém por ele queimar tudo. Acho que algumas coisas tem que serem bem destacadas, bem definidas, mas, como você mesmo destacou, você é iniciante, e, pra um iniciante você foi maravilhosamente bem. Todas esses conselhos são para que você fique cada vez melhor, mi amor. A história é envolvente e promete. Espero que não aconteça nada com a vó dele, sim? :D
Beijos e até o próximo. :*

Tio Thi
Tio Thi Autor

Respondido por áudio no WhatsApp ♥

E
Escritora Aleatória

SOCORRO CARA, COMO ASSIM ELE MATOU A CLAIRE?? QUASE CHOREI AQUI ;-;

e foi só o primeiro capítulo hein.... enfim, eu adorei seu estilo de escrever e já estou ansiosa pra saber como vai terminar!

Tio Thi
Tio Thi Autor

HAHAHAHAHAHA

Todos tiveram quase a mesma reação.

Muito obrigado, meu anjo. Fico muito feliz que esteja gostando. ♥

Nkisi

Ohhh, gostei bastante do prólogo, é uma história peculiar, e pegou o ponto forte de Death Note. Achei incrível a mudança psicológica do Curtis logo após a morte da pequena Clare, isso foi espantoso.

Minha curiosidade reside no fato de ele ser ou não inteligente, até porque existirá inúmeras pessoas que irão caçá-lo a partir do momento que ele usar o Death Note, na verdade, ele não me parece alguém tãooo inteligente assim, mas espero que esteja enganado. Será que irá nascer um Kira 2.0?

Outra coisa que devo destacar é o Shinigami, esse parece ser do tipo cuzão, que quer ver o circo pegar fogo, já virei fã dele -q -q -q

Por último, gostaria de dizer que você escreve super bem, a história flui de uma maneira natural, porém os parágrafos são muito grandes, talvez seja melhor você separar as "falas", assim daria uma uniformidade melhor a escrita.

Hohoho, no mais, te vejo nos próximos capítulos sensei :3

Tio Thi
Tio Thi Autor

Siiiiiim, Nkisi, esse foi um dos meus maiors problemas no começo. Depois do terceiro, você vai perceber que isso muda. Comecei a organizar melhor os parágrafos da fic, para não dar a impressão de que tudo é um único bloco de texto. hahahahahaha

Curtis era um enigma até para mim, mas um coisa eu posso afirmar e que o define por inteiro. Ele é sim inteligente, porém, ele age antes de pensar. Essa é a grande falha dele. Ele faz as coisas primeiro, pensa na consequência depois.

Sobre o Takarashi, o shinigami. HAHAHAH é exatamente isso! A ideia do Deus da Morte é justamente essa, ser apático, indiferente e apenas aproveitar o que está lhe sendo mostrado.

No mais é isso, chuchu. Espero mesmo que tenha curtido e espere-lo vê-lo aqui mais vezes, ok ?! hahahah

Beijoooos. ♥

i
ichi mitch

Hey Thi, Myllena finalmente chegou Hahaha. Mil desculpas por ter demorado, sério!
Mas agora, focando na sua história: Que ideia interessante! A Ari falou bastante da sua fic e cara, mesmo eu sabendo de uns spoilers desse primeiro capítulo não deixei de me surpreender. Faz bastante tempo desde que assiti Death Note e algumas coisas a gente acaba esquecendo, principalmente pq acabamos acompanhando outras coisas, mas, é tão bacana ter a oportunidade de relembrar com essa atmosfera rica de possibilidades. Curtis parece ser um personagem e tanto, deve ser delicioso para você, trabalhar com a personalidade dele. Nunca li nada sobre piromaniacos, nem sabia o significado da palavra. Ari te falou da minha confusão, acho kk. Com essa característica + um caderno da morte, é claro que vai vir muita confusão por aí né?! Mas percebi que ele tinha um lado até que humano, referindo-me a mobilizaçãpepela inocência da Clarie, mas que não o impediu de brincar com o nome dela ali, né hahaha. Enfim, brincadeiras a parte. Fiquei com pena da garotinha e da mãe dela, é claro. A amiga morre e depois a filha? Muita coisa para um dia só. E o shinigami? Outro que já apareceu causando impacto ao meu ver. Como estou ansiosa pelo resto!
Algo que me casou curiosidade é a forma como você faz os diálogos e parágrafos. Estou mais acostumada com eles separados, mas da forma que você pôs eu não fiquei confusa. Até gostei. É uma experiência diferente. Algumas vezes você repetiu palavras, mas não me foi tão incômodo. Seu texto é detalhista o suficiente e muito bom. Que talentoso hein ♥
Logo estarei comentando o resto! Beijão!



O que mais gostei:

"Eu vou fazer tudo queimar" Adoro frases de efeito em final de capítulo :3

Tio Thi
Tio Thi Autor

MYYYYYYYYYYYY, QUE AMORZINHO! HAHAHAHA ♥

Espero que a vaca da Ari não tenha dado muitos spoilers, senão puxo a orelha dela! E então, vamos lá. Siiiiiim, minha ideia inicial era fazer a fanfic para que as pessoas que não conheciam ou não assistiram Death Note não fiquem perdidas e possam entender o enredo exatamente como alguém que leu o mangá ou assistiu o anime, entende ? Queria criar algo universal. Olhaaaaaa, eu nem te conto o que ainda vai acontecer.... HAHAHAHA Curtis, apesar de meio lerdinho, é um bom personagem. Eu como autor tenho amá-los né, óbvio. hahahaha Mas eu tenho um carinho em especial por ele. Eu pensei na ideia da Claire para causar justamente esse efeito, queria chocar as pessoas! Em nenhuma fic(que eu vi pelo menos) alguma criança usou o death note na pura inocência e eu queria apresentar isso aos meus leitores, eu gosto de fugir do óbvio. O Takarashi(shinigami) é muito brincalhão, aguarde altas risadas hahahahahaha.

Então, você tocou num ponto

Did
Did

Primeira coisa a comentar, daqui a 100 anos as pessoas ainda terão que estudar sobre a guerra mundial? pqp, que tristeza. Cara, sei que é sua primeira fic, e pediu para relevar algum erro, mas apenas sendo amigável, tenha cuidado com as virgulas e repetição de palavras. Eu li muito o nome "Curtis". Por exemplo, "... pronta para dar um abraço em seu neto, Curtis. Desde que Curtis frequentou a primeira escola, sua avó sempre o esperava na porta de abraços abertos. Madeleine agarra Curtis e lhe dá um beijo em sua bochecha. Curtis retribui sorriso e devolve o beijo nas bochechas enrugadas de sua querida avó. - Como foi a aula, Curtis?" Só nessa parte foi escrito cinco vezes. Espero que não seja uma crítica chata. ):

Outra coisa, não se separa o ponto de interrogação da palavra. Eu ia colocar isso no “O que acha que precisa ser melhorado” mas fiquei com preguiça k

E comentando agora sobre a historia: A criança matou a professora KKKKKKK, sorry, eu ri demais, mas foi maldade matar ela depois, ): podia ter sido outra pessoa, mas se fosse acho que ele não teria essa iniciativa de querer “limpar o mundo matando as pessoas más” assim como o Light. Primeiro capitulo foi clichê assim como no primeiro episódio do anime (pelo menos para mim é clichê, mas também não quer dizer que seja ruim). Essa história do fogo e com o isqueiro e tal, me parece que já vi em algum lugar ou foi algo parecido. Deja vú.

Senti falta da descrição dos personagens fisicamente, com exceção do shinigami é claro.

“Eu afastaria toda dor, eu te seguraria nos meus braços, eu agradeceria por tudo o que você fez.” Me fez lembrar a música extremamente triste Hurt da Christina Aguilera.

Há tempos que procuro uma fic legal de death note, mas sei lá, achei essa legal. Encontrei pelo grupo no FB.

Tio Thi
Tio Thi Autor

Adoooooooro comentários grandes e bem construídos, vamos lá!

Então, sobre o início, bom, as guerras mundiais marcaram a história da humanidade, então ao meu ver, ainda seria estudado. Entãaaaaaaao, sobre o nome, você vai perceber que com o passar dos capítulos eu evito repetir MUITO o nome dos personagens. Eu sou estudante de Jornalismo, e no meu curso, nós aprendemos a SEMPRE repetir o nome dos personagens, porque o leitor não pode ficar em dúvida sobre quem se trata, entende ? (< viu! haha) Sobre o ponto, eu sei que não se separa, porém acho esteticamente mais bonito, esse é um detalhe que me dei ao luxo de colocar na maneira que eu julguei ser mais apropriada. hahahahaha

Pra falar a verdade, esse primeiro capítulo foi bem experimental. Eu realmente quis "repetir" a sensação contida no primeiro capítulo do anime para que os leitores se familiarizarem com mais facilidade. Sobre seu deja vú, jura ? Bom, toda a história(com exceção do universo) é de minha autoria. rs

Hahahahaha, adoro leitores bem informados. Como dei pra notar, eu peguei esse trecho da música e adicionei ao capítulo, achei que caía como uma luva.

Que bom que lhe chamou a atenção, espero que continue lendo e comentando. Obrigado. ♥

T
Tebaldi

Mensagem ao autor:

Thiago, confesso que tive alguns problemas sérios com a leitura do primeiro capítulo de sua fanfic. Não é que eu tenha detestado nem nada assim. Estou ansioso para você me surpreender. Vou colocar minhas considerações sobre o capítulo em partes, então prepare-se. Eu farei um capítulo sobre seu capítulo (risos).

Introdução:

Pegar Death Note logo de cara é um desafio e tanto. Acredito que és corajoso ou ingênuo por pegar um fandom tão difícil. Por falar em dificuldades, eu mal sei como terminarei a fanfic que um amigo meu deixou para trás sobre Death Note e Hell Girl... Mas enfim... É com prazer que percebo o potencial em você que, mesmo iniciando de forma nada tímida, e sim infame e desbravada, conquista seu próprio público intelectual, que ignora as falhas e anseia por mais e mais surpresas... Não posso deixar de confessar que é uma leitura instigante e, por este primeiro capítulo, assumo que a estratégia é exibir um quadro em branco, ir desenhando formas simples até formar um mosaico com tantas figuras belas, detalhadas e confusas que transforma-se em uma visão grotesca e pavorosa, assim como Yagami e sua história. Este capítulo traz uma nostalgia ao primeiro episódio/capítulo das obras originais, o que é um ponto positivo para a narrativa. Também deixa o leitor ansioso por mais. Faz com que ele tenha ânsia por algo além. Por diferenças.

Defeitos:

Porém nem tudo é flores. Como é um tema controverso, tenso e, de certa forma, um suspense constante (como um thriller), uma das prioridades deveria ser o formato, tanto tipografia quanto gramática. Não estou dizendo que o melhor seria se fosse ortográfico, pois escrever como se vivesse no século XIV não é tão atraente para uma obra do gênero thriller, que deve ser fugaz e desenvolvida como uma linguagem mais contemporânea. Mas é inegável que uma mudança simples em uma pontuação, por exemplo, muda toda a leitura. Se na frase anterior eu tivesse usado uma interrogação, o sentido seria totalmente diferente. Agora imagine alguém contando para você esta história. Óbvio que em voz alta, mas exatamente como está escrito. Não ficaria legal ter pausas em lugares errados, pois quebra totalmente o ambiente que você construiu. Dá a sensação de que "eu esperava mais desse texto. Está meio fraco" porque muitas vezes a pontuação é essencial nesse processo. A escrita é pobre sozinha, pois são apenas resumos de uma realidade que ela nunca poderá alcançar. Sendo assim, ela é apenas uma ponte para a abstração e, quanto mais detalhes tiver, melhor será essa passagem. Para transferir o que está escrito para um mundo imaginário, é bom que a simbologia seja a mais próxima e fiel possível do que está sendo representado. Uma pontuação errada pode ser como pedágios e sinais de trânsito fechados no meio da ponte. São impedimentos GRAVES para o aproveitamento emocional da narrativa.

Por falar em emoções, essa falha não está só na pontuação. Senti que o capítulo todo falava de algo que o próprio narrador e personagens não conheciam, apenas tinham ouvido falar e tentavam reproduzir. Sabe quando você vê um filme bom com personagens ruins, sem emoções coerentes ou expressadas de forma inadequada? Foi exatamente assim que me senti. Não me senti tão conectado aos personagens ou me abalei com os fatos. Não só porque eu já esperava coisas do gênero, mas também porque não me cativaram. Se bem que a pequena Claire foi a melhor personagem até agora. Pena que está morta. RIP, Claire. Enfim, o narrador é detalhista com várias coisas, mas com as emoções ele é tão superficial que chega a soar indiferença por parte dele (ou pelos personagens). Não consigo me colocar no lugar dos personagens nem emular as situações adequadamente. Isso é outra coisa que acaba com o clima tenso e conturbado, transformando tudo em uma peça mal interpretada.

O que me deixou mais confuso foi Curtis. O quão contraditório ele pode ser? Parece inteligente, mas toma ações precipitadas e sem refletir muito... Enquanto há a opção de matar pessoas que ele não ama, ele se deixa provocar... Cadê a frieza? Agora... Talvez se ele estivesse mesmo desesperado, como não ficou tão explícito, aí talvez fosse válido. Além disso, naquela parte em que ele se sente mal e bem por matado a menina... Ele quer se vingar, mas não nela... Bem turbulento. Eu entendi o que você quis transmitir, mas não senti. Foi seco e irreal. E isso e outras reações e pensamentos dele que o fazem ser um personagem confuso de se lidar, mas imprevisível. O protagonista é o principal reflexo de como sua mente está um turbilhão enquanto digita. É tanta informação que algumas se perdem. Tente fazer revisões do texto para rever essas incoerências e corrigi-las.

Por último quero dar uma pincelada no que vem a seguir: conteúdo. Há coisas que são descritas aqui com objetivo de impressionar ou se relembrar algo que foi dito antes, mas não funcionou. Só tornou o texto enfadonho e... essas tentivas de impressionar foram meio "ridículas". Veja bem... Era óbvio. Para que chamar tanta atenção para algo que todos já sabem?

Ah, já ia esquecendo. Sei que isso costuma ser gosto pessoal, mas por que logo EUA? O que te atrai tanto para escrever sobre lá? Sinto-me de quase todo livro que leio se referir ao exterior ou a qualquer outro lugar intangível. Paradoxalmente me incomodo com muita coisa brasileira... Mas, de qualquer forma, não gostei muito de ser história de gringo, ainda mais daquele país... Mas pode até ignorar isso. É mais preferência minha do que um defeito da narrativa em si...

Virtudes:

Como eu já citei antes, é instigante e nostálgico. Parece que, mesmo com o desenvolvimento simples, capta a atenção do leitor magistralmente. É fascinante o seu nível de escrita, ainda mais sendo a primeira obra. Isso não posso deixar de reconhecer: sua forma de escrever é cativante.

O suspense é razoável, mas também consegue prender o leitor.

O melhor de tudo é a descrição física. O narrador descreve muito bem objetos e pessoas e no tempo certo, o que ajuda muito na experiência. A descrição do shinigami foi a melhor!

Uma coisa que fiquei curioso foi a questão do assassinato dos pais dele... Espero que você desenvolva isso no futuro, pois é uma das pontas soltas que mais podem ter um desenvolvimento interessante! Por falar nisso, as outras pontas propositais dão oportunidade para criar possibilidades infinitas de desenvolvimento, o que é maravilhoso se bem aproveitado. Espero que assim seja!

Conclusão:

Foi um ótimo prólogo, digno de Death Note, que abriu portas para milhares de histórias diferentes! Apesar das inúmeras falhas, o resultado final ficou excelente para quem está começando, pois foi algo interessante e que combinou o nostálgico com a inovação. Com isso afirmo que vale à pena continuar lendo, pois é muito provável (e é isso que tudo indica) que depois daqui as coisas ficarão muito mais interessantes!

Desculpa se fui muito duro. Mas não pude deixar de dar um review sincero. Abraços e até o próximo capítulo!



O que mais gostei: Detalhes e considerações
O que acho que pode melhorar: Pontuação, erros tipográficos, personalidades e emoções
Tio Thi
Tio Thi Autor

Farei um "re-capítulo" de sua resenha. hahaha

Vamos lá. Sobre os erros, quero deixar aqui claro para você, e para meus outros leitores, não é que eu não me importe com eles. Na verdade, foi muito bom você ter vindo a mim e me alertado aos pequenos erros de pontuação(como por exemplo, vírgulas de mais ou de menos, que é realmente é importante). Porém, com o capítulos que já se passaram, isso não me importa mais, entende ? Eu procuro fazer com que os erros que cometi no passado, não se repitam num futuro próximo, ou seja, se nos primeiro capítulos tiver mais(o que eu não duvido) erros desse nível, eu sinceramente não pretendo corrigi-los. Mas irei usá-los com sabedoria para que no futuro isso não ocorra.

Vou responder dois pontos que você levantou de uma única vez... Acho que você não entendeu muito bem a proposta da minha fic para com a história de Death Note em si. Em momento algum, a fanfic era destinada diretamente ao FANDOM de Death Note, mas todas as pessoas que se interessam por uma história repleta de suspense, terror, emoção e investigações. Óbvio que fãs da obra irão se interessar naturalmente, mas eu escrevo a fic para que pessoas que não leram ou assistiram Death Note, possam entender! E é por isso que eu escrevo calmamente todas as regras que você julga óbvias, como alguém que nunca leu ou assistiu poderia saber das regras contidas no caderno ? Pois é.

Quanto ao primeiro capítulo num geral, foi exatamente isso que eu tentei transmitir ao público(principalmente aqueles já familiarizados com a obra), eu queria oferecer a vocês uma sensação de nostalgia. No entanto, se engana quem pensa que a história é uma cópia da original com personagens diferentes. Como eu já havia lhe dito, a partir do terceiro capítulo você irá perceber a enorme diferença entre a obra original e a minha ficção.

Quanto ao ponto que você levantou sobre as emoções e a forma como eu "tentei" reproduzi-las, eu as achei equivocadas. Pra começar que eu acho que extrema falta de respeito um leitor colocar em dúvida os sentimentos e emoções de um personagem numa história(e digo isso tanto como autor, tanto como leitor). Se um crio um personagem de determinada maneira, é porque ele tem que ser daquele jeito. Não tem o jeito "mais certo" ou o "mais certo". Muito pelo contrário, eu digo que antes de Death Note, minha fic é carregada de suspense e emoção(que são um dos meus principais focos), e que eu vou evoluindo-a no decorrer da história. Julgar as ações do personagem, tudo bem, isso é direito e dever seu enquanto leitor. Agora querer colocar em dúvida a personalidade que o autor escolheu para aquele personagem, desculpe a expressão, mas é ridículo. Eu, Thiago Rabelo, posso até ser novo no universo de fanfics, mas se engana se pensa que sou novo no universo da escrita. Já escrevo há anos e já tive personagens(em RPG'S narrativos) extremamente complexos.

Quanto ao Curtis em particular, eu concordo com você em partes. Ele é inteligente, porém, o maior defeito do protagonista é agir primeiro, pensar depois. Ele faz o que acha certo, e só depois pondera as consequências de seus atos.

Acho engraçado você levantar questões tão óbvias que os outros leitores não levantaram, e não, eu não vejo isso como uma coisa boa. Para mim, só sinaliza o fato de você não está entendendo o que estou tentando transmitir, porém alguns tem mais facilidade, outros nem tanto. Isso é compreensível. Enfim, eu não escolhi os EUA por modismo, ou "por ser o melhor país do mundo", ou porque todas as outras histórias(a maioria) se passa lá. Eu pensei, refleti, pesquisei a fundo sobre Manhattan para poder escolher como cidade e lar aos personagens. Como a história é Death Note, é lógico que os shinigamis são deuses japoneses e era justamente esse paradigma que eu pretendia quebrar, fiz com que os deuses da morte deixassem o caderno cair num outro canto do mundo, Japão seria óbvio.

Sobre a morte dos pais do Curtis, garanto que mais informações irão se revelar ao longo da história. E, como já dito, conforme você for acompanhando os capítulos, conhecerá novos personagens que deixaram a história ainda mais interessante. Fico feliz que tenha gostado e que acompanhe a história como deve ser feita. Também espero que você sinta a emoção por parte dos personagens, isso é suma importância para a interpretação total da narrativa.

Liliana Vess

Tadinha da pequena Claire, serviu de teste pro caderninho do mal hahaha.
Adorei o primeiro capítulo, ele tem o clima tenso digno de Death Note mesmo, o que eu gosto do Curtis, é que diferente do Light, eu não consigo enxergar um traço da personalidade dele que me dê a certeza de que ele possa se transformar em um maníaco metido a todo poderoso. No Light isso já estava na cara desde o primeiro episódio. Enfim, quero ver como vai ser o desenrolar dessa história e como ele planeja fazer tudo QUEIMAR! hahaha, continue assim Thiago ♥

Tio Thi
Tio Thi Autor

"caderninho do mal", que fofa gente!

Awn, leitora nova ♥

Sim, a pequena Claire serviu de cobaia, ela foi, literalmente um mártir pro Curtis né ? Pode chamá-lo de idiota se quiser HAHAHAHA. Apesar de ser inteligente, ele é o tipo de personagem que age muito por impulso, prova disso foi o que ele acabou fazendo né ? Ele age primeiro, pensa depois. E nessa história pode ser a diferença entre viver e morrer.

Muita coisa ainda vai acontecer no desenrolar da história, aposto que você vai se apaixonar pelos outros personagens.

Siiiiiiiim, que bom que você percebeu isso Liliana! Diferente do que a maioria pode pensar, eu não quis repetir o anime, quis fazer com que os leitores sentissem uma nostalgia ao lerem o primeiro capítulo, entende ? Você vai notar que a partir do terceiro a história se transforma de uma maneira colossal, não tem nada a ver com o anime/mangá.

Fiquei feliz que tenha gostado e espero que o resto da história lhe agrade tanto quanto esse cap. Já se tornou uma leitora do heart do Tio Thi, ok ? hahaha. Se cuida e nos vemos nos próximos capítulos. ♥

Tamires Vargas

Oi!

A sinopse pode ser melhorada atenuando a repetição de palavras, além disso, os "e se" e as perguntas deixam mais dúvidas que certezas. Acho legal mesclar os dois, pois assim o leitor consegue ter uma ideia do que a história promete ao mesmo tempo que fica na expectativa do que pode acontecer.

Quando o professor diz que a 2ª Guerra não é tão chata, há aí uma tentativa de ganhar a tenção dos alunos de forma amigável, isso dá ideia contrária ao tom autoritário mencionado posteriormente. Uma coisa que vi na sinopse e notei no capítulo é a repetição. Há ideias e expressões repetidas diversas vezes ao longo do mesmo.

A formatação dos diálogos me causou estranheza porque há parágrafos emendados neles e os parágrafos mão se apresentam como uma continuação dos diálogos. Poderiam ser desgarrados dando um visual melhor. Também estranhei as falas em negrito. E as falas da Claire não condizem com as de uma criança de 5 anos. Quando for escrever falas de crianças pense nas palavras mais simples possíveis.

Resumindo... sua narrativa é boa e de acordo com a trama que você está contando, porém precisa se atentar aos exageros. Achei o Curtis sagaz demais para lidar com as coisas, como se ele já esperasse por tudo e tivesse as respostas na cabeça. O enredo tem potencial. Trabalhe na ortografia, formatação... trabalhe no visual do texto e nas emoções que deseja despertar no leitor.

Bjs!!

Tio Thi
Tio Thi Autor

Vou ser sincero...

Quando você "ofereceu/sugeriu" uma troca de comentários técnicos, eu realmente não me toquei(lerdo) que teria esse teor as críticas...

Mas vamos lá... Bom, como dito nas notas iniciais do primeiro capítulo, essa é a minha primeira fic, inclusive havia pedido para relevarem algumas coisas, mas enfim.

Quanto a repetição(principalmente de nomes), bom, eu estou estudante de comunicação social, jornalismo. E no jornalismo, nós aprendemos a SEMPRE usar o nome da pessoa/personagem que está interagindo. "Ele e ela" por mais que fique apropriado, não é indicado no jornalismo.

Então quando eu comecei a fazer esse capítulo, acabei me atentando a essas regras e as introduzi na história, um erro meu, claro. No entanto, há explicação.

Quanto a formatação isso eu nem vou entrar em discussão, como eu disse, os primeiros capítulos foram extremamente experimentais, ou seja, até o terceiro ou quarto(se eu não me engano) você verá basicamente os mesmos "erros".

Quanto ao negrito nas falas isso é gosto pessoal. Cada um coloca da maneira que mais lhe agrada. Fala para mim TEM que ser em negrito, não tem jeito.

Sobre sua crítica quanto a fala da criança, eu admito que abri novamente o capítulo para ver porque realmente não me lembro de como estava. E sinceramente, não vi nada demais na fala da Claire. As únicas palavras mais "sofisticadas" e "sérias" para uma criança, que ela falou foram "Ortografia e leitura" que de resto, para mim, está tudo Ok.

O primeiro capítulo foi inspirado no primeiro episódio do anime que originou essa história. Quis levar os leitores a uma sensação de pura nostalgia e dejavu e acho que consegui, afinal.

Muito obrigado pelo comentário, apesar de eu não imaginar que seria tão técnico.