Comentários em “Jessica Drew: A Mulher-Aranha”: “Pesadelos”

Universal Traveler
Destacado pelo autor

AIENPFEovbGRKARBHEVEBGlnhbrkarrr

[N/SteveRogers: pensei que ela estivesse lendo um livro pra prova de terça...] [N/HermioneGranger: é, ela estava lendo, terminou e deveria estar vendo vídeo-aulas no youtube] [N/TonyStark: e eu continuo perguntando: o que o meu notebook ainda está fazendo com ela?] Preciso de uma conexão com internet. Meu celular está no concerto faz uma semana, assim como o meu net *olhar maligno para Leo* [N/LeoValdez: NEM VEM!! Eu entreguei para Beetee, ele manja dessas coisas. Só consegui detectar os vírus.] [N/Beetee: acho que é melhor você comprar um netbook novo, mas o problema no celular não é só o vírus como também o... *continua falando coisas que só filhos de Hefesto/Tony Stark entendem* E vai custar só 250 dólares] Aceita dracma? Ou galeões? [N/Beetee: não seria melhor você fazer a conversão para o dólar?] O dólar aumentou de preço. 10 galeões e 5 sicles, já em dracmas custa 12. ABAIXA O PREÇO DO DÓLAR, HERMES/DUENDES DE GRINGOTES!!

[N/TonyStark: saudades notebook ;-;]

A propósito, antes que eu me esqueça: MEU ODIN FABULOUIS, ELA COLOCOU MINHA PERSONAGEM!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH

"Pov Noemia

Voltei para o meu apartamento. Admito que estou preocupada, tenho certeza que Jéssica estava mentindo. Para cair da cama você precisa ter sonhos horríveis/assustadores (experiência própria). Ofereci a ela ajuda caso precise.

Me enrolei no cobertor, de uma forma que eu parecia uma múmia, e encarei o teto. Imediatamente uma voz apareceu na cabeça, e essa voz não me é estranha.

- Filho de uma górgona que dá na esquina - xinguei Loki.

Apesar de ter murmurado, o desgraçado apareceu no meu quarto.

- O que foi? - perguntei, seca

- Quero saber se você sabe onde está minha filha.

- Não, eu não sei. Falando na Miih, eu realmente não tenho a visto muito ultimamente...

- Alguma pista? - ele perguntou... esperançoso?

- Não, agora se não se importa, eu quero dormir, e um pouco de privacidade também.

Dito isso, ele sumiu. Ele veio aqui perguntando sobre a Miih, isso não é bom sinal...

No outro dia, acordo com o sol batendo em meu rosto. Maha estava na escrivaninha, enrolada e com a cabeça descansando em seu corpo. Depois de dois minutos de preguiça, me levantei e cambaleei em direção ao banheiro. Depois de um banho relaxante, esqueci um pouco dos contínuos pesadelos sobre o cara de armadura rosa e Tártaro se erguendo. Vesti uma calça jeans e uma camiseta vermelha com desenhos que dava a entender ser o peitoral do homem de ferro, calcei um coturno e peguei uma mochila de costas azul escuro. Enfiei dentro boa parte das barrinhas de cereal que tenho, junto a duas mudas de roupa. Enrolei minha coberta de retalhos e guardei na mochila. Coloquei meu anel e minha pulseira. Eu queria, eu precisava descobrir um pouco mais.

Analisei o amuleto. Uma droga de ametista muda muita coisa. A segurei forte, e uma luz fraca emanou dela. Suspirei, imaginando que aquilo foi um sinal de Hécate. Me aproximei de Maha e ela começou a se remexer, ficando em formas de arcos e logo em seguida diminuiu o tamanho até ficar do formato de um bracelete. Se uma serpente marinha pode fazer isso, por quê eu não posso fazer coisas similares? A encaixei no braço e sorri ao sentir suas escamas, que agora adquiriram um toque metálico.

Enfiei na mochila um pacote de ambrosia e uma pequena garrafa com néctar. Iria agora até o Central Park, tentando não chamar muita atenção, entraria dentro de uma fonte (até parece que isso não chama atenção) e seguiria um caminho subterrâneo até encontrar parte de um templo. Ainda não acredito que eu vou até lá, exigir falar com Ahnihe [N/A: uma deusa asgardiana que eu meio que inventei. Sem plágio pls] e pedir ajudar dos asgardianos. Isso seria melhor se fosse feito por... Sei lá, por qualquer um que não tenha tanto pavor de subterrâneo como eu.

Fui até o elevador e verifiquei meu celular, quando vi Jéssica correndo para o cubículo que já estava fechando. Eu parei o elevador para ela entrar, não estou tão apressada.

- Bom dia, e obrigada - ela disse

- Bom dia.

O elevador fechou e lá fomos nós rumo ao térreo.

- Jéssica, você teve algum pesadelo essa noite? - eu perguntei, mas ela não respondeu - Por que eu sei, por experiência própria, que uma pessoa só pode cair da cama enquanto dorme se tiver um pesadelo dos bravos. Não se preocupe, acontece comigo quase todo dia.

De repente ela parece se abrir um pouco, pelo menos é o que aparenta, falando:

- Tenho um sonho frequente sobre meus pais...

Eu ri

- Se eu tiver um sonho com meus pais, mesmo que separadamente, pode se considerar um milagre - comentei. Ela me olhou com uma cara de "como assim?" - Meu pai não é muito presente na minha vida, poucas vezes me dá uma devida atenção, mas mesmo assim sou grata a ele. E minha mãe, bem, eu adoro ela, é um amor de pessoa, mas mora longe. Beeeem longe. Quase não tenho conexões com meu pai, mas tento falar com frequência com minha mãe.

Só agora que eu percebi que estava finalmente me abrindo com alguém, e me senti um pouco leve. Tipo, de uma tonelada de preocupação, medo de morrer por uma górgona e o caramba a quatro, saiu cerca de 10 gramas. Me senti um pouco mais leve. Precisava compartilhar minha realidade com alguém além da Miih.

De repente, o elevador deu um solavanco e parou. As luzes desligaram, dando lugar à uma luzinha de emergência, avisando que, de duas, uma: ou o elevador pifou, ou acabou a luz.

- Certo... Vamos compartilhar um pouco mais de nossa história. - Jéssica disse, e falou um pouco de sua vida. Quero dizer, eu tenho certeza de que ela está omitindo boa parte, mas pelo menos ela parece confiar em mim.

-Wow, sério mesmo? Parece uma novela mexicana. - rimos do meu comentário idiota sobre a vida dela - Mas a minha vida chega a ser o suficiente para escrever um livro, de tanto que é agitada... Minha mãe longe, meu pai quase não me dá a mínima...

Um raio soou ao longe, e eu ri.

- Jéssica, posso lhe falar uma coisa?

- Fale.

- Assim como você, eu tento ocultar boa parte do que acontece comigo, mas isso meio que me afeta. Não aguento mais ter que fazer isso. Meu pai é um deus grego e minha mãe, uma deusa nórdica. Eu sou um tipo de semideusa forte, devido ao meu pai. Tenho tido muitos pesadelos estranhos, mas os principais são os de um titã se erguendo e um cara de armadura rosa dizendo que serei a próxima e tal... Não aguento mais isso. Precisava compartilhar com alguém.

Ela ficou quieta, e falou de seu sonho sobre o cara da armadura rosa. Completou o sonho de seus pais, e eu confesso que me surpreendi pelo fato dela compartilhar seus segredos mais profundos a mim. Sendo sua vizinha, sempre achei estranho suas saídas quase frequentes e suas muitas ausências.

- Então, você conhece o Pietro da onde? - ela perguntou

- Eu estava num tipo de missão, para recuperar uma ridícula escova de cabelo de Afrodite - um trovão soou ao longe, e então o elevador voltou a funcionar - Acabei parando perto de uma floresta, quando o garoto que me acompanhava na missão disse que viu algo estranho. Quando fui ver o que era, vi Pietro conversando com a irmã dele enquanto corria de um lado para o outro. Viramos amigos, eu e os irmãos, mesmo que durante a missão. Depois que voltei para o acampamento, via ele poucas vezes.

O elevador chegou ao térreo, e nós sorrimos uma para a outra.

- O que foi dito no elevador, fica no elevador - dissemos juntas. Rimos, e então cada uma foi para o seu destino.

Templo asgardiano, aí vou eu!!"

Eu sei, ficou meio bléh, mas enfim. Queria muito mostrar esse para você. É como elas passam a compreender uma a outra e viram amigas. Mas sei lá. Achei meio sem graça... E sim, esse nome dela, Noemia, eu meio que acabei de inventar e gostei.

Talvez no próximo review eu elabore a ida dela para o templo.

Max Lake
Max Lake Autor

Ops...Esqueci de responder este comentário...

Fiquei com ansiedade para a continuação deste comentário! Eu gostei (mesmo você achando meio bléh). É legal ver Jessica Drew interagindo com vizinhos e vizinhas. Vou dar os créditos da Noemia no próximo capítulo

Larenu

Mais um sonho com o Alto Evolucionário... Estou sentindo uma futura aparição...

Não precisa agradecer. A fic é realmente muito boa, então só fiz o meu dever. Agradeço pela recomendação da minha fic.

Max Lake
Max Lake Autor

Ele teria uma participação física já neste capítulo, mas desisti. Seria muito complicado explicar tudo o que aconteceu do jeito que estava em meu sonho (sim, eu tenho mania de sonhar os capítulos. Aconteceu isso no carnaval, na semana santa e hoje outra vez).

Gzipp

Flashbacks (levando em consideração o passado da Jessica) são tensos! Pobre saco de areia... por sorte não era o Homem-Areia (tá, parei, parei!).

Realmente estranho e preocupante esta missão com a Viúva... ainda mais com a situação geral da Jessica mais isolada e com sentido disparando!

Max Lake
Max Lake Autor

Como já sabe o que aconteceu com a Jessica no próximo capítulo, não precisarei mencionar a missão...

Já o saco de areia, ele foi alvo (infelizmente) da fúria de alguém descontrolado. É só mais uma vítima destes super-humanos, estas ameaças! (claro, estou com ironia).

H
HumanLivre

Fico ansioso pela aparição do Alto Evolucionário nos próximos capítulos. Mesmo o Wolverine dizendo, mesmo o Capitão América dizendo, até mesmo ela já admitiu, mas Jessica não consegue confiar no sentido-aranha. Ela ainda é muito ingênua para ser uma super-heroína e confia mais nas pessoas que no sexto sentido que nunca falha.

Max Lake
Max Lake Autor

Ele ainda vai demorar. Por enquanto, apenas sonhos.

É verdade! Falta de aviso ela não teve. Ela deveria confiar mais no sentido-aranha.

Kore Val
Esse cara tem um intervalo entre louco e bom moço só não sei qual vai abordar