Comentários em “Crônicas dos Elementais”: “Válvula de escape”

Senhorita Pato

Irônico o plano ter falhado mas ter dado mais certo ainda '-'

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Às vezes achamos que as coisas estão dando errado, mas na verdade estão apenas caminhando para dar certo. Eis a prova disso. ;)

João Gabriel

Cara, duas coisas que eu gostei desse capítulo. O começo e o final. Acho muito bacana a forma como você foi introduzindo a história e tals. Eu tinha uma ideia errada do Tyler de que ele estava sendo egoísta e não estava com saudades da Amber. Mas, tipo, conforme fui lendo, percebi que ele precisava assimilar algumas coisas que aconteceram para o lado pessoal dele.

Egoísta fui eu! UAHAUHSUAHASUHAHU Tyler tem uma postura interessante de liderança, de tomar a iniciativa de fugir e tal. A Clair por mais pragmática, por assim dizer, o acompanharia sem dúvidas. Aliás, gosto bastante da filha da Mary Ann. O que me leva a dizer que você tem umas sacadas pra nomes que é interessante. Lúcio, Gustav, Sylvie, Byron. Tipo, não dá para saber onde você inspirou, porque alguns são nórdicos, britânicos, e tals... e Lúcio, com acento é português. Claro, você deve ter se referenciado no nome em latim e tals. Não é critica, é uma coisa interessante que eu percebi.

– Mas é claro. É bom que coloco as coisas do meu jeito e faço mais rápido. - iniciou. - Mas tenho certeza que Tyler não se importará de te ajudar a organizar o depósito. As coisas lá andam muito bagunçadas e empoeiradas e toda vez que eu tento arrumar, a poeira me faz ficar tossindo e eu tenho que parar. Prefiro ficar aqui pela frente. - deu uma risadinha seguida por uma piscada para o jovem.

– Mãe! - exclamou Clair.

– Não se preocupe. - interrompeu Tyler antes que a amiga pudesse dizer mais alguma coisa. - Não me importo em ajudar. Alguma preferência de arrumação?

– Não tenho. Preferia que tirassem a poeira primeiro, para que depois eu possa continuar o trabalho caso não terminem.

SIM EU RI! AHUAHUASuhasHUASAHUSHUSHUSAUH A Clair com toda sua prudência deve ter ficado num desconforto com a zuera da mãe! HAUshuASHUASHU Sério, ficou muito bom. Você deveria explorar mais essas quebras de clima na história. Seus personagens são bem sérios, claro que apesar do clima de "amiga sequestrada" ninguém vai fazer festa e tals. Mas, você sabe usar, como fez agora, para arrancar umas risadas do leitor.

Voltando para o texto. O final: Cara, eu tava lendo e fui no embalo daquele pensamento do Tyler de sair sem se despedir, se comunicar por cartas e tal. Já estava confabulando sobre como a história se repete né? Uma aventura sem ia começar com aquela pitada de drama e tals. Ai daqui a pouco os caras aparecem na floresta e eu: PUTZ! AHUSAHSUahuhuASHUASUSAH. Sensacional esse final, muito interessante que deram apoio e não ficaram com aquele negócio de pai e mãe coruja e tals (sim não sou muito sentimental e olha que minha mãe com clima de despedida até quando eu vou na padaria no fim da rua u.u).

Enfim, tá valendo a pena acompanhar o desenvolvimento desses personagens. Estou bem ansioso para ve-los usando os poderes e tals. Parabéns pela história.

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Vamos lá. Em relação ao Tyler, eu tentei imaginar o que uma pessoa com dois dilemas fortes pensaria. Acho que é uma daquelas situações que não existe escolha certa a se fazer, mas que você deve pensar bastante antes de decidir. Assim achei melhor ele primeiro ter um auto descobrimento e depois, com as ideias mais concretas, utilizar suas descobertas pra ter um passo inicial na busca da amiga.

Agora os nomes. Sei que já expliquei a origem de alguns no outro comentário, mas preciso dizer que é algo que tenho imensa dificuldade em fazer. Nunca estou satisfeito na hora de escolher nome dos personagens. Faço praticamente uma mesa redonda com algum amigo que esteja online, descrevo a personalidade do personagem e jogo algumas opções de nomes. E variações de escrita para um mesmo nome também. E assim chego num resultado final.

Os pais! Queria muito dar um foco maior para eles, porque eu também gosto deles. Por isso tentei dar funções mais específicas para eles, que eu pudesse utilizar no contexto. Como a loja de antiquidades de Mary Ann e a de armas de Byron. Não quis criar pais super protetores por dois motivos: porque minha inspiração para eles não são super protetores e, também, pela idades dos personagens. Está certo que tem os perigos e tudo mais, mas eles foram treinados por um dos responsáveis. De certa forma, os pais teriam que ter confiança no trabalho que fizeram até ali. Aquela velha história do "criamos filho para o mundo e não para nós" colocada em prática.

As pitadas de quebra de seriedade no enredo, eu estou tentando trabalhar. Sério! Tentando mesmo. Quem sabe aos poucos isso se torna mais frequente. As vezes se torna mais fácil do que em outras. Mas acho que isso é em tudo, não é mesmo?

Fico feliz que esteja gostando e muito obrigado pelos conselhos e análises que você faz da minha história. Está dividindo a empolgação comigo. Valeu!