Jace apenas revirou os olhos, puxando as cobertas um pouco mais para cima dos ombros da garota pálida que havia encontrado perambulando moribunda pela floresta. Ela tremia, estava pálida como um cadáver, e ele teria achado que realmente estava morta, até que virasse o rosto em sua direção, revelando maçãs vermelhas, nariz rosado e fumaça branca esvaindo dos lábios. Ela estremeceu, antes de fechar os olhos e cair, já desacordada. Se não fosse por ele, teria morrido congelada na neve, enquanto a noite transformava os pinheiros em grandes espinhos brancos. Cecile era sempre preservadora e preferia não se envolver com coisas desconhecidas. A irmã não aceitou facilmente a entrada da garota na estadia pequena que era o chalé que possuíam no meio da uma ilha no Mar do Norte, um lugar onde poucas pessoas viviam, naturalmente lenhadores, e que volta-e-meia iam para a Inglaterra ou a União Eurásia vender seu material.
.
Aiin. Cara,que fofo o Jace *-*
...
– Leia logo. – incentivou, um pouco rude, porém a irmã já estava acostumada com aquilo.
– “Adorável senhorita Ashley, venho com palavras miúdas e ocas, dizer que sinto sua falta, de verdade em grito, digo com expressiva agonia. Não imaginaria o quanto minhas queridas e tão agitadas acompanhantes poderiam provocar em meu âmago. Um sentimento que nunca provei antes, assumo.” – Cecile ergueu seus olhos faiscantes. – É uma carta.
– Uma carta escrita com muita dedicação, por sinal. O que é “âmago”?
– Eu não sei. – Cecile deu de ombros. A irmã era alfabetizada, enquanto ele teve de passar seus anos escolares ajudando o pai a empilhar lenha. Cecile tivera sorte, nasceu na Inglaterra e estudou alguns anos. Aprimorou a leitura utilizando cartazes e até mesmo os jornais.
– Leia mais. – incentivou-a novamente, sabendo que só conseguiria saber o que tinha na carta se ela lesse em voz alta. Algo que o irritava ligeiramente.
– “Gostaria de ter conhecimento de seu paradeiro, se está feliz ou mesmo segura. O convento é um ótimo lugar para as moças, sei disso, mas ainda não me convenço. Sofro todos os dias imaginando quais perigos podem sofrer, estando ainda na Inglaterra, enquanto eu enfrento o outro lado do oceano, com pessoas estranhas e idiomas ainda mais estranhos. Não nasci para fazer viagens de longa duração e creio que não voltarei tão logo para a Inglaterra. Uma certeza que me dói o peito”.
– Seria uma carta da família real? – Jace levantou a questão.
– Vou ler o final da carta – Cecile disse, e leu. – Aqui diz “De seu amigo, acompanhante e príncipe, Adam”. – Ela piscou um pouco os olhos, antes de levantá-los. – Príncipe Adam.
.
Oi? Adam? Como assim? O.o
...
Jace sentiu a culpa escorregar por seu coração. Não deveriam estar lendo aquela carta, não pertencia a eles. Talvez Ashley não quisesse que fosse lida, talvez estivessem invadindo demais sua privacidade. Levantou-se brutamente e arrancou o papel amarelado das mãos de Cecile, com força suficiente para fazê-la soltar. Notou o modo como a caligrafia era curvilínea, como Cecile nunca conseguiu escrever, era graciosa e a caneta logicamente tinha uma ponta muito fina para tantos detalhes. A assinatura tinha um “A” grande em comparação aos outros, com voltas e curvas em excesso. Mordeu o lábio inferior, gostaria de saber escrever assim. Mas contentou-se em guardas a carta no envelope e virar-se para a xícara de chá. Segurou-a perto dos lábios, assoprou e bebeu. Cecile fungou.
– Queria ler tudo.
– Se ela quiser, você vai ler. – indicou a menina desacordada com a cabeça. – Até lá, a carta não é propriedade sua. Eu a achei, ela é minha responsabilidade, lembra?
Cecile cerrou os punhos, mas abaixou a cabeça, vencida. Ele sentiu uma pontada de entusiasmo com a vitória, mas logo se dissipou, enquanto sentava novamente na cadeira diante do sofá, puxava as cobertas para cima dos ombros da loura e observava suas maçãs rosadas.
...
Aiin cara. Quero um Jace pra mim *-*
Mas cara. Ninguem merece uma Cecilia assim. Prevejo que ela e Ashley não se daram bem não huehue.
Mas tipo, Ashley não estava com Denzel? VOCÊ ABANDONOU A ASHLEY EM UMA TEMPESTADE, DENZEL? (É assim que escreve Denzel? Nunca sei huehue. Sempre confundo u.u)
...
Tipo fiquei confusa. Uma hora ela esta fugindo e depois na tempestade? Quanto tempo se passou desde o ataque ao castelo?
...
E sim,te entendo quanto a escola. Te entendo muito =/
Acabei de mandar minha recomendação, espero que goste ~.~
Esses dois cara, como não amar, Jace, tão fofo e essa Cecile, amo pessoa meio malvadas :) Comassim a Ashley foi parar ai gente? Eu já li o capítulo do Denzel mas ainda estou confusa, uma hora ela esta a Inglaterra e depois numa ilha mutcho loka com esses amores de irmãos... Amei, sério, to louca pelo prossimo capítulo da Ash *~~*
Ainda estou na escola :/ Nossa, eu odeio participar de uma gincana e não ter o que fazer ;-;
Jace apenas revirou os olhos, puxando as cobertas um pouco mais para cima dos ombros da garota pálida que havia encontrado perambulando moribunda pela floresta. Ela tremia, estava pálida como um cadáver, e ele teria achado que realmente estava morta, até que virasse o rosto em sua direção, revelando maçãs vermelhas, nariz rosado e fumaça branca esvaindo dos lábios. Ela estremeceu, antes de fechar os olhos e cair, já desacordada. Se não fosse por ele, teria morrido congelada na neve, enquanto a noite transformava os pinheiros em grandes espinhos brancos. Cecile era sempre preservadora e preferia não se envolver com coisas desconhecidas. A irmã não aceitou facilmente a entrada da garota na estadia pequena que era o chalé que possuíam no meio da uma ilha no Mar do Norte, um lugar onde poucas pessoas viviam, naturalmente lenhadores, e que volta-e-meia iam para a Inglaterra ou a União Eurásia vender seu material.
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Aiin. Cara,que fofo o Jace *-*
...
– Leia logo. – incentivou, um pouco rude, porém a irmã já estava acostumada com aquilo.
– “Adorável senhorita Ashley, venho com palavras miúdas e ocas, dizer que sinto sua falta, de verdade em grito, digo com expressiva agonia. Não imaginaria o quanto minhas queridas e tão agitadas acompanhantes poderiam provocar em meu âmago. Um sentimento que nunca provei antes, assumo.” – Cecile ergueu seus olhos faiscantes. – É uma carta.
– Uma carta escrita com muita dedicação, por sinal. O que é “âmago”?
– Eu não sei. – Cecile deu de ombros. A irmã era alfabetizada, enquanto ele teve de passar seus anos escolares ajudando o pai a empilhar lenha. Cecile tivera sorte, nasceu na Inglaterra e estudou alguns anos. Aprimorou a leitura utilizando cartazes e até mesmo os jornais.
– Leia mais. – incentivou-a novamente, sabendo que só conseguiria saber o que tinha na carta se ela lesse em voz alta. Algo que o irritava ligeiramente.
– “Gostaria de ter conhecimento de seu paradeiro, se está feliz ou mesmo segura. O convento é um ótimo lugar para as moças, sei disso, mas ainda não me convenço. Sofro todos os dias imaginando quais perigos podem sofrer, estando ainda na Inglaterra, enquanto eu enfrento o outro lado do oceano, com pessoas estranhas e idiomas ainda mais estranhos. Não nasci para fazer viagens de longa duração e creio que não voltarei tão logo para a Inglaterra. Uma certeza que me dói o peito”.
– Seria uma carta da família real? – Jace levantou a questão.
– Vou ler o final da carta – Cecile disse, e leu. – Aqui diz “De seu amigo, acompanhante e príncipe, Adam”. – Ela piscou um pouco os olhos, antes de levantá-los. – Príncipe Adam.
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Oi? Adam? Como assim? O.o
...
Jace sentiu a culpa escorregar por seu coração. Não deveriam estar lendo aquela carta, não pertencia a eles. Talvez Ashley não quisesse que fosse lida, talvez estivessem invadindo demais sua privacidade. Levantou-se brutamente e arrancou o papel amarelado das mãos de Cecile, com força suficiente para fazê-la soltar. Notou o modo como a caligrafia era curvilínea, como Cecile nunca conseguiu escrever, era graciosa e a caneta logicamente tinha uma ponta muito fina para tantos detalhes. A assinatura tinha um “A” grande em comparação aos outros, com voltas e curvas em excesso. Mordeu o lábio inferior, gostaria de saber escrever assim. Mas contentou-se em guardas a carta no envelope e virar-se para a xícara de chá. Segurou-a perto dos lábios, assoprou e bebeu. Cecile fungou.
– Queria ler tudo.
– Se ela quiser, você vai ler. – indicou a menina desacordada com a cabeça. – Até lá, a carta não é propriedade sua. Eu a achei, ela é minha responsabilidade, lembra?
Cecile cerrou os punhos, mas abaixou a cabeça, vencida. Ele sentiu uma pontada de entusiasmo com a vitória, mas logo se dissipou, enquanto sentava novamente na cadeira diante do sofá, puxava as cobertas para cima dos ombros da loura e observava suas maçãs rosadas.
...
Aiin cara. Quero um Jace pra mim *-*
Mas cara. Ninguem merece uma Cecilia assim. Prevejo que ela e Ashley não se daram bem não huehue.
Mas tipo, Ashley não estava com Denzel? VOCÊ ABANDONOU A ASHLEY EM UMA TEMPESTADE, DENZEL? (É assim que escreve Denzel? Nunca sei huehue. Sempre confundo u.u)
...
Tipo fiquei confusa. Uma hora ela esta fugindo e depois na tempestade? Quanto tempo se passou desde o ataque ao castelo?
...
E sim,te entendo quanto a escola. Te entendo muito =/
Ta em qual série? (Se quiser dizer claro)
...
Bye, my love.
Eu quero o Jace pra mim^^ Ele é tão cute e Cecilia, ela é meio malvada e egoísta x.x Não gostei dela.
Comentário hiper mega curto mas eu estou usando o celular da minha amiga e ela ta quase arrancando de mim a base de tapas 'u' rsrsrs
Acabei de mandar minha recomendação, espero que goste ~.~
Esses dois cara, como não amar, Jace, tão fofo e essa Cecile, amo pessoa meio malvadas :) Comassim a Ashley foi parar ai gente? Eu já li o capítulo do Denzel mas ainda estou confusa, uma hora ela esta a Inglaterra e depois numa ilha mutcho loka com esses amores de irmãos... Amei, sério, to louca pelo prossimo capítulo da Ash *~~*
Ainda estou na escola :/ Nossa, eu odeio participar de uma gincana e não ter o que fazer ;-;
Kisses da Teen
Ashley? Mas como ela foi parar aí?