O que mais gostei: Adorei.
O que acho que pode melhorar: Mas me deixou triste de imaginar que o Leorio se sentiria tão mal se o Kurapika morresse. #culpa
Comecei a responder os reviews por "O que mais machuca". Espero que não se importe. Fiquei impressionada quando vi que tinha três novos reviews seus! Foi tipo "wow, a Ariel leu todas as novas fanfics em um fôlego só? sério?". Confesso que fiquei feliz! Seu carinho por minhas histórias do Leorio e do Kurapika é simplesmente lindo. Muito, muito obrigada mesmo!
Acho que o Leorio ficaria profundamente deprimido se acontecesse qualquer coisa com o Kurapika. E, bom, isso é bastante possível, considerando que o Kuruta escolheu uma missão suicida como objetivo de vida. Acho essa parte do relacionamento deles bastante interessante, por isso gosto tanto de explorá-la. Mas acho que já deu para perceber, né? *risos*
Obrigada de novo pelos elogios, críticas e por todo o carinho!
Que destruição de kokoro, hem?! Eu era uma pedra por não ter chorado com isso na primeira leitura! Se essa fic é de 2011, então é nela o surgimento oficial do Kurode? Eu não gosto nem um pouco de cachorros, mas tem dois cachorrinhos que eu gosto, um deles é o Kurode ♥ Agora que reli a parte 1, preciso ler as outras, né?! Mas primeiro vou terminar minha releitura! Então, até a próxima fic, Jude-sama!
O que mais gostei: Chorei de novo, dessa vez no final.
O que acho que pode melhorar: Nadica de nada, Jude-sama!
Ah, não fala assim... A "O que mais machuca" não é angst de verdade. Ela sempre tenta quebrar a tensão com um bocadinho de comédia. Isso se mostrou um desafio quando eu decidi retomá-la. Equilibrar o drama e o humor não é nada fácil!
Siiim! Foi nesta fic que o Kurode surgiu pela primeira vez! *v* Não faço ideia do que estava se passando na minha cabeça quando decide enfiar um cachorro no meio a história, mas hoje estou muito feliz por ter feito isso. E também fico muito feliz por saber que você gosta dele apesar de não ser fã de cachorros. Acho que o fato de ele ser realmente um cachorro (sem nenhum traço que o faça parecer humanizado) ajuda um pouco, né?
O que mais gostei: Adorei.
O que acho que pode melhorar: Mas me deixou triste de imaginar que o Leorio se sentiria tão mal se o Kurapika morresse. #culpa
Olá, Ariel! :3
Comecei a responder os reviews por "O que mais machuca". Espero que não se importe. Fiquei impressionada quando vi que tinha três novos reviews seus! Foi tipo "wow, a Ariel leu todas as novas fanfics em um fôlego só? sério?". Confesso que fiquei feliz! Seu carinho por minhas histórias do Leorio e do Kurapika é simplesmente lindo. Muito, muito obrigada mesmo!
Acho que o Leorio ficaria profundamente deprimido se acontecesse qualquer coisa com o Kurapika. E, bom, isso é bastante possível, considerando que o Kuruta escolheu uma missão suicida como objetivo de vida. Acho essa parte do relacionamento deles bastante interessante, por isso gosto tanto de explorá-la. Mas acho que já deu para perceber, né? *risos*
Obrigada de novo pelos elogios, críticas e por todo o carinho!
Abraços!
Que destruição de kokoro, hem?! Eu era uma pedra por não ter chorado com isso na primeira leitura!
Se essa fic é de 2011, então é nela o surgimento oficial do Kurode? Eu não gosto nem um pouco de cachorros, mas tem dois cachorrinhos que eu gosto, um deles é o Kurode ♥
Agora que reli a parte 1, preciso ler as outras, né?! Mas primeiro vou terminar minha releitura!
Então, até a próxima fic, Jude-sama!
O que mais gostei: Chorei de novo, dessa vez no final.
O que acho que pode melhorar: Nadica de nada, Jude-sama!
Olá! x3
Ah, não fala assim... A "O que mais machuca" não é angst de verdade. Ela sempre tenta quebrar a tensão com um bocadinho de comédia. Isso se mostrou um desafio quando eu decidi retomá-la. Equilibrar o drama e o humor não é nada fácil!
Siiim! Foi nesta fic que o Kurode surgiu pela primeira vez! *v* Não faço ideia do que estava se passando na minha cabeça quando decide enfiar um cachorro no meio a história, mas hoje estou muito feliz por ter feito isso. E também fico muito feliz por saber que você gosta dele apesar de não ser fã de cachorros. Acho que o fato de ele ser realmente um cachorro (sem nenhum traço que o faça parecer humanizado) ajuda um pouco, né?
Até a parte 2!
Abraços!