Hey! Infinitas desculpas por toda a demora. Um milhão de coisas tem acontecido nos últimos meses e meu notebook simplesmente resolveu parar de funcionar.
Enfim, estou escrevendo igual uma condenada, mas preciso revisar e preciso fazer as dezenas de cenas se encaixarem perfeitamente.
Por favor não abandone A New Life, sei que vivo demorando para atualizar, mas no fim vale a pena. Eu não quero postar os capítulos de qualquer jeito e mal acabados.
Muito abrigada pelo comentário, espero que os próximos capítulos te façam amar a Liz e o Chuck ainda mais. E continue comentando, é importante saber a sua opinião.
Heyy, Samm!!! Pode me xingar, me bater, me odiar... Eu mereço. Sou tão boa em enrolar pra fazer as coisas que eu realmente preciso que para eu sentar aqui e vir finalmente escrever seus reviews tive que colocar isso como "meta doa dia". Já passei por vários estágios desde que as férias começaram (primeiro, fiz planos que no fundo eu sabia que nunca iria realizar; aí, passei uns dias xonadinha - urgh, dá até um nojinho de escrever essa palavra; depois, revi amigos que não via há séculos porque a escola consumia todo o meu tempo; aí tive a fase de me odiar por ter permitido a mim mesma perder tempo com sentimentos estúpidos enquanto tenho tanta coisa realmente importante para resolver; e então eu passei uns dias sendo inútil e assistindo GG desde o começo - sim, eu ainda faço isso de tempos em tempos; e agora, finally, estou na melhor fase: a que eu me esforço para ser útil, fazer o que preciso, fazer planos para o ano que vem e tudo mais. Basicamente, me preparar para começar o ano com organização e positividade. Sim, sou daquelas pessoas que faz metas e planos, que acredita na "magia" de um novo ano, com novas e infinitas possibilidades. Eu sei que é meio besta, mas me faz bem, dá um up, um ânimo a mais). Então, aqui estou eu, sentada com uma garrafa de água morrendo neste calor do inferno, com os dedinhos prontos para escrever cada penamento, impressão e lembrança que tiver relendo esses últimos capítulos. Já deu pra perceber que estou inspirada, né?! Hahahahah Let's get started...
Estou adorando essa reaproximação da Liz e do Chuck. Acho que no caso deles é impossível ficar longe, mas eles terão de lidar com as complicações e dificuldades de transformar todo o sentimento e história que eles têm em uma amizade fácil e saudável. Quero ver no que isso vai dar...
E ah, a Liz é maravilhosa por te ficado. Acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer por uma pessoa: ficar mesmo quando ela pede para você partir. Acho bonito, altruísta, ser capaz de engolir o orgulho, ignorar o medo de se tornar patética, de ser desprezada, humilhada, ignorar o fato de que muitas pessoas te chamariam de idiota se soubessem daquilo... Só ignorar todas as suas inseguranças, porque no momento o que importa não é você. E acho que no fundo, bem no fundo, sempre sabemos a hora de ficar, de insistir, de lutar por alguém, mas às vezes somos impressionantemente bons em mascarar nossos instintos.
Aaah, Chuck, volta! Não se afasta, não se fecha, por favorrrrr! Acho muito engraçado que na teoria eles são apenas amigos, ou seja, Liz pode sair com quem ela quiser. Nada rolou com o Brad, mas poderia te rolado, e isso seria completamente okay, ela é solteira, afinal. Mas na prática as coisas são tão diferentes, por mais que a racionalidade seja tudo de bom, faça sentido e tudo mais, não tem como ignorar a loucura dos sentimentos, das relações que mantemos, do ciúmes que não deveríamos sentir, dos desejos que chegam a nos assustar... Enfim, tem umas coisas que simplesmente são impossíveis de se colocar em palavras precisas, de entender completamente, de fazer sentido... Tudo o que podemos fazer é senti-las.
Ai, meu Deus, ta todo mundo meio fodido nessa fic kkkkkkk Rezando por tempos melhores em ANLINY. E eu AMEI essa coisa da Regra número um, de verdade, vou aplicar na minha vida hahahahah
Bom, acho que por esse capítulo é só. Adorei a conversa da Liz e do Chuck e é lógico que como sempre não vejo a hora deles se acertarem kkk Mas estou amando acompanhar essa reaproximação natural, mas em alguns momentos estranha, difícil.
Mayaraa! Há quanto tempo sos! (Precisamos conversar depois, sério ahuahaua). Fiquei muito feliz de ver que você tinha comentado, e me fez parar pra pensar sobre como eu tinha que voltar a escrever, minha enrolação está sendo uma decepção para mim mesma, mas enfim...
Esses dois tem uma relação extremamente complicada e com um histórico que é difícil de lidar, mas ao mesmo tempo é pelo fato deles terem divido tanta coisa que faz com que eles continuem voltando um para o outro. Ninguém mais entende 100% eles do que o outro por terem passado por situações parecidas; é uma espécie de simbiose que não tem como ser quebrada - porque mesmo que ambos tenham outras pessoas em suas vidas que ficaram presentes ali por muito mais tempo do que o próprio relacionamento deles durou, ali existe uma conexão profunda que sim, aconteceu muito rápido, mas que foi quase que inevitável. Eu acredito que a vida seja assim, um dia nós simplesmente conhecemos alguém com o qual nos identificamos de algum modo, existe uma química ali, existe algo que não dá pra ser ignorado, uma conexão (acontece com amizades e outros tipos de relacionamentos) e o tempo que vocês passam juntos só faz com que esse sentimento se desenvolva.
"Acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer por uma pessoa: ficar mesmo quando ela pede para você partir. Acho bonito, altruísta, ser capaz de engolir o orgulho, ignorar o medo de se tornar patética, de ser desprezada, humilhada, ignorar o fato de que muitas pessoas te chamariam de idiota se soubessem daquilo... Só ignorar todas as suas inseguranças, porque no momento o que importa não é você." EXATAMENTE! Obrigada por explicar tão bem!
Quanto ao ataque de ciúmes: sentimentos são confusos! São confusos pra c*r*lh*! Eu tento me colocar ao máximo no lugar dos personagens na hora de escrever essas cenas, tentar imaginar o que eles estariam sentindo. E do meu ponto de vista não teria como não haver ciúmes vindo do Chuck, mas ele poderia ignorar ou explodir como ele fez; então eu pensei muito nisso e ele explodiu porque acho que os dois já esconderam tanto um do outro - principalmente sentimentos - e se agora eles estão se abrindo, mesmo que em forma de discussão, é algo bom. Significa uma forma deles começarem a lidar com essa bagunça no "coração" e a pior coisa seria tentar começar essa amizade com coisas presas na garganta. No entanto, também faz parte deste processo, Chuck enxergar o que você disse, sobre a Liz poder fazer o que ela quiser da vida, porque eles não estão juntos.
Bom, acho que essa reaproximação precisa ser meio estranha às vezes, porque foram dois anos sem se ver, afinal. E fico feliz de você estar gostando! Como você disse essa reaproximação é natural, porque não faria sentido eles simplesmente se jogarem nos braços um do outro depois de tanto tempo e depois da forma difícil com a qual eles deixaram as coisas do final da parte 1.
Amando a fanfic tomara que atualize logo de novo porque está muito perfeita beijos
Hey! Infinitas desculpas por toda a demora. Um milhão de coisas tem acontecido nos últimos meses e meu notebook simplesmente resolveu parar de funcionar.
Enfim, estou escrevendo igual uma condenada, mas preciso revisar e preciso fazer as dezenas de cenas se encaixarem perfeitamente.
Por favor não abandone A New Life, sei que vivo demorando para atualizar, mas no fim vale a pena. Eu não quero postar os capítulos de qualquer jeito e mal acabados.
Muito abrigada pelo comentário, espero que os próximos capítulos te façam amar a Liz e o Chuck ainda mais. E continue comentando, é importante saber a sua opinião.
Com carinho, Sam.
Heyy, Samm!!! Pode me xingar, me bater, me odiar... Eu mereço. Sou tão boa em enrolar pra fazer as coisas que eu realmente preciso que para eu sentar aqui e vir finalmente escrever seus reviews tive que colocar isso como "meta doa dia". Já passei por vários estágios desde que as férias começaram (primeiro, fiz planos que no fundo eu sabia que nunca iria realizar; aí, passei uns dias xonadinha - urgh, dá até um nojinho de escrever essa palavra; depois, revi amigos que não via há séculos porque a escola consumia todo o meu tempo; aí tive a fase de me odiar por ter permitido a mim mesma perder tempo com sentimentos estúpidos enquanto tenho tanta coisa realmente importante para resolver; e então eu passei uns dias sendo inútil e assistindo GG desde o começo - sim, eu ainda faço isso de tempos em tempos; e agora, finally, estou na melhor fase: a que eu me esforço para ser útil, fazer o que preciso, fazer planos para o ano que vem e tudo mais. Basicamente, me preparar para começar o ano com organização e positividade. Sim, sou daquelas pessoas que faz metas e planos, que acredita na "magia" de um novo ano, com novas e infinitas possibilidades. Eu sei que é meio besta, mas me faz bem, dá um up, um ânimo a mais). Então, aqui estou eu, sentada com uma garrafa de água morrendo neste calor do inferno, com os dedinhos prontos para escrever cada penamento, impressão e lembrança que tiver relendo esses últimos capítulos. Já deu pra perceber que estou inspirada, né?! Hahahahah Let's get started...
Estou adorando essa reaproximação da Liz e do Chuck. Acho que no caso deles é impossível ficar longe, mas eles terão de lidar com as complicações e dificuldades de transformar todo o sentimento e história que eles têm em uma amizade fácil e saudável. Quero ver no que isso vai dar...
E ah, a Liz é maravilhosa por te ficado. Acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer por uma pessoa: ficar mesmo quando ela pede para você partir. Acho bonito, altruísta, ser capaz de engolir o orgulho, ignorar o medo de se tornar patética, de ser desprezada, humilhada, ignorar o fato de que muitas pessoas te chamariam de idiota se soubessem daquilo... Só ignorar todas as suas inseguranças, porque no momento o que importa não é você. E acho que no fundo, bem no fundo, sempre sabemos a hora de ficar, de insistir, de lutar por alguém, mas às vezes somos impressionantemente bons em mascarar nossos instintos.
Aaah, Chuck, volta! Não se afasta, não se fecha, por favorrrrr! Acho muito engraçado que na teoria eles são apenas amigos, ou seja, Liz pode sair com quem ela quiser. Nada rolou com o Brad, mas poderia te rolado, e isso seria completamente okay, ela é solteira, afinal. Mas na prática as coisas são tão diferentes, por mais que a racionalidade seja tudo de bom, faça sentido e tudo mais, não tem como ignorar a loucura dos sentimentos, das relações que mantemos, do ciúmes que não deveríamos sentir, dos desejos que chegam a nos assustar... Enfim, tem umas coisas que simplesmente são impossíveis de se colocar em palavras precisas, de entender completamente, de fazer sentido... Tudo o que podemos fazer é senti-las.
Ai, meu Deus, ta todo mundo meio fodido nessa fic kkkkkkk Rezando por tempos melhores em ANLINY. E eu AMEI essa coisa da Regra número um, de verdade, vou aplicar na minha vida hahahahah
Bom, acho que por esse capítulo é só. Adorei a conversa da Liz e do Chuck e é lógico que como sempre não vejo a hora deles se acertarem kkk Mas estou amando acompanhar essa reaproximação natural, mas em alguns momentos estranha, difícil.
Indo para o próximo!
Beijinhos,
May
Mayaraa! Há quanto tempo sos! (Precisamos conversar depois, sério ahuahaua). Fiquei muito feliz de ver que você tinha comentado, e me fez parar pra pensar sobre como eu tinha que voltar a escrever, minha enrolação está sendo uma decepção para mim mesma, mas enfim...
Esses dois tem uma relação extremamente complicada e com um histórico que é difícil de lidar, mas ao mesmo tempo é pelo fato deles terem divido tanta coisa que faz com que eles continuem voltando um para o outro. Ninguém mais entende 100% eles do que o outro por terem passado por situações parecidas; é uma espécie de simbiose que não tem como ser quebrada - porque mesmo que ambos tenham outras pessoas em suas vidas que ficaram presentes ali por muito mais tempo do que o próprio relacionamento deles durou, ali existe uma conexão profunda que sim, aconteceu muito rápido, mas que foi quase que inevitável. Eu acredito que a vida seja assim, um dia nós simplesmente conhecemos alguém com o qual nos identificamos de algum modo, existe uma química ali, existe algo que não dá pra ser ignorado, uma conexão (acontece com amizades e outros tipos de relacionamentos) e o tempo que vocês passam juntos só faz com que esse sentimento se desenvolva.
"Acho que essa é uma das coisas mais difíceis de se fazer por uma pessoa: ficar mesmo quando ela pede para você partir. Acho bonito, altruísta, ser capaz de engolir o orgulho, ignorar o medo de se tornar patética, de ser desprezada, humilhada, ignorar o fato de que muitas pessoas te chamariam de idiota se soubessem daquilo... Só ignorar todas as suas inseguranças, porque no momento o que importa não é você." EXATAMENTE! Obrigada por explicar tão bem!
Quanto ao ataque de ciúmes: sentimentos são confusos! São confusos pra c*r*lh*! Eu tento me colocar ao máximo no lugar dos personagens na hora de escrever essas cenas, tentar imaginar o que eles estariam sentindo. E do meu ponto de vista não teria como não haver ciúmes vindo do Chuck, mas ele poderia ignorar ou explodir como ele fez; então eu pensei muito nisso e ele explodiu porque acho que os dois já esconderam tanto um do outro - principalmente sentimentos - e se agora eles estão se abrindo, mesmo que em forma de discussão, é algo bom. Significa uma forma deles começarem a lidar com essa bagunça no "coração" e a pior coisa seria tentar começar essa amizade com coisas presas na garganta. No entanto, também faz parte deste processo, Chuck enxergar o que você disse, sobre a Liz poder fazer o que ela quiser da vida, porque eles não estão juntos.
Bom, acho que essa reaproximação precisa ser meio estranha às vezes, porque foram dois anos sem se ver, afinal. E fico feliz de você estar gostando! Como você disse essa reaproximação é natural, porque não faria sentido eles simplesmente se jogarem nos braços um do outro depois de tanto tempo e depois da forma difícil com a qual eles deixaram as coisas do final da parte 1.
Acho que é só isso...
Xx, Sam.