Ah, Duda. Em tempos tão alegres e festivos, a tristeza de Lúcia não passa de um borrão cinza no meio das cores, mas ainda dói em quem lê, porque esse borrão cinza é extremamente intenso e parece sugar tudo ao seu redor.
Uma boa cartada colocar o Lucas na história, admito. Ele faz com que o borrão cinza se torne colorido por apenas um instante, antes de retornar ao grafite de sempre. É isso que dá esperança aos leitores para continuar acreditando em um carnaval de todos os tons na vida de Lúcia.
O borrão cinza de Lúcia só pode ser colorido por Alison ou apagado pelo tempo, mas veja só enquanto isso não acontece o borrão só cresce mais e mais até a cobrir por inteiro e a sufocar. A dor sempre passa, mas enquanto ela existe é sempre a pior do mundo, é como uma tortura.
Bom, o Lucas é só um cara que está por aí e decidiu tentar colorir o borrão cinza, mas a Lúcia está tão obcecada, apaixonada e com saudades de Alison que eu dúvido que tenha dado certo. Mas talvez eu o coloque mais vezes, porque a Lúcia ainda tem bondade para merecer algo bom. Gostei muito do seu comentário, obrigado por estar me acompanhando.
Bom, no máximo 20, ou algum número abaixo dele que seja par.
Beijos.
B
Bilbel
Minha tão querida Aurora,
Que carta sofrível, pesada, que Lucas legal, os Lucas normalmente são, de todos que eu conheci, só um não era legal. Eu gosto dos beijos que não fazem sentido, principalmente se oforem leves, mais principalmente ainda se forem lentos. Não sou fã do desespero beijado, apesar de só ter beijado sem desespero uma vez. Eu gostei da repetição de palavras porque foi expressar o inexpressável, não dá pra pôr a dor em palavras, mas as suas palavras doeram, o choro da Lúcia. Eu tive vontade de arrancar a Alison, porque a Alison doi. Essa dor-alisoniana é tão real que nem parece escrita. Espero que estja bem.
Ah, Bilbel, eu também já conheci alguns Lucas e eles eram legais, mas o nome Lucas trás uma aura boa, não acha? Como se os Lucas tivessem um destino de serem legais. Eu não sei de que beijo gosto, mas sei que não gosto do desespero, porque o desespero é ruim, sufocador, aterrorizante e demora para sair, mas talvez o beijo desesperador possa vir depois de uma saudade grande, aí seria bom. Ah, acho que eu tento fazer a carta da maneira mais realista possível, como se fosse mesmo uma Lúcia escrevendo, então tudo o que vem na mente eu escrevo, a repetição foi algo aleatório, mas simplesmente saiu de meus dedos porque eu comecei a viver a carta, é como eu disse, me empolgo na tristeza.
Acho que a Alison já está tão lá no fundo de Lúcia que ninguém consegue mais arrancar, talvez algum dia ela se esconda mas não vai embora. O amor das duas é confuso e estranho, mas é amor, não existe motivos para Lúcia amar tanto Alison assim mas ela ama, e não existe motivos para Alison doer tanto assim mas ela dói. Ah, talvez essa dor seja real em alguém, em algum lugar do mundo. Eu estou bem, obrigada :3
Muitos beijos e abraços e obrigado por ter lido e comentado ♥
Ah, Duda. Em tempos tão alegres e festivos, a tristeza de Lúcia não passa de um borrão cinza no meio das cores, mas ainda dói em quem lê, porque esse borrão cinza é extremamente intenso e parece sugar tudo ao seu redor.
Uma boa cartada colocar o Lucas na história, admito. Ele faz com que o borrão cinza se torne colorido por apenas um instante, antes de retornar ao grafite de sempre. É isso que dá esperança aos leitores para continuar acreditando em um carnaval de todos os tons na vida de Lúcia.
P.S. Quantos capítulos pretende fazer?
XOXO
Olá Milena!
O borrão cinza de Lúcia só pode ser colorido por Alison ou apagado pelo tempo, mas veja só enquanto isso não acontece o borrão só cresce mais e mais até a cobrir por inteiro e a sufocar. A dor sempre passa, mas enquanto ela existe é sempre a pior do mundo, é como uma tortura.
Bom, o Lucas é só um cara que está por aí e decidiu tentar colorir o borrão cinza, mas a Lúcia está tão obcecada, apaixonada e com saudades de Alison que eu dúvido que tenha dado certo. Mas talvez eu o coloque mais vezes, porque a Lúcia ainda tem bondade para merecer algo bom. Gostei muito do seu comentário, obrigado por estar me acompanhando.
Bom, no máximo 20, ou algum número abaixo dele que seja par.
Beijos.
Minha tão querida Aurora,
Que carta sofrível, pesada, que Lucas legal, os Lucas normalmente são, de todos que eu conheci, só um não era legal. Eu gosto dos beijos que não fazem sentido, principalmente se oforem leves, mais principalmente ainda se forem lentos. Não sou fã do desespero beijado, apesar de só ter beijado sem desespero uma vez. Eu gostei da repetição de palavras porque foi expressar o inexpressável, não dá pra pôr a dor em palavras, mas as suas palavras doeram, o choro da Lúcia. Eu tive vontade de arrancar a Alison, porque a Alison doi. Essa dor-alisoniana é tão real que nem parece escrita. Espero que estja bem.
Mil beijos :*
Ah, Bilbel, eu também já conheci alguns Lucas e eles eram legais, mas o nome Lucas trás uma aura boa, não acha? Como se os Lucas tivessem um destino de serem legais. Eu não sei de que beijo gosto, mas sei que não gosto do desespero, porque o desespero é ruim, sufocador, aterrorizante e demora para sair, mas talvez o beijo desesperador possa vir depois de uma saudade grande, aí seria bom. Ah, acho que eu tento fazer a carta da maneira mais realista possível, como se fosse mesmo uma Lúcia escrevendo, então tudo o que vem na mente eu escrevo, a repetição foi algo aleatório, mas simplesmente saiu de meus dedos porque eu comecei a viver a carta, é como eu disse, me empolgo na tristeza.
Acho que a Alison já está tão lá no fundo de Lúcia que ninguém consegue mais arrancar, talvez algum dia ela se esconda mas não vai embora. O amor das duas é confuso e estranho, mas é amor, não existe motivos para Lúcia amar tanto Alison assim mas ela ama, e não existe motivos para Alison doer tanto assim mas ela dói. Ah, talvez essa dor seja real em alguém, em algum lugar do mundo. Eu estou bem, obrigada :3
Muitos beijos e abraços e obrigado por ter lido e comentado ♥