Eu não sei como se introduz um comentário, embora seja minha parte favorita de contribuir tanto comigo quanto com o autor. Contudo, honestamente e verdadeiramente, esse conto me deixou perplexa em um tom demasiadamente grande. Não só perplexa. Maravilhada com a concepção que você envolveu na estória.
O que me faz pensar, depois de ler esse breve e impecável capítulo, é que existem muitas Julias sem alguém para amparar esse fio e impedir que ele se parta. É por esse, entre outros motivos, que vou cursar psiquiatria. Suicídio é um termo frágil, mas idolatrado na cabeça de quem passa por alguma dor (odeio a palavra sofredor, por mais que também se encaixe) e saber disso me deixa em desgoverno. Muito obrigada por ter empregado esse desfecho numa situação dessas. Fez-me, integralmente, pensar. Você é uma garota genial, Lannister. Tenha convicção no que digo.
Agora, para começar a ser chata, reparei em uns erros que até eu mesma cometo sobre acentuações. Espero que não tenha importância citá-los.
"[...] — Eu não sei de onde veio à dor. Ela simplesmente está aqui e não vai embora de forma alguma." Esse "à" não é craseado. O crase é a união da preposição a com o artigo a (a a, para a) então a frase ficaria um pouco estranha. Também sofro com os crases.
"— Me deixe ajuda-la." O ajudá-la vai o acento gráfico. Todas as palavras oxítonas terminadas em "a", "e", "o" levam acento agudo.
Acho que é só. Sou muito minuciosa quanto da gramática, então perdão se isso soar importuno. Parabéns pela fanfic fantástica. Um beijo, Nyx
Olá, Nyx! Depois desse review, tem como não estar bem? Acho difícil.
Vou comentar logo a parte da gramática: eu me confundo sempre com as crases pelo fato de, às vezes, o próprio word adicioná-las automaticamente em momentos que eu realmente acho que não deveriam estar ali. Obrigada por apontar esse erro e o ajudá-la foi realmente falta de atenção.
Bem. Vamos a parte legal.
Quando quis criar esse conto, o primeiro fim que idealizei para ele foi, de fato, a morte de Júlia, mas, por esse também ser o nome de minha melhor amiga (que está muito viva, thank god), pensei o quão devastador poderia ser perdê-la, já que há exatamente um ano e onze meses eu perdi meu melhor amigo e primeiro amor. Não, ele não tirou a própria vida, mas assim que recebi a notícia, foi a primeira coisa que passou por minha cabeça e isso me devastou de tantas formas que sinto que teria sido literalmente insuportável de aguentar passar por aquele momento se ele tivesse realmente se matado. Dessa situação que vivi veio o desejo de Júlia de querer que não parecesse um suicídio.
Quando mudei o destino final da personagem, foi quando estava escrevendo a parte onde Cachinhos lhe diz que a mulher que amava havia ceifado a própria vida. Na minha cabeça soou tão absurdamente cruel deixar que, apesar dele só conhecê-la por poucos minutos, o psiquiatra passasse por algo tão ruim de novo. E então soou absolutamente cruel e desconexo se o fim da encruzilhada descrita na sinopse fosse tão óbvio e tão claro. E então, por fim, decidi que seria mais justo deixar que o impacto que o conto teve em cada pessoa que o lesse, fosse decidido por elas mesmas.
Recentemente recebi uma recomendação aqui onde o leitor dizia que Elevador o ajudou a mudar de ideia sobre se matar e isso definitivamente é uma das coisas mais incríveis que já tive o prazer de ler.
Espero que você realize seus objetivos de vida e carreira, e muito obrigada por me elogiar com a palavra "genial", é realmente um grande elogio. Muito obrigada por comentar e fico feliz que a história tenha te causado esse impacto!
AMEI! Muito profunda, apesar de simples. O final misterioso deu um toque ainda melhor à história. Tudo muito bem detalhado - não detalhado demais, mas também não de menos. A leitura fluiu legal. E, como futura psicóloga e alguém que já leu vários livros de psicologia antes da hora (hue) e até por algumas experiências pessoais, confirmo que é assim mesmo. Às vezes nem lembramos o motivo da dor existir, apenas sabemos que ela está lá. De verdade, amei a fic.
O único adendo que faço é: como o próprio cara diz, psicologia e psiquiatria são diferentes. Psicólogo é quem faz faculdade de psicologia. Psiquiatra tem que fazer medicina e se especializar em psiquiatria. Então ele deve ter abandonado a faculdade de direito pra fazer medicina, não psicologia. ^-^
Repito: adorei a fic. Não costumo ler one-shots, gosto de coisa longa que eu possa acompanhar e surtar por novas atualizações. Mas gostei muito de Elevados. ;) Beijos! ♥
Fico muito feliz que tenha amado! Mesmo. Fiquei muito ansiosa, achando que não tinha ficado real; ou pouco profundo. Gostei de saber que ficou na medida certa.
Obrigada pela dica sobre a faculdade, já corrigi o erro.
Eu simplesmente amo quando dizem que não é o "tipo de coisa que leria", mas gostaram mesmo assim, haha. Fico nas nuvens mesmo. É tão simples, mas tão legal de se ouvir (ler).
Obrigada mesmo por ter tirado um tempinho do seu tempo para ler a história. Beijos ♥ ♥
Pela a sinopse a fanfiction tinha tudo para ser perfeita, e lendo a história, eu penso: Mano, você arrasou! Você conseguiu pegar tudo o que a sinopse prometia e melhorar mais ainda.
Eu me prendi muito a história enquanto lia, e o final que fica nesse mistério de nós não sabermos se ela se joga ou não, ficou o máximo, eu não consigo imaginar como a história podeira ter sido melhor.
Eu amei cada pedaço dessa fanfiction, e tenho vontade de sair mandando todo mundo vir lê-la.
WOW. Estou des mai a da com essa review. Sério. Muito obrigada. Nem sei o que falar, sendo honesta. Só quero dizer obrigada eternamente. Posso? Hahaha
Aiiii *-----* Apaixonada por esse comentário ♥ ♥ Muito obrigada por ter tirado um pedacinho do seu tempo pra ler e ficou MUITO feliz que tenha gostado.
Você pode escolher o final que achar mais adequado ao que entendeu da história :D
B
Bella
Se eu terminei de ler chorando? Claro que sim.
Se eu reli mesmo assim? Óbvio.
Se eu estou tremendo muito agora? Com certeza.
Eu não tenho palavras para começar. Você, novamente, volta a tocar o meu coraçãozinho absurdamente danificado - e dessa específica vez, você não precisou nem de 2.500 palavras.
Alguém segura o meu forninho, por favor?
O tópico que você escolheu aqui, ele é delicado. E, bem, com tópicos delicados é necessária uma maestria também delicada para tratá-los. Senão, vira um monte de bobagem que tenta beirar o real e tocante. Você, minha moça, conseguiu escrever esse tema da maneira correta.
Eu vejo, um pouco aqui, um pouco ali, eu em Julia. Sim, ela está correta. Às vezes, a dor é grande demais para algumas pessoas suportarem.
Só que isso quer dizer que suicídio é uma resposta válida? Não.
Eu gostaria de dar, espalhar, entregar, jogar, esfregar esse texto na cara de muita gente que eu conheço. E inclusive na minha. Eu já fui uma Julia um dia - dói admitir, bastante, mas sim -, mas segurei a barra por uma promessa para um Cachinhos (nesse meu caso, uma Cachinhos, mas isso não é relevante).
Sortudos somos nós, que temos a fortuna de ter um Cachinhos por perto, mas é terrível pensar que alguns não têm.
A inquietude da última frase, "sim ou não?", apenas piora o meu estado. Julia escutou o psiquiatra ou ela fez a fatídica escolha de se jogar de um prédio? É agonizante como querer descobrir com absoluta certeza se Capitu traiu Bentinho ou não.
Eu prefiro que ela não tenha se jogado.
Beijos de uma menina que ficou muito emocionada com o texto, com certeza levou pro lado psicológico e que vai usar as palavras de Cachinhos como referência para me ajudar a desenvolver a trama de certo personagem de uma história minha,
Sei que demorei muito para responder este review, mas é delicado para mim continuar me aprofundando em Elevador. Foi algo difícil de escrever, um pouco até pessoal, me atrevo a acrescentar. Alguns anos no passado, alguém que amei muito faleceu, e a primeiro momento achei que ele havia tirado a própria vida. Me lembro de ficar muito P***, sabe, com raiva mesmo. Mas ele não fez isso. Foi apenas a vida.
Então, quando decidi escrever sobre suicídio, quis fugir da fórmula já batida de alguém, por algum motivo às vezes não especificado, escrevendo uma carta de adeus ou se despedindo dos amados.
E com essa história, que todos vocês que leram escolheram ter um final feliz, quis tentar mostrar a algumas pessoas que sim, alguém te ama e sim, você merece viver, você merece uma segunda chance. Espero que tenha conseguido.
Creio que, inevitavelmente, boa parte de nós se sentirá como Júlia em algum momento de nossas vidas. Seres humanos sem inseguros, são falhos e passíveis de terríveis erros. Mas, como Cachinhos tentou mostrar a loira, isso não nos define. Não somos nossos erros, não somos os erros de outras pessoas. A culpa da separação dos pais de Júlia, NÃO é dela.
Wow. Ela acabou de comparar Júlia e Cachinhos com Capitu e Bentinho? Yes, she did. HAHAHAHAHA diva ♥ Arrasou.
Sim, todos preferimos isso. É o brilhantismo de deixar os leitores decidirem o final; você torce para que eles escolham o mesmo que você.
É, eu não conseguiria fazer uma long-fic sobre, então fiz isso. Mas você consegue! Escuta Lana del Rey hahahaha
G
G Cahill
Oi! Eu já li essa one há tempos, mas hoje lembrei de comentar minha opinião. Porque eu quero escrever.
Eu acho que ela chegou na muretinha (eu imagino que seja uma) e hesitou. Pensou a respeito e ficou tentada a desistir. Mas ela quase pulou, com um quê de 'eu não sei porque fazer isso' e pensou mais ainda. Ela colocou um pé pra fora da mureta/você sabe o que é e deixou-o balançar ao vento. E puxou ele de volta para cima e desceu o elevador de novo.
É uma ótima resolução. E fico absurdamente feliz por você ter decidido ir com o final feliz. Precisamos de mais finais felizes nesse mundo tão cheio e transbordado de crueldade.
JKNLOJDWNJQNJNEQJ COMASSIIIIIIIIMMMM!!!!!???? MIGA, N PODE TER SÓ ESSE CAP, N POOOODEEEEEE AAAAHHHHHHH. Perfeita; fic perfeita, história perfeita, escrita perfeita, personagens perfeitos... MAS EU ME RECUSO A TER SO UMMMMMMM POOOXXAAAA :
Olá, Lannister. Tudo bem? Espero que sim.
Eu não sei como se introduz um comentário, embora seja minha parte favorita de contribuir tanto comigo quanto com o autor. Contudo, honestamente e verdadeiramente, esse conto me deixou perplexa em um tom demasiadamente grande. Não só perplexa. Maravilhada com a concepção que você envolveu na estória.
O que me faz pensar, depois de ler esse breve e impecável capítulo, é que existem muitas Julias sem alguém para amparar esse fio e impedir que ele se parta. É por esse, entre outros motivos, que vou cursar psiquiatria. Suicídio é um termo frágil, mas idolatrado na cabeça de quem passa por alguma dor (odeio a palavra sofredor, por mais que também se encaixe) e saber disso me deixa em desgoverno. Muito obrigada por ter empregado esse desfecho numa situação dessas. Fez-me, integralmente, pensar. Você é uma garota genial, Lannister. Tenha convicção no que digo.
Agora, para começar a ser chata, reparei em uns erros que até eu mesma cometo sobre acentuações. Espero que não tenha importância citá-los.
"[...] — Eu não sei de onde veio à dor. Ela simplesmente está aqui e não vai embora de forma alguma." Esse "à" não é craseado. O crase é a união da preposição a com o artigo a (a a, para a) então a frase ficaria um pouco estranha. Também sofro com os crases.
"— Me deixe ajuda-la." O ajudá-la vai o acento gráfico. Todas as palavras oxítonas terminadas em "a", "e", "o" levam acento agudo.
Acho que é só. Sou muito minuciosa quanto da gramática, então perdão se isso soar importuno. Parabéns pela fanfic fantástica. Um beijo, Nyx
Olá, Nyx! Depois desse review, tem como não estar bem? Acho difícil.
Vou comentar logo a parte da gramática: eu me confundo sempre com as crases pelo fato de, às vezes, o próprio word adicioná-las automaticamente em momentos que eu realmente acho que não deveriam estar ali. Obrigada por apontar esse erro e o ajudá-la foi realmente falta de atenção.
Bem. Vamos a parte legal.
Quando quis criar esse conto, o primeiro fim que idealizei para ele foi, de fato, a morte de Júlia, mas, por esse também ser o nome de minha melhor amiga (que está muito viva, thank god), pensei o quão devastador poderia ser perdê-la, já que há exatamente um ano e onze meses eu perdi meu melhor amigo e primeiro amor. Não, ele não tirou a própria vida, mas assim que recebi a notícia, foi a primeira coisa que passou por minha cabeça e isso me devastou de tantas formas que sinto que teria sido literalmente insuportável de aguentar passar por aquele momento se ele tivesse realmente se matado. Dessa situação que vivi veio o desejo de Júlia de querer que não parecesse um suicídio.
Quando mudei o destino final da personagem, foi quando estava escrevendo a parte onde Cachinhos lhe diz que a mulher que amava havia ceifado a própria vida. Na minha cabeça soou tão absurdamente cruel deixar que, apesar dele só conhecê-la por poucos minutos, o psiquiatra passasse por algo tão ruim de novo. E então soou absolutamente cruel e desconexo se o fim da encruzilhada descrita na sinopse fosse tão óbvio e tão claro. E então, por fim, decidi que seria mais justo deixar que o impacto que o conto teve em cada pessoa que o lesse, fosse decidido por elas mesmas.
Recentemente recebi uma recomendação aqui onde o leitor dizia que Elevador o ajudou a mudar de ideia sobre se matar e isso definitivamente é uma das coisas mais incríveis que já tive o prazer de ler.
Espero que você realize seus objetivos de vida e carreira, e muito obrigada por me elogiar com a palavra "genial", é realmente um grande elogio. Muito obrigada por comentar e fico feliz que a história tenha te causado esse impacto!
AMEI! Muito profunda, apesar de simples. O final misterioso deu um toque ainda melhor à história. Tudo muito bem detalhado - não detalhado demais, mas também não de menos. A leitura fluiu legal. E, como futura psicóloga e alguém que já leu vários livros de psicologia antes da hora (hue) e até por algumas experiências pessoais, confirmo que é assim mesmo. Às vezes nem lembramos o motivo da dor existir, apenas sabemos que ela está lá. De verdade, amei a fic.
O único adendo que faço é: como o próprio cara diz, psicologia e psiquiatria são diferentes. Psicólogo é quem faz faculdade de psicologia. Psiquiatra tem que fazer medicina e se especializar em psiquiatria. Então ele deve ter abandonado a faculdade de direito pra fazer medicina, não psicologia. ^-^
Repito: adorei a fic. Não costumo ler one-shots, gosto de coisa longa que eu possa acompanhar e surtar por novas atualizações. Mas gostei muito de Elevados. ;) Beijos! ♥
Fico muito feliz que tenha amado! Mesmo. Fiquei muito ansiosa, achando que não tinha ficado real; ou pouco profundo. Gostei de saber que ficou na medida certa.
Obrigada pela dica sobre a faculdade, já corrigi o erro.
Eu simplesmente amo quando dizem que não é o "tipo de coisa que leria", mas gostaram mesmo assim, haha. Fico nas nuvens mesmo. É tão simples, mas tão legal de se ouvir (ler).
Obrigada mesmo por ter tirado um tempinho do seu tempo para ler a história. Beijos ♥ ♥
Eu nem sei por onde começar...
Pela a sinopse a fanfiction tinha tudo para ser perfeita, e lendo a história, eu penso: Mano, você arrasou! Você conseguiu pegar tudo o que a sinopse prometia e melhorar mais ainda.
Eu me prendi muito a história enquanto lia, e o final que fica nesse mistério de nós não sabermos se ela se joga ou não, ficou o máximo, eu não consigo imaginar como a história podeira ter sido melhor.
Eu amei cada pedaço dessa fanfiction, e tenho vontade de sair mandando todo mundo vir lê-la.
WOW. Estou des mai a da com essa review. Sério. Muito obrigada. Nem sei o que falar, sendo honesta. Só quero dizer obrigada eternamente. Posso? Hahaha
Aiiii *-----* Apaixonada por esse comentário ♥ ♥ Muito obrigada por ter tirado um pedacinho do seu tempo pra ler e ficou MUITO feliz que tenha gostado.
Você pode escolher o final que achar mais adequado ao que entendeu da história :D
Se eu terminei de ler chorando? Claro que sim.
Se eu reli mesmo assim? Óbvio.
Se eu estou tremendo muito agora? Com certeza.
Eu não tenho palavras para começar. Você, novamente, volta a tocar o meu coraçãozinho absurdamente danificado - e dessa específica vez, você não precisou nem de 2.500 palavras.
Alguém segura o meu forninho, por favor?
O tópico que você escolheu aqui, ele é delicado. E, bem, com tópicos delicados é necessária uma maestria também delicada para tratá-los. Senão, vira um monte de bobagem que tenta beirar o real e tocante. Você, minha moça, conseguiu escrever esse tema da maneira correta.
Eu vejo, um pouco aqui, um pouco ali, eu em Julia. Sim, ela está correta. Às vezes, a dor é grande demais para algumas pessoas suportarem.
Só que isso quer dizer que suicídio é uma resposta válida? Não.
Eu gostaria de dar, espalhar, entregar, jogar, esfregar esse texto na cara de muita gente que eu conheço. E inclusive na minha. Eu já fui uma Julia um dia - dói admitir, bastante, mas sim -, mas segurei a barra por uma promessa para um Cachinhos (nesse meu caso, uma Cachinhos, mas isso não é relevante).
Sortudos somos nós, que temos a fortuna de ter um Cachinhos por perto, mas é terrível pensar que alguns não têm.
A inquietude da última frase, "sim ou não?", apenas piora o meu estado. Julia escutou o psiquiatra ou ela fez a fatídica escolha de se jogar de um prédio? É agonizante como querer descobrir com absoluta certeza se Capitu traiu Bentinho ou não.
Eu prefiro que ela não tenha se jogado.
Beijos de uma menina que ficou muito emocionada com o texto, com certeza levou pro lado psicológico e que vai usar as palavras de Cachinhos como referência para me ajudar a desenvolver a trama de certo personagem de uma história minha,
Bella ♥
Oi, Bella.
Sei que demorei muito para responder este review, mas é delicado para mim continuar me aprofundando em Elevador. Foi algo difícil de escrever, um pouco até pessoal, me atrevo a acrescentar. Alguns anos no passado, alguém que amei muito faleceu, e a primeiro momento achei que ele havia tirado a própria vida. Me lembro de ficar muito P***, sabe, com raiva mesmo. Mas ele não fez isso. Foi apenas a vida.
Então, quando decidi escrever sobre suicídio, quis fugir da fórmula já batida de alguém, por algum motivo às vezes não especificado, escrevendo uma carta de adeus ou se despedindo dos amados.
E com essa história, que todos vocês que leram escolheram ter um final feliz, quis tentar mostrar a algumas pessoas que sim, alguém te ama e sim, você merece viver, você merece uma segunda chance. Espero que tenha conseguido.
Creio que, inevitavelmente, boa parte de nós se sentirá como Júlia em algum momento de nossas vidas. Seres humanos sem inseguros, são falhos e passíveis de terríveis erros. Mas, como Cachinhos tentou mostrar a loira, isso não nos define. Não somos nossos erros, não somos os erros de outras pessoas. A culpa da separação dos pais de Júlia, NÃO é dela.
Wow. Ela acabou de comparar Júlia e Cachinhos com Capitu e Bentinho? Yes, she did. HAHAHAHAHA diva ♥ Arrasou.
Sim, todos preferimos isso. É o brilhantismo de deixar os leitores decidirem o final; você torce para que eles escolham o mesmo que você.
Eu te adoro, você sabe disso ♥
Vou :( A intenção era essa mesmo. Mas fico feliz que tenha gostado, flor ♥
Uau! Que incrivel! Você escreve crônicas muito bem! Parabéns!
Muito obrigada!
Meu deus... Que aflição o.o
Mas eu tenho certeza de que ela não se matou, não é? NÃO É?
Enfim, adorei seu modo de escrever, Mrs. Lannister e.e
Também tenho uma fic de uma menina suicida, mas ainda não achei inspiração pra continuar '-'
É aflito mesmo, hehe
Muito obrigada! Isso é legal de se dizer!
É, eu não conseguiria fazer uma long-fic sobre, então fiz isso. Mas você consegue! Escuta Lana del Rey hahahaha
Oi! Eu já li essa one há tempos, mas hoje lembrei de comentar minha opinião. Porque eu quero escrever.
Eu acho que ela chegou na muretinha (eu imagino que seja uma) e hesitou. Pensou a respeito e ficou tentada a desistir. Mas ela quase pulou, com um quê de 'eu não sei porque fazer isso' e pensou mais ainda. Ela colocou um pé pra fora da mureta/você sabe o que é e deixou-o balançar ao vento. E puxou ele de volta para cima e desceu o elevador de novo.
Ela pensa muito ♥
G
É uma ótima resolução. E fico absurdamente feliz por você ter decidido ir com o final feliz. Precisamos de mais finais felizes nesse mundo tão cheio e transbordado de crueldade.
Obrigada por comentar ♥
continue,please!
ficou top!
É one-shot :( ♥
Amei, acho que é o que eu precisava para desistir de desistir
Wow. Isso é incrivelmente legal de se ler. Fico feliz que tenha desistido. A vida é preciosa.
Vai continuar? Por favor, diga que tem continação, que ela ficará bem e que encontrará alguém importante em sua vida.
Diga que se casará, terá filhos lindos e um dia se lembrará do psiquiatra que a manteve viva
~Pausa para respirar~
Amei a escrita, a narrativa, tudo.
Espero que tenha continuação.
Não vou. Mas se você pensa assim, crie em sua mente o final feliz dessa personagem. Ela merece, certo?
A intenção sempre foi que vocês se conectassem o suficiente para querer o que você descreveu nesse comentário para Júlia.
Muito obrigada por ler e comentar ♥
O que mais gostei:
JKNLOJDWNJQNJNEQJ COMASSIIIIIIIIMMMM!!!!!???? MIGA, N PODE TER SÓ ESSE CAP, N POOOODEEEEEE AAAAHHHHHHH. Perfeita; fic perfeita, história perfeita, escrita perfeita, personagens perfeitos... MAS EU ME RECUSO A TER SO UMMMMMMM POOOXXAAAA :
HHAHAHAHAHAHA pode sim, mulher ♥ Fico muito feliz que tenha gostado TANTO assim! Mesmo!
Esse é o problema das one-shot: só tem um. Dói, né? :(