Esse capítulo foi especial. Não porque foi dedicado a mim - aliás, obrigada - mas porque se trata da felicidade. Eu sempre me encanto com a felicidade. Uma palavra tão bonita, dá gosto de dizê-la e não tenho vergonha de encher a boca: F-E-L-I-C-I-D-A-D-E. Talvez a palavra mais bonita da nossa língua. Logo atrás de saudade, claro.
É bom ver a personagem não só remoendo o amargo do passado, e sim o doce também. E é aí que digo: Que seja doce. Se você me perguntar o que, provavelmente não irei achar as palavras certas para definir. Talvez as próximas cartas de Lúcia, talvez a próxima pessoa que chegará o mais próximo possível do sentimento que ela tem pela Alison. Sinceramente, eu não sei. Mas de que importa? Que seja doce.
Doce como os chocolates que poderiam ter divido, doce como os filmes que poderiam ter assistido, doce como os beijos que poderiam ter compartilhado. Tão doce, mas tão doce que dê formiga.
A palavra felicidade é tão bonita quanto o sentimento, veja só, quando estamos felizes nem lembramos da tristeza que passou ou a da que vai vir, a felicidade é eterna durante o momento que dura. É como se em todos os cantos do mundo todos compartilhassem do mesmo sorriso por aquele mesmo momento eterno. Mas assim como a saudade, a tristeza e tudo mais, a felicidade passa. Concordo que é uma palavra bonita, perdendo para a saudade, mas na prática acho que ela ganha.
Lúcia só tem a dor no coração porque a Alison não está com ela, porque se estivesse até os momentos ruins seriam mergulhados num copo cheio de alegria, porque para Lúcia o nome Alison é sinônimo de felicidade. Ah, querida, talvez Lúcia tenha algo doce, além da Alison. Espero que seja doce com você também, doce ao ponto de quase enjoar, quase, porque se é doce não devemos largar.
Muito obrigada por ser minha amiga e me acompanhar aqui. Um beijo doce.
Eu ando meio cambaleante e meio doida, não me lembro mais das coisas e qualquer coisa que me perguntar vai ser respondida com ''não sei''. Não sei porque fiquei ainda mais triste com a felicidade da Lúcia, talvez por causa da procura por dias felizes. Eu acesso meu próprio planeta rápido demais, não consigo manter relações, sinto inveja de Lúcia e de Astrid.
Uma inveja tão triste, e fazia tempo que não sentia de ninguém (talvez porque agora eu não posso simplesmente ''ah, os meus peitos são maiores que os seus'' haha).
Esse capítulo me levou pro meu planeta, e me lembrei de uma amiga meio maluca, e eu era também, fomos tão felizes berrando nas ruas. Mas eu mandei-lhe se afastar, ser sozinha cansa, Aurora, cansa demais, mas acho que as pessoas me cansam também, então fico esperando uma Alison, esperando até o fim.
Aurora, espero que esteja feliz ainda. A felicidade do jeito que você descreve é doce e leve, e com causa. Essa é a melhor. Obrigada por escrever.
me identifiquei com seu comentário, minha querida, mas diferente de '' não sei '' eu sou '' sei lá '', sei lá pra tudo, não tenho dado bola ou me importado com alguma coisa, sei lá. Ah, também me identifiquei na coisa do mundo, o meu é inacessível ainda e confuso, e sei lá. É tudo.
Sinto inveja delas por amar de um jeito certeiro no meio da confusão. E não uma inveja de '' minha bunda é tão maior '', uma inveja tocante, sentimental, haha.
Eu queria ter lembrado de alguém nesse capítulo, mas não lembrei, apenas fiquei feliz com a felicidade delas. Eu também me afasto, ou eles se afastam de mim, é quase um ciclo, sei que cansa, sei que dói, mas algum dia você encontra sua Alison, a que você não quer afastar mas de algum jeito é afastada. Acho que eu tenho a minha.
Ah, eu queria fazer uma felicidade maior, um motivo maior, mais certeiro, mas eu não sei, não consigo, não faço. Obrigada por ler ♥
Acho que a felicidade de pessoas amarguradas é a mais pura. É irreal, é decantada ao máximo, torna-se essência para borrifar outros dias só-um-pouco-felizes. Talvez possa ser uma maldição também - tentar fazer de todos os momentos tão maravilhosos quanto o apogeu dos sorrisos.
Realmente gostaria que momentos absurdamente felizes fossem o epítome de mentes tristes, que você pudesse simplesmente parar, pensar, e a primeira sensação a vir é a do sorriso. Queria que Lúcia pudesse simplesmente lembrar-se de sua árvore, de sua árvore com a Alison, e não apenas da Alison que a deixou.
Sabe, a felicidade de pessoas doloridas vem duas vezes maior, porque ela substituí os momentos preto e branco pelos coloridos e faz esquecer. Esquecer que algum dia o sorriso era choro, que a confiança era insegurança, e todo esse conjunto amargo igual café. Mas depois o peso caí, porque dias como esses apesar de parecerem não são eternos.
Eu gostei disso que falou, vou tentar guardar isso ao máximo. Seria ótimo se Lúcia pudesse ver isso também. Seria ótimo se isso acontecesse. Os momentos bons sempre vencendo os ruins. Mas parece uma raridade distante...Talvez algum dia Alison passe de alguém que a deixou para alguém que ela amou.
Um grande beijo!
B
Bilbel
Aurora, será que esses beijos sentimentais existem? Será que ainda existem? Ah, eu gostaria de saber. Gostaria mesmo. Como saber pelo qe procurar, porque você sabe do fracasso que tenho sido-tido nesse quesito. Eu adoro ler sua história traduzindo sempre algp. Ah, a felicidde genuína e cheia de amor, será que eu teno alguma lembrança disso, meus amores sempre foram tão metafóricos-imaginados que a realidade não tinha como competir. Sempre fui de amar o desconhecido. Ah, você escreve tão de alma que minha alma sente. Espero que possamos conversar sobre isso. Mil beijos ;*
Ah Plav, eu não sei se existem, não sei se os da Lúcia eram mesmo reais, quem garante, né? Pra mim beijos são só beijos e ainda não tive essa sorte de sentimento no meio. Mas acalme-se querida, talvez encontremos e se não, bom, isso não é tudo na vida mesmo. Minhas felicidades sempre são muito limitadas e pequenas, fico feliz só por um indício de importância ou coisa mais boba ainda, não tenho aquelas coisas felizes de tirar o fôlego, ou de não acreditar no que está acontecendo, apenas felicidade na forma mais pura e barata possível. Me inspirei e os da Lúcia saíram assim também, mas ela tem um ponto a mais porque tem a Alison. Bom, amar alguém que não conhece e tão mais fácil né? Espero que sua alma continue sentindo, vamos ter tempo de sobra para conversar, um grande beijo.
Esse capítulo foi especial. Não porque foi dedicado a mim - aliás, obrigada - mas porque se trata da felicidade. Eu sempre me encanto com a felicidade. Uma palavra tão bonita, dá gosto de dizê-la e não tenho vergonha de encher a boca: F-E-L-I-C-I-D-A-D-E. Talvez a palavra mais bonita da nossa língua. Logo atrás de saudade, claro.
É bom ver a personagem não só remoendo o amargo do passado, e sim o doce também. E é aí que digo: Que seja doce. Se você me perguntar o que, provavelmente não irei achar as palavras certas para definir. Talvez as próximas cartas de Lúcia, talvez a próxima pessoa que chegará o mais próximo possível do sentimento que ela tem pela Alison. Sinceramente, eu não sei. Mas de que importa? Que seja doce.
Doce como os chocolates que poderiam ter divido, doce como os filmes que poderiam ter assistido, doce como os beijos que poderiam ter compartilhado. Tão doce, mas tão doce que dê formiga.
XOXO (coberto de açúcar)
Olá Avery! Desculpe pela demora, sério!
A palavra felicidade é tão bonita quanto o sentimento, veja só, quando estamos felizes nem lembramos da tristeza que passou ou a da que vai vir, a felicidade é eterna durante o momento que dura. É como se em todos os cantos do mundo todos compartilhassem do mesmo sorriso por aquele mesmo momento eterno. Mas assim como a saudade, a tristeza e tudo mais, a felicidade passa. Concordo que é uma palavra bonita, perdendo para a saudade, mas na prática acho que ela ganha.
Lúcia só tem a dor no coração porque a Alison não está com ela, porque se estivesse até os momentos ruins seriam mergulhados num copo cheio de alegria, porque para Lúcia o nome Alison é sinônimo de felicidade. Ah, querida, talvez Lúcia tenha algo doce, além da Alison. Espero que seja doce com você também, doce ao ponto de quase enjoar, quase, porque se é doce não devemos largar.
Muito obrigada por ser minha amiga e me acompanhar aqui. Um beijo doce.
Ah Aurora,
Eu ando meio cambaleante e meio doida, não me lembro mais das coisas e qualquer coisa que me perguntar vai ser respondida com ''não sei''. Não sei porque fiquei ainda mais triste com a felicidade da Lúcia, talvez por causa da procura por dias felizes. Eu acesso meu próprio planeta rápido demais, não consigo manter relações, sinto inveja de Lúcia e de Astrid.
Uma inveja tão triste, e fazia tempo que não sentia de ninguém (talvez porque agora eu não posso simplesmente ''ah, os meus peitos são maiores que os seus'' haha).
Esse capítulo me levou pro meu planeta, e me lembrei de uma amiga meio maluca, e eu era também, fomos tão felizes berrando nas ruas. Mas eu mandei-lhe se afastar, ser sozinha cansa, Aurora, cansa demais, mas acho que as pessoas me cansam também, então fico esperando uma Alison, esperando até o fim.
Aurora, espero que esteja feliz ainda. A felicidade do jeito que você descreve é doce e leve, e com causa. Essa é a melhor. Obrigada por escrever.
Um beijo enorme de uma ternura enorme.
Visná,
me identifiquei com seu comentário, minha querida, mas diferente de '' não sei '' eu sou '' sei lá '', sei lá pra tudo, não tenho dado bola ou me importado com alguma coisa, sei lá. Ah, também me identifiquei na coisa do mundo, o meu é inacessível ainda e confuso, e sei lá. É tudo.
Sinto inveja delas por amar de um jeito certeiro no meio da confusão. E não uma inveja de '' minha bunda é tão maior '', uma inveja tocante, sentimental, haha.
Eu queria ter lembrado de alguém nesse capítulo, mas não lembrei, apenas fiquei feliz com a felicidade delas. Eu também me afasto, ou eles se afastam de mim, é quase um ciclo, sei que cansa, sei que dói, mas algum dia você encontra sua Alison, a que você não quer afastar mas de algum jeito é afastada. Acho que eu tenho a minha.
Ah, eu queria fazer uma felicidade maior, um motivo maior, mais certeiro, mas eu não sei, não consigo, não faço. Obrigada por ler ♥
Um beijo de felicidade.
Olá novamente!
Acho que a felicidade de pessoas amarguradas é a mais pura. É irreal, é decantada ao máximo, torna-se essência para borrifar outros dias só-um-pouco-felizes. Talvez possa ser uma maldição também - tentar fazer de todos os momentos tão maravilhosos quanto o apogeu dos sorrisos.
Realmente gostaria que momentos absurdamente felizes fossem o epítome de mentes tristes, que você pudesse simplesmente parar, pensar, e a primeira sensação a vir é a do sorriso. Queria que Lúcia pudesse simplesmente lembrar-se de sua árvore, de sua árvore com a Alison, e não apenas da Alison que a deixou.
Quetzal, que comentário lindo!
Sabe, a felicidade de pessoas doloridas vem duas vezes maior, porque ela substituí os momentos preto e branco pelos coloridos e faz esquecer. Esquecer que algum dia o sorriso era choro, que a confiança era insegurança, e todo esse conjunto amargo igual café. Mas depois o peso caí, porque dias como esses apesar de parecerem não são eternos.
Eu gostei disso que falou, vou tentar guardar isso ao máximo. Seria ótimo se Lúcia pudesse ver isso também. Seria ótimo se isso acontecesse. Os momentos bons sempre vencendo os ruins. Mas parece uma raridade distante...Talvez algum dia Alison passe de alguém que a deixou para alguém que ela amou.
Um grande beijo!
Aurora, será que esses beijos sentimentais existem? Será que ainda existem? Ah, eu gostaria de saber. Gostaria mesmo. Como saber pelo qe procurar, porque você sabe do fracasso que tenho sido-tido nesse quesito. Eu adoro ler sua história traduzindo sempre algp. Ah, a felicidde genuína e cheia de amor, será que eu teno alguma lembrança disso, meus amores sempre foram tão metafóricos-imaginados que a realidade não tinha como competir. Sempre fui de amar o desconhecido. Ah, você escreve tão de alma que minha alma sente. Espero que possamos conversar sobre isso. Mil beijos ;*
Ah Plav, eu não sei se existem, não sei se os da Lúcia eram mesmo reais, quem garante, né? Pra mim beijos são só beijos e ainda não tive essa sorte de sentimento no meio. Mas acalme-se querida, talvez encontremos e se não, bom, isso não é tudo na vida mesmo. Minhas felicidades sempre são muito limitadas e pequenas, fico feliz só por um indício de importância ou coisa mais boba ainda, não tenho aquelas coisas felizes de tirar o fôlego, ou de não acreditar no que está acontecendo, apenas felicidade na forma mais pura e barata possível. Me inspirei e os da Lúcia saíram assim também, mas ela tem um ponto a mais porque tem a Alison. Bom, amar alguém que não conhece e tão mais fácil né? Espero que sua alma continue sentindo, vamos ter tempo de sobra para conversar, um grande beijo.