Ooi Carol sou eu o Caio, desculpa a demora mas eu não estava nem lendo nenhuma fic, na verdade.
Bem, vamos lá. Uma das coisas que de longe eu amei foi a narração. Foi muito bom como a personagem detalhou tudo mesmo que fosse como a primeira vez, que na verdade é mas isso não vem ao caso hsususs. Enfim, eu adorei o Pandora como nome, por que eu gosto desse nome, mas isso também não vem ao caso. Acho que a melhor parte que eu gostei foi o final. Principalmente ela falando o que ela é. Acabou um final impactante e ficou um " o que vai acontecer?". Eu adoro finais assim, e já estou pressentindo que sua fanfic vai ser top.
Estarei aqui para ver tudo que vem por ai. Até os próximos.
Cara, você acredita que eu tinha te respondido e a internet falhou na hora de mandar? Pois é. :( Mas tudo bem. Eu não era muito de narrar tanto, mas tive que me esforçar até porque era importante para a personagem, a Pandora. Um pouco da personalidade dela está começando a se mostrar, veremos um pouco mais dela nos próximos capítulos. Adoro finais bombásticos. O impacto sempre me atraiu quando eu escrevo, mas não é um recurso a se usar tantas vezes que se não a leitura fica cansativa. Também tem tipos diferentes de impacto. Acho que o prólogo não acaba com o impacto, só acaba com ela se classificando, seria um final de ciclo, digamos assim. No capítulo 1 sim, tem um final bombástico. Enfim, queria me desculpar por ter demorado tanto para responder, geralmente não custo tanto tempo assim. É que estou viajando e aqui a internet é bem difícil de acessar. De todo modo, espero que continue acompanhando. Hehe Ah, você leu o capítulo 1? Abraços!
Olá, aqui quem fala é a Ana Irene Nunes, lá do facebook. Olha, não é que eu gostei do prólogo? Achei bem interessante, eu estou louquísima pra saber o que vai acontecer. Beijos!
Nossa, sou super fã de distopias, pois sempre curti ficção cientifica e tramas politicas, e se for analisar, geralmente as distopias tratam desses dois temas juntos *u*
Então, li o prólogo e já digo de cara que adorei esse inicio cheio de mistérios. A descrição das sensações da Pandora ao acordar ficaram maravilhosas, consigo me imaginar no lugar dela perfeitamente, e sentir toda a sua angustia ao acordar, até mesmo preferindo ficar adormecida a encarar toda aquela estranheza.
Aquele branco todo, não sei se foi a tua intenção, mas achei totalmente adequado a situação. E a forma como deu enfase a ele, pois a limpeza da mente que é feita nas pessoas deve tornar a total falta de referência ao acordar ainda mais traumatizante. Eles tornam a mente das pessoas um “branco”, vazio e limpo. E isso me deixou uma dúvida. Até que ponto uma pessoa esquece de tudo? Tipo, é tudo mesmo, zerado total, ou ela lembra de coisas básicas?
Claro que várias perguntas já se acumularam em minha mente, mas vou aguardar para ter minhas respostas ao longo dos próximos capítulos que certamente lerei.
Se me permitir gostaria de dar uma sugestão para essa descrição que fez: “a sala branca e pequena desprovida de imóvel a minha frente e o aparelho de fios que está conectado a mim.” Talvez ficasse mais fácil de compreender se fosse “a sala branca e pequena desprovida de imóveis e o aparelho com fios que estão conectados a mim”.
Se não gostou, apenas me ignore, ok? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Amei a escrita, e devo dizer, que sinopse incrível!! Não ter como ler o que tu colocou ali e não ficar curiosa para acompanhar a história! Queria ter esse talento, pois sou um pavor até mesmo para explicar sobre o que se trata a minha história, já vou logo tropeçando nas palavras, sem saber direito por onde começar ehueheuheuehu
Oi Mari! Acho que é a terceira vez que respondo o seu comentário. Estou me sentindo repetitiva mesmo que não esteja sendo (isso não fez sentido algum). Bom, eu também adoro distopias, gosto e nessa acho que o leitor pode esperar bastante ação - porque também e uma aventura -, mas ao mesmo tempo também pode esperar bastante intriga e jogo de interesse na esfera política. Ah, sobre as suas dúvidas. Como você mesma disse, a pessoa sem memória perde toda e qualquer referência. Agora, as habilidades que ela possuía são preservadas. Por exemplo, a Pandora ainda possui o dom da fala. Ou seja, o vocabulário está lá, ela só precisa usar quando a situação surgir. Mas quando surge, se ela não tem referência? Bom, aí está a sua hesitação ao usar a palavra "dentuço" ou a palavra "covarde". Se fosse um aparelho eletrônico, ela saberia a palavra? Não, se ele fosse inventado muito depois da época que ela consolidou seu vocabulário básico. Te dou esse exemplo, porque ele vai estar presente no próximo capítulo (que a Gabi já está betando). Bom, acho que essa resposta ta enorme! Eu estou escrevendo ela no metrô, nas notas do meu IPod. Eu prefiro, tenho um certo pânico de escrever na própria janela. Primeiro, porque se der problema, eu perco tudo que escrevi. Segundo, e agora acho que vou soar confusa, é porque quando estou na janela sinto pressão de escrever algo original, charmoso, modesto, fofo e esperançoso, tudo ao mesmo tempo! Ahh quanta pressão! Hahah Enfim, vou responder o próximo! Beijos
D
Day Neto
Olá vc, estou acompanhando e muito curiosa tbm,rsrs.
Parabéns está bem interessante, sinto o gostinho de quero mais.
Vc conseguiu através dos pensamentos delas incutir a desorientação, confusão e a outra palavra que estava na ponta da língua e esqueci,rsrs.
Enfim, parece que ela está meio distante da cena, como se fosse um narrador observador. O q ficou ótimo devido ao momento que ela está.
Bjs.
PS. Gostando muito
É tão desesperador ter uma ideia como essa que tive para escrever. É algo tão fechado, tão moldado em suas funções que temo arruinar conforme vou escrevendo. E então acho que minha forma de proteger a ideia é protelando ao máximo o ato de escrever e transformar minhas ideias em palavras - elas sempre me pareceram tão insuficientes, mas ainda assim, o único recurso para quem escolheu contar uma história.
De todo modo, devo dizer que estou gostando muito te ter como leitora. Sinto que já despejei tanto em ti, coisas que não necessariamente tem relação com as histórias que escrevo. Espero não estar te provocando tédio. Eu posso ser uma pessoa muito tagarela.
Em todo caso, muito obrigada pelo comentário!
Beijos
PS: Minhas divagações são culpa da música que escuto! Juro :)
Ooi Carol sou eu o Caio, desculpa a demora mas eu não estava nem lendo nenhuma fic, na verdade.
Bem, vamos lá. Uma das coisas que de longe eu amei foi a narração. Foi muito bom como a personagem detalhou tudo mesmo que fosse como a primeira vez, que na verdade é mas isso não vem ao caso hsususs. Enfim, eu adorei o Pandora como nome, por que eu gosto desse nome, mas isso também não vem ao caso. Acho que a melhor parte que eu gostei foi o final. Principalmente ela falando o que ela é. Acabou um final impactante e ficou um " o que vai acontecer?". Eu adoro finais assim, e já estou pressentindo que sua fanfic vai ser top.
Estarei aqui para ver tudo que vem por ai. Até os próximos.
Cara, você acredita que eu tinha te respondido e a internet falhou na hora de mandar?
Pois é. :(
Mas tudo bem.
Eu não era muito de narrar tanto, mas tive que me esforçar até porque era importante para a personagem, a Pandora. Um pouco da personalidade dela está começando a se mostrar, veremos um pouco mais dela nos próximos capítulos.
Adoro finais bombásticos. O impacto sempre me atraiu quando eu escrevo, mas não é um recurso a se usar tantas vezes que se não a leitura fica cansativa. Também tem tipos diferentes de impacto. Acho que o prólogo não acaba com o impacto, só acaba com ela se classificando, seria um final de ciclo, digamos assim. No capítulo 1 sim, tem um final bombástico.
Enfim, queria me desculpar por ter demorado tanto para responder, geralmente não custo tanto tempo assim. É que estou viajando e aqui a internet é bem difícil de acessar.
De todo modo, espero que continue acompanhando. Hehe
Ah, você leu o capítulo 1?
Abraços!
PS:agora vi que você comentou hehe
Olá, aqui quem fala é a Ana Irene Nunes, lá do facebook. Olha, não é que eu gostei do prólogo? Achei bem interessante, eu estou louquísima pra saber o que vai acontecer. Beijos!
Oie!
Fico mega feliz que tenha gostado do prólogo e ele tenha te incentivado a continuar, te provocando curiosidade.
Espero que goste das surpresas que preparei para vocês ;)
Brigada por comentar!
BEijos
ah, você fala da foto ou do nome?
Oiiii, Carol!! Tudo certo?
Nossa, sou super fã de distopias, pois sempre curti ficção cientifica e tramas politicas, e se for analisar, geralmente as distopias tratam desses dois temas juntos *u*
Então, li o prólogo e já digo de cara que adorei esse inicio cheio de mistérios. A descrição das sensações da Pandora ao acordar ficaram maravilhosas, consigo me imaginar no lugar dela perfeitamente, e sentir toda a sua angustia ao acordar, até mesmo preferindo ficar adormecida a encarar toda aquela estranheza.
Aquele branco todo, não sei se foi a tua intenção, mas achei totalmente adequado a situação. E a forma como deu enfase a ele, pois a limpeza da mente que é feita nas pessoas deve tornar a total falta de referência ao acordar ainda mais traumatizante. Eles tornam a mente das pessoas um “branco”, vazio e limpo. E isso me deixou uma dúvida. Até que ponto uma pessoa esquece de tudo? Tipo, é tudo mesmo, zerado total, ou ela lembra de coisas básicas?
Claro que várias perguntas já se acumularam em minha mente, mas vou aguardar para ter minhas respostas ao longo dos próximos capítulos que certamente lerei.
Se me permitir gostaria de dar uma sugestão para essa descrição que fez: “a sala branca e pequena desprovida de imóvel a minha frente e o aparelho de fios que está conectado a mim.” Talvez ficasse mais fácil de compreender se fosse “a sala branca e pequena desprovida de imóveis e o aparelho com fios que estão conectados a mim”.
Se não gostou, apenas me ignore, ok? kkkkkkkkkkkkkkkkk
Amei a escrita, e devo dizer, que sinopse incrível!! Não ter como ler o que tu colocou ali e não ficar curiosa para acompanhar a história! Queria ter esse talento, pois sou um pavor até mesmo para explicar sobre o que se trata a minha história, já vou logo tropeçando nas palavras, sem saber direito por onde começar ehueheuheuehu
Beijão e até o próximo capítulo!!
Oi Mari!
Acho que é a terceira vez que respondo o seu comentário. Estou me sentindo repetitiva mesmo que não esteja sendo (isso não fez sentido algum).
Bom, eu também adoro distopias, gosto e nessa acho que o leitor pode esperar bastante ação - porque também e uma aventura -, mas ao mesmo tempo também pode esperar bastante intriga e jogo de interesse na esfera política.
Ah, sobre as suas dúvidas. Como você mesma disse, a pessoa sem memória perde toda e qualquer referência. Agora, as habilidades que ela possuía são preservadas. Por exemplo, a Pandora ainda possui o dom da fala. Ou seja, o vocabulário está lá, ela só precisa usar quando a situação surgir. Mas quando surge, se ela não tem referência? Bom, aí está a sua hesitação ao usar a palavra "dentuço" ou a palavra "covarde". Se fosse um aparelho eletrônico, ela saberia a palavra? Não, se ele fosse inventado muito depois da época que ela consolidou seu vocabulário básico. Te dou esse exemplo, porque ele vai estar presente no próximo capítulo (que a Gabi já está betando).
Bom, acho que essa resposta ta enorme! Eu estou escrevendo ela no metrô, nas notas do meu IPod. Eu prefiro, tenho um certo pânico de escrever na própria janela. Primeiro, porque se der problema, eu perco tudo que escrevi. Segundo, e agora acho que vou soar confusa, é porque quando estou na janela sinto pressão de escrever algo original, charmoso, modesto, fofo e esperançoso, tudo ao mesmo tempo! Ahh quanta pressão! Hahah
Enfim, vou responder o próximo!
Beijos
Oie! Brigada pelo comentário! Se ainda estiver por aqui:
Não esqueça vai virar livro: https://www.instagram.com/alistadostres/ pra mais informações.
Eu estou bem interessada...
Continue, isso parece ter um brilhante futuro
Uau, muito obrigada!
É tão desesperador ter uma ideia como essa que tive para escrever. É algo tão fechado, tão moldado em suas funções que temo arruinar conforme vou escrevendo. E então acho que minha forma de proteger a ideia é protelando ao máximo o ato de escrever e transformar minhas ideias em palavras - elas sempre me pareceram tão insuficientes, mas ainda assim, o único recurso para quem escolheu contar uma história.
De todo modo, devo dizer que estou gostando muito te ter como leitora. Sinto que já despejei tanto em ti, coisas que não necessariamente tem relação com as histórias que escrevo. Espero não estar te provocando tédio. Eu posso ser uma pessoa muito tagarela.
Em todo caso, muito obrigada pelo comentário!
Beijos
PS: Minhas divagações são culpa da música que escuto! Juro :)