Comentários em “Arranha-Céus Flutuantes”: “Parte V”

P
Psychisme
Destacado pelo autor

eu não sei nem por onde devo começar a escrever essa review. vocês tem que me perdoar, porque eu sou um desastre nisso, e ah, por que negar? é pela minha total inexperiência e falta de prática em deixá-los. mas desde que vi que uma estória tão boa como essa tem não tem nem um milésimo do feedback que merece, eu decidi fazer um esforço e tentar, porque sejamos sinceros, eu não sou alguém com real força de vontade, mas eu sei quando vale a pena se esforçar. e eu me senti tão mal por ter demorado tanto tempo tentando organizar isso, e consequentemente só ter postado isso no quinto capítulo. então, provisoriamente vamos fingir esquecer disso e do meu problema com ansiedade. mesmo que não responda, só quero que você leia e fique sabendo que a senhorita arrasa. mesmo. de verdade.

sua escrita é tão bonita, tão, tão, tão, bonita que eu nem sei quais palavras deveria usar. mas, elas são bonitas, especiais, e te fazem ficar pensando nelas, e você precisa fazer uma pausa ou outra, ou reler alguns trechos de novo, porque você estava concentrada na frase anterior, e por mais contraditório que isso seja, é incrível. os personagens foram tão bem trabalhados, são todos tão complexos, são tão humanos, que é muito fácil você se apegar à eles.

jeanne está tão parecida com, sei lá, ela. está comum, desleixada em quesitos de vaidade, e ainda por cima uma feminista. não sei explicar direito, jeanne é jeanne. marie, deuses, eu a amo tanto, e você a caracterizou tããããão bem! porque, ela sempre usava aqueles vestidos gigantes, que só deus sabe como usá-los, revolucionando o vestuário francês, e falavam tão mal dela, coitada. talvez, ela só estivesse tentando ser aceita, e um dos jeitos que ela encontrou foram com as roupas. talvez não, mas não me faria a amar menos. arthur e o sarcasmo inglês, um escritor. foi incrível. e eu juro que quase tive um pequeno ataque quando o arthur ligou. talvez não vivo, mas está indo. sempre indo. e o francis. meu deus, eu não gostava muito dele antes, mas agora, estou gostando tanto dele, céus, e a pequena aparição do gilbert. está sendo tudo tão. ♥

muito obrigada. mesmo. você é incrível. está estória é incrível, tem potencial para virar um puta livro. daqueles que se você lê nunca esquece. acho que é só. espero que possa te encontrar no próximo capítulo.

Aphrodite Laclair

eu usualmente não respondo reviews. quer dizer, eu tento, mas a depressão é nojenta, e eu não costumo ter ânimo. mas eu pensei ok, esse comentário merece uma resposta minha, já que ele foi tão doce e amável, e até mesmo me motivou a continuar com essa história que eu já tinha dado por perdida há tipo, meu deus!, tanto tempo. então cá estou eu. espero que não seja tarde demais — espero que você ainda tenha algum interesse nessa resposta.

acho que é justo dizer que seu comentário foi quase uma luz no fim do túnel. eu ando firmemente afastada do mundo das fanfics há algum tempo, muito desanimada, muito triste, muito cansada para criar uma história com começo, meio e fim. arranha céus-flutuantes foi meu bebê durante vários meses. eu me dediquei muito a ela no segundo semestre de 2014. dei meu sangue, dei minha alma. mas quando fevereiro chegou, eu simplesmente... enfim. águas passadas não movem moinhos.

estou respondendo principalmente para te deixar saber que seu review aqueceu meu coração. e que eu sou muito grata.

obrigada e muitos beijos,

analu.

Analu

Ok, eu me sinto mal por ter ficado um tempo longe da fic, ainda mais porque o estilo de escrita dela me traz lágrimas aos olhos. Jeanne era incrível, mas Marie conseguiu meu respeito... e Arthur tem meu respeito hoje e sempre. A propósito... quando ele desapareceu achei que ele tinha, er... bem, "pulado dessa pra melhor". Pular, hum, do píer, sabe? Enfim, nos vemos por aí.

Aphrodite Laclair

oi, analu! (meu nome é analu também, não sei se já contei nesse site ou se você já sabia hahah) eu resolvi quebrar minha política de não responder comentários pra dizer que tu é a luz que ilumina essa fanfic. realmente. honestidade total. às vezes eu chego assim desanimada no site (feito hoje), cansada do meu próprio flop, e tem esse oh tão adorável comentário me esperando. é como um raio de sol, e eu queria dizer muito obrigada. ♥ enquanto você acompanhar essa fic, sempre existirá motivos para atualizá-la.

G
Globo Repórter

Eu não vou repetir que gostei mais do Arthur. Eu não vou repetir que gostei mais do Arthur.

Essa melancolia. Essa melancolia só pode ser descrita por quem já passou por uma depressão. Vá tomar seus antidepressivos, autora! (Brincadeira.)

Eu não consigo nem descrever direito o quanto eu gostei da conversa dos dois. De quando Arthur ligou do pier, obviamente pensando em fazer besteira a la Virginia Woolf. Foi tocante. Dificilmente eu gosto de passagens de suicídio, ou de quase-suicídio, ou de ideações suicidas. Nunca me convencem. Essa me convenceu demais.

Mais um detalhe que amei: Francis ter pedido desculpas depois dos murros na porta do Arthur. Desesperado, sim, mas sem jamais perder a educação.

CADÊ O RESTO *GRITO*

Ca-ham. Beijo, esperando o próximo capítulo!


O que mais gostei: Do capítulo.