Comentários em “Forest Lake”: “Capítulo Onze - O Encontro”

Emmanuel Fernandes
Destacado pelo autor

Foi um capítulo curto e de diálogos.

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Os personagens vivem fazendo graça. Eu achei muito engraçado os comandos da Sandy, no início do capítulo, como se ela fosse a coordenadora dos esquemas. Conotativamente, eles são um pelotão e estão partindo para uma expedição. Engenhoso. haha!

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Uma coisa muito interessante que eu percebi foi que só agora, nesse capítulo, ela foi descrita fisicamente. Tudo bem que ela apareceu no capítulo 3, mas ela não tinha um papel tão importante quanto ela tem agora. Ela tem uma bela casa. Eu vou dá enfase a descrição da casa dela, porque ficou bom e sem exageros.

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Eu achei um pouco estranho as falas de início da Selena, quando eles estão na frente da casa da Marine. Ela a cumprimenta sem vê-la e as perguntas que ela fez só fariam sentido se elas fossem conhecidas.

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A conversa com a Marine não foi muito instrutiva, mas ajudou a preencher algumas lacunas. Pude traçar um psicológico na personagem. Ela ainda sofre com a perda do marido e de um amigo da família. E é compreensivo que ela tenha sido incrédula em confiar nas previsões do Grover. Como ela mesma falou, o marido morreu em um acidente domestico assim que o Grover começou a frequentar a casa. Curioso. Ademais, com o ressentimento pela perda nada mais compreensivo do que ela cuidar do que é dela. Jamais deixaria o meu filho nas mãos de pessoas que a qualquer momento poderiam morrer. Ele poderia fazer parte da lista igual ao Brian Gibbons. É uma personagem complexa e possui um biografia de uma pessoa batalhadora e magoada. É uma personagem coerente e muitas mulheres poderiam identificar-se com ela. Grande!

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Até que enfim, o homem de cachecol e sandálias recebeu um nome. Também, uma das coisas mais legais que aconteceu no capítulo foi a morte dele e a causa. É uma morte sobrenatural. Em penso que é um dos pontos mais altos da história. Pense comigo: eles descobriram que o homem morava com a empregada domestica do Howl pela namorada dele. Eles adiaram a visita e a única pessoa que sabia morre. Depois um foi preso e eles tiveram que tirá-lo da cadeira. Ademais, elas tiveram que passar um sufoco para pegar as chaves da irritante da oficial. Sem falar que a Morte agiu sutilmente em todos os momentos. Eles viveram uma odisseia para descobrir que o rapaz morre!

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A forma como a qual você retrata a morte facilmente é um pouco perturbadora. Vejo que você leva bastante a sério a frase que diz que não sabemos nem o dia ou a hora em que podemos morrer/arrebatar. Cool! :D

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Outra coisa que reparei no enredo é que de hora ou outra aparece um novo personagem e, mesmo sendo um coadjuvante, ele possui um grande papel. Acaba que você deixa o leitor não se cansar de vê o mesmo personagem sempre. A história não é construída apenas por eles, certo?

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O Oliver terminou o capítulo sendo descrito. Oh! Ele vai ser uma peça fundamental na história a partir de agora? hehe

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Ele é um garoto esperto, mas um pouco rude. Eu gostei da forma como eles começaram um relacionamento de cooperação. Oliver não tem nada a ganhar ajudando-os, no meu ponto de vista... Só posso dizer que estou ansioso para continuar a ler os capítulos finais da história.

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See you later!

Állef Câmara Silva

Grover tá morto, mas o filho da Marine sabe algo sobre a morte e vai ajudar os sobreviventes, :)