Leitor fantasma não, mais respeito eu sou um leitor do tipo terra :D
Muito bom capitulo, tivemos uma grande batalha no começo e a Dratini sempre teve vantagem, pois dragão tem resistência a água... E sobre a Dratini usar Dragon Rage... Isso podia ter matado a Mijumaru, pois por ser um golpe que tira exatamente 40 de vida (ignorando fraquezas e resistência) e por pokemons em level baixo terem cerca de 40-60 vida e considerando que o pokemon de água já avia sido acertado por outro golpe de um pokemon claramente mais forte... Bem estou feliz que a pequena Mijumaru tenha saído viva :D
Nossa eu não tinha reparado antes, mas se eu não me engano Unova é conhecida por ser muito afastada das outras regiões, então tipo num era para a fauna de la ser mais limitada? Ou vocês estão simplesmente deixando existir todos os pokes em Unova?
Pobre Amy, ficou sozinha na floresta, pelo menos ela vai ganhar um novo parceiro! Ela agora vai se tornar uma viajante solitária ou ela vai conseguir voltar para o grupo?
Mensagens misteriosas começam a surgir o que sera que vai acontecer?
Sim, ela realmente tinha vantagem, não que isso tenha tanta importância. A grande vantagem dela era, na verdade, ser muito bem treinada. Ah, e sobre isso de dano exato causado, preferimos "deixar de lado" na fic. Não como se um Hyper Beam fosse causar dez de dano, mas é mais realista e emocionante deixar que a batalha prossiga por um tempo, e OHKO moves são praticamente inexistentes aqui. Essa forma de batalha pode ser comparada mais ao anime do que os jogos.
E sim, teoricamente, os pokémons deveriam ficar em suas regiões nativas apenas. Porém, com a guerra e afins, além do enorme número de pessoas libertando seus companheiros, houve uma grande migração de pokémons de região para região em busca de um local seguro para viver, de modo a torná-los quase nômades. Por isso é possível encontrar, na Unova da história, pokémons de todas as regiões.
Bem, essas são perguntas que serão respondidas nos próximos capítulos. Até!
A
Akira Uchiha
Olá! Decide que seria melhor ler um capitulo por dia de cada fanfic que acompanho. Nenhum erro na fanfic, e estou sempre a gostar mais dela cada vez que leio mais um capítulo.
Então nossas protagonistas chegaram a cidade de Straiton, mas uma delas ficou para trás... Hum, estou arrepiado com a situação de Amy. Bem, acho que em breve saberei o que aconteceu com ela. Até mais!
Ah, primeiro de tudo, peço desculpas. Andei stalkeando por um momento, mas não sabia o que comentar. Além disso, por estar muito atrasado na história, achei que não era bem o momento.
Até porque eu fiz o contrário do que seria o óbvio, saí da SAU pra cá, não o contrário.
Ok, sobre a fic. Li até aqui em duas sentadas, e estou adorando o ambiente "pós-apocalíptico" que conseguiu criar... e dou os parabéns por isso. O desenvolvimento está bem interessante, apesar de não ser nada ortodoxo (isso é bom, sinal de que não preciso temer os clichês).
Imaginei que os homens de terno que mataram o coitado do treinador seriam N e Ghetsis, mas a descrição não bateu. E como assim, esse bando de hipócritas mata pessoas por terem contato com pokémon... usando um pokémon! Acho que eu não serviria pra uma jornada como essa, possivelmente eu me revoltaria vendo a cena e acabaria morto também.
Quanto ao mercado negro, de que tamanho ele era pra caber duzentas pessoas e ainda ter espaço pro povo batalhar? É quase do tamanho de uma cidade, não?
E claro, tem que ter uma ataque de pokémon selvagem no final do capítulo, daqueles no melhor estilo "mesa de rpg" quando o Mestre fica entediado e quer botar suas cobaias pra sofrer...
"hEY YO, i heard u liek mudkipz! srsly tho um conhecido me disse qtu não é contra pokemanz, então vamos ser amigas (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧".
Tive que ter umas dezessete vezes pra entender essa frase. E olha que sou acostumado com o internetês...
E a pergunta que não quer calar, mas não tenho tempo de ver a resposta: Que pokémon é aquele lagarto amarelo que supostamente sequestrou a Amy?
Deixando o comment aqui pra marcar a pausa, tenho que ler o restante assim que puder!
J
João Vitor Guimarães
Olá, Misaki! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem, e que possa retornar ao Nyah! em breve.
Bom, como sempre, venho deixar mais um comentário. Ultimamente venho pensando se, de certa forma, eu não esteja te ofendendo. Sei que criticar é muito mais fácil do que apontar nossos próprios erros, mas no nosso ramo, as críticas construtivas sempre são bem-vindas por nos ajudarem a crescer. Então, espero que minhas críticas, mesmo que sejam para apontar algo errado ou certo dentro de sua história, sejam realmente construtivas, e que elas estejam contribuindo para te ajudar a voltar a escrever.
Para começar a falar deste capítulo, vou começar pelos pontos negativos, para já indicar o que, na minha visão, acredito que possa ser melhorado. Acho que já deixei bem claro que adoro muito sua escrita, tanto por considera-la bem trabalhada e fluída. Porém, dentro deste capítulo — e do anterior também — algo que de certa forma vem me aborrecendo são alguns parágrafos em que os elementos descritivos são meio exagerados. Eu sempre percebi que você tem dom para descrever as cenas de modo impecável, o que de fato ajuda muito o leitor a imaginar a história e mergulhar dentro dela, contudo, eu notei que em vários momentos há detalhes demais. Mesmo que os detalhes sejam trabalhados de forma gradual e são apresentados aos poucos para fluírem naturalmente, há momentos em que percebo que eles, ou são desnecessários dentro da narrativa, ou já ficaram meio que implícitos nas frases anteriores. Acredito que evitar estas descrições exageradas não só contribuiriam para diminuir o tamanho dos capítulos — não que haja problema com seus capítulos grandes, mas sabemos que não é qualquer um que dispõem de tempo para lê-los por completo —, como também para tornar o texto mais fluido do que já é.
Outra coisa que me chateia muito são alguns erros de português básicos relacionados à escrita, pontuação de diálogos e vírgulas. Esses eu relevo muito por saber que já é difícil escrever uma história de tal tamanho, mas uma revisão mensal seria muito útil para tornar a leitura melhor.
Há, já que os números de personagens vêm aumentando de certa forma, seria muito bom evitar por chamá-los mais por substantivos derivados como menina, garota, cavalo e usar seus nomes com mais frequência. Digo isso porque em certos momentos, eu me perdia entre os diálogos das meninas, e não sabia quem estava falando e com quem.
Bem, agora que já expus parte da minha opinião sobre os pontos que considero negativo, deixo agora você saber o que considero de forte dentro da sua história.
Eu deixei claro que acredito haver em alguns momentos detalhes demais, mas quero muito enaltecer em como você consegue com suas palavras tornar a história extremamente palpável por meio da imaginação. Não sei como dizer isto, mas sempre que leio cada palavra, minha imaginação me guia por um mundo onde realmente esta história é real, e isto é que é gratificante para o leitor. É bom temos a oportunidade de nos sentirmos dentro da história.
Outra coisa que acho bacana dentro do texto são os personagens. Desde o primeiro capítulo, já estamos acompanhando a evolução que se iniciou em cada personagem, em especial na Caroline que já começa a se entregar ao sonho abafado pelas inseguranças. Cada vez mais me encanto por seus personagens, tão bem feitos e desenvolvidos que até parecem arte esculpida a mão. Então, espero ver muito mais deles a cada novo capítulo.
Agora, se tem uma coisa que eu achei perfeito foi a batalha no inicio do capitulo. Sabe, no anime, poucas batalhas tinha um gosto bom quando as assistia, mas eu pude ter o prazer de desfrutar deste mesmo sabor em sua história, mesmo que escrita, o que é épico e nostálgico. Mesmo sendo até curta, foi tão bem trabalhada que chega a ser grandiosa. E com certeza me deixou um gostinho de “quero mais”.
Bom, esta é minha opinião sobre o capítulo. Espero que, de certa forma, o que eu disse aqui contribua para ser crescimento, tanto pessoal como autora. Aguardo ansiosamente pelos futuros capítulos e espero vê-la a ativa novamente. Um abraço e até breve!
Atenciosamente,
Sr. PandaJao!
O que mais gostei: Descrição fluída, desenvolvimento de personagens e a ação.
Leitor fantasma não, mais respeito eu sou um leitor do tipo terra :D
Muito bom capitulo, tivemos uma grande batalha no começo e a Dratini sempre teve vantagem, pois dragão tem resistência a água... E sobre a Dratini usar Dragon Rage... Isso podia ter matado a Mijumaru, pois por ser um golpe que tira exatamente 40 de vida (ignorando fraquezas e resistência) e por pokemons em level baixo terem cerca de 40-60 vida e considerando que o pokemon de água já avia sido acertado por outro golpe de um pokemon claramente mais forte... Bem estou feliz que a pequena Mijumaru tenha saído viva :D
Nossa eu não tinha reparado antes, mas se eu não me engano Unova é conhecida por ser muito afastada das outras regiões, então tipo num era para a fauna de la ser mais limitada? Ou vocês estão simplesmente deixando existir todos os pokes em Unova?
Pobre Amy, ficou sozinha na floresta, pelo menos ela vai ganhar um novo parceiro! Ela agora vai se tornar uma viajante solitária ou ela vai conseguir voltar para o grupo?
Mensagens misteriosas começam a surgir o que sera que vai acontecer?
Um abraço e até a próxima.
Sim, ela realmente tinha vantagem, não que isso tenha tanta importância. A grande vantagem dela era, na verdade, ser muito bem treinada. Ah, e sobre isso de dano exato causado, preferimos "deixar de lado" na fic. Não como se um Hyper Beam fosse causar dez de dano, mas é mais realista e emocionante deixar que a batalha prossiga por um tempo, e OHKO moves são praticamente inexistentes aqui. Essa forma de batalha pode ser comparada mais ao anime do que os jogos.
E sim, teoricamente, os pokémons deveriam ficar em suas regiões nativas apenas. Porém, com a guerra e afins, além do enorme número de pessoas libertando seus companheiros, houve uma grande migração de pokémons de região para região em busca de um local seguro para viver, de modo a torná-los quase nômades. Por isso é possível encontrar, na Unova da história, pokémons de todas as regiões.
Bem, essas são perguntas que serão respondidas nos próximos capítulos. Até!
Ah, que ótimo saber que a história está te agradando! Espero que continue assim! Até o próximo~
Ooh... Fiquei com medo agora.
Ah, primeiro de tudo, peço desculpas. Andei stalkeando por um momento, mas não sabia o que comentar. Além disso, por estar muito atrasado na história, achei que não era bem o momento.
Até porque eu fiz o contrário do que seria o óbvio, saí da SAU pra cá, não o contrário.
Ok, sobre a fic. Li até aqui em duas sentadas, e estou adorando o ambiente "pós-apocalíptico" que conseguiu criar... e dou os parabéns por isso. O desenvolvimento está bem interessante, apesar de não ser nada ortodoxo (isso é bom, sinal de que não preciso temer os clichês).
Imaginei que os homens de terno que mataram o coitado do treinador seriam N e Ghetsis, mas a descrição não bateu. E como assim, esse bando de hipócritas mata pessoas por terem contato com pokémon... usando um pokémon! Acho que eu não serviria pra uma jornada como essa, possivelmente eu me revoltaria vendo a cena e acabaria morto também.
Quanto ao mercado negro, de que tamanho ele era pra caber duzentas pessoas e ainda ter espaço pro povo batalhar? É quase do tamanho de uma cidade, não?
E claro, tem que ter uma ataque de pokémon selvagem no final do capítulo, daqueles no melhor estilo "mesa de rpg" quando o Mestre fica entediado e quer botar suas cobaias pra sofrer...
"hEY YO, i heard u liek mudkipz! srsly tho um conhecido me disse qtu não é contra pokemanz, então vamos ser amigas (ノ◕ヮ◕)ノ*:・゚✧".
Tive que ter umas dezessete vezes pra entender essa frase. E olha que sou acostumado com o internetês...
E a pergunta que não quer calar, mas não tenho tempo de ver a resposta: Que pokémon é aquele lagarto amarelo que supostamente sequestrou a Amy?
Deixando o comment aqui pra marcar a pausa, tenho que ler o restante assim que puder!
Olá, Misaki! Como vai? Espero que esteja tudo indo bem, e que possa retornar ao Nyah! em breve.
Bom, como sempre, venho deixar mais um comentário. Ultimamente venho pensando se, de certa forma, eu não esteja te ofendendo. Sei que criticar é muito mais fácil do que apontar nossos próprios erros, mas no nosso ramo, as críticas construtivas sempre são bem-vindas por nos ajudarem a crescer. Então, espero que minhas críticas, mesmo que sejam para apontar algo errado ou certo dentro de sua história, sejam realmente construtivas, e que elas estejam contribuindo para te ajudar a voltar a escrever.
Para começar a falar deste capítulo, vou começar pelos pontos negativos, para já indicar o que, na minha visão, acredito que possa ser melhorado. Acho que já deixei bem claro que adoro muito sua escrita, tanto por considera-la bem trabalhada e fluída. Porém, dentro deste capítulo — e do anterior também — algo que de certa forma vem me aborrecendo são alguns parágrafos em que os elementos descritivos são meio exagerados. Eu sempre percebi que você tem dom para descrever as cenas de modo impecável, o que de fato ajuda muito o leitor a imaginar a história e mergulhar dentro dela, contudo, eu notei que em vários momentos há detalhes demais. Mesmo que os detalhes sejam trabalhados de forma gradual e são apresentados aos poucos para fluírem naturalmente, há momentos em que percebo que eles, ou são desnecessários dentro da narrativa, ou já ficaram meio que implícitos nas frases anteriores. Acredito que evitar estas descrições exageradas não só contribuiriam para diminuir o tamanho dos capítulos — não que haja problema com seus capítulos grandes, mas sabemos que não é qualquer um que dispõem de tempo para lê-los por completo —, como também para tornar o texto mais fluido do que já é.
Outra coisa que me chateia muito são alguns erros de português básicos relacionados à escrita, pontuação de diálogos e vírgulas. Esses eu relevo muito por saber que já é difícil escrever uma história de tal tamanho, mas uma revisão mensal seria muito útil para tornar a leitura melhor.
Há, já que os números de personagens vêm aumentando de certa forma, seria muito bom evitar por chamá-los mais por substantivos derivados como menina, garota, cavalo e usar seus nomes com mais frequência. Digo isso porque em certos momentos, eu me perdia entre os diálogos das meninas, e não sabia quem estava falando e com quem.
Bem, agora que já expus parte da minha opinião sobre os pontos que considero negativo, deixo agora você saber o que considero de forte dentro da sua história.
Eu deixei claro que acredito haver em alguns momentos detalhes demais, mas quero muito enaltecer em como você consegue com suas palavras tornar a história extremamente palpável por meio da imaginação. Não sei como dizer isto, mas sempre que leio cada palavra, minha imaginação me guia por um mundo onde realmente esta história é real, e isto é que é gratificante para o leitor. É bom temos a oportunidade de nos sentirmos dentro da história.
Outra coisa que acho bacana dentro do texto são os personagens. Desde o primeiro capítulo, já estamos acompanhando a evolução que se iniciou em cada personagem, em especial na Caroline que já começa a se entregar ao sonho abafado pelas inseguranças. Cada vez mais me encanto por seus personagens, tão bem feitos e desenvolvidos que até parecem arte esculpida a mão. Então, espero ver muito mais deles a cada novo capítulo.
Agora, se tem uma coisa que eu achei perfeito foi a batalha no inicio do capitulo. Sabe, no anime, poucas batalhas tinha um gosto bom quando as assistia, mas eu pude ter o prazer de desfrutar deste mesmo sabor em sua história, mesmo que escrita, o que é épico e nostálgico. Mesmo sendo até curta, foi tão bem trabalhada que chega a ser grandiosa. E com certeza me deixou um gostinho de “quero mais”.
Bom, esta é minha opinião sobre o capítulo. Espero que, de certa forma, o que eu disse aqui contribua para ser crescimento, tanto pessoal como autora. Aguardo ansiosamente pelos futuros capítulos e espero vê-la a ativa novamente. Um abraço e até breve!
Atenciosamente,
Sr. PandaJao!
O que mais gostei: Descrição fluída, desenvolvimento de personagens e a ação.