Comentários em “A Saga de Ares - Santuário de Sangue”: “Capítulo 22 - Os preparativos da guerra nórdica”

Álvaro Viana Batista

Foi um capítulo bem legal! Gostei da forma como você narrou a invocação dos berseks demônios, que a julgar por esse Baal são bem sinistros, quero ve-los em batalha logo.
O lance da " Fenda dimenional do Asclépio" ficou muito interessante, mas acho que você podia ter falado um pouco mais da guerra santa passada, aquela explicação do Asclépio sobre os bersekers ficou um pouco vaga.

Ítalo Santana

O meu foco não era nem falar da guerra santa passada, porque isso eu posso trabalhar mais na frente e seria muita informação. Eu apenas queria apresentar o traço do berserker. O que eu de fato errei foi a explicação dos berserkes que realmente ficou vago. Eu ate editei porque faltou uma parte da explicação.

Obrigado mais uma vez ^^

Miro

Seiya sempre sonhando com o Shiryu e agora fazendo piadinha maldosa. Hm... Isso é um prato cheio para as fujoshis [risos]. E o pangaré não aprende mesmo, né? Vai brincar justo com um deus? Se eu fosso o Asclépio daria umas boas bengaladas nele!

É bom saber que a Pavlin está bem. Ela foi totalmente leal – para não dizer extraordinariamente louca – buscando defender Atena. Seria realmente uma pena se alguém tão devota a deusa morresse agora. Espero que ela tenha outra luta sensacional – e que consiga matar alguém, coitada [risos]

É claro que isso não seria uma fic sombria se não tivesse um ritual envolvido né? Tomara que esses novos “monstrinhos” estejam tudo com sede de sangue, depois de dois séculos, e que suguem até a última gota de quem eles enfrentarem. Mas tomara que o sangue esteja contaminado e que eles fiquem desidratados e morram agonizando também – sou cruel né? [Gargalhada].

Foi muito interessante o “tio da medicina” ter mostrado aos nossos amigos o passado. Acredito que eles conseguirão o mínimo de vantagem com isso nessa guerra se seguirem as ordens do deus e matarem todos os inimigos que conseguirem. Agora... Coitado da família dragão [nome bem criativo, hein...]: a mulher quase morta, o filho muito ferido e o pai desaparecido. Tudo o que falta agora pra desgraça ficar completa é o libriano ficar cedo. Daí sim é pra acabar. E o Seiya se desabando em lágrima porque [segundo as fujoshis, seu namorado] seu melhor amigo está, provavelmente, morto. Que dó, que dó, que dó... Tadinho gente. Mas, voltando ao que interessa, essa nova forma de carregar a armadura foi uma ótima sacada – embora eu ache a ideia dos pingentes do ômega muito melhor – e eu realmente espero que eles andem logo com essa viagem, pois dias vão se passar e eles não tem tudo isso de tempo não [isso, é claro, se nenhum deles cometer a burrada de elevar o cosmo e denunciar a posição].

E agora é guerra contra Asgard também. Vish, tu ta ferrada Hilda. Quem sabe tu, diva de Asgard, tome semancol e use a robe de Odin e luta como uma verdadeira Valquíria de Odin! Freya, tu também criatura. Bora acender esse cosmo ae e botar pra quebrar. Ta pensando o que? Vida mansa aqui não, fofa.

Se pah, outro capítulo que prende o leitor do começo ao fim, com algumas sacadas mínimas de humor que faz com que o texto não fique comente focado nas trevas. Já vou partir para o próximo – eita, curiosidade [risos].


O que acho que pode melhorar: Novamente, como sempre alerto, muita repetição de nome. Outra coisa que notei foi que, em momentos de pensamentos, além das aspas, você também coloca o travessão. Isso passa ao leitor impressão de fala, mesmo que se diga que é pensamento em seguida.