Puxa, eu estou meio louca. ESQUECI TOTALMENTE DE COMENTAR NO CAPÍTULO ANTERIOR, DESCULPE-ME. Mas, se quer saber, eu o adorei. Ficou super bem-feitinho e lindinho, como todas as coisas que você fez antes. PARE DE ACHAR QUE VOCÊ PIOROU NA SUA ESCRITA. É só falta de costume com ela, ocasionado por mais de um ano fora do Nyah!, mas passa. E, AI, FOI TÃO TRISTE, O IORI, AAA, NEM SEI O QUE SENTIR. De verdade, eu queria conseguir escrever mais sobre ele. O acho um personagem tão profundo, mas não consigo me aproximar da personagem. Enfim!
ESSE CAPÍTULO FICOU LINDO TAMBÉM. A primeira parte foi bem triste, principalmente a parte do filho único, porque, realmente deve ser péssimo não ser, de fato, filho único, mas se sentir sozinho. Meus pais são divorciados, mas sempre morei com minha irmã e sou muito grata por isso. Além do que, vejo o meu pai (moro com a minha mãe) todo santo dia. É bem legal!
Sabe quando você se envolve com algum capítulo de um livro ou fic – ou qualquer coisa que seja legível – de uma forma tão legal que você consegue enxergar os acontecimentos como se fosse uma série de TV ou filme? Pois é, isso aconteceu quando a Natsuko cegou o Takeru com o flash. Sério. Eu pude ouvir o barulho da câmera direitinho e isso me deixou super feliz!
QUE ORGULHO! TAKERINHO ESTÁ INDO PARA O ENSINO MÉDIO!!
Não tenho tanta coisa pra dizer, mas eu realmente gostei; você captura o conceito de família muito bem! E o final, como sempre, foi bem expressivo – lembro de uma vez dizer o quanto eu gostava dos seus finais e continuo tendo a mesma opinião. Eles são incríveis.
Parabéns! Sério. Por ficar tanto tempo sem postar nada e voltar assim, super bem.
Estou aguardando o próximo!!!!!! *"Família" me lembra, de uma forma bem bacana, as lindas Digi-shots. Que saudades delas!*
IMAGINE! Eu, por minha vez, ainda não respondi a sua mensagem D: Eu fiquei tão louca tentando escrever pra essa história que não respondi ~nada~ no meu inbox aldkmaskdms desculp ;_;
Yep. Eu preciso me acostumar de novo com a minha própria escrita. E com o ato de escrever em si... Eu continuei escrevendo no período fora do Nyah!, mas, argh, eu não consigo analisar direito para ver se ficou bom. Acho que o jeito é terminar meus rascunhos desse período e postar aqui outra hora, pra ver no que eu preciso melhorar.
Esse é meu problema com o Iori, eu acho; considero-o um personagem super interessante, mas eu não consigo me aproximar dele, por mais que até tenha alguns traços da personalidade do menino. Acho que é porque eu sempre achei ele absurdamente - num nível que parece tudo, menos real - maduro e sério aos nove anos de idade. Então eu não consigo escrevê-lo direito, porque eu fico pensando 'ele tem só nove anos de idade' e de repente todas as ações que eu descrevi parecem velhas demais pra ele e eu me perco, lol. Sinto que o Iori deveria estar por aí brincando com carrinhos e esse tipo de coisa :v
Ahhhh, que maravilhoso!! ♥ Sempre tive curiosidade pra saber como é morar com um irmão/irmã, parece tão legal. [le suspiro] acho que eu escrevo tão facilmente o que o Takeru passa por estar numa situação praticamente idêntica a dele (só que com meio-irmãos, lol) Anyways, meu pai me liga toda semana, e o Hiroaki dá a impressão de que se esquece um pouco de cumprir seus deveres paternos mais básicos (não por negligência, mas por ser mega desligado mesmo), e imagino que o Takeru não receba nem ligações regulares :0 Mas o Yamato estará sempre lá para dar um toque no pai e tentar agendar programas com os três nas rotinas doidas deles, e essa ideia me deixa contente :3
Siiiiiim, eu sei quando isso acontece, é demais, e estou ~mega~ feliz por você ter sentido isso nessa fic! Eu imagino a Natsuko como uma SUPER MÃE CORUJA, mas que aprendeu a dar espaço ao filho mais novo quando ela viu que, caraca, ele estava super crescido antes que ela pudesse perceber; entretanto, ela ainda tem esses ataques de MEU BEBÊÊÊ e sai por aí fazendo coisas excessivamente maternas, tipo tirar mil e uma fotos do filho nesse tipo de momento especial. (Uma dessas ocasiões é o natal, quando a Natsuko coloca um suéter ridículo nele com desenhos de renas e Papai Noel, e tira fotos embaraçosas para um álbum que ela tem especialmente pra ele AALDKADASDMASD o que eu estou dizendo??
[sussurra: eu não tenho ideia de como é o sistema escolar japonês e nem sei se eles vão para o correspondente deles ao nosso Ensino Médio nessa idade MAS DEIXE QUIETO AHA HAHAHA] YAYYYYYY ♥ Eu também chegarei lá ano que vem, e estou até agora meio complexada com o fato de que eu não tive uma ~formatura de nono ano~ nem nada parecido, e aí escrevi o Takeru nessa situação. Eu consegui imaginar esse momento perfeitamente, e tive que me conter para não incluir a Hikari e o Daisuke se formando com ele na fic. A quantidade de coisas que eu imagino envolvendo os Escolhidos é quase preocupante aldmakdssdkn eu sinto vontade de escrevê-los fazendo basicamente tudo.
O
B
R
I
G
A
D
A
aAHHHHHHHH DIGI-SHOTS. UM DIA, CARA AMIGA, UM DIA.
♥ ♥ ♥
M
Maguh
Olá!
Não sei porquê, mas toda vez que leio algo sobre formatura, eu me lembro daquela cena de um dos episódios de Eu, a patroa e as crianças, quando o Junior está se formando, pega o diploma e cai na frente da família, que senta ao ver a cena desastrosa. Pelo menos isso não aconteceu com o Takeru, ainda bem.
Adorei, é bom ver como o Takeru se sente em relação a família, ao pai meio que ausente, tudo, tudinho mesmo, e esse foi maior que os outros, mal posso esperar para ler o da Hikari e o da Sora, e saudades das Digi-shots.
[Puxa, como eu gostumava gostar desse seriado, que nostálgico~]Meu Deus, hahahah, agora eu estou imaginando o pobre Keru se estabacando no chão. Não seria uma cena bonita na hora, mas quem não adora lembranças micosas para contar aos netos?
Estou super feliz que você tenha gostado! Nesses dias que estive fora, fiquei trabalhando nos capítlos finais de Digi-Shots. Quem sabe não os vemos em breve? ;) (se bem que todo o lance de Natal e Ano Novo me ocupou à beça, hehehe)
Beijos e obrigada pelo comentário!!
B
Bianca
Oi!
No começo, antes mesmo de ler o primeiro capítulo, eu me perguntava como seria o capítulo do Takeru, mas logo parei de me importar. Nada contra suas histórias, claro, é só algo mais pessoal, meu com a personagem. Com a personagem de Zero Two, mais especificamente. Eu não tenho pais divorciados, mas de uma coisa eu sei: é mil vezes melhor ter pais divorciados do que uma família que não dá certo.
Quando vi a expressão chateada de Takeru, em um episódio de Zero Two, no qual ele passa um dia na casa do irmão, não pude deixar de me sentir triste por ele — e, depois, me perguntar por que ele não parecia conseguir superar.
Na sua história, não. Tudo o que ele queria era poder ter toda a família reunida (principalmente porque os pais são meio ausentes), para um momento que era dele. Acho que, num geral, ele queria ter as pessoas que ele amava naquele momento importante de sua vida; gostei de imaginar Hiroaki pedindo uma cópia daquela foto pra Natsuko, e então eles começam a conversar. Uma pena que eu tenha essa perspectiva que eles não serão maduros o suficiente para conseguir superar o divórcio e serem, ao menos, bons amigos — afinal, se eles ficaram juntos numa relação saudável por anos, o que os impede de manter uma amizade?
De qualquer forma, imaginar o Takeru se cegando com o flash e, depois, sendo parabenizado pelo irmão foi bem fácil e legal. Eu amo as relações que os Escolhidos têm entre si, e, na verdade, imagino Yamato descabelando ele ♥
E, realmente, "Família" tem mesmo aquele gostinho da "Digi-shots". São bem similares, no final das contas: capítulos não muito grandes, e uma mini análise, mesmo que não claramente evidente, das personagens.
Hey! (hmm. eu podia jurar que tinha respondido isso antes? enfim, vou responder esse e então seus outros dois reviews.)
Realmente; eu imagino que, se a Natsuko e o Hiroaki não tivessem se separado, eles apenas iriam continuar brigando e, consequentemente, chateando os filhos. Ao menos agora, que não são mais um casal, eles podem aos poucos ir recuperando uma relação não só cordial como amigável um com o outro. Imagino que, ao longo dos anos, eles acabaram se aproximando um tantinho mais. Nada de romance, mas uma coisa tranquila, sem dramas.
O Takeru queria mesmo que eles estivessem ali. Às vezes, eu me pergunto o que o Yamato sentia nos concertos mais importantes dele. Ele ficava de boa só com o Takeru, a Sora e os amigos ali, ou ele queria que o pai e mãe viessem para prestigiá-lo também? (Será que eles podiam ir, sendo os dois tão atarefados?) Ele iria conseguir expressar esse desejo?
Awww, o Hiroaki pedindo uma cópia da foto para ela me de uma imagem mega bonitinha na cabeça.
Eu queRO VER MAIS YAMATO E TAKERU INTERAGINDO EM TRI
Gostei bastante do capítulo. Acho que você explorou a família do Takeru na maneira certa. Afinal, se você tivesse abordado ele um pouco mais jovem, ia ter um pouco mais de sentimentalismo em jogo.
Mas colocá-los na formatura do loiro foi uma ótima opção. 14 (?) anos já é uma idade em que ele poderia estar bastante conformado com a situação em que viveu.
Oh Deus, pensei que fosse apenas a minha mãe que dissesse coisas do tipo "meu bebê, meu garotinho...". Fico feliz em saber que não sou único. Convenhamos, isso me mata de vergonha, já que ela faz questão de dizer isso na frente dos meus amigos. Não gosto de dizer a minha idade, mas já tenho 17 anos (quero voltar para os cinco anos. Onde eu aperto pra fazer isso, por favor?!).
Enfim.
Como sempre, foi um capítulo bem detalhado. Estou ansioso para saber o que outros digiescolhidos pensam a respeito de suas famílias.
Eu não sabia bem o que fazer no que dizia respeito a reproduzir a relação familar dele, já que eu já tinha feito um pouco isso em Digi-Shots e pensado tanto no assunto que ele me parecia um tanto gasto demais, porém gostei batante de como o resultado ficou~ Sem dúvidas, a coisa toda teria sido ainda mais melosa com um Takeru menor. Ah, o drama... como eu amo drama! Mas é sempre bom moderar :v
Uhum, ele estava com catorze anos na história. O Sistema Escolar Japonês é, na verdade, um tantinho diferente do nosso e tecnicamente o que eu escrevi não encaixa na vida real (??lol?), mas vamos fingir que está tudo perfeitinho.
Ahahah, minha mãe nunca foi de fazer esse tipo de coisa (que é completamente adorável, diga-se de passagem, mas posso ver o porquê da vergonha na hora), ela é bem tranquila. Eu imagino a Natsuko como a maior mãe coruja de todos os tempos, pelo menos quando ninguém está lá pra impedi-la xD
Um dia descobriemos o botão de voltar no tempo e esse dia vai ser lindo.
Oi!
Puxa, eu estou meio louca. ESQUECI TOTALMENTE DE COMENTAR NO CAPÍTULO ANTERIOR, DESCULPE-ME. Mas, se quer saber, eu o adorei. Ficou super bem-feitinho e lindinho, como todas as coisas que você fez antes. PARE DE ACHAR QUE VOCÊ PIOROU NA SUA ESCRITA. É só falta de costume com ela, ocasionado por mais de um ano fora do Nyah!, mas passa. E, AI, FOI TÃO TRISTE, O IORI, AAA, NEM SEI O QUE SENTIR. De verdade, eu queria conseguir escrever mais sobre ele. O acho um personagem tão profundo, mas não consigo me aproximar da personagem. Enfim!
ESSE CAPÍTULO FICOU LINDO TAMBÉM. A primeira parte foi bem triste, principalmente a parte do filho único, porque, realmente deve ser péssimo não ser, de fato, filho único, mas se sentir sozinho. Meus pais são divorciados, mas sempre morei com minha irmã e sou muito grata por isso. Além do que, vejo o meu pai (moro com a minha mãe) todo santo dia. É bem legal!
Sabe quando você se envolve com algum capítulo de um livro ou fic – ou qualquer coisa que seja legível – de uma forma tão legal que você consegue enxergar os acontecimentos como se fosse uma série de TV ou filme? Pois é, isso aconteceu quando a Natsuko cegou o Takeru com o flash. Sério. Eu pude ouvir o barulho da câmera direitinho e isso me deixou super feliz!
QUE ORGULHO! TAKERINHO ESTÁ INDO PARA O ENSINO MÉDIO!!
Não tenho tanta coisa pra dizer, mas eu realmente gostei; você captura o conceito de família muito bem! E o final, como sempre, foi bem expressivo – lembro de uma vez dizer o quanto eu gostava dos seus finais e continuo tendo a mesma opinião. Eles são incríveis.
Parabéns! Sério. Por ficar tanto tempo sem postar nada e voltar assim, super bem.
Estou aguardando o próximo!!!!!! *"Família" me lembra, de uma forma bem bacana, as lindas Digi-shots. Que saudades delas!*
♥ ♥ ♥
OieeEEEEE
IMAGINE! Eu, por minha vez, ainda não respondi a sua mensagem D: Eu fiquei tão louca tentando escrever pra essa história que não respondi ~nada~ no meu inbox aldkmaskdms desculp ;_;
Yep. Eu preciso me acostumar de novo com a minha própria escrita. E com o ato de escrever em si... Eu continuei escrevendo no período fora do Nyah!, mas, argh, eu não consigo analisar direito para ver se ficou bom. Acho que o jeito é terminar meus rascunhos desse período e postar aqui outra hora, pra ver no que eu preciso melhorar.
Esse é meu problema com o Iori, eu acho; considero-o um personagem super interessante, mas eu não consigo me aproximar dele, por mais que até tenha alguns traços da personalidade do menino. Acho que é porque eu sempre achei ele absurdamente - num nível que parece tudo, menos real - maduro e sério aos nove anos de idade. Então eu não consigo escrevê-lo direito, porque eu fico pensando 'ele tem só nove anos de idade' e de repente todas as ações que eu descrevi parecem velhas demais pra ele e eu me perco, lol. Sinto que o Iori deveria estar por aí brincando com carrinhos e esse tipo de coisa :v
Ahhhh, que maravilhoso!! ♥ Sempre tive curiosidade pra saber como é morar com um irmão/irmã, parece tão legal. [le suspiro] acho que eu escrevo tão facilmente o que o Takeru passa por estar numa situação praticamente idêntica a dele (só que com meio-irmãos, lol) Anyways, meu pai me liga toda semana, e o Hiroaki dá a impressão de que se esquece um pouco de cumprir seus deveres paternos mais básicos (não por negligência, mas por ser mega desligado mesmo), e imagino que o Takeru não receba nem ligações regulares :0 Mas o Yamato estará sempre lá para dar um toque no pai e tentar agendar programas com os três nas rotinas doidas deles, e essa ideia me deixa contente :3
Siiiiiim, eu sei quando isso acontece, é demais, e estou ~mega~ feliz por você ter sentido isso nessa fic! Eu imagino a Natsuko como uma SUPER MÃE CORUJA, mas que aprendeu a dar espaço ao filho mais novo quando ela viu que, caraca, ele estava super crescido antes que ela pudesse perceber; entretanto, ela ainda tem esses ataques de MEU BEBÊÊÊ e sai por aí fazendo coisas excessivamente maternas, tipo tirar mil e uma fotos do filho nesse tipo de momento especial. (Uma dessas ocasiões é o natal, quando a Natsuko coloca um suéter ridículo nele com desenhos de renas e Papai Noel, e tira fotos embaraçosas para um álbum que ela tem especialmente pra ele AALDKADASDMASD o que eu estou dizendo??
[sussurra: eu não tenho ideia de como é o sistema escolar japonês e nem sei se eles vão para o correspondente deles ao nosso Ensino Médio nessa idade MAS DEIXE QUIETO AHA HAHAHA] YAYYYYYY ♥ Eu também chegarei lá ano que vem, e estou até agora meio complexada com o fato de que eu não tive uma ~formatura de nono ano~ nem nada parecido, e aí escrevi o Takeru nessa situação. Eu consegui imaginar esse momento perfeitamente, e tive que me conter para não incluir a Hikari e o Daisuke se formando com ele na fic. A quantidade de coisas que eu imagino envolvendo os Escolhidos é quase preocupante aldmakdssdkn eu sinto vontade de escrevê-los fazendo basicamente tudo.
O
B
R
I
G
A
D
A
aAHHHHHHHH DIGI-SHOTS. UM DIA, CARA AMIGA, UM DIA.
♥ ♥ ♥
Olá!
Não sei porquê, mas toda vez que leio algo sobre formatura, eu me lembro daquela cena de um dos episódios de Eu, a patroa e as crianças, quando o Junior está se formando, pega o diploma e cai na frente da família, que senta ao ver a cena desastrosa. Pelo menos isso não aconteceu com o Takeru, ainda bem.
Adorei, é bom ver como o Takeru se sente em relação a família, ao pai meio que ausente, tudo, tudinho mesmo, e esse foi maior que os outros, mal posso esperar para ler o da Hikari e o da Sora, e saudades das Digi-shots.
Beijos.^^
Oi!!
[Puxa, como eu gostumava gostar desse seriado, que nostálgico~]Meu Deus, hahahah, agora eu estou imaginando o pobre Keru se estabacando no chão. Não seria uma cena bonita na hora, mas quem não adora lembranças micosas para contar aos netos?
Estou super feliz que você tenha gostado! Nesses dias que estive fora, fiquei trabalhando nos capítlos finais de Digi-Shots. Quem sabe não os vemos em breve? ;) (se bem que todo o lance de Natal e Ano Novo me ocupou à beça, hehehe)
Beijos e obrigada pelo comentário!!
Oi!
No começo, antes mesmo de ler o primeiro capítulo, eu me perguntava como seria o capítulo do Takeru, mas logo parei de me importar. Nada contra suas histórias, claro, é só algo mais pessoal, meu com a personagem. Com a personagem de Zero Two, mais especificamente. Eu não tenho pais divorciados, mas de uma coisa eu sei: é mil vezes melhor ter pais divorciados do que uma família que não dá certo.
Quando vi a expressão chateada de Takeru, em um episódio de Zero Two, no qual ele passa um dia na casa do irmão, não pude deixar de me sentir triste por ele — e, depois, me perguntar por que ele não parecia conseguir superar.
Na sua história, não. Tudo o que ele queria era poder ter toda a família reunida (principalmente porque os pais são meio ausentes), para um momento que era dele. Acho que, num geral, ele queria ter as pessoas que ele amava naquele momento importante de sua vida; gostei de imaginar Hiroaki pedindo uma cópia daquela foto pra Natsuko, e então eles começam a conversar. Uma pena que eu tenha essa perspectiva que eles não serão maduros o suficiente para conseguir superar o divórcio e serem, ao menos, bons amigos — afinal, se eles ficaram juntos numa relação saudável por anos, o que os impede de manter uma amizade?
De qualquer forma, imaginar o Takeru se cegando com o flash e, depois, sendo parabenizado pelo irmão foi bem fácil e legal. Eu amo as relações que os Escolhidos têm entre si, e, na verdade, imagino Yamato descabelando ele ♥
E, realmente, "Família" tem mesmo aquele gostinho da "Digi-shots". São bem similares, no final das contas: capítulos não muito grandes, e uma mini análise, mesmo que não claramente evidente, das personagens.
De qualquer forma, gostei da leitura! ♥
o
Hey! (hmm. eu podia jurar que tinha respondido isso antes? enfim, vou responder esse e então seus outros dois reviews.)
Realmente; eu imagino que, se a Natsuko e o Hiroaki não tivessem se separado, eles apenas iriam continuar brigando e, consequentemente, chateando os filhos. Ao menos agora, que não são mais um casal, eles podem aos poucos ir recuperando uma relação não só cordial como amigável um com o outro. Imagino que, ao longo dos anos, eles acabaram se aproximando um tantinho mais. Nada de romance, mas uma coisa tranquila, sem dramas.
O Takeru queria mesmo que eles estivessem ali. Às vezes, eu me pergunto o que o Yamato sentia nos concertos mais importantes dele. Ele ficava de boa só com o Takeru, a Sora e os amigos ali, ou ele queria que o pai e mãe viessem para prestigiá-lo também? (Será que eles podiam ir, sendo os dois tão atarefados?) Ele iria conseguir expressar esse desejo?
Awww, o Hiroaki pedindo uma cópia da foto para ela me de uma imagem mega bonitinha na cabeça.
Eu queRO VER MAIS YAMATO E TAKERU INTERAGINDO EM TRI
Fico feliz que tenha gostado!
o
Oláaaa!
Gostei bastante do capítulo. Acho que você explorou a família do Takeru na maneira certa. Afinal, se você tivesse abordado ele um pouco mais jovem, ia ter um pouco mais de sentimentalismo em jogo.
Mas colocá-los na formatura do loiro foi uma ótima opção. 14 (?) anos já é uma idade em que ele poderia estar bastante conformado com a situação em que viveu.
Oh Deus, pensei que fosse apenas a minha mãe que dissesse coisas do tipo "meu bebê, meu garotinho...". Fico feliz em saber que não sou único. Convenhamos, isso me mata de vergonha, já que ela faz questão de dizer isso na frente dos meus amigos. Não gosto de dizer a minha idade, mas já tenho 17 anos (quero voltar para os cinco anos. Onde eu aperto pra fazer isso, por favor?!).
Enfim.
Como sempre, foi um capítulo bem detalhado. Estou ansioso para saber o que outros digiescolhidos pensam a respeito de suas famílias.
Até ;D
Olá!!
Eu não sabia bem o que fazer no que dizia respeito a reproduzir a relação familar dele, já que eu já tinha feito um pouco isso em Digi-Shots e pensado tanto no assunto que ele me parecia um tanto gasto demais, porém gostei batante de como o resultado ficou~ Sem dúvidas, a coisa toda teria sido ainda mais melosa com um Takeru menor. Ah, o drama... como eu amo drama! Mas é sempre bom moderar :v
Uhum, ele estava com catorze anos na história. O Sistema Escolar Japonês é, na verdade, um tantinho diferente do nosso e tecnicamente o que eu escrevi não encaixa na vida real (??lol?), mas vamos fingir que está tudo perfeitinho.
Ahahah, minha mãe nunca foi de fazer esse tipo de coisa (que é completamente adorável, diga-se de passagem, mas posso ver o porquê da vergonha na hora), ela é bem tranquila. Eu imagino a Natsuko como a maior mãe coruja de todos os tempos, pelo menos quando ninguém está lá pra impedi-la xD
Um dia descobriemos o botão de voltar no tempo e esse dia vai ser lindo.
Obrigada pelo comentário! Atééé o/