Não sei se fico no meio termo ou concordo... Acho que concordo. Eu já apanhei bastante (mas não aquela surra monstra de paulada nem aqueles tapinhas na mão. Era tipo, de cipó, de cinto, de chinelo...). Mas agora eu percebo que eu fazia muita danação, cozinhava muito o juízo de minha mãe (meu pai nunca teve coragem de me bater, só um dia, um único dia, que eu apanhei pra nunca mais.), e eles não conseguiam me fazer parar com palavras, então iam para o físico.
Não entendo aquelas mães que batem primeiro e conversam depois. Quando você sente dor, para de entender o que os outros estão dizendo (não sei se deu pra perceber o que quis dizer. É tipo, a dor anestesia até a mente, entendeu?). A primeira coisa é conversar. Mesmo que você esteja soltando fogo pelos ouvidos, respire fundo e vá conversar. Depois, se não der jeito, ai você apela pro amigo cipó. É isso que eu acho.
Não me leve a mal, eu acho, sim, que tem horas que é tão insuportável que você nem pensa direito e bate. Mas, tipo, tem que pensar não só no que você sente, mas no que a criança sente. Não é só dor para aprender a não fazer mais a mesma coisa, mas sim um ensinamento que quando algo der errado, apelar pra uma surra.
Ta aí, meus pensamentos novamente se enrolando e me deixando confusa. Um jogo de palavras custa menos que um jogo de cintos... Minha opinião (não tão concreta) é que você deve ficar no meio termo. Converse, explique, ouça. E se não der jeito, dê umas palmadas pra que ele entenda o que você está tentando dizer.
Eu também já vi minha amiga levar a maior surra por causa de um boato (que ela nem culpa não tinha) e na hora, eu senti mais pena da mãe dela que não confiou na filha nem ao menos tentou saber o que se passava. (e olha que eu tinha, o que? uns nove, dez anos...)
Não sei se com as palavras acima deu pra entender, mas essa é minha opinião (se não me engano, é parecida com a sua também).
Eu só apanhei uma vez da minha mãe e levei muito puxão de orelha de meu pai. Graças a isso eu tenho caráter ao em vez de ser um patife.
Eu sempre vi dessa maneira, todo mundo devia saber que vai ser condenado caso faça besteira, mas parece que nem repreensão os pais fazem.
Todo mundo pede lei rígida, mas se o cara saber que desde criança ele não pode fazer bobagem com certeza ele não vai enfrentar as alteridades maiores por medo ou respeito.
Não sei se fico no meio termo ou concordo... Acho que concordo. Eu já apanhei bastante (mas não aquela surra monstra de paulada nem aqueles tapinhas na mão. Era tipo, de cipó, de cinto, de chinelo...). Mas agora eu percebo que eu fazia muita danação, cozinhava muito o juízo de minha mãe (meu pai nunca teve coragem de me bater, só um dia, um único dia, que eu apanhei pra nunca mais.), e eles não conseguiam me fazer parar com palavras, então iam para o físico.
Não entendo aquelas mães que batem primeiro e conversam depois. Quando você sente dor, para de entender o que os outros estão dizendo (não sei se deu pra perceber o que quis dizer. É tipo, a dor anestesia até a mente, entendeu?). A primeira coisa é conversar. Mesmo que você esteja soltando fogo pelos ouvidos, respire fundo e vá conversar. Depois, se não der jeito, ai você apela pro amigo cipó. É isso que eu acho.
Não me leve a mal, eu acho, sim, que tem horas que é tão insuportável que você nem pensa direito e bate. Mas, tipo, tem que pensar não só no que você sente, mas no que a criança sente. Não é só dor para aprender a não fazer mais a mesma coisa, mas sim um ensinamento que quando algo der errado, apelar pra uma surra.
Ta aí, meus pensamentos novamente se enrolando e me deixando confusa. Um jogo de palavras custa menos que um jogo de cintos... Minha opinião (não tão concreta) é que você deve ficar no meio termo. Converse, explique, ouça. E se não der jeito, dê umas palmadas pra que ele entenda o que você está tentando dizer.
Eu também já vi minha amiga levar a maior surra por causa de um boato (que ela nem culpa não tinha) e na hora, eu senti mais pena da mãe dela que não confiou na filha nem ao menos tentou saber o que se passava. (e olha que eu tinha, o que? uns nove, dez anos...)
Não sei se com as palavras acima deu pra entender, mas essa é minha opinião (se não me engano, é parecida com a sua também).
Bye ;*
Eu só apanhei uma vez da minha mãe e levei muito puxão de orelha de meu pai. Graças a isso eu tenho caráter ao em vez de ser um patife.
Eu sempre vi dessa maneira, todo mundo devia saber que vai ser condenado caso faça besteira, mas parece que nem repreensão os pais fazem.
Todo mundo pede lei rígida, mas se o cara saber que desde criança ele não pode fazer bobagem com certeza ele não vai enfrentar as alteridades maiores por medo ou respeito.