Sabe aqueles momentos em que você só quer sentar, ler aquela história e ouvir aquela música? É como se existisse realmente uma força maior e a maldita tivesse planejado só alguns instantes da sua vida – como esse – e deixado o resto por sua conta. Porque, de verdade, eu nunca sei o que eu quero fazer, mas quando eu vim ler essa fic eu realmente queria. E tá tocando Give Me Love, eu amo essa música mais do que eu amo feriado na quinta-feira, porque eu coloquei Lego House no início do capítulo e a playlist me carregou. Mas vamo falar do Chris, certo?
Eu fiquei desesperada, repito, desesperada, quando comecei a ler. Tudo o que vinha na minha cabeça era "p*** que pariu, ele matou a menina, ele matou, com certeza". Eu só fiquei um pouco mais calma quando li que o irmão dele tava esperançoso, e, bem, eu não estaria esperançosa de meu irmão tivesse matado uma garota. Ou sim, porque talvez a pena pra esquizofrênicos seja mais branda; eles já sofrem o suficiente sendo quem são, certo? Ou não? Eu tô confusa. Parece aquele primeiro dia de aula em que você entra na sala errada sem querer. Actually, eu já cheguei ao ponto de ter aulas na sala errada de um curso e ficar lá por uns 90 minutos fingindo que tava entendendo alguma coisa só pra não passar pelo constrangimento de ir pra sala certa. Agora tá tocando Kiss Me, então eu começo a me perguntar se o Chris vai se envolver romanticamente com alguém. Ou se ele já se envolveu. Se ele se envolveu romanticamente com a Hannah, ou se foi outra pessoa e isso levou ele a f*der com tudo, ou se foi a Hannah e ele f*deu com tudo mesmo assim. Mano, não deixa espaço pra gente louca pensar. Eu parei aqui pra comentar pra aproveitar que o raciocínio tá mais melhorzinho – variando um pouco – mas na real mesmo eu quero pular pro outro capítulo e ler ele tão rápido que eu nem vou saber diferenciar o segundo do terceiro. Na verdade, eu faço isso com todas as séries que eu gosto. The Mentalist, por exemplo, tô assistindo agora, e tô num desespero desgraçado pra chegar na season finale da temporada. E quando eu acabar a série, vou entrar numa fossa de dias e me sentir órfã.
Eu tava lendo uma one relacionada a esquizofrenia e depressão pós-parto que surgiu na timeline agora mesmo, e agradeci a *insira aqui o nome de uma entidade poderosa e etc* por você não ter começado essa fic jogando uns demônios na cola do Chris porque pra mim já foi a cota de paranoia do dia. Sabe, essa não é o único sintoma da esquizofrenia e as pessoas deviam entender isso. Não que eu não tenha gostado da dita cuja e favoritado ela *guilty*, mas em uma one é mais difícil relatar toda a complexidade da doença, é compreensível que seja necessário destacar só alguns dos mental issues do protagonista. Mas em uma longfic não tem desculpa pra não humanizar o personagem, não criar uma ponte com o leitor e dar a ele a chance de realmente entender que o esquizofrenia não é o estereótipo de louco 24/7 que tem vinte vozes na cabeça e quatro vultos ao lado dela. Enfim, eu me identifiquei com o Chris, mesmo não tendo passado pelo que ele passou. Mesmo que as minhas versões de Dias Ruins sejam num quarto com lençol cor-de-rosa (obrigada, mãe) e não em uma clínica psiquiátrica.
Ele botou fogo em alguma coisa? Alguém? Não sei. Eu tenho uma tendência a associar tudo a incêndios. Aliás, eu fico bem nostálgica quando penso em hospícios (que palavra horrível!). Eu devia ter uns onze anos quando escrevi uma história, uns jovenzinhos lá foram mandados pra uma clínica dessas e aí começou a treta e teve um incêndio provocado pelo papa – te juro! –, então se o Chris acender um fósforo sequer nesse lugar eu já vou ficar louca da vida. Clínicas e fogo: minha infância literária. Mano, esse comentário virou um desabafo, perdão mesmo.
Você escreve muito bem mesmo, eu sei que você já sabe disso. Tá tocando Photograph, não posso com essa música! Eu amei o personagem que você criou, e a descrição da Hannah me lembrou um random quote que eu vi na internet. "Fall in love with spring girls. Girls with sun kissed freckles. Girls who eat strawberries. Girls who have flowers braided into their hair. Girls who laugh like sunshine." Então, sim, eu tô imaginando um anjo. Um anjo numa casa amarela, amarelo me lembra fogo e eu volto pro lance do incêndio. Gente, pelo amor de deus, me interna.
Enfim, eu provavelmente vou acabar lendo uns cinco capítulos seguidos então perdoa se eu não comentar em todos – mas não custa nada tentar. You go, girl!
PERDOA AS MINHAS BAD QUE ME FAZ DEMORAR A RESPONDER OS COMENTÁRIOS E NÃO DESISTE DE MIM ♥
Pra começar, você ouvir Ed Sheeran junto com TMoC é a escolha perfeita. Depois de alguns capítulos, eu comecei a colocar musicas para serem ouvidas junto com a leitura. Lego house ja apareceu, e tem muitas outras planejadas pra isso.
Pra começar, Give me Love é uma música que ganha meu coração de uma forma inexplicável.
Eu escrevi esse prologo a muito tempo, e acho que sou uma pessoa muito diferente de quando escrevi. Mesmo assim, eu ainda o leio e ainda o amo tanto quanto o revisei pela primeira vez. É engraçado porque eu nem tinha a história realmente planejada, e mesmo assim sentei e escrevi. Desde entao, eu ja pensei e repensei algumas vezes o que o Chris fez. Sabia que desde as primeiras linhas essa seria a impressão deixada sobre a Hannah, que ele a havia matado. Isso, é o que eu não posso revelar ou desmentir até muito perto do final.
O Chris não é o modelo de pessoa, entao as coisas com o irmão são diferentes. Sabe aquilo de que muitos parentes de pessoas que cometeram crimes acreditam e torcem pela sua melhora? Pois é, com o Chris é quase assim. E aquilo de que a esperança é a ultima que morre também é válida, principalmente quando se trata de quem se ama.
A esquizofrenia é uma doença bem complexa e que mexe com o Chris de muitas maneiras diferentes. Eu tento levar em consideração até mesmo os efeitos colaterais dos remédios. Sendo assim, é uma doença bem severa, mesmo que o tipo de doença do Chris não seja a mais grave. Ele tem muitos momentos bem desnorteado like a sua experiência de 90 minutos na sala errado. Na verdade, voce me deu uma otima ideia pra cena com esse relato.
Kiss me foi por muito tempo a minha música da bad do Ed. Atualmente, foi substituída por Frieds, e ambas estão na trilha sonora da história.
Sobre sua pergunta, sim. Vai ter romance em um determinado momento, que com 16 capítulos, ainda não chegou. A Hannah é um caso a parte, mesmo que os dois tivessem uma relação bem próxima e tudo mais. Está em alguns capítulos isso.
E o que mais tem aqui é espaço pra gente louca pensar e criar teorias sobre o que o Chris fez e qual a relação da Hannah com isso.
Voce tem muitos capítulos pra ler, e fico bem boba pensando que considera minha história digna de fazer mini maratona.
E quem nunca fez maratona de série pra sofrer depois no final e se arrepender horrores, não é mesmo?
Eu ja li alguma coisas sobre esquizofrenia, a maioria livros. "Onde a lua não esta " é uma das minhas principais bases pra desenvolver o Chris. Como eu disse, a esquizofrenia do Chris é mais leve. Mesmo sendo do tipo paranoide, e com algumas características da catatonica, existem casos muitos piores, ainda mais quando nao tratados. É uma doença muito complexa, que como você disse, eu tenho muito tempo pra desenvolver por ser uma long fic. Eu não gosto de jogar muita informação para o leitor logo de cara, por isso preferi englobar isso aos poucos na história. Assim, o leitor vai se habituando mais com esse traço na história.
Eu provavelmente vou acabar lendo a one que você mencionou, porque entendo que deve ser complicado colocar traços da doença numa história tão curta.
Como eu ja citei nas nossas MP, o Chris tem muitos traços meus. E quanto mais real ele ficar, mais identificação por parte dos leitores. Acho muito legal voce ter se identificado com ele, mesmo que o motivo não seja tão bom assim. Eu sofro as bad com uma manta rosa, toca aqui miga.
Eu não tenho esse fascínio por fogo quanto voce, mas pensei bastante nisso quando estava planejando a história. Tem uma imagem otima no meu We Heart It na coleção de TMoC com um garoto com um saco de papel em chamas cobrindo o rosto. Daria uma bela capa e combina muito com toda a vibe da história. QUE BELA INFÂNCIA LITERÁRIA. Acabei de lembrar que a minha também tinha uma cena com fogo, mas era uma fantasia. Incêndios deixam tudo mais emocionante, quanto mais o seu, que foi provocado pelo papa.
Obrigada pelo elogio, de verdade. Essa é meio que a segunda versão do enredo que eu criei pra história, e a Hannah é bem diferente nas duas. Pessoalmente, eu curto mais essa. E sua quote combinou muito com a Hannah, mesmo. Um amor.
Ah, a casa amarela que fez surgir td a ideia de TMoC. Acredita que a minha primeira ideia quanto ao enredo era algo mais de fantasia sobrenatural. Mas isso eu conto mais em outro review, ja que ta tarde e isso aqui ta longo. Obrigada pelo comentário e por ter dado uma chance pra minha história. Obrigada mesmo. E desculpe pela demora em te responder, ja que você respondeu os meus comentários tão rápido.
Sabe aqueles momentos em que você só quer sentar, ler aquela história e ouvir aquela música? É como se existisse realmente uma força maior e a maldita tivesse planejado só alguns instantes da sua vida – como esse – e deixado o resto por sua conta. Porque, de verdade, eu nunca sei o que eu quero fazer, mas quando eu vim ler essa fic eu realmente queria. E tá tocando Give Me Love, eu amo essa música mais do que eu amo feriado na quinta-feira, porque eu coloquei Lego House no início do capítulo e a playlist me carregou. Mas vamo falar do Chris, certo?
Eu fiquei desesperada, repito, desesperada, quando comecei a ler. Tudo o que vinha na minha cabeça era "p*** que pariu, ele matou a menina, ele matou, com certeza". Eu só fiquei um pouco mais calma quando li que o irmão dele tava esperançoso, e, bem, eu não estaria esperançosa de meu irmão tivesse matado uma garota. Ou sim, porque talvez a pena pra esquizofrênicos seja mais branda; eles já sofrem o suficiente sendo quem são, certo? Ou não? Eu tô confusa. Parece aquele primeiro dia de aula em que você entra na sala errada sem querer. Actually, eu já cheguei ao ponto de ter aulas na sala errada de um curso e ficar lá por uns 90 minutos fingindo que tava entendendo alguma coisa só pra não passar pelo constrangimento de ir pra sala certa. Agora tá tocando Kiss Me, então eu começo a me perguntar se o Chris vai se envolver romanticamente com alguém. Ou se ele já se envolveu. Se ele se envolveu romanticamente com a Hannah, ou se foi outra pessoa e isso levou ele a f*der com tudo, ou se foi a Hannah e ele f*deu com tudo mesmo assim. Mano, não deixa espaço pra gente louca pensar. Eu parei aqui pra comentar pra aproveitar que o raciocínio tá mais melhorzinho – variando um pouco – mas na real mesmo eu quero pular pro outro capítulo e ler ele tão rápido que eu nem vou saber diferenciar o segundo do terceiro. Na verdade, eu faço isso com todas as séries que eu gosto. The Mentalist, por exemplo, tô assistindo agora, e tô num desespero desgraçado pra chegar na season finale da temporada. E quando eu acabar a série, vou entrar numa fossa de dias e me sentir órfã.
Eu tava lendo uma one relacionada a esquizofrenia e depressão pós-parto que surgiu na timeline agora mesmo, e agradeci a *insira aqui o nome de uma entidade poderosa e etc* por você não ter começado essa fic jogando uns demônios na cola do Chris porque pra mim já foi a cota de paranoia do dia. Sabe, essa não é o único sintoma da esquizofrenia e as pessoas deviam entender isso. Não que eu não tenha gostado da dita cuja e favoritado ela *guilty*, mas em uma one é mais difícil relatar toda a complexidade da doença, é compreensível que seja necessário destacar só alguns dos mental issues do protagonista. Mas em uma longfic não tem desculpa pra não humanizar o personagem, não criar uma ponte com o leitor e dar a ele a chance de realmente entender que o esquizofrenia não é o estereótipo de louco 24/7 que tem vinte vozes na cabeça e quatro vultos ao lado dela. Enfim, eu me identifiquei com o Chris, mesmo não tendo passado pelo que ele passou. Mesmo que as minhas versões de Dias Ruins sejam num quarto com lençol cor-de-rosa (obrigada, mãe) e não em uma clínica psiquiátrica.
Ele botou fogo em alguma coisa? Alguém? Não sei. Eu tenho uma tendência a associar tudo a incêndios. Aliás, eu fico bem nostálgica quando penso em hospícios (que palavra horrível!). Eu devia ter uns onze anos quando escrevi uma história, uns jovenzinhos lá foram mandados pra uma clínica dessas e aí começou a treta e teve um incêndio provocado pelo papa – te juro! –, então se o Chris acender um fósforo sequer nesse lugar eu já vou ficar louca da vida. Clínicas e fogo: minha infância literária. Mano, esse comentário virou um desabafo, perdão mesmo.
Você escreve muito bem mesmo, eu sei que você já sabe disso. Tá tocando Photograph, não posso com essa música! Eu amei o personagem que você criou, e a descrição da Hannah me lembrou um random quote que eu vi na internet. "Fall in love with spring girls. Girls with sun kissed freckles. Girls who eat strawberries. Girls who have flowers braided into their hair. Girls who laugh like sunshine." Então, sim, eu tô imaginando um anjo. Um anjo numa casa amarela, amarelo me lembra fogo e eu volto pro lance do incêndio. Gente, pelo amor de deus, me interna.
Enfim, eu provavelmente vou acabar lendo uns cinco capítulos seguidos então perdoa se eu não comentar em todos – mas não custa nada tentar. You go, girl!
Xx ♥
PERDOA AS MINHAS BAD QUE ME FAZ DEMORAR A RESPONDER OS COMENTÁRIOS E NÃO DESISTE DE MIM ♥
Pra começar, você ouvir Ed Sheeran junto com TMoC é a escolha perfeita. Depois de alguns capítulos, eu comecei a colocar musicas para serem ouvidas junto com a leitura. Lego house ja apareceu, e tem muitas outras planejadas pra isso.
Pra começar, Give me Love é uma música que ganha meu coração de uma forma inexplicável.
Eu escrevi esse prologo a muito tempo, e acho que sou uma pessoa muito diferente de quando escrevi. Mesmo assim, eu ainda o leio e ainda o amo tanto quanto o revisei pela primeira vez. É engraçado porque eu nem tinha a história realmente planejada, e mesmo assim sentei e escrevi. Desde entao, eu ja pensei e repensei algumas vezes o que o Chris fez. Sabia que desde as primeiras linhas essa seria a impressão deixada sobre a Hannah, que ele a havia matado. Isso, é o que eu não posso revelar ou desmentir até muito perto do final.
O Chris não é o modelo de pessoa, entao as coisas com o irmão são diferentes. Sabe aquilo de que muitos parentes de pessoas que cometeram crimes acreditam e torcem pela sua melhora? Pois é, com o Chris é quase assim. E aquilo de que a esperança é a ultima que morre também é válida, principalmente quando se trata de quem se ama.
A esquizofrenia é uma doença bem complexa e que mexe com o Chris de muitas maneiras diferentes. Eu tento levar em consideração até mesmo os efeitos colaterais dos remédios. Sendo assim, é uma doença bem severa, mesmo que o tipo de doença do Chris não seja a mais grave. Ele tem muitos momentos bem desnorteado like a sua experiência de 90 minutos na sala errado. Na verdade, voce me deu uma otima ideia pra cena com esse relato.
Kiss me foi por muito tempo a minha música da bad do Ed. Atualmente, foi substituída por Frieds, e ambas estão na trilha sonora da história.
Sobre sua pergunta, sim. Vai ter romance em um determinado momento, que com 16 capítulos, ainda não chegou. A Hannah é um caso a parte, mesmo que os dois tivessem uma relação bem próxima e tudo mais. Está em alguns capítulos isso.
E o que mais tem aqui é espaço pra gente louca pensar e criar teorias sobre o que o Chris fez e qual a relação da Hannah com isso.
Voce tem muitos capítulos pra ler, e fico bem boba pensando que considera minha história digna de fazer mini maratona.
E quem nunca fez maratona de série pra sofrer depois no final e se arrepender horrores, não é mesmo?
Eu ja li alguma coisas sobre esquizofrenia, a maioria livros. "Onde a lua não esta " é uma das minhas principais bases pra desenvolver o Chris. Como eu disse, a esquizofrenia do Chris é mais leve. Mesmo sendo do tipo paranoide, e com algumas características da catatonica, existem casos muitos piores, ainda mais quando nao tratados. É uma doença muito complexa, que como você disse, eu tenho muito tempo pra desenvolver por ser uma long fic. Eu não gosto de jogar muita informação para o leitor logo de cara, por isso preferi englobar isso aos poucos na história. Assim, o leitor vai se habituando mais com esse traço na história.
Eu provavelmente vou acabar lendo a one que você mencionou, porque entendo que deve ser complicado colocar traços da doença numa história tão curta.
Como eu ja citei nas nossas MP, o Chris tem muitos traços meus. E quanto mais real ele ficar, mais identificação por parte dos leitores. Acho muito legal voce ter se identificado com ele, mesmo que o motivo não seja tão bom assim. Eu sofro as bad com uma manta rosa, toca aqui miga.
Eu não tenho esse fascínio por fogo quanto voce, mas pensei bastante nisso quando estava planejando a história. Tem uma imagem otima no meu We Heart It na coleção de TMoC com um garoto com um saco de papel em chamas cobrindo o rosto. Daria uma bela capa e combina muito com toda a vibe da história.
QUE BELA INFÂNCIA LITERÁRIA. Acabei de lembrar que a minha também tinha uma cena com fogo, mas era uma fantasia. Incêndios deixam tudo mais emocionante, quanto mais o seu, que foi provocado pelo papa.
Obrigada pelo elogio, de verdade. Essa é meio que a segunda versão do enredo que eu criei pra história, e a Hannah é bem diferente nas duas. Pessoalmente, eu curto mais essa. E sua quote combinou muito com a Hannah, mesmo. Um amor.
Ah, a casa amarela que fez surgir td a ideia de TMoC. Acredita que a minha primeira ideia quanto ao enredo era algo mais de fantasia sobrenatural. Mas isso eu conto mais em outro review, ja que ta tarde e isso aqui ta longo.
Obrigada pelo comentário e por ter dado uma chance pra minha história. Obrigada mesmo. E desculpe pela demora em te responder, ja que você respondeu os meus comentários tão rápido.
Até o próximo ♥