Que dó do Holmes,a pessoa que fez merece ir pra forca vai que ela ataca de novo!Eu ri com o pensamento da Esther,mas era bem isso o que acontecia na época mesmo.O Richard é um bom médico,ao que parece,pena que ele não possa mais clinicar.
KKKKKK Eu me diverti horrores com a dúvida da Esther. Saiu no mesmo instante que tive a idéia da transfusão, e como era um hábito incomum, esse tipo de pensamento era mesmo natural. Pior foi fazê-la se sentir burra, kkkkk. Pobre dela, o Richard não precisava rir na cara dela, né? Odeio quando eu pergunto e riem de mim, dá vontade de matar. KKKK
Sim, era o preço que se pagava pela ousadia em nome da Medicina. Esse era um método ainda experimental, e até hoje os médicos que levarem seus pacientes à morte por utilizar um tratamento experimental e não-legalizado podem perder o registro, ou mesmo serem presos, dependendo do que for. Imagina naqueles tempos...
Me senti em uma das minhas aulas de corpo humano hahah. Bom, eu já fiz uma cirurgia da apêndice, e parece que eu sinto a dor pós-cirurgia quando eu leio esses capítulos (o que deixa tudo ainda mais real, e confesso que não me incomodo). Me dá uma agonia saber que naquela época não existia anestesia (nunca pensei que fosse falar isso, mas obrigado Hitler).
E quando a gente acha que não tem como piorar você vem e me escreve um capítulo desses. Quaase que a real identidade do detetive foi revelada, confesso que do jeito que eu sou lerdinha já teria deixado escapar há tempos. Adorei a abordagem sobre as "roupas de homem", isso é tão comum pra mim que é até estranho imaginar que as pessoas não iam no mercado de pijama antigamente hahah. Eu roubo várias camisas do meus pai, a maioria uso pra dormir, eu confesso. Só que eu sou muito estilosa e uso algumas pra sair #sóDeuspodemejulgar .
Reta final? Nãããão. Quando a história anterior acabou, eu entrava todos os dias nesse site pra ver se você já tinha começado a postar essa história. Você só nos faz sofrer, to em prantos.
Imagina se o Holmes morrer? Noooooossa, ia ser foda. Mas ia ser muito triste, coitado ele é tão bonitinho, tão jovis, mata ele não (olha eu brisada de novo minha gente cadê meus remédio).
Oi!!! Tentei passar o máximo de realismo, até porquê eu sou leiga, e fico feliz que tenha ficado tão bom. A idéia da transfusão tinha sido para as minhas histórias originais que se passam no Brasil em 1888, mas eu abandonei porque, vc deve imaginar, sempre fomos um país atrasado e a transfusão ainda engatinhava na Europa, que dirá aqui... Mas enfim, eu decidi aproveita-la para essa fanfic e caiu como uma luva.
Quase descoberta?! Tem mesmo certeza?? KKKK #falonada
Esther como sempre, chocando todos os homens com seus hábitos incomuns. Na verdade, ela não usa roupas masculinas porque acha bacana, mas por causa de seu trabalho como espiã. Ela é uma mulher mulherzinha mesmo, prefere vestido e JA-MAIS sairia por Londres vestindo calças - embora no seu mais íntimo ela até as ache confortáveis. Mas ela é feminina mesmo, como as mulheres da época.
Não entre em prantos. Essa história terá uma sequência. Só não sei quando vai sair. Talvez em dezembro, se eu conseguir acabá-la, porque ela é praticamente um esboço e o que está crítico é justamente o meio. Mas não vou falar mais disso, rs.
Um dia eu mato o Holmes, sério, mas não será agora, rs... Ainda tenho planos para ele. Mas diria que isso irá deixar uma sequelazinha... Em breve você saberá.
Um grande bj e obrigada pelo amável review. E quarta-feira teremos mais!!!
Hello!
Que dó do Holmes,a pessoa que fez merece ir pra forca vai que ela ataca de novo!Eu ri com o pensamento da Esther,mas era bem isso o que acontecia na época mesmo.O Richard é um bom médico,ao que parece,pena que ele não possa mais clinicar.
Bjs,e até o próximo
Oi!!!
KKKKKK Eu me diverti horrores com a dúvida da Esther. Saiu no mesmo instante que tive a idéia da transfusão, e como era um hábito incomum, esse tipo de pensamento era mesmo natural. Pior foi fazê-la se sentir burra, kkkkk. Pobre dela, o Richard não precisava rir na cara dela, né? Odeio quando eu pergunto e riem de mim, dá vontade de matar. KKKK
Sim, era o preço que se pagava pela ousadia em nome da Medicina. Esse era um método ainda experimental, e até hoje os médicos que levarem seus pacientes à morte por utilizar um tratamento experimental e não-legalizado podem perder o registro, ou mesmo serem presos, dependendo do que for. Imagina naqueles tempos...
Um grande bj e até quarta!!
Me senti em uma das minhas aulas de corpo humano hahah. Bom, eu já fiz uma cirurgia da apêndice, e parece que eu sinto a dor pós-cirurgia quando eu leio esses capítulos (o que deixa tudo ainda mais real, e confesso que não me incomodo). Me dá uma agonia saber que naquela época não existia anestesia (nunca pensei que fosse falar isso, mas obrigado Hitler).
E quando a gente acha que não tem como piorar você vem e me escreve um capítulo desses. Quaase que a real identidade do detetive foi revelada, confesso que do jeito que eu sou lerdinha já teria deixado escapar há tempos. Adorei a abordagem sobre as "roupas de homem", isso é tão comum pra mim que é até estranho imaginar que as pessoas não iam no mercado de pijama antigamente hahah. Eu roubo várias camisas do meus pai, a maioria uso pra dormir, eu confesso. Só que eu sou muito estilosa e uso algumas pra sair #sóDeuspodemejulgar .
Reta final? Nãããão. Quando a história anterior acabou, eu entrava todos os dias nesse site pra ver se você já tinha começado a postar essa história. Você só nos faz sofrer, to em prantos.
Imagina se o Holmes morrer? Noooooossa, ia ser foda. Mas ia ser muito triste, coitado ele é tão bonitinho, tão jovis, mata ele não (olha eu brisada de novo minha gente cadê meus remédio).
Um beijos e vejo você na quarta ♥
Oi!!! Tentei passar o máximo de realismo, até porquê eu sou leiga, e fico feliz que tenha ficado tão bom. A idéia da transfusão tinha sido para as minhas histórias originais que se passam no Brasil em 1888, mas eu abandonei porque, vc deve imaginar, sempre fomos um país atrasado e a transfusão ainda engatinhava na Europa, que dirá aqui... Mas enfim, eu decidi aproveita-la para essa fanfic e caiu como uma luva.
Quase descoberta?! Tem mesmo certeza?? KKKK #falonada
Esther como sempre, chocando todos os homens com seus hábitos incomuns. Na verdade, ela não usa roupas masculinas porque acha bacana, mas por causa de seu trabalho como espiã. Ela é uma mulher mulherzinha mesmo, prefere vestido e JA-MAIS sairia por Londres vestindo calças - embora no seu mais íntimo ela até as ache confortáveis. Mas ela é feminina mesmo, como as mulheres da época.
Não entre em prantos. Essa história terá uma sequência. Só não sei quando vai sair. Talvez em dezembro, se eu conseguir acabá-la, porque ela é praticamente um esboço e o que está crítico é justamente o meio. Mas não vou falar mais disso, rs.
Um dia eu mato o Holmes, sério, mas não será agora, rs... Ainda tenho planos para ele. Mas diria que isso irá deixar uma sequelazinha... Em breve você saberá.
Um grande bj e obrigada pelo amável review. E quarta-feira teremos mais!!!