Comentários em “Não”: “Capítulo único”

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invisibleJu

É verdade que a estética da fic é um tanto incomum, só que, nossa, ela ficou incrível assim!

(Faz um tempinho que eu não lia nem mandava reviews, portanto me desculpe por essa daqui.)

Achei muito, muito interessante o seu modo de escrever! A fic ficou fácil de ler e super empolgante; me fez ler rápido e depois voltar atrás e pegar os detalhes que acabei deixando pra trás. Foi uma ótima experiência!

Entendo sua dor a respeito do Nyah! não permitir pular linhas, ugh. (e pela primeira vez minha mania de pular pras notas finais antes de ler a fic se mostrou útil pra alguma coisa, haha)

Enfim, gostei imensamente das partes em que você falou que as nações simplesmente surgem, que não sabem de onde vem e nem quando ou se irão.

Aquele outro momento em que ele tá falando convictamente a respeito do orgulho e aos poucos começa a questionar tais afirmações e então nega-las... Nossa, eu simplesmente amei aquilo. Gostaria de ser capaz de fazer elogios dignos.

E também a parte em que ele fala da família e a outra em que as nações mudam de nome, endereço e aparência de tempos em tempos... Agh, é mais fácil dizer que amei tudo, ao invés de ficar citando toda a fic na review, haha. Amei.

Enfim. Parabéns pelo ótimo trabalho!!! ♥

Hinata Plusle

SENPAI NOTICED ME

Sério, ganhei o dia com essa review. Mesmo no turbilhão que está sendo minha vida, isso arrancou um sorriso honestamente gigante. Então pode ficar tranquila que seu review me encheu de alegria.

Eu adoro escrever com parágrafos curtos, embora considere fácil tornar a história superficial demais desse jeito. Se achou isso bom, fico imensamente feliz! É, eu coloquei bastante coisa "escondida", espero que tenha sido divertido encontrar essas coisas XD

Eu queria deixar a separação menos escancarada, mas é, foi o que tinha pra hoje. Se um dia o Nyah! melhorar esse ponto, corrijo.

Eu já pensava nisso antes, mas o pensamento não me deixou mais em paz desde o primeiro capítulo de World Stars. É verdade que nós, humanos, tememos a morte, mas não ter sequer a garantia dela parece ser algo talvez até mais amedrontador, não acha?

Eu tentei imaginar toda aquela cena como uma bomba-relógio tendo seus últimos tiques e, por fim, explodindo. Fico feliz que tenha gostado!

Awn, eu fico lisonjeada com todos esses elogios. Sério.

Muito obrigada pela review fofa!

Amaranthine

Oi oi!

Prometi comentar a sua história e aqui estou, atrasada como sempre, mas acho que isso não importa muito, importante é comparecer! YEY!

Admito que este jeito “experimental” chamou a minha atenção. Eu cheguei a ler duas vezes para captar todos os detalhes da narrativa, mas não porque não entendi, pelo contrário, foi porque achei uma graça sua escrita. Simples e de fácil entendimento e é assim que se faz. Na minha opinião você escreve para que qualquer um entenda, não uma minoria, se não a escrita passa a ser de um número restrito de pessoas.

Não poder pular linha no Nyah é um saco mesmo, sinto uma dor imensa quando preciso pular uma linha e o sistema me impede, aí é preciso utilizar a criatividade para inventar símbolos fofos que sirvam de linha para ocupar o espaço em branco. Na verdade, para sinalizar que existia um espaço em branco.

Gosto de pensar o drama que os países vivem, precisando se mudar de tempos em tempos para não serem descobertos, incapazes de terem amigos humanos, por causa da vida eterna. Imagina a dor de ver seus amigos envelhecendo e morrendo enquanto você continua jovem e sadio. É muita sacanagem.

Só não sei se o Kiku realmente conseguirá ser humano por muito tempo. Mesmo com todas as dificuldades de ser um país, as dores e frustrações, você é um país, ora! Uma hora a obrigação falará mais alto e você precisará sair do anonimato. Pode ser que depois ele escape de novo para a vida humana, mas... Ele sabe que não será a mesma coisa. E isso deve machucá-lo, muito. Não acho que exista uma forma de ‘virar humano’ e, olha... Não é que isso me deu inspiração para um enredo? Woah! Valeu. Kkkk

Hum... Acho engraçada a pergunta, “será que ele era infeliz?”, soa um tanto ingênua para aqueles países; acredito que todos eles são infelizes, apesar de alguns não demonstrarem abertamente. Se tem alguém para chorar, que seja o Rússia, o França (tadinho, amava Joana D’ Arc e a assistiu morrer queimada), o China. Pensando bem, cada um tem lá seus motivos para a tristeza.

Para finalizar meu review, porque este ser ‘adorável’ fala demais e se der corda fica escrevendo por mais de uma página, quero parabenizá-la por ter compartilhado de uma pequena parte do seu talento. Sinceramente, se toda vez que eu ousasse escrever algo diferente saísse um texto tão belo, seria a pessoa mais feliz do mundo! Rsrsrs

Adorei de verdade a sua história, espero que poste mais histórias, será um prazer lê-las. E, para descontrair um pouco do clima angst da fic, Kiku não pode sumir! Ele precisa ficar com o Heracles, só eu fazendo companhia para o lindinho... Já está de bom tamanho, mas sabe como é, não dá para fugir do Rússia toda hora e uns yaois não fazem mal a ninguém. Ok, essa foi podre. KKKKK Depois me xingam e eu fico sem saber o porquê. xD

Ótima história! Está de parabéns, adorei!

Beijos!

Hinata Plusle

Para ganhar um review lindo desses, esperaria mil anos, juro ♥

Fico feliz que tenha gostado desse formato meio "esquisito". Houve amigos que disseram parecer com poesia, mas não era essa a intenção, apesar das figuras de som bastante abundantes XD Oh well, se ficou assim, ficou. Particularmente acho que a escrita pode (e deve) ser um camaleão, dependendo de quem você quiser atingir. Posso querer atingir um público específico mesmo dentro do fandom, e nesse caso mudo como escrevo, mas como esse não era o caso dessa fic, me alegra saber que ficou acessível.

E quando você quer diferenciar uma simples linha pulada de uma quebra de texto genuína? Ah, que dor de cabeça...

Eu costumo imaginar que, exatamente para evitar essa dor, as nações não têm vida social muito ativa com seu próprio povo. Aparecem nas festas da comunidade, dão um oi, vão embora; ajudam um vizinho, mas nunca mais vão falar com ele por espontânea vontade; coisas assim. É claro que tem horas que é inevitável aproximar-se dos humanos, mas isso quase sempre rende problemas...

Eu mesma imagino que vá ser problemático. "Kiku" terá problemas para deixar seu lado "Japão", e deverá se sentir muito culpado quando fizer falta tanto às nações quanto ao seu povo. Mas, considerando que o que cria nações é pura e simplesmente o pensamento de um povo e que já temos casos de nações que voltaram a ser humanos e envelheceram normalmente depois disso (tá certo que o Nico era humano antes de virar nação - e depois tornar-se humano de novo - , mas se é possível tornar-se nação, por que não o contrário?), não creio ser impossível. Se isso ocorrerá na primeira tentativa, eu já não sei. Talvez ele acabe voltando se uma crise muito forte ocorrer, mas não o faça se as coisas se mantiverem sob controle e eventualmente acabe perdendo a função... Substituído por alguma outra personificação que represente uma nova mentalidade, uma nova configuração política, talvez? Mas isso num futuro muuuuuuuuuuito distante. Ou seja, ele acabaria sofrendo muito ainda vivendo eternamente, mas dessa vez sem sequer o amparo de outras nações, já que a mortalidade demoraria a vir. Talvez não aguente isso... Nossa, tô falando demais.

Eu costumo imaginar que nem todos são infelizes. Queira ou não, as personificações têm laços extremamente fortes com seu próprio povo; se todos fossem realmente infelizes, o mundo seria um poço de tristeza. Não que não o seja, mas acho que os pequenos raios de felicidade que vemos por aí também refletem nas nações, que sabem ainda melhor do que nós que, ainda que a felicidade não mova montanhas, a infelicidade cria outras ainda maiores. Também tem o detalhe de que, embora eu não tenha explicitado isso, pensei nesse segundo trecho sobretudo sob o ponto de vista de "Alfred", que, apesar de esperto, é novo e, portanto, imaturo, sobretudo se comparado a personagens como "Yao", "Sadik" e "Ivan".

Eu juro que não me importaria com comentários quilométricos. Gosto de saber bem o que pensaram ao ler, ver como é que isso se assemelha ou contrasta com o que eu mesma pensei ao escrever, com o que imaginei que pensariam ao ler o que escrevi... Enfim. Sinto-me lisonjeada com elogios assim, mas honestamente não me sinto digna de tais elogios. Se soubesse as caquinhas que andei escrevendo e acabei nem postando de tão ruins que ficaram, acho que acabaria retirando o que disse (risos).

Eu te disse que o Hera é meu, sai XP

Obrigada pelo comentário lindo!

Abraços!

Vlad La Vulva

Mulher do céu... que fic é essa?

Gente, adorei. O Kiku é um dos personagens mais sem sal na minha opinião, mas você usou ele tão bem! Até arrepiei com ele chutando o balde e mandando azinimiga chifrar barranco

Toda as figuras de linguagem que você usou, todo o lapidar da palavra, a própria poesia na história... nota mil! Perfeita, apenas

Hinata Plusle

Muito obrigada pela linda review!

Eu mesma acho que tem muita coisa dele que poderia ser explorada (tanto pelo próprio Himaruya quanto pelos fãs) que é ignorada, mas acho meio complicado mexer com ele. Sabe, aquela sensação de que é muito fácil deixar OOC ou coisa parecida? Então, quando eu tive essa ideia e ele pareceu o personagem perfeito, foi quase uma epifania!

Eu honestamente não tinha intenções exatamente poéticas. Queria mesmo é brincar com figuras de linguagem, soltando a franga mesmo. Mas é, o resultado final acabou ficando bem puxado para isso. E honestamente, eu gostei bastante!

Ai, esse monte de elogios tá me deixando encabulada ♥