Comentários em “O Colar do Parvo”: “A mansão dos Taurinos”

C
Camila Moroli

Oi!

Continuo lendo, mesmo que demore a deixar comentários... (pouco tempo para ler, infelizmente). Como eu disse anteriormente, gosto bem mais do Matheus agora, embora eu ache um pouco súbito ele amar tanto o Kayo (é assim mesmo que escreve o nome dele, correto? Sempre fico na dúvida), desse jeito... Ainda não tenho uma opinião muito certa sobre o Kayo, mesmo que a narrativa seja em primeira pessoa... Sinto que não o conheço bem. Ele é um pouco apático, sei lá... Vamos ver se consigo decifrar um pouco a personalidade dele... Talvez seja só a timidez dele atrapalhando minha perspectiva.

Cara, parece que tem um tanto de fantasmas andando com Kayo para cima e para baixo, abrindo portas e sussurrando no ouvido dele, essa é a minha impressão, hahahaha. Que bom que ele está calmo diante de coisas tão surpreendentes, porque eu acho que eu surtaria, principalmente se o que estivesse acontecendo me guiasse a uma casa tenebrosa e abandonada dessas. Foi um alívio ter dado tudo certo nessa casa, porque tive a suspeita que algo horrível aconteceria assim que entrassem nela...

E que colar esse esse, minha gente?

Beijos, até o próximo!

Marko Koell
Marko Koell Autor

Quando eu cheguei ao terceiro livro, e lia para uma amiga - isso mesmo, eu ia até a casa dela, sentavamos e eu lia tudinho a ela - ela mencionou isso para mim, mas com um outro ponto de vista, de que Kayo era muito parecido, em muitos aspectos comigo. Precisei de certa forma mudar um pouco a personagem e sua narrativa. A verdade é que Kayo passa por um processo de transição, e suas atitudes variam muito de acordo com às suas necessidades, e não a do grupo em si. Podemos dizer que ele seja meio egoista. Mas é uma visão minha, o que tentei passar, e fica muito evidenciado conforme o desenrolar da história.